União para quem pensa ÃO.

Esta semana andei bastante pelo Vale, mais especificamente São José, Caçapava e Pinda. E todo comercio, escritório, loja ou consultório em que entrava via um jornal de bairro ou uma revista regional, desses modelos cheios de propaganda e apenas meia dúzia de matérias do mês passado inteiro. Tinha jornal de 2 páginas, de 8, 12, colorido, preto e branco, só magenta ou só ciano, assim como tinha revistas que tinha capa colorida e brilhosa e miolo com papel tipo jornal. Enfim, me caiu no colo uma variedade incrível desse tipo de veículo. Veículo esse que se fosse em tempos de presidência Collorida, seria chamado de carroça.

Então pensei, porque um pessoal “donos” desses jornaizinhos de bairro e revistas de propaganda não se unem e fazem um veículo descente, num formato de cooperativa jornalística? Poderiam continuar com os mesmo anunciantes, cobrando o mesmo preço, com a diferença que seria algo interessante de se ler, até começar a crescer.

Será isso possível ou eu ando assistindo muito Malhação?

4 comentários sobre “União para quem pensa ÃO.”

  1. Marcos Teles escreveu:

    Seria porque o individualismos grita mais alto que o coletivismo?

  2. Arlington escreveu:

    Olha que não é só por aí não viu Sandro (São José, Caçapava e Pinda..), por aqui em Guará e Aaparecida esses jornais (se é podem ser chamados disso) são que nem uma praga! A cada ano surge mais uns 2…dos mnais variados temas: baladas, noite, restaurantes… etc… 99% de anúncios (toscos por sinal), e 1% de coisa inteligível.

    Essa sua idéia é interessante!

  3. Gustavo Ávila escreveu:

    Na minha opinião acho que união é mais complicado do que lá na Malhação. Mas com certeza seria ótimo. Para os donos dos jornais e para quem lê. Algo interessante seria se eles se juntassem, não para formar uma revista ou jornal maior ou mais forte. Mas sim para que eles discutam os processos de produção dos seus jornais e revistas, juntando forças para assim conseguirem reduzir seus custos de produção. Todos poderiam fazer numa mesma gráfica. E numa gráfica melhor. Com mais material saindo o preço iria cair. Com essa economia eles também poderiam investir mais no conteúdo. E o bom disso é que eles não abreriam mão da sua regionalidade. Que na minha opinião é a grande graça desse negócio.

  4. Gustavo Ávila escreveu:

    “abreriam” com “E” foi foda. rs

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