CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Matheus Nerosky, às 1:39, em Mercado.

Os alunos de design gráfico, aspirantes a criativos e profissionais iniciantes tanto se perguntam sobre salários na área criativa, e todo mundo fica com um certo receio de falar em valores. Por outro lado, é incrível ver essa regulamentação em outras profissões como o engenheiro/médico/arquiteto que já sabem quanto vão ganhar e conhecem bem seus planos de carreira.

Hoje vi um artigo sobre salários na área de criação e, como na maioria das vezes, o artigo não expressou nenhuma cifra. Em um dos comentários, alguém super sincero, de boa alma e sem vergonha alguma de dar nome aos bois falou todos os valores, desde estagiários até coordenadores.  Foi aí que me deparei com um degrau enorme entre o que é REAL e o que DEVERIA ser REAL. No final do comentário sobre os salários, a pessoa que postou ainda enfatizou - “ABAIXO DISTO É CILADA GALERA, CAIAM FORA”.

Assim me veio a ideia de montar um comparativo com tudo que vi até hoje, desde faculdade, trampos, salários de colegas, ex-salários pessoais, enfim.. é um catadão. Gostaria que todos compartilhassem isso pois tenho quase certeza que, tirando as agências de publicidade de médio/grande porte, multi-nacionais com demanda para criativos internos e raros estúdios de design no brasil, essa comparação é BEM REAL.

Salários área criativa

By Rodolfo Pozzi

E você, o que acha? Comente, critique, xingue mas não deixe de participar.

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Postado por Matheus Nerosky, às 11:38, em Destaques, Mercado.

23festup

No último sábado e domingo (17/18), ocorreu o 23º Fest’up em SP, evento de publicidade e comunicação realizado pela APP Brasil, no qual eu pude prestigiar pela primeira vez. A experiência de participar de um evento desse porte acrescenta a qualquer profissional da área atributos e novas visões mais amplas sobre a comunicação. E comigo não foi diferente.

Agências diversas ministraram palestras com conteúdo que reúne alto conhecimento técnico e uma grande parcela de aprendizado prático sobre o mundo real da comunicação, como foi o caso da Agência África (que apresentou o case Eduardo e Mônica da Vivo); Produtora Sentimental; Agência Moma; Produtora Menina, entre outras.

Aprender a perceber o mercado de uma forma geral é outra grande habilidade desenvolvida ao participar de um evento como o Fest’up. Afinal os padrões de comunicação não são os mesmos em todos os lugares. Uma cidade como São Paulo oferece uma miscelânea de formatos que enriquecem a formação de um profissional, constituindo base de conhecimento de grande valor, tornando-se uma poderosa arma ao ser aplicada em mercados regionais menores, no meu caso, o Vale do Paraíba.

Em uma visão pessoal, o mercado de comunicação do Vale está em constante crescimento e tende a obter bastante sucesso em função das peças publicitárias veiculadas (variedade de jornais e revistas regionais) e de oportunidades com rádio e tv.

Deixo a dica então: Estudantes da área (como eu) devem participar o quanto antes, se possível logo nos primeiros períodos de graduação, de eventos desse tipo. O teor trazido na bagagem ao final dessas experiências pode valer tanto ou mais do que o conteúdo dos livros e salas de aula. Investimento pessoal nunca é demais para uma carreira de sucesso.

Por Francine Juliane Rodrigues
Estudante de Publicidade e Propaganda da Fatea - Lorena / SP
________________________
Estudantes de comunicação também podem participar do CCVP enviando seus artigos para nosso email. Participe, compartilhe e apareça!

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Postado por Felipe Balista, às 7:44, em Emprego.

Agência MD

Cidade: Lorena/SP

Cargo: Designer Gráfico

Requisitos:
- Adobe (principalmente Photoshop)
- Corel Draw
- Fechamento de arquivos para gráfica

- Plataforma Apple.

Atividades:
Criação e desenvolvimento de layouts para mídia impressa em geral,
papelarias, marcas e embalagens.

Características:
- Responsabilidade; Planejamento; Criatividade e Organização
- Bom relacionamento em equipe.
- Comprometimento com prazos
- Disponibilidade para horário comercial.

Enviar currículo para:
contato@agenciamd.com.br

Site: agenciamd.com.br

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Postado por Gustavo, às 6:00, em Mercado.

Na segunda parte da entrevista, Alexandre Gama afirma que comunicação de qualidade passa pelo conhecimento musical. Fala também do papel do Marketing Esportivo no Brasil, da auto-regulação do mercado e mais. Aproveite.

Comentários 2
Postado por Gustavo, às 6:00, em Mercado.

Na primeira parte da entrevista, o presidente da Neogama BBH fala sobre ser empresário, sobre a relação entre a criatividade e os negócios e sobre a postura de um dirigente de agência. Amanhã a segunda parte.

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Postado por Ale Santos, às 1:28, em Destaques.

A filial da agência Tríadaz Propaganda e Marketing, instalada em São Lourenço (MG), ganhou uma conta especial após vencer concorrência que envolveu outras duas agências – a São Lourenço Convention & Visitors Bureau. Já conhecida como São Lourenço CVB, este novo cliente é, na verdade, uma associação de empresas ligadas ao turismo da cidade. O trabalho inicial da Tríadaz é cuidar da sua inauguração – prevista para o primeiro semestre – e desenvolver a sua identidade visual. As ações de marketing, a serem feitas até dezembro, incluem uma campanha de divulgação no Vale do Paraíba em meados de junho.

A Convention & Visitors Bureau é uma entidade que existe em grandes e pequenos centros urbanos, no Brasil e fora dele. O objetivo é fomentar o turismo na cidade onde está sediada, desenvolvendo uma agenda positiva a favor de eventos de negócios e atividades de entretenimento local – com destaque para a cultura, a gastronomia e a natureza do lugar. O Ministério do Turismo e a Secretaria Estadual apóiam a organização, pois a entendem como um canal de interesse social e, inclusive, econômico para o município.

A agência Tríadaz de São Lourenço já começou a desenvolver as peças para o novo Convention & Visitors Bureau mineiro, que é aguardado com expectativa pela população. “Estamos felizes pela conquista deste cliente porque iremos fazer um trabalho que contribui para o progresso de nossa própria cidade. Uma de nossas metas é fazer uso da rota do café [a região produz o melhor grão do mundo] para atrair ainda mais a atenção de turistas de todo o país”, declara a sócia-diretora da Tríadaz, Gabriela Real.

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Postado por Marcos Teles, às 9:54, em Criatividade, Cultura, Emprego.

Recentemente li um artigo muito interessante no blog publicitário mineiro Carlos Henrique Vilela (CHMKT.com.br). Vivela comenta o texto de Phil Johnson, diretor de criação americano que afirma que o papel do diretor de criação deve ser mais amplo do que um simples filtro de idéias. Para ele, este líder deve promover a criatividade coletiva da agência. Esta afirmação é válida não apenas para publicitários, mas sim para líderes de outras áreas. O texto é um bom exemplo de que a publicidade, uma industria muitas vezes dominada por hierarquia e individualismo, está acordando para uma nova realidade.

Segue abaixo o texto:

Qual o papel do diretor de criação?

Em um texto fantástico publicado recentemente no Advertising Age, o Phil Johnson, CEO da agência PJA Advertising & Marketing, faz uma reflexão sobre o papel do profissional que, na visão dele, é o mais importante na agência: o diretor de criação. Ele conta que passou muito tempo pensando em qual seria o papel ideal desse profissional. A forma de atuação na qual ele pudesse ser mais útil à agência e aos seus clientes. E chegou a uma conclusão bem interessante.

No início, quando ele próprio era o diretor de criação da agência – sua visão era de que deveria ser o cara que aprovava quais ideias iriam adiante e quais morreriam ali. O estilo que ele valorizava, conta, era o do diretor que conseguia ver tudo que era feito na agência e arbitrar sobre o que era bom e o que ficaria de fora, além de ser capaz de produzir os melhores trabalhos da agência.

No entanto, como autoridade única, aponta, o diretor de criação acabava se transformando em ditador de criação. Nesse modelo em que a ideia passa por um só filtro criativo, vozes e ideias interessantes acabavam se perdendo, conta. Além disso, eram limitadas pelos próprios gostos, estilos e julgamento desse profissional - não importa o quanto seja talentoso. Com isso, diz, a capacidade criativa da agência se restringe, e passa a ter um único tom e estilo. Isso é, na visão dele, o caminho mais rápido para que a agência vá de inovadora a estereotipada.

Hoje, sua visão é a de que o papel ideal de um diretor de criação é muito maior e mais importante do que qualquer tarefa operacional. Ao invés de ser a pessoa com as melhores ideias, ou capaz de julgar o melhor trabalho, ou a melhor pessoa para gerenciar o processo criativo, esse profissional tem a missão de transformar o cérebro de toda a agência e construir uma consciência criativa coletiva. Com isso, diz, sua influência vai além do departamento de criação.

Aí você pode perguntar: mas quem vai tomar as decisões? Ele conta que, realmente, existem ideias e conceitos mal direcionados que devem ser mortos. Mas, ao invés de ter uma só pessoa fazendo isso, um bom diretor de criação é capaz de compartilhar essa responsabilidade entre um grupo de pessoas Nas quais confia. Quando existem talentos na agência, afirma, dificilmente há só uma boa ideia. Em vez disso, há muitas ideias diferentes para se escolher. E o diretor de criação, conta Johnson, precisa manter essa diversidade viva.

Segundo ele, é essencial que o diretor de criação possa modelar um ambiente que atraia pessoas criativas e que torne o restante da equipe mais criativo do que parece possível. Além disso, deve cultivar um debate ativo sobre o que determina um bom trabalho. Assim, a diversidade de ideias reina e muitas pessoas desenvolverão a capacidade e escolher as melhores direções a seguir. Ele deve fazer com que as pessoas acreditem que são capazes de fazer o impossível e criar experiências que nunca foram feitas antes. É aí que, segundo Johnson, as portas se abrem para revoluções criativas.

Ele conclui o texto dizendo que é esse um trabalho que não vem com manual de instruções, e conta que teve sorte o suficiente para atrair uma dupla de diretores de criação que tem essa habilidade e conseguem colocá-la em prática. São profissionais muito corajosos, destaca. Eles colocam em funcionamento uma força criativa maior do que eles mesmos. Ato ousado para profissionais que desenvolvem, tradicionalmente, uma carreira construída em cima da reputação criativa. Pelo menos na agência dele, diz, o que faz um bom diretor de criação é a capacidade de libertar a criatividade ao seu redor.

Fonte: http://www.chmkt.com.br/2010/04/qual-o-papel-do-diretor-de-criacao.html
Autor: Carlos Henrique Vilela (@chmkt)

Veja também o artigo original: “What the Hell Is a Creative Director Supposed to Be?” de Phil Johnson.

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Postado por Ale Santos, às 11:34, em Gôndola.

Tipo: VT
Título: Universo, Tudo Certo
Duração: 30″
Anunciante: Elétrica Universo
Agência: Arriba! Comunicação
Criação/Direção de Criação: Gustavo Gobbato
Letra do Jingle: Gustavo Gobbato e Zé Neto
Atendimento: Daniele Botelho Rojas
Planejamento/Mídia: Larissa Teixeira
Produção de Áudio: AMS (audio multi solutions) - Rio de Janeiro - RJ
Produção de Vídeo: Digital Vídeo
Aprovação: Alexandre e David Shiraishi
Veiculação: VT a partir de 08/03/10 no SBT e Jingle nas rádios também a partir do mês de março.

PS: Todo o elenco é de funcionários e amigos da Universo.

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