Estávamos discutindo no post do “Corel”, quando ví, que na verdade o assunto merece um espaço próprio.
Acho que até conseguimos “ibope” pro post da Anhaguera…rs (que perdoem a piada)
Sou novo no Vale do Paraíba e acompanho o discurso de “melhorar”, “evoluir e mudar”, com uma frequência enorme, dos mais diversos perfis profissionais.
Vejo uma movimentação boa neste sentido. Temos aí APP, Palestras e eventos bacanas nas faculdades locais. Integração. Não sei se é sempre assim ou se dei sorte no momento em que por aqui aportei, mas acredito que muita coisa irá mudar em médio prazo. Agora, entrando no assunto que nasceu no outro tópico.
Hoje não temos mais uma barreira técnica entre diferentes mercados. São Paulo não mais recebe novidades técnicas antes do Vale, outros países não mais recebem novidades antes do Brasil, ponto.
Todos tem acesso quase simultâneo a novidades e tendências. Muitos dos mais bem sucedidos escritórios de design da europa funcionam em
escritórios pequenos, com equipes pequenas em cidades pequenas, mas atendem grandes contas.
Podemos citar Studio Alice, Keltie+cochrane, factory 311, Preloaded, Studio Small, Enjoythis, Sea Design
e muitos outros com este perfil.
Com absoluta certeza, o destaque destes profissionais não é a ferramenta que usam e sim suas idéias e técnicas, mas como foi o começo de suas carreiras? Quais suas oportunidades iniciais? Qual a preparação inicial? Tenho quase certeza que não foi apenas de idéias na cabeça… Read the rest of this entry »

Alienígenas. George Lucas inventou até Guerra com eles. Ridley Scott fez o mais terrível deles. Roland Emmerich já fez o dia da independência com eles. Mas foi Spielberg que fez o filme com o título da coluna de hoje. Mas nós publicitários temos a oportunidade de literalmente fazermos contatos imediatos do terceiro grau. Ora, não é assim que se chama o Ensino Superior? Por mais que a Academia e o Mercado possam parecer planetas diferentes, a língua da propaganda tem que ser uma só. Na última semana, tive a oportunidade de participar de dois eventos, a Secom da Anhanguera de Jacareí e o Promark da Unip de São José dos Campos. Nas duas oportunidades pude relembrar, pela experiência de sala de aula na Fatea e dos diversos eventos de que já participei, que não se pode tratar o universitário como um alienígena, nem o palestrante pode se portar como se tivesse sido o enviado dos céus, inacessível aos meros terráqueos.
O mais legal de participar de eventos em Universidades é promover a interação. Gosto de conviver com uma galera que está chegando e me sinto renovado quando algo do que falei tem retorno de alguém que tem interesse, acrescenta, bate bola, pergunta, ri, discorda, quer saber… enfim, reage. Subir ao palco não é lá uma missão fácil, pior ainda quando a platéia é apática. Vou a um evento dar uma palestra para que o público se divirta assistindo. Afinal, boa parte da galera já está ali cansada de um dia de trabalho e o mínimo que se pode fazer é tornar o dia um pouco mais leve. Com isso, o conteúdo pode ser melhor assimilado e compreendido. E assim, eu mesmo me divirto por tabela, afinal estou falando do que gosto de fazer, e faço todos os dias.
Fiquei pensando no meu dia a dia para poder responder uma pergunta feita nos bastidores e procurei refletir mais sobre ela: “O que você acredita ser a maior distância entre a Academia e o Mercado?” Respondi ali de bate e pronto que se demora muito, seja pelo currículo da faculdade ou pelo interesse do aluno, para se conhecer o que se faz no cotidiano da propaganda. Não há mágica, não há segredo. Aprendendo pelo menos o glossário da profissão, qualquer pessoa pode já no primeiro semestre se inteirar do meio publicitário ao ler um ‘meio & mensagem’, freqüentar palestras. Mas esse foi só o pé que coloquei dentro da água, depois do evento, mergulhei mais fundo.
Os professores de quem eu mais gostava eram os mesmos apelidados pelos amigos Marcos, Matheus e Luiz como ‘mestres jedis’. Eles tinham alguma forma de experiência trabalhando na área, fosse por estarem em agências naquele momento ou por um passado no mercado. Até o jeito de falar era diferente. A perspectiva é outra de quem apenas conhece a Academia. São planetas diferentes e o aluno percebe isso. Ouvi uma frase fora deste contexto após a palestra da Unip que se encaixa bem a isso: “É muito mais fácil ensinar aquilo que você vive todo dia na prática do que aquilo que você só sabe em teoria”. Integrar mercado e Universidade é uma questão de linguagem. Ambos precisam desenvolver pessoas, mas precisam conversar, dialogar mais, com gente mais preparada tecnicamente trabalhando no mercado desde cedo e gente de mercado trazendo a vivência para a sala de aula.
É sensacional poder ver o brilho nos olhos de quem curte a propaganda de verdade. É legal poder responder (nem sempre com agilidade) os e-mails da galera que manda trabalhos, que pede ajuda, dicas e procura evoluir. Não sei se já escrevi isso aqui, se já, vou me repetir. A frase é do Alexandre Gama (NeogamaBBH): “Se você é bom, bom mesmo, a propaganda precisa de você”. Se a maioria das perguntas feitas ao nas palestras dizem respeito à colocação profissional, tenha certeza de que a própria participação nesses eventos já credencia e já seleciona os universitários dos profissionais, os meninos dos homens, porque o primeiro critério para recrutamento e seleção é o interesse.
13 mai
KMS integra a rede cujo objetivo é suprir necessidades de marketing, comunicação, relacionamento e promoção de clientes nos principais polos econômicos do Estado de São Paulo.
Atenta à crescente demanda dos clientes, dispostos a expandir presença em importantes polos econômicos do Estado de São Paulo, a ADAG Comunicação articulou a criação de uma rede de agências capaz de oferecer ao mercado trabalho diferenciado e completo. Nasce, assim, a Rede SP ADAG, composta por oito agências, todas com forte atuação local e voltadas às atividades de comunicação, marketing, relacionamento e promoção. Além da ADAG, agência com 40 anos de experiência no mercado publicitário nacional, fazem parte da rede as agências KMS, de São José dos Campos; 6P, de Ribeirão Preto; Portal, de Campinas; MR\Tempo, de Bauru; AUDI, de Presidente Prudente; Cia. Santista, de Santos; e Rede Múltipla, de São José do Rio Preto.
A partir de agora, os clientes dessas agências poderão usufruir da expertise, da rede de relacionamentos e do conhecimento que cada uma tem do seu próprio mercado, resultando numa prestação de serviços ainda mais eficiente e com melhores resultados. Alem disso, terão acesso a informações e dados de mercado mais precisos – incluindo atitudes e hábitos de consumo -, além de facilidades na compra e no controle de mídia na capital e em todo o litoral e interior do Estado. Read the rest of this entry »
Reunir todo o setor de comunicação do Vale do Paraíba num mesmo evento para discutir as melhores práticas é o objetivo da primeira edição do Comunicavale. Ao todo mais de 10 profissionais de destaque se apresentarão durante os dois dias de evento. “Vai ser uma maratona com agenda cheia de manhã e a tarde. Entre os temas estarão a comunicação sustentável, comunitária e pública”, afirmou Armindo Ferreira - diretor da Cruz e Ferreira uma das empresas responsáveis pelo evento.
Nomes de peso como Marcio Cavalieri, sócio e Diretor Executivo da RMA e Sandra Takata, Diretora de Atendimento e Mídia Digital da Versátil Comunicação vão trocar experiências com os participantes. “Procuramos montar um time de palestrantes regionais e de outras localidades para fomentar a troca de experiência”, reforçou Robson Cavalcante - diretor da Criative também organizadora do evento.
Uma mesa do Clube de Criação do Vale do Paraíba e outra comandada pela APPVale vai discutir os desafios da comunicação numa das regiões mais ricas do Estado de São Paulo. Tudo no Novotel em São José dos Campos, uma das melhores estruturas de evento e próximo à rodovia Presidente Dutra o que facilita o acesso dos participantes de outras cidades.
O Comunicavale conta com o apoio institucional da APPVale - Associação dos Profissionais de Propaganda do Vale do Paraíba, CCVP - Clube de Criação do Vale do Paraiba e Abracom - Associação Brasileira das Agências de Comunicação.
Data:7 e 8 de julho
Horário: 8h às 19h
Novotel - São José dos Campos/SP
www.comunicavale.com.br
Dave Logan em palestra no TED
Dave Logan é um dos autores do livro, “Tribal Leadership - Leveraging Natural Groups to Build a Thriving Organization” cujo nome foi traduzido para “O Executivo e sua Tribo - Lidere sua Tribo Corporativa e Maximize a Produtividade e o Lucro da Empresa”.
Despertei meu interesse pelo livro depois de saber que a ZAPPOS, empresa americana de venda eletrônica, distribui gratuitamente a versão “audiobook” em seu site.
Segundo o autor, desde os primórdios da humanidade, nós vivemos em tribos. Hoje, nas empresas, isto não é diferente. São grupos que variam de 20 a 150 pessoas. Tais grupos, segundo Logan, têm mais poder do que seus líderes.
O entendimento dessas tribos influenciam a forma de liderar. Enquanto que para alguns, liderar é uma tarefa que acontece com muita facilidade, para outros, por mais que se dediquem, por mais que sigam as regras, por mais que pareçam fazer a coisa certa, liderar parece algo difícil e não gera bons resultados. Por que isto acontece? A questão pode não ser necessariamente o líder, e sim a tribo onde ele está inserido.
Para os autores, é preciso saber se relacionar com as tribos e ajudá-las a avançar para o próximo estágio. Para entendê-los, os autores classificaram 5 tipos diferentes:
O primeiro estágio, “os hostis”, são aqueles que consideram que “a vida é uma droga”. Geralmente este perfil é encontrado em gangues e em prisões. Eles, em sua maioria, não têm respeito pela vida e pela sociedade.
O segundo estágio, “os desmotivados”, encaram a vida através de uma perspectiva um pouco diferente da primeira. Para eles, “a vida, especificamente a deles, é uma droga”. É comum identificar este perfil quando se escuta pessoas reclamando:
“o dia está ruim porque eu estou com calor”, ou
“o dia está ruim porque eu estou frio”.
“estou cansado porque eu tenho muito trabalho”, ou
“estou cansado porque eu tenho pouco trabalho”.
Sempre há como justificar e anunciar o porquê de sua insatisfação pessoal. Um grupo assim, segundo Logan, trabalha o suficiente para não ser demitido. Acaba não enxergando oportunidade ou ameaças ao negócio justamente por entregarem somente o básico à empresa. Uma empresa desmotivada dificilmente vai para frente.
O terceiro grupo, “autocentrados”, é o mais comum no mundo corporativo. Eles são motivados e, muitas vezes, bem sucedidas. Os autocentrados tem o senso de equipe equivocado. As pessoas são úteis enquanto servirem ao seus propósitos. Constantemente tenta tornar quem está ao redor uma réplica delas mesmas. São pessoas que gostam de falar sobre elas mesmas, mas não escutam o próximo. Julgam fazer o melhor trabalho do mundo e acreditam que os demais não colaboram com ela. Apesar do sucesso profissional, isto as deixam extremamente insatisfeitas. Em uma conversa entre duas pessoas com este perfil, há uma mudança constante de tópicos, uma vez que cada um quer superar o outro.
Aí eu paro e pergunto meu caro leitor, você conhece alguém que seja assim? É fácil não é. Basta olhar ao redor, certo?
Pare e pense mais um pouco. E você? Já parou para pensar como você atua? Será que você é mesmo o “the choosen one”? Quantos de nós pensamos que somos os heróis do dia? Quantos de nós nos julgamos insubstituíveis?
O quarto grupo, os “colaborativos”, difere-se do terceiro por deixar a postura individualista de lado e acreditar no poder do grupo. É a partir desde estágio que os grandes avanços começam acontecer. O grupo começa a partilhar valores e estes valores os mantém unidos. Cooperação e objetivos comuns guiam a tribo. O sucesso dos indivíduos dependem do sucesso do grupo. Porém, ainda há o senso de competição com quem não faz parte da panela. O lema aqui é “Nós somos bons, vocês não”.
Já as empresas no estágio cinco encaram o mundo como maravilhoso. São cooperativos e unidos por um proposito como mudar o mundo. É o caso da empresa farmacêutica que quando perguntada sobre quem é seu maior concorrente, o funcionário afirma ser o câncer. São empresas que querem deixar sua marca na humanidade. Transcendem seus mercados de atuação. São as empresas neste estágio que criam as maiores inovações de qualquer industria.
O papel do líder (formal ou informal) ajudar as diversas tribos, gradualmente, a avançar de estágio. Olhe ao seu redor, em que estágio você está? E as pessoas ao seu redor? Pergunte qual é a sua paixão? Qual é a paixão do seu grupo?O que move as pessoas? Será que há algo comum entre vocês? Será que o que move você precisa de um upgrade? Você não está sozinho e, em tempos de colaboração, esta jornada que deve ser feita em grupo.
Authors@Google
Book Brief -Bnet.com
Veja também:
Do You Want To Be Donald Trump Or Steve Jobs? – The John King Interview
http://mixergy.com/tribal-leadership/
2010 é um ano de grandes mudanças para A FATOBrasil. A agência vem conquistando novos clientes e desenvolvendo novos produtos, mostrando que além de estar “antenada” ao nosso mercado, tem acompanhado a sua evolução.
Com isso ela se prepara para o lançamento de seu novo projeto, um portal de internet direcionado ao mercado imobiliário de Pindamonhangaba e Região.
O site estará no ar dia 5 de Maio, mas por enquanto podemos acompanhar uma pequena introdução do que é o “casapinda” no endereço: www.casapinda.com.br .
Aproveite fique ligado no nosso twitter e acompanhe as promoções! www.twitter.com/casapinda.
O mercado publicitário do Vale do Paraíba tem novo endereço. A agência Tríadaz Propaganda e Marketing, localizada em Taubaté, acaba de investir no seu crescimento físico. Com sete anos de atuação, a Tríadaz pretende se tornar agência modelo da região com uma sede de 250 metros quadrados. O ambiente foi pensado segundo conceitos da arquitetura corporativa; de estilo contemporâneo, é dividido por setores e conta com sala para descompressão.
A preocupação com o meio ambiente foi uma constante, como explica a arquiteta responsável pela reforma da casa, Samantha Maduro: “Desde o projeto, pensamos nas necessidades da agência sem esquecer a responsabilidade com o meio ambiente”. As linhas retas do escritório receberam um layout trabalhado em MDF, para todas as salas, com certificação de madeira de reflorestamento. Já o painel frontal, que adiciona graça e beleza ao jardim, é de madeira de demolição. “O paisagismo entra como elemento humanizador, pois quase 100% do terreno é construído”, explica a arquiteta.
Pensando na camada de ozônio, um bicicletário para os funcionários deve ser providenciado em médio prazo. Uma forma de deixar o carro na garagem de casa, poupando combustível e oxigênio e, de quebra, praticar atividade física. Um projeto para coleta seletiva e reaproveitamento de todo o material que poderia ter como destino o lixo comum está sendo montado.
“Nosso trabalho é baseado no crescimento gradativo e orgânico, com meta e propósito definidos. Sempre quis uma agência de propaganda vitrine, o que reflete em mais conforto para todos. Após sete anos, a nova sede é um presente para nossos colaboradores e clientes”, afirma o diretor da Tríadaz Propaganda e Marketing, Jonas Maduro.
O novo endereço da Tríadaz é Rua Mal. Floriano Peixoto, 350, Centro, Taubaté. Saiba mais no site: www.triadaz.com.br
O caderno valeviver, do jornal valeparaibano, publicou hoje uma matéria sobre a recente decisão do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) de tirar do ar o comercial da cerveja Devassa, estrelado pela socialite internacional Paris Hilton.
O professor de publicidade e propaganda da Unitau Josué Brazil, um dos entrevistados, é contra a decisão: “Primeiro, porque, de um modo geral, fere a liberdade de expressão e, segundo, porque analisando a peça, em vista de outras campanhas que já foram ao ar, não é tão abusiva ou apelativa”.
Já Eduardo Spinelli, sócio e diretor de criação da Molotov/FGS, também contrário à suspensão, acredita que a decisão reflete um exagero de conservadorismo: “A Antarctica usou a Juliana Paes para fazer a campanha da BOA - Bebedores Oficiais de Antarctica. Em todo Carnaval, a TV Globo expõe a Globeleza seminua na TV. E isso nunca foi motivo de ofensa moral”.
Aproveitando essa polêmica toda, que tomou conta de todas as mídias especializadas do meio publicitário, o CCVP quer saber a sua opinião. Você é contra ou a favor da decisão do CONAR? Por quê? Opine, critique, defenda seu ponto de vista e, acima de tudo, contribua para enriquecer a discussão de um assunto tão atual e relevante para o nosso mercado.
Leia mais sobre a polêmica na edição impressa do valeviver de 3 de março de 2010 ou no site do valeparaibano: www.valeparaibano.com.br



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Josué Brazil
É bom ver o CCVP de volta a ativa!!!Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e direto

