Os alunos de design gráfico, aspirantes a criativos e profissionais iniciantes tanto se perguntam sobre salários na área criativa, e todo mundo fica com um certo receio de falar em valores. Por outro lado, é incrível ver essa regulamentação em outras profissões como o engenheiro/médico/arquiteto que já sabem quanto vão ganhar e conhecem bem seus planos de carreira.
Hoje vi um artigo sobre salários na área de criação e, como na maioria das vezes, o artigo não expressou nenhuma cifra. Em um dos comentários, alguém super sincero, de boa alma e sem vergonha alguma de dar nome aos bois falou todos os valores, desde estagiários até coordenadores. Foi aí que me deparei com um degrau enorme entre o que é REAL e o que DEVERIA ser REAL. No final do comentário sobre os salários, a pessoa que postou ainda enfatizou - “ABAIXO DISTO É CILADA GALERA, CAIAM FORA”.
Assim me veio a ideia de montar um comparativo com tudo que vi até hoje, desde faculdade, trampos, salários de colegas, ex-salários pessoais, enfim.. é um catadão. Gostaria que todos compartilhassem isso pois tenho quase certeza que, tirando as agências de publicidade de médio/grande porte, multi-nacionais com demanda para criativos internos e raros estúdios de design no brasil, essa comparação é BEM REAL.
E você, o que acha? Comente, critique, xingue mas não deixe de participar.

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Estágio remunerado em Guaratinguetá com carga horária de 6h/dia
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- Estudante de Design (preferencialmente 3º/4º ano);
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20 set
Ontem iniciei uma leitura bem instigante, prazerosa e (porque não?) ofegante. Talvez tenha sido ela que me fez jogar fora o #Designificando sobre tipografia que estava praticamente pronto. Consequentemente, atrasei a publicação da minha quarta publicação aqui no CCVP. Mas, acredito, que isso será muito bom pra mim e pra um post sobre tipografia muito mais designificado.
O livro que iniciei foi indicação do grande Marcus Prado que, não por acaso, descobriu o título em suas andanças infinitas em busca de um design mais humano, funcional e muito menos estético. É isso Marcola? As coisas precisam ter mais sentido?

O mundo codificado – Então, essa é minha primeira ref da semana. O livro do filósofo Vilén Flusser, que viveu no Brasil por cerca de 30 anos, é magnífico já em seu prefácio (que é simplesmente chamado de “introdução”) escrito por Rafael Carso, organizador da obra. O que fica claro pra mim é que isso é muito mais uma indicação – afinal acabei de iniciar a leitura – e um convite para repensarmos juntos a filosofia do design. Aliás, mais do que isso, repensar estudos sobre design, mídia e comunicação. Entre artifícios e artefatos, o que o início da leitura me traz é uma infinidade de novas ideias e pensamento, principalmente por encontrar um pensador que, enfim, aglutina as “multidisciplinaridades” do profissional de design e não tenta, desesperadamente, esquartejá-las e separá-las como uma forma de criar reservas de mercado. Uma última citação desse prefácio designificado:
“Se uma árvore cai no espaço virtual, e não há ninguém online, será que ela gera uma mensagem de aviso?”
De novo, Picasso – No último post já citei Pablo (eita intimidade, rs) para falar de cores. Dessa vez, procurando demonstrar essa busca pela simplificação e representatividade das coisas, inerente no pensamento da cultura humana, deixo aqui uma das obras que mais me impressionam dentre tantas maravilhas criadas por esse mestre.

“ ‘Bull’ é uma sequência de onze litografias que se transformariam numa Master Class de arte moderna sobre como desenvolver um trabalho artístico desde o estilo mais acadêmico até ao mais abstrato. Nesta série de imagens, todas resultantes de uma única peça, Picasso transforma visualmente a imagem de um touro. Cada imagem representa uma fase sucessiva de um processo tendo em vista encontrar o absoluto ‘espírito’ da besta.”
Essa definição retirada do blog Café Margoso, sintetiza o paralelo que gostaria de fazer entre os artefatos de Flusser, a simplificação das linhas do cubismo de Picasso e o design. A busca pela simplificação das representações é o que move a cultura visual humana. Precisamos nos comunicar, e comunicar rapidamente. É para isso que existem as representações, os símbolos e ícones. Para sintetizar ideias é que trabalhamos o design.

O DNA das coisas – Finalizando esse meu tratado (comigo mesmo, talvez) da necessidade da simplificação do design moderno, deixo uma última ref. O episódio do “O DNA das Coisas” – ótima série docnal NetGeo – em que o designer e arquiteto italiano Matteo Thun fala sobre a combinação de função, estética e ergonomia por trás da Twin 1731 Chef´s Knife, faca desenvolvida para a alemã Henckel. No entanto, o mais impressionante é quando Matteo diz que o bom design é aquele que não é percebido pelo consumidor. O bom design é quando fica tão evidente o objetivo da peça, seja ela um produto ou uma marca, que o indivíduo não se esforça para compreendê-lo, apenas o entende.
Essa é a simplicidade desejada!
Tks!
@LucazMathias
lucazmathias.com
Quando o Nerosky (Matheus) fez o convite, na última sexta-feira, para que eu começasse a postar no CCVP, minha primeira reação foi dizer “não sei exatamente o que postar”. Algumas DMs depois ele havia me convencido de que só links e refs que eu pudesse compartilhar já seriam proveitosos. Mas, claro, eu ainda não estava seguro, já que blog com compartilhamento de referências já vejo aos montes por aí. Então veio a ideia de postar tais “fontes de inspiração” e tecer comentários, “extrair o sumo” delas. Nesse espírito de início, este é (ainda tímido, rs) meu primeiro post no clube.
E qual seria a primeira referência a ser shareada por aqui? Depois de um fim de semana revendo links, anotações e memórias, procurando algo para pixealizar, ou materializar online, acabei sendo cronológico e perguntando pra mim mesmo: qual foi o primeiro momento que tive consciência do design?
Ao responder a pergunta, descobri que antes dessa consciência existia um momento mais importante, a primeira vez que fui flechado pelo design. Então, é esse momento que vou sharear, pixealizar e designificar aqui.
Nunca pensei em ser designer, aliás, de onde eu venho, as pessoas provavelmente ainda demorarão algumas décadas para entender o que é isso. No entanto, lá nas Gerais, temos uma cultura visual muito forte. Do institucionalismo visual católico, até as manifestações populares com todas suas cores e texturas. Seus olhos já nascem abertos para matizes totalmente diferentes e complexos. Apesar disso, a primeira vez que os designos bateram forte no peito, foi quando resolvi quebrar tudo isso. Foi ali, entre os nove e doze anos, quando furei a orelha, comecei a rasgar as calças e deixar o cabelo crescer, foi com o meu primeiro disco de rock (vinil, bolachão, LP) que arrebentei meus preceitos e conheci o design, mesmo ainda sem tomar consciência dele.
Pegando carona nesse mundo mágico das capas (depois descobri que os encartes também eram sensacionais) compartilho aqui no CCVP meus primeiros links. Nem todos são sobre capas, mas todos são extremamente musicais, e é aí que a gente “extrai o sumo”.
Psicodelia – Esse primeiro é a base do meu encantamento por capas de disco: as artes lisérgicas criadas nos anos 60/70. Nele encontrei algumas capas que sempre me intrigaram e instigaram, como essa do “the Jimi Hendrix Experience” e a clássica dos Stones e Amigos, “Rolling Stones Rock And Roll Circus”. Veja o link

Brasilidades – Depois de renegar raízes e revolucionar com o espírito rock’n’roll é sempre bom voltar atrás e perceber que suas melhores referencias estavam ali, bem do seu lado. Fuçando nos vinis da minha mãe acabei me deparando com a incríveis capas do designer César Vilella para a gravadora Elenco. Vale a pena degustar até o caroço dessa referência. Repare que a capa do disco “Maysa” de 1963 foi recentemente referenciada em uma minissérie da TV Globo. Vale ressaltar também o trabalho de cores que mantém a identidade das capas do selo e a tipografia primorosa do disco da Nara Leão Leia mais
Das capas pras paredes – Por fim deixo aqui mais dois links. O primeiro é do livro, que acabei de comprar, “Cartazes Musicais” do Kiko Farkas , comentado em uma super invasão ao estúdio do designer/autor. Já o segundo é um blog em que “bebo muito da fonte”, o posterize.com.br. Só de cartazes de bandas undergrounds em shows pelo Brasil.

Pra estreia no clube é isso aí. Por favor, comentem, critiquem e criem muito em cima dessas refs.
Tks!
@LucazMathias
lucazmathias.com
Agência MD
Cidade: Lorena/SP
Cargo: Designer Gráfico
Requisitos:
- Adobe (principalmente Photoshop)
- Corel Draw
- Fechamento de arquivos para gráfica
- Plataforma Apple.
Atividades:
Criação e desenvolvimento de layouts para mídia impressa em geral,
papelarias, marcas e embalagens.
Características:
- Responsabilidade; Planejamento; Criatividade e Organização
- Bom relacionamento em equipe.
- Comprometimento com prazos
- Disponibilidade para horário comercial.
Enviar currículo para:
contato@agenciamd.com.br
Site: agenciamd.com.br
07 abr
Em junho acontece mais uma edição do Design Show, da Computer Arts, que conta com palestras de artistas renomados do design nacional e internacional, além de workshops e mesa redonda. Alguns dos palestrantes já foram anunciados, entre eles o americano Nate Williams, que tem um trabalho excepcional. Já fica a dica para conferir as atrações e ir se programando. Aqui você pode conferir como foram as edições anteriores do evento.
24 fev
O TED é uma organização sem fins lucrativos que nasceu em 1984 como uma conferência realizada anualmente na Califórnia, reunindo pessoas de três áreas: Tecnologia, Entretenimento e Design. Seguindo o mote “ideias que merecem ser espalhadas” essas conferências começaram a se tornar cada vez maiores e acabaram também chegando ao Brasil. Logo abaixo posto um vídeo da palestra da Samara Werner do TEDx que rolou em São Paulo em 2009. Nos sites do TED é possível ver por volta de 500 palestras e também mais informações sobre o projeto.
http://www.ted.com/
http://www.tedxsaopaulo.com.br/



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Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e diretoCristiano Braga
Conteúdo de excelente qualidade para que quer sentir-se em plena Riviera Francesa sem sair da cadeira.

