Dia 20 de Março parece um dia despretensioso, daqueles em que o futebol rola na TV enquanto alguns acontecimentos nada convencionais acontecem, tipo o presidente americano visitar nosso país e arriscar algumas palavras do nosso idioma.
Acontece, que este dia também foi escolhido para comemorar o “dia do blogueiro”. Isso mesmo, quem diria que manter um blog seria motivo de comemoração? Pois é e muito. Já diziam que blogs se tornariam um meio de comunicação bem expressivo:Blogar é o jornalismo do futuro, segundo Mary Jo Foley do blog All about Microsoft. Isso pois a cada diz vemos blogueiros mais dedicados e empenhados na tarefa de apresentar aos seus leitores um conteúdo exclusivo, diferente e bem feito. Pra isso passam horas pensando, planejando, entrevistando, produzindo e alguns segundos postando todo esse material com o único propósito de ter a aprovação de pessoas como nós, leitores ou outros blogueiros.
Dave Taylor, do The Intuitive Life Business Blog, afirma que um blog pode ajudar a estabelecer uma voz e uma identidade online, a se posicionar como uma autoridade em sua área de mercado… e é por isso que muitos entram nesse mundo, mas não se engane, um blog de sucesso é como um animal faminto, ele precisa ser bem alimentado para sobreviver e competir com tantas outras feras na floresta digital que é a blogosfera.
Claro que se fosse só isso teríamos centenas de vezes o numero de blogs de sucesso hoje em dia. É que a verdadeira fórmula que os blogueiros usam para alcançar muitos leitores é “ter paixão”: Pelo seu tema, pelo trabalho em conseguir conteúdo e em ver seu conteúdo se espalhar na web como um pássaro que soltamos da gaiola.
Para ter bons exemplos não precisamos ir muito longe, aqui no Vale do Paraíba temos blogs em um estágio muito grande de amadurecimento e que despontam pelo nosso país. É isso que alguns profissionais da região concordam, como o Armindo, Jornalista, especialista em novas tecnologias em comunicação e diretor da agência Cruz e Ferreira :
“Sinto que a blogosfera do Vale sempre foi grande, mas nunca se conheceu. De uns tempos para cá o pessoal tem se falado, trocado ideias e com isso a blogosfera valeparaibana só tende a crescer. Talento e domínio das ferramentas temos de sobra por aqui”
Então pra comemorar o dia do blogueiro com grande estilo que tal visitar alguns blogs por aí e deixar seu comentário ou assinar o feed? Quem uma ajuda? Vou indicar alguns:
http://cruzeferreira.com.br/armindo/
http://www.designontherocks.xpg.com.br/
http://officeweb.paulomoraes.net/
29 jun
Escrevo este primeiro post relembrando meu 1º dia de trabalho em agência de propaganda, foi precisamente dia 05 de Dezembro de 1.989.
Antes de sonhar em ser publicitário, era um jovem apaixonado por propaganda como a maioria dos brasileiros é. Logo no primeiro dia estava rolando uma produção de um comercial pra TV e aquilo me assustou muito, pelo menos pra alguém que tinha como referencia os comerciais da Coca-cola, Cigarro Hollywood (o sucesso…) dentre outros e me lembro de pensar, caramba propaganda é isso? Era a realidade 20 anos atrás, sobretudo, a realidade do mercado do Vale do Paraíba.
Sem conhecer nada de propaganda, o que me assustava era a “forma” como as coisas eram produzidas. Com o tempo fui entendendo das limitações do nosso mercado para produção de comerciais, impressos etc, mas fui começando a entender a importância do conteúdo.
Essa semana (20 anos depois) me reencontrei com o mesmo jovem ansioso por começar uma jornada, só que desta vez diante do tapete vermelho que dá acesso ao Palais des Festivals em Cannes. Olhos brilhando, coração acelerado e como diz minha filha: “Tá se achando, hein pai”.
De fato estava me achando. Aliás estou me achando. Jovem, renovado, apaixonado, vivendo a experiência de recomeçar, de aprender coisas novas.
O susto ressurgiu às avessas. Tudo é novo como há 20 anos, mas tudo está muito melhor.
O consolo é que embora tenha ouvido muito sobre a morte da nossa profissão, por conta do que vi e ouvi sobre as novas formas e pontos de contato que surgiram, nosso papel está assegurado nesse processo. Sermos os criadores e guardiões das grandes ideias. Elas sim nos farão eternamente jovens para o nosso ofício.
Oswaldo Rodrigues Filho
Sócio-diretor da PáginaCom.
Estávamos discutindo no post do “Corel”, quando ví, que na verdade o assunto merece um espaço próprio.
Acho que até conseguimos “ibope” pro post da Anhaguera…rs (que perdoem a piada)
Sou novo no Vale do Paraíba e acompanho o discurso de “melhorar”, “evoluir e mudar”, com uma frequência enorme, dos mais diversos perfis profissionais.
Vejo uma movimentação boa neste sentido. Temos aí APP, Palestras e eventos bacanas nas faculdades locais. Integração. Não sei se é sempre assim ou se dei sorte no momento em que por aqui aportei, mas acredito que muita coisa irá mudar em médio prazo. Agora, entrando no assunto que nasceu no outro tópico.
Hoje não temos mais uma barreira técnica entre diferentes mercados. São Paulo não mais recebe novidades técnicas antes do Vale, outros países não mais recebem novidades antes do Brasil, ponto.
Todos tem acesso quase simultâneo a novidades e tendências. Muitos dos mais bem sucedidos escritórios de design da europa funcionam em
escritórios pequenos, com equipes pequenas em cidades pequenas, mas atendem grandes contas.
Podemos citar Studio Alice, Keltie+cochrane, factory 311, Preloaded, Studio Small, Enjoythis, Sea Design
e muitos outros com este perfil.
Com absoluta certeza, o destaque destes profissionais não é a ferramenta que usam e sim suas idéias e técnicas, mas como foi o começo de suas carreiras? Quais suas oportunidades iniciais? Qual a preparação inicial? Tenho quase certeza que não foi apenas de idéias na cabeça… Read the rest of this entry »
Dave Logan em palestra no TED
Dave Logan é um dos autores do livro, “Tribal Leadership - Leveraging Natural Groups to Build a Thriving Organization” cujo nome foi traduzido para “O Executivo e sua Tribo - Lidere sua Tribo Corporativa e Maximize a Produtividade e o Lucro da Empresa”.
Despertei meu interesse pelo livro depois de saber que a ZAPPOS, empresa americana de venda eletrônica, distribui gratuitamente a versão “audiobook” em seu site.
Segundo o autor, desde os primórdios da humanidade, nós vivemos em tribos. Hoje, nas empresas, isto não é diferente. São grupos que variam de 20 a 150 pessoas. Tais grupos, segundo Logan, têm mais poder do que seus líderes.
O entendimento dessas tribos influenciam a forma de liderar. Enquanto que para alguns, liderar é uma tarefa que acontece com muita facilidade, para outros, por mais que se dediquem, por mais que sigam as regras, por mais que pareçam fazer a coisa certa, liderar parece algo difícil e não gera bons resultados. Por que isto acontece? A questão pode não ser necessariamente o líder, e sim a tribo onde ele está inserido.
Para os autores, é preciso saber se relacionar com as tribos e ajudá-las a avançar para o próximo estágio. Para entendê-los, os autores classificaram 5 tipos diferentes:
O primeiro estágio, “os hostis”, são aqueles que consideram que “a vida é uma droga”. Geralmente este perfil é encontrado em gangues e em prisões. Eles, em sua maioria, não têm respeito pela vida e pela sociedade.
O segundo estágio, “os desmotivados”, encaram a vida através de uma perspectiva um pouco diferente da primeira. Para eles, “a vida, especificamente a deles, é uma droga”. É comum identificar este perfil quando se escuta pessoas reclamando:
“o dia está ruim porque eu estou com calor”, ou
“o dia está ruim porque eu estou frio”.
“estou cansado porque eu tenho muito trabalho”, ou
“estou cansado porque eu tenho pouco trabalho”.
Sempre há como justificar e anunciar o porquê de sua insatisfação pessoal. Um grupo assim, segundo Logan, trabalha o suficiente para não ser demitido. Acaba não enxergando oportunidade ou ameaças ao negócio justamente por entregarem somente o básico à empresa. Uma empresa desmotivada dificilmente vai para frente.
O terceiro grupo, “autocentrados”, é o mais comum no mundo corporativo. Eles são motivados e, muitas vezes, bem sucedidas. Os autocentrados tem o senso de equipe equivocado. As pessoas são úteis enquanto servirem ao seus propósitos. Constantemente tenta tornar quem está ao redor uma réplica delas mesmas. São pessoas que gostam de falar sobre elas mesmas, mas não escutam o próximo. Julgam fazer o melhor trabalho do mundo e acreditam que os demais não colaboram com ela. Apesar do sucesso profissional, isto as deixam extremamente insatisfeitas. Em uma conversa entre duas pessoas com este perfil, há uma mudança constante de tópicos, uma vez que cada um quer superar o outro.
Aí eu paro e pergunto meu caro leitor, você conhece alguém que seja assim? É fácil não é. Basta olhar ao redor, certo?
Pare e pense mais um pouco. E você? Já parou para pensar como você atua? Será que você é mesmo o “the choosen one”? Quantos de nós pensamos que somos os heróis do dia? Quantos de nós nos julgamos insubstituíveis?
O quarto grupo, os “colaborativos”, difere-se do terceiro por deixar a postura individualista de lado e acreditar no poder do grupo. É a partir desde estágio que os grandes avanços começam acontecer. O grupo começa a partilhar valores e estes valores os mantém unidos. Cooperação e objetivos comuns guiam a tribo. O sucesso dos indivíduos dependem do sucesso do grupo. Porém, ainda há o senso de competição com quem não faz parte da panela. O lema aqui é “Nós somos bons, vocês não”.
Já as empresas no estágio cinco encaram o mundo como maravilhoso. São cooperativos e unidos por um proposito como mudar o mundo. É o caso da empresa farmacêutica que quando perguntada sobre quem é seu maior concorrente, o funcionário afirma ser o câncer. São empresas que querem deixar sua marca na humanidade. Transcendem seus mercados de atuação. São as empresas neste estágio que criam as maiores inovações de qualquer industria.
O papel do líder (formal ou informal) ajudar as diversas tribos, gradualmente, a avançar de estágio. Olhe ao seu redor, em que estágio você está? E as pessoas ao seu redor? Pergunte qual é a sua paixão? Qual é a paixão do seu grupo?O que move as pessoas? Será que há algo comum entre vocês? Será que o que move você precisa de um upgrade? Você não está sozinho e, em tempos de colaboração, esta jornada que deve ser feita em grupo.
Authors@Google
Book Brief -Bnet.com
Veja também:
Do You Want To Be Donald Trump Or Steve Jobs? – The John King Interview
http://mixergy.com/tribal-leadership/
A filial da agência Tríadaz Propaganda e Marketing, instalada em São Lourenço (MG), ganhou uma conta especial após vencer concorrência que envolveu outras duas agências – a São Lourenço Convention & Visitors Bureau. Já conhecida como São Lourenço CVB, este novo cliente é, na verdade, uma associação de empresas ligadas ao turismo da cidade. O trabalho inicial da Tríadaz é cuidar da sua inauguração – prevista para o primeiro semestre – e desenvolver a sua identidade visual. As ações de marketing, a serem feitas até dezembro, incluem uma campanha de divulgação no Vale do Paraíba em meados de junho.
A Convention & Visitors Bureau é uma entidade que existe em grandes e pequenos centros urbanos, no Brasil e fora dele. O objetivo é fomentar o turismo na cidade onde está sediada, desenvolvendo uma agenda positiva a favor de eventos de negócios e atividades de entretenimento local – com destaque para a cultura, a gastronomia e a natureza do lugar. O Ministério do Turismo e a Secretaria Estadual apóiam a organização, pois a entendem como um canal de interesse social e, inclusive, econômico para o município.
A agência Tríadaz de São Lourenço já começou a desenvolver as peças para o novo Convention & Visitors Bureau mineiro, que é aguardado com expectativa pela população. “Estamos felizes pela conquista deste cliente porque iremos fazer um trabalho que contribui para o progresso de nossa própria cidade. Uma de nossas metas é fazer uso da rota do café [a região produz o melhor grão do mundo] para atrair ainda mais a atenção de turistas de todo o país”, declara a sócia-diretora da Tríadaz, Gabriela Real.

Recentemente li um artigo muito interessante no blog publicitário mineiro Carlos Henrique Vilela (CHMKT.com.br). Vivela comenta o texto de Phil Johnson, diretor de criação americano que afirma que o papel do diretor de criação deve ser mais amplo do que um simples filtro de idéias. Para ele, este líder deve promover a criatividade coletiva da agência. Esta afirmação é válida não apenas para publicitários, mas sim para líderes de outras áreas. O texto é um bom exemplo de que a publicidade, uma industria muitas vezes dominada por hierarquia e individualismo, está acordando para uma nova realidade.
Segue abaixo o texto:
Qual o papel do diretor de criação?
Em um texto fantástico publicado recentemente no Advertising Age, o Phil Johnson, CEO da agência PJA Advertising & Marketing, faz uma reflexão sobre o papel do profissional que, na visão dele, é o mais importante na agência: o diretor de criação. Ele conta que passou muito tempo pensando em qual seria o papel ideal desse profissional. A forma de atuação na qual ele pudesse ser mais útil à agência e aos seus clientes. E chegou a uma conclusão bem interessante.
No início, quando ele próprio era o diretor de criação da agência – sua visão era de que deveria ser o cara que aprovava quais ideias iriam adiante e quais morreriam ali. O estilo que ele valorizava, conta, era o do diretor que conseguia ver tudo que era feito na agência e arbitrar sobre o que era bom e o que ficaria de fora, além de ser capaz de produzir os melhores trabalhos da agência.
No entanto, como autoridade única, aponta, o diretor de criação acabava se transformando em ditador de criação. Nesse modelo em que a ideia passa por um só filtro criativo, vozes e ideias interessantes acabavam se perdendo, conta. Além disso, eram limitadas pelos próprios gostos, estilos e julgamento desse profissional - não importa o quanto seja talentoso. Com isso, diz, a capacidade criativa da agência se restringe, e passa a ter um único tom e estilo. Isso é, na visão dele, o caminho mais rápido para que a agência vá de inovadora a estereotipada.
Hoje, sua visão é a de que o papel ideal de um diretor de criação é muito maior e mais importante do que qualquer tarefa operacional. Ao invés de ser a pessoa com as melhores ideias, ou capaz de julgar o melhor trabalho, ou a melhor pessoa para gerenciar o processo criativo, esse profissional tem a missão de transformar o cérebro de toda a agência e construir uma consciência criativa coletiva. Com isso, diz, sua influência vai além do departamento de criação.
Aí você pode perguntar: mas quem vai tomar as decisões? Ele conta que, realmente, existem ideias e conceitos mal direcionados que devem ser mortos. Mas, ao invés de ter uma só pessoa fazendo isso, um bom diretor de criação é capaz de compartilhar essa responsabilidade entre um grupo de pessoas Nas quais confia. Quando existem talentos na agência, afirma, dificilmente há só uma boa ideia. Em vez disso, há muitas ideias diferentes para se escolher. E o diretor de criação, conta Johnson, precisa manter essa diversidade viva.
Segundo ele, é essencial que o diretor de criação possa modelar um ambiente que atraia pessoas criativas e que torne o restante da equipe mais criativo do que parece possível. Além disso, deve cultivar um debate ativo sobre o que determina um bom trabalho. Assim, a diversidade de ideias reina e muitas pessoas desenvolverão a capacidade e escolher as melhores direções a seguir. Ele deve fazer com que as pessoas acreditem que são capazes de fazer o impossível e criar experiências que nunca foram feitas antes. É aí que, segundo Johnson, as portas se abrem para revoluções criativas.
Ele conclui o texto dizendo que é esse um trabalho que não vem com manual de instruções, e conta que teve sorte o suficiente para atrair uma dupla de diretores de criação que tem essa habilidade e conseguem colocá-la em prática. São profissionais muito corajosos, destaca. Eles colocam em funcionamento uma força criativa maior do que eles mesmos. Ato ousado para profissionais que desenvolvem, tradicionalmente, uma carreira construída em cima da reputação criativa. Pelo menos na agência dele, diz, o que faz um bom diretor de criação é a capacidade de libertar a criatividade ao seu redor.
Fonte: http://www.chmkt.com.br/2010/04/qual-o-papel-do-diretor-de-criacao.html
Autor: Carlos Henrique Vilela (@chmkt)
Veja também o artigo original: “What the Hell Is a Creative Director Supposed to Be?” de Phil Johnson.

A Zappos é uma empresa de comercio eletrônico que foi adquirida recentemente pela Amazon (valor da transação: 1.2 bilhões de dólares). Ela difere-se pelo fato de prover um excelente atendimento ao cliente, resultado da maneira como trata seus funcionários.
A primeira vez que ouvi sobre ela foi através de um comentário que o Luiz Henrique (@luizcarioca) fez no meu post aqui no CCVP. Na ocasião, foco era inovação e o uso da web 2.0 pelas empresas.
Hoje, dois anos depois, reacendeu meu interesse pela Zappos, já que tenho pesquisado muito sobre empresas democráticas. Tratam-se de organizações onde o funcionário tem mais poder de decisão do que em empresas tradicionais. Neste grupo estão a brasileiríssima SEMCO, do Ricardo Semler, a Southwest Airlines e a Gore & Associates. O que inicialmente era um hobby, hoje levo mais a sério pelo fato de participar de dois comitês onde eu trabalho (um de clima e outro de valores organizacionais).
Antes da Zappos, o empreendedor Tony Hsieh teve outra empresa que acabou sendo vendida à Microsoft. Segundo Tony, o que motivou a venda foi o fato de não ter sido dada tanta importância para a cultura organizacional da empresa. Com a Zappos, o cuidado com a cultura organizacional não foi deixado de lado. Mesmo após a venda para a Amazon, Tony continua na liderando a empresa.
The Importance of Company Culture - Tony Hsieh (Zappos CEO)
A Zappos dá frete grátis para os seus produtos (tanto para entregá-los, quanto para devolvê-los). O prazo de troca é de 365 dias. A cultura é o combustível para entregar um atendimento ao cliente fora do comum.
Abaixo, os dez valores da Zappos:
1. Entregue um “UAU” através dos serviços (Deliver WOW Through Service);
2. Abrace e Conduza Mudanças (Embrace and Drive Change);
3. Crie diversão e um pouco de maluquice (Create Fun and A Little Weirdness);
4. Seja Ousado, Criativo e Mente Aberta (Be Adventurous, Creative, and Open-Minded);
5. Busque o Crescimento e a Aprendizagem (Pursue Growth and Learning);
6. Construa uma Comunicação aberta e Honesta através da Comunicação (Build Open and Honest Relationships With Communication);
7. Construa uma Equipe Positiva e Espirito de Família (Build a Positive Team and Family Spirit);
8. Faça Mais com Menos (Do More With Less);
9. Seja Apaixonado e Determinado (Be Passionate and Determined)
10. Seja Humilde (Be Humble)
A rotatividade é baixíssima, principalmente se considerarmos que se trata da industria de callcenters. A empresa oferece 2 mil dólares aos novos funcionários que, após duas semanas de treinamentos inciais, desistirem de trabalhar na empresa. Para eles, isto é um filtro que evita danos maiores no futuro.

Na minha opinião, o melhor produto da Zappos não são os seus calçados. A Zappos oferece cursos para quem queira conhecer e vivenciar o ambiente de trabalho alegre e colaborativo da empresa. É possível conhecer o dia-a-dia de seus funcionários, conversar com gerentes e dependendo da sua sorte, interagir com o próprio Tony.
Saiba mais em http://beta.zapposinsights.com/
Mesmo estando fora dos EUA e nunca tendo adquirido um calçado da Zappos, fui surpreendido há alguns dias quando, ao afirmar no twitter que eu estava pesquisando sobre eles, fui contactado pela empresa. Durante a conversa, a funcionária (Zerina) me ofereceu enviar gratuitamente um edição do Zappos Culture Book. Trata-se de um livro onde cada funcionários expressa como é a experiência de trabalhar na Zappos. Logicamente eu aceitei e o livro chegou em apenas uma semana aqui no Brasil.
A impressão que eu tive foi similar a da americana Patricia Martin da consultoria LitLamp.
Quem tiver interesse, pode pedir uma cópia pelo link abaixo:
http://www.zapposinsights.com/main/products/culture-book/
A empresa incentiva o desenvolvimento dos funcionários e compartilha muita informação pela internet. Há inúmeros videos no YouTube. Todos os funcionários se sentem reponsáveis pelo seu crescimento e dos colegas.

Uma das ações que mais me intrigou foi oferecer gratuitamente o audio-livro Tribal Leadership dos autores Dave Logan, John King e Halee Fischer-Wright em seu site. Fiquei curioso em saber o que levava a empresa a distribuir gratuitamente este livro. Mas isto é o tema para um próximo post.
De qualquer forma, a Zappos está comprometida com um proposito maior do que apenas lucro. Em breve, Tony lançará nos EUA o livro Delivering Happiness, onde compartilha com o mundo o que faz da Zappos um local único para se trabalhar.
Enquanto o livro não saí, você pode conhecer um pouco mais sobre a empresa através dos links abaixo:
http://www.zapposinsights.com/
http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog
http://www.deliveringhappinessbook.com/



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cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e diretoCristiano Braga
Conteúdo de excelente qualidade para que quer sentir-se em plena Riviera Francesa sem sair da cadeira.

