CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Ale Santos, às 10:51, em Brain & Storm.

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Postado por Ale Santos, às 6:58, em Gôndola.

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Postado por Ale Santos, às 3:54, em Gôndola.

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Peça: Livro

Título: 60 anos da Paróquia de São Dimas

Agência: Criative Comunicação - São José dos Campos

Produto: Edição Comemorativa de 60 anos da Paróquia de São Dimas

Anunciante: Paróquia de São Dimas

Editores: Padre Rinaldo Roberto de Rezende e Mércia Teresinha Ribeiro

Direção de criação: Alexandre Jensen

Planejamento: Robson Cavalcante

Redação: Laís Cursino de Almeida

Atendimento: Luiz Almeida

Veiculação: 20/04/10

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Postado por Ale Santos, às 12:07, em Brain & Storm.

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Postado por Ale Santos, às 8:39, em Criatividade, Gôndola.

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Peças: mídias alternativas
Títulos: Banheiro feminino e Banheiro masculino
Agência: Molotov/FGS Propaganda - Taubaté
Produto: Campanha de conscientização
Anunciante: Pinese Vieira Engenharia e Construção
Redação: Eduardo Spinelli
Direção de arte: Fabiano César
Direção de criação: Eduardo Spinelli e Fabiano César
Planejamento: Fernando Griskonis
Aprovação cliente: Paulo Henrique Pinese Vieira
Veiculação: 30/05/10

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Postado por Ale Santos, às 2:56, em artigos.

Estávamos discutindo no post do “Corel”, quando ví, que na verdade o assunto merece um espaço próprio.
Acho que até conseguimos “ibope” pro post da Anhaguera…rs (que perdoem a piada)

Sou novo no Vale do Paraíba e acompanho o discurso de “melhorar”, “evoluir e mudar”, com uma frequência enorme, dos mais diversos perfis profissionais.

Vejo uma movimentação boa neste sentido. Temos aí APP, Palestras e eventos bacanas nas faculdades locais. Integração. Não sei se é sempre assim ou se dei sorte no momento em que por aqui aportei, mas acredito que muita coisa irá mudar em médio prazo. Agora, entrando no assunto que nasceu no outro tópico.

Hoje não temos mais uma barreira técnica entre diferentes mercados. São Paulo não mais recebe novidades técnicas antes do Vale, outros países não mais recebem novidades antes do Brasil, ponto.

Todos tem acesso quase simultâneo a novidades e tendências. Muitos dos mais bem sucedidos escritórios de design da europa funcionam em
escritórios pequenos, com equipes pequenas em cidades pequenas, mas atendem grandes contas.
Podemos citar Studio Alice, Keltie+cochrane, factory 311, Preloaded, Studio Small, Enjoythis, Sea Design
e muitos outros com este perfil.

Com absoluta certeza, o destaque destes profissionais não é a ferramenta que usam e sim suas idéias e técnicas, mas como foi o começo de suas carreiras? Quais suas oportunidades iniciais? Qual a preparação inicial? Tenho quase certeza que não foi apenas de idéias na cabeça… Read the rest of this entry »

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Postado por Ale Santos, às 4:22, em Evento.

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Postado por Marcos Teles, às 9:54, em Criatividade, Cultura, Emprego.

Recentemente li um artigo muito interessante no blog publicitário mineiro Carlos Henrique Vilela (CHMKT.com.br). Vivela comenta o texto de Phil Johnson, diretor de criação americano que afirma que o papel do diretor de criação deve ser mais amplo do que um simples filtro de idéias. Para ele, este líder deve promover a criatividade coletiva da agência. Esta afirmação é válida não apenas para publicitários, mas sim para líderes de outras áreas. O texto é um bom exemplo de que a publicidade, uma industria muitas vezes dominada por hierarquia e individualismo, está acordando para uma nova realidade.

Segue abaixo o texto:

Qual o papel do diretor de criação?

Em um texto fantástico publicado recentemente no Advertising Age, o Phil Johnson, CEO da agência PJA Advertising & Marketing, faz uma reflexão sobre o papel do profissional que, na visão dele, é o mais importante na agência: o diretor de criação. Ele conta que passou muito tempo pensando em qual seria o papel ideal desse profissional. A forma de atuação na qual ele pudesse ser mais útil à agência e aos seus clientes. E chegou a uma conclusão bem interessante.

No início, quando ele próprio era o diretor de criação da agência – sua visão era de que deveria ser o cara que aprovava quais ideias iriam adiante e quais morreriam ali. O estilo que ele valorizava, conta, era o do diretor que conseguia ver tudo que era feito na agência e arbitrar sobre o que era bom e o que ficaria de fora, além de ser capaz de produzir os melhores trabalhos da agência.

No entanto, como autoridade única, aponta, o diretor de criação acabava se transformando em ditador de criação. Nesse modelo em que a ideia passa por um só filtro criativo, vozes e ideias interessantes acabavam se perdendo, conta. Além disso, eram limitadas pelos próprios gostos, estilos e julgamento desse profissional - não importa o quanto seja talentoso. Com isso, diz, a capacidade criativa da agência se restringe, e passa a ter um único tom e estilo. Isso é, na visão dele, o caminho mais rápido para que a agência vá de inovadora a estereotipada.

Hoje, sua visão é a de que o papel ideal de um diretor de criação é muito maior e mais importante do que qualquer tarefa operacional. Ao invés de ser a pessoa com as melhores ideias, ou capaz de julgar o melhor trabalho, ou a melhor pessoa para gerenciar o processo criativo, esse profissional tem a missão de transformar o cérebro de toda a agência e construir uma consciência criativa coletiva. Com isso, diz, sua influência vai além do departamento de criação.

Aí você pode perguntar: mas quem vai tomar as decisões? Ele conta que, realmente, existem ideias e conceitos mal direcionados que devem ser mortos. Mas, ao invés de ter uma só pessoa fazendo isso, um bom diretor de criação é capaz de compartilhar essa responsabilidade entre um grupo de pessoas Nas quais confia. Quando existem talentos na agência, afirma, dificilmente há só uma boa ideia. Em vez disso, há muitas ideias diferentes para se escolher. E o diretor de criação, conta Johnson, precisa manter essa diversidade viva.

Segundo ele, é essencial que o diretor de criação possa modelar um ambiente que atraia pessoas criativas e que torne o restante da equipe mais criativo do que parece possível. Além disso, deve cultivar um debate ativo sobre o que determina um bom trabalho. Assim, a diversidade de ideias reina e muitas pessoas desenvolverão a capacidade e escolher as melhores direções a seguir. Ele deve fazer com que as pessoas acreditem que são capazes de fazer o impossível e criar experiências que nunca foram feitas antes. É aí que, segundo Johnson, as portas se abrem para revoluções criativas.

Ele conclui o texto dizendo que é esse um trabalho que não vem com manual de instruções, e conta que teve sorte o suficiente para atrair uma dupla de diretores de criação que tem essa habilidade e conseguem colocá-la em prática. São profissionais muito corajosos, destaca. Eles colocam em funcionamento uma força criativa maior do que eles mesmos. Ato ousado para profissionais que desenvolvem, tradicionalmente, uma carreira construída em cima da reputação criativa. Pelo menos na agência dele, diz, o que faz um bom diretor de criação é a capacidade de libertar a criatividade ao seu redor.

Fonte: http://www.chmkt.com.br/2010/04/qual-o-papel-do-diretor-de-criacao.html
Autor: Carlos Henrique Vilela (@chmkt)

Veja também o artigo original: “What the Hell Is a Creative Director Supposed to Be?” de Phil Johnson.

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