CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Ale Santos, às 4:43, em Prateleira.

sem-titulo-22

A GizMag é uma web revista semanal é cheio de coisas legais. A nova edição é publicada a cada fim de semana. Todos os links estão situados no mundo do design. A cada 3 meses um PDF gratuito é publicado inclusive algumas entrevistas e trabalhos artísticos.

Comentários 0
Postado por Ale Santos, às 1:07, em Evento.

O pessoal da Triadaz cotau com a Tursan para fazer o transporte para o prêmio Recall no final de outubro.

“Gostaríamos de saber quem estaria interessado, até pela interação do mercado.

Podemos ver para todos ficarem no mesmo hotel, para facilitar. E se alguém tiver outros valores de ônibus podemos ver também.”
Ônibus luxo na Tursan ( com banheiro).

Com 48 lugares o ônibus fica R$3.800,00, ou seja, R$ 79,10 cada passageiro.

O fretado sairia de Taubaté dia 30/10 e voltaria dia 31/10.

Comentários 1
Postado por Ale Santos, às 2:54, em Gôndola.

Título: OFD 2009
Agência: Página Comunicação
Cliente: Oscar Calçados
Duração: 1′10″
Criação: GPM / Página
Produtora de imagem: GPM Imagens Especiais
Direção: GPM / Página
Direção de fotografia: Lincoln Nunes
Imagens: Marcos Alves
Editor/Finalizador: Gustavo Torres
Modelagem e animação 3D: Eduardo Teixeira
Coordenação: Leandro Pinna

Comentários 0
Postado por Ale Santos, às 9:05, em Gôndola.

Agência: Página Comunicação

Peça: Anúncio para fatura

Título: Guitarra

Cliente: Oscar Calçados

Criação: Matheus Gomes / Thiago Kruschewsky

Direção de Criação: Raul Pacheco / Thiago Kruschewsky

Atendimento: Rosany Costa/ Raquel Bottacci

Produto: Oscar Fashion Days

Aprovação: Oscar Constantino

Data de veiculação: Setembro/2009

O Oscar Fashion Days é, hoje, o terceiro maior evento do setor calçadista no país. Em 2009, o conceito de integrar moda, música e entretenimento dá o tom ao evento, voltado especialmente para o público final.

anuncio_conceito.indd

anuncio_conceito.indd

Comentários 1
Postado por Gustavo, às 6:00, em Criativo Crônico.

burn_after_readingProvavelmente você já recebeu um briefing que levava o nada a lugar algum. Um procedimento, que deveria orientar, desorienta. Se você conhece os irmãos Coen sabe que suas obras cinematográficas têm, se não os dois, pelo menos um pé no absurdo. O último filme deles é “Queime Depois de Ler”. Nele, uma mala de documentos de um ex-agente da CIA cai em mãos de pessoas comuns definitivamente ’sem noção’. Não vou contar o filme inteiro, mas é muito absurdo, absurdo mesmo. Chega a um ponto no filme em que um personagem, que é o chefe da CIA, tem o seguinte diálogo junto a seu subordinado (você vai entender aonde quero chegar):

jksimmonsSuperior da CIA: O que aprendemos?
Oficial da CIA: Eu não sei, senhor.
Superior da CIA: Eu não também não sei que cagada é essa que fizemos. Acredito que tenhamos aprendido a não fazer isso de novo.
Oficial da CIA:  Sim, senhor.
Superior da CIA: Eu tô fodido se eu conseguir descobrir o que fizemos.
Oficial da CIA: Sim, senhor, é difícil dizer isso.
Superior da CIA: Deus me proteja!

Com este diálogo nonsense total, fico pensando às vezes o que se passa na cabeça de quem formula um briefing vazio. Parece que não existe um filtro para se saber o que se está fazendo. E ainda isso se repete. Já recebi pedido para logo de Clínica Odontológica que dizia somente: “Fazer logo para Clínica Odontológica do Dr. Fulano”. Mas ele é orto? Faz estética? Prótese? Clínica geral? Odontopediatria? O quê???? Dr. Fulano deve ser especialista em alguma coisa. Quando leio que um objetivo de uma peça é “Avisar os clientes que tal coisa vai acontecer”, “Divulgar a loja”, ou ainda “Trazer mais clientes”, dá vontade de rir ou de matar, depende do dia. Primeiro de tudo, avisar ou divulgar é básico. O tempo da propaganda informativa acabou muito tempo antes de qualquer um de nós nascermos, afinal, ela existe para convencer pessoas. Se não trago mais clientes, não fiz meu trabalho como deveria, isso é uma condição. Se um plantão de vendas está vazio, o telefone não toca, gente não entra, produto encalha, eu preciso me mexer, fazer alguma coisa, não?

A primeira pergunta que faço para o atendimento quando termino de ler briefing nonsense é “por que eu sairia de casa para comprar isso? O que leva um consumidor a se dar o trabalho de fazer isso?”. Enquanto a segunda é: “o que isso tem de diferente dos outros? Pra se fazer o igual, já tenho o outro que conheço, pra que vou mudar?”. Tem, é claro, o público-alvo: “Todo mundo”. Todo mundo não dá, né? Qualquer negócio sabe muito bem para quem quer vender ou quem realmente pode comprar. Cabe a você, criativo, receber e avaliar, tomar cuidado e filtrar pedidos para que programas de fidelidade estimulem compradores ao invés de desencorajarem o cliente a voltar, perceber quando se incentiva um consumidor a desrespeitar a lei, ou ainda, cuidar para que a ação descrita ali não esteja realmente equivocada e traga um efeito contrário à imagem da empresa.

Imagine um pedido de job que pedisse para o cliente não comprar, pois é, eu já vi esse e perguntei:  “Ora, clientes não deveriam comprar? Saio de casa, paro o carro, desço, vejo a vitrine, vou embora e não levo nada?”. É claro que você não precisa ser grosso, tem que ser diplomático e fazer com que a pessoa perceba. Senão é você quem passa por chato e aí vai ser obrigado a fazer um negócio errado, a contragosto, por falta de habilidade para contornar uma situação que ninguém viu ainda. Evite ser rotulado que Criativo é que vê problema em tudo. Não prego a Guerra dentro da agência, acredito que isso pode ser resolvido numa boa, mas estou tão errado assim, ou o atendimento já deveria ter percebido essas coisas e se posicionado junto ao cliente, ou ao chefe imediato, com educação, polidez e clareza, antes de passar adiante a batata, induzir ao erro, e colocar o seu na reta de bobeira?

Costumo dizer que quando se tem um bom briefing nas mãos e um criativo disposto a ler e compreender aquilo, não se erra. Criação bem direcionada não erra. É muito difícil ouvir depois: “Não era nada disso”. Aqui já falamos em “Piores Briefings do Mundo”, mas esse é um assunto com o qual fico me questionando se é uma constante de nossa profissão, geral em qualquer lugar, ou de nosso mercado específico. Se é uma questão de preparação para a profissão diferente entre criativo e atendimento. Ou ainda se é preguiça de pensar, medo do chefe, falta de humildade para pedir ajuda ou dizer que não sabe, ou ainda se um bom briefing vem de quem tem olhos para compreender o que o negócio em si precisa, ou seja, um talento nato. Juro que eu não sei. Alguém precisava me brifar isso.

Comentários 14
Postado por Luiz Carioca, às 12:07, em Emprego, Estágio.

Formação:
Ensino Superior, Cursando ou Completo em Publicidade e Propaganda , Marketing ou Comunicação Digital.

Conhecimentos:
Informática: ambiente Windows, Microsoft Office (Word, Excel, Power Point, Outlook, Internet Explorer), Corel Draw, Photoshop, PHP, HTML, Dreamweaver e Flash.

Experiência:
De 1 a 2 anos em criação de materiais gráficos e digitais. Preferência para quem nos enviar portifólio.

Características comportamentais:
Pró-atividade
Criatividade
Comprometimento com prazos
Bom relacionamento interpessoal
Organização e planejamento
Foco em resultado

Os currículos devem ser enviados para o e-mail: contato@mdaw.com.br

Comentários 0
Postado por Gustavo, às 6:00, em Criativo Crônico, Cultura, Destaques, livros.

_alquimiaSempre comparo o trabalho da propaganda à Alquimia, que surgiu lá atrás para transformar metais secundários em ouro. Temos todos os dias que transformar coisas que nos chegam com problemas, expectativas, situações complicadas, crise, falta de foco, em algo que seja novo, interessante e lucrativo, ou seja, OURO. Clientes precisam de soluções que transformem o ‘nada’ em ‘tudo’ e a gente sempre se pergunta: COMO? Nessa última semana, levei para casa uma aquisição que me deixou ainda mais empolgado em conseguir essas respostas.

Sabe quando você termina de ver um filme e já fica louco para sair a continuação dele? Então, eu esperei quase sete anos. Lá em 18/12/2002, comprei um livro (não sei o porquê anotei a data dentro do meu exemplar) que devorei num dia só. Não parava de ler, simplesmente aquilo me consumia e eu queria mais, até que acabou e eu fiquei com a tal sensação com a qual comecei este parágrafo. O livro? “Criação Sem Pistolão” de Carlos Domingos. Uma obra que me trouxe identificações, respostas para um futuro e caminhos a seguir._criacao_sem_pistolao Como ele parece um bate-papo com um cara mais experiente que você, eu me lembrei na hora do ditado ‘conselho se fosse bom, a gente vendia’, pois então, ele os reuniu em 230 páginas e eu comprei felicíssimo. Serviu tanto para mim que, quando passei a dar aulas de Criação Publicitária, ele se tornou uma das principais bibliografias.  Todo mundo fala do Washington, do Nizan, do Marcelo Serpa, mas, para mim, Carlos Domingos, Tomás Lorente, Alexandre Gama, José Henrique Borghi, Ana Carmen Longobardi, João Fernando Camargo e Julio Andery sempre foram ‘OS’ caras. Eu acompanhava, e ainda acompanho, todos de perto, como referências para meu trabalho e grandes influências em minha carreira. Agora imagine ler o livro de um deles com o subtítulo ’segredos para você se tornar um grande criativo’? Foi ótimo. E ainda descobri no livro que o cara nasceu em São José dos Campos? Foi o máximo.

Em todo livro escrito por um publicitário, tenho sempre a impressão de que vai ser um livro feito para publicitários. Um papo com termos técnicos, palavras do nosso dia-a-dia, sei lá, que vai ser algo meio hermético para quem faz isso _capapara ganhar a vida, como nós. A gente tem a tendência de só viver o nosso ‘mondo’ publicitário, só que existe um mundo inteiro lá fora. Pois é, para quem esperava um “Criação Sem Pistolão 2″, caí do cavalo. E foi ótimo. Carlos Domingos acaba de lançar “Oportunidades Disfarçadas”. São diversas histórias reais de como pessoas enxergaram soluções e oportunidades enquanto envolvidas em situações absolutamente avessas como crises, concorrência acirrada, reclamações de clientes, faltas de recursos, erros.  Uma obra feita para publicitários, administradores, jornalistas, farmacêuticos, comerciantes, vendedores, químicos, psicólogos… não importa a profissão, principalmente por ser um livro de histórias muito interessantes, é um livro feito para pessoas, leitores, gente. Ou como ele mesmo diz na Introdução: “um livro rico e enxuto, denso, mas agradável e, em especial, muito inspirador. Um verdadeiro catálogo de saídas criativas para as mais diferentes dificuldades vividas por empresas de diversas épocas e tamanhos.” São 300 páginas que você nem sente (até aqui já li a metade delas).

Provavelmente você já ouviu a história de como se poderia vender mais creme dental, né? Simples, aumente o bocal do tubo. Ela está lá no livro. Mas provavelmente não conheça a de um vendedor de enciclopédias que não conseguia nem ser ouvido pelas donas de casa, e por isso, não conseguia vender. Depois da longa coleção de ‘nãos’, resolveu dar um perfume, feito por um amigo, em um pequeno frasco como brinde para que pudesse argumentar sobre seu produto e, assim, finalmente vender. As mulheres ficavam com a fragrância e o ouviam, mas continuavam sem comprar nada. A grana acabou, os perfumes também. Só que as mulheres o procuraram para conseguir mais daquele perfume maravilhoso: ‘onde eu compro mais?’ e nasceu assim a Avon. Essa história também está no livro, mas ele conta bem melhor que eu.  A experiência continua além das páginas, com o site www.oportunidadesdisfarcadas.com.br em que você pode contar suas próprias histórias. Ou aproveite, comente e conte aqui mesmo sobre as alquimias, perfumes e outras misturas que você já tenha preparado e que se transformaram em ouro.

Related Posts with Thumbnails

Comentários 23

Assine Nossas Atualizações

Siga o CCVP no Twitter

Assuntos Mais Populares

Veja  os Destaques

Categorias



DESENVOLVIDO POR:
Clicknow® - Ideias Interativas

Home | AGências | Sobre o Clube | Parceiros | Contato | Faq

Powered by wordpress