Já falamos sobre o que é ser um freela, sobre a relação freela x agência e sobre administração de grana.
Só burocracia hein.
Hoje vamos falar sobre um assunto mais interessante: inspiração.
Lógico que o tio sukita vai começar enchendo o seu saco, meu querido freela leitor. Senão isso aqui fica igual sua mãe falando que tu é lindo e perfeito…
E cá entre nós, quando tu sai da vida de proletário em uma agência ou escritório, pra se tornar freela, é porque quer eliminar a necessidade de babar ovo pra ser socialmente aceito. Entre outras razões já explanadas nas outras semanas. Agora vamos ao que interessa.
Para que seu trabalho como freelancer seja reconhecido, não basta apenas cumprir prazo. Isso e básico. Você precisa apresentar trabalhos inspiradores. E pasmem, tu precisa estar inspirado pra inspirar alguém (aqui imaginem o emoticon de msn: /sacou?)
E não adianta tu ficar assistindo tv o dia todo e achar que está absorvendo info importante pro seu trabalho.
Pode ser que assista algo inspirador sim. Mas jovem, milhões estão assistindo o mesmo que você.
Logo, nada que tu apresente, inspirado nesta mesma grade de programação, será novidade.
E o videogame nem se fale, a mídia entrou no título desta coluna porque sou fanfarrão…
Lembra quando tu era funcionário, olhava pela janela o tempo passar (quando tinha a sorte de ter uma janela perto) e ficava imaginando quantos livros poderia ler com o tempo livre, quantas exposições poderia visitar e quanta gente interessante poderia conhecer? Surpresa!!! Agora tu pode fazer tudo isso!!!!!!
Sim, é verdade. pode sim. Basta programar teus horários e administrar os prazos dos jobs.
Maru, meu rei (sotaque baiano). Já que não vou me inspirar na HBO. Quais são as fontes de inspiração, sabichão?
Em São Paulo, temos uma agenda de eventos e cursos muito interessante. Citando alguns:
- Pixel show: design, arte, fotografia, ilustração, arte de rua, moda e cinema
- Cut&paste: aconteceu pela primeira vez em 2010. Mas certeza que vai se tornar um evento anual concorrido
- Festivais de cinema: praticamente o ano todo tem opções. Boas opções. Dá pra fugir d carta marcada de hollywood com as mostras internacionais
- Mostras e workshops nas faculdades como Unitau, Belas Artes, ESPM, FAAP sempre são muito interessantes
- Vale ver também a grade de cursos rápidos de várias instituições, desde a escola de arte Quanta, Senac, Melies, até a miami ad school
- Os centros culturais e unidades Sesc oferecem ampla gama de exposições e shows. E é free, na maioria das vezes. Vai na fé!
Você ainda pode acompanhar alguns sites bem interessantes para conhecer o calendário de cursos da região e de fora, além de peças inspiradoras, olha só:
- ideia fixa
- CCVP
- Design on the rocks
- Amenidades do design
- CCSP
Não desligue ainda, pode ver o que outros profissionais fazem em sites de portifolio como:
- Behance
- Devian art
Citei alguns, mas existem muitos outros. Siga no twitter o máximo de gente interessante da área que puder. Faz diferença.
E não esqueça dos livros. Ah, nunca vou substituir um bom livro de design por sites. Sentir o cheiro do papel e ver a qualidade de impressão te leva a outro patamar quando se fala em arte.
Revistas como Computer Arts, Zupi, livros de arte e livros de design são muito indicados pra tu ficar antenado. E também publicações online como a DrogaMag que é free e super bacana.
E olha que estou citando bem poucas referências. Mas, só isso, já te dá um repertório bem mais rico do que a sua tv.
Imagine tu buscar, realmente, se ocupar durante o ano com inspiração? Não faltam opções.
Acordou campeão?
Vou deixar uma inspiração pra vocês:
Thought of You from Ryan Woodward on Vimeo.
Twitter: @marushios
Se quiser acompanhar as dicas da coluna, todas as segundas:
Vida de Freela
Ok. Você chutou o balde. Largou a vida de proletário. Decidiu qual o seu caminho como freelancer e já botou na cabeça que tem que ter disciplina pra entregar seus jobs.
Agora está fácil. Basta esperar os fregueses baterem na sua porta e programar as sessions de videogame e Two and a Half Man. Nada disso. Está só começando meu nobre padawan…
…tsc tsc…jovens…
A base de uma carreira solo bem-sucedida é o rendimento no fim do mês.
Você pode até ser o professor pardal da turma ou o novo Andy Warhol se quiser. Mas se não tiver grana pra pagar as contas, não vai muito longe. E nada mais frustrante do que ter que voltar pra casa dos pais depois de morar sozinho. Fala sério.
Ok tio sukita. Já sei que é dificil. Desenbucha o lado bom da coisa logo…
Bom. Existem alguns caminhos de prospecção de clientes. Os mais comuns são o seu network, auto-promoção e produtos próprios.
Por network, entenda que não são seus amigos de bar e nem seus familiares (ainda que um parente rico como principal cliente faça diferença). O network importante é a sua rede de contatos profissionais. As pessoas que tu conheceu ao longo de sua carreira e que apostam em seu trabalho.
Se você é um profissional talentoso e que entrega realmente os jobs, cumprindo prazo e com qualidade, terá garantido potenciais clientes até mesmo entre seus ex-empregadores. E terá também apoio de fornecedores e colegas.
Logo, o esforço para captar um trabalho, que não seja roubada, é menor. Sendo conhecido, você terá mais liberdade criativa e conseguirá cobrar o mais próximo possível do preço justo. Além disso, indicação é aquele negócio, ninguém quer se queimar por outra pessoa. Então, se tu indica alguém ou se alguém te indica, é baseado em confiança nos resultados. Dificilmente um bom profissional indica alguém baseado apenas na amizade.
Já a auto-promoção é um processo um pouco mais complicado. Você tem que construir um portfolio decente e convencer as empresas sobre sua capacidade. Enquanto um profissional com bom network, as vezes, nem tem cartão de visita. Você terá que fazer a lição de casa bem feita. Cartão de visita, site, portifa impecável, participar de redes sociais com potenciais clientes, cavar espaço em todas as oportunidades que puder. Terá que trabalhar seu nome com afinco.
Se você tem talento para desenvolver seus próprios produtos, maravilha. Desde posters, camisetas, objetos de design, exposições ou projetos intelectuais, o mercado sempre terá espaço para produtos que valham a pena serem comprados. O ser humano é consumista e basta que seu produto faça brilhar os olhos. E aqui, vale quase a mesma regra da auto-promoção, crie uma boa marca e divulgue corretamente. Associe-se a distribuidores eficientes também. Pra citar alguns: CARTAZÊRA, CAMISETERIA e PRODUCT OF GOD.
São proporções diferentes de esforço para o mesmo objetivo.
Muito importante também, em todos os casos, é ter noções de administração de tempo e de grana.
Não pode gastar tudo que tem porque o mês foi bom. Tu não tem salário, cara-pálida.
Guarde sempre um pouco pro mês seguinte, garanta pelo menos 3 meses de vida paga antes de ir pra esbórnia.
Tente entender quais os gastos que você terá com a sua profissão e reserve grana pra isso. Separe da sua grana pessoal. Imprevistos acontecem, sempre.
Compreenda o fluxo de caixa do seu negócio. Alguns jobs demoram pra serem pagos. Tu pega o briefing, cria, altera, aprova, finaliza, emite a NF com alguns dias pro vencimento. E, normalmente, dentro deste período, suas contas vencem.
Você pode se preparar em instituições como SEBRAE, participar de cursos de empreendedorismo e conversar com donos de agências. Busque informação sólida sobre o assunto. Busque também as associações de designers e Clube de Criação de sua região. Tenha certeza que fará diferença.
Cuide de seus clientes bons. Mas não se prenda a clientes ruins. O critério pra definir o que é um cliente bom ou ruim, é seu.
E pra finalizar. Não fique ilhado. Se você não aparecer, ninguém vai conhecer o seu potencial.
Twitter: @marushios
Se quiser acompanhar as dicas da coluna, todas as segundas:
Vida de Freela
Freelancer = EUgência?
O Verge Studio está com uma vaga de criação aberta.
“Procuramos alguém dinâmico, proativo e que tenha boa experiência na área. Damos preferência para profissionais que moram em Taubaté e redondezas.”
Enviar curriculo + portifólio para: bia@vergestudio.com.br
Depende das suas escolhas.
A decisão de se tornar um freelancer, em vez de ter um emprego normal, nasce de muitas formas. Antigamente, o mais comum era fazer freelas entre um emprego e outro, com raras exceções. Hoje é uma tendência. Uma escolha profissional. Existem mais profissionais do que vagas no mercado. E muitos profissionais não concordam com a burocracia de uma agência. Logo, a escolha por uma carreira solo se faz natural, para este perfil de profissional.
Você quer ser um freelancer profissional? Comece escolhendo sua área de atuação com critério. Você pode atuar atendendo agências como um especialista (designer, redator, produtor, arte finalista, etc) ou atender demandas gerenciais, se tiver perfil pra isto. A escolha de atuar como uma mini agência, coordenando projetos maiores e com outros colaboradores, depende da sua experiência anterior como gestor.
Eu, por exemplo, raramente pego um trabalho de 1 job (um loguinho, um folderzinho ou um anuncinho), em geral pego projetos inteiros, do planejamento até a criação e entrega final. Sejam eventos, campanhas ou reposicionamento de marca. Mas pra conseguir atender esta demanda, conto com meus anos de experiência em agências médias e grandes. Sem o jogo de cintura aprendido com estas experiências anteriores, com certeza não daria conta do tipo de job que atendo.
Existem profissionais que nunca trabalharam em um estúdio ou agência, já iniciaram como freelancers. Um deles é o criador da marca HONDA, Miles Newlyn. Também criou a nova marca da Unilever, entre outros. Miles fez esta escolha para manter um estilo próprio. E vamos falar sério né. O cara conseguiu com maestria. Afinal, quem não sonha em ter seu trabalho conhecido no mundo todo?

Mas pra chegar lá, é essencial que o profissional compreenda a importância da disciplina e comprometimento. E é aí que entra a questão do seu nível de atuação. Você tem conhecimento para acompanhar o trabalho desde o briefing inicial ou precisa ser direcionado por um criativo mais experiente? Você tem disciplina para começar e terminar o job sem que ninguém precise ficar no seu pé? Você controla o seu tempo de forma eficaz, sem ceder à tentação de parar pra se divertir? Isso vai definir se você terá que atuar como um especialista ou como um gestor de projetos.
A entrega é muito importante, ninguém vai te pagar se você não finalizar o trabalho. É como um vendedor querer receber comissão apenas por ter passado o orçamento. Saca? Não rola filho…rs
Trabalho entregue é trabalho aprovado e finalizado. Antes disso é só layout.
Fiquei feliz no SMVP 2010, quando o amigo Cássio Rosas deixou claro que a APP vai, sim, ter um cuidado com os profissionais de comunicação com carreira solo. É um passo muito importante para acabar com a reclamação constante de falta de chances no mercado e o pessoal se mexer de forma consistente. Abrindo um espaço para dar voz ao freelancer, com certeza ninguém terá desculpa para não se esforçar.
O mercado está aí para receber quem tem talento. E a mudança cultural para receber o freelancer é muito bem-vinda, obrigado!
E acrescentando a excelente contribuição do amigo Josué Brazil, como freelancer ou funcionário, o importante é ser PROFISSIONAL!
Twitter - @marushios
08 nov
Em 18 anos de profissão, uma das coisas que mais ouvi foi o desejo dos publicitários de largar tudo, abrir uma pousada, um bar ou então um negócio na praia. Desde meu início, em 89, o sonho é o mesmo. Claro que, das dezenas de amigos de profissão desejosos de ter um trabalho mais prazeroso e uma carga horária menor, quase ninguém concretizou o discurso que vem e vai sazonalmente.
Não abri um quiosque na praia e tampouco uma pousada. Mas realizei o desejo de fugir da vida de agência. E são vários os pequenos prazeres, desde aquela twittada na segunda as 15 horas, avisando aos amigos que vou me ausentar pra um mergulho ou uma cervejinha (twitts devidamente respondidos com palavrões na maioria das vezes), até a liberdade de trabalhar na hora em que estiver inspirado e sem ninguém te supervisionando.
Nesta coluna, vou falar das vantagens e desvantagens da vida de freela. Não é tudo um mar de rosas, tem que ter disciplina, controle financeiro e muita, mas muita, responsabilidade. Além de ser necessária a conquista de confiança e respeito por agências e clientes diretos. Afinal, quem vai passar um job para um freelancer em vez de passar para uma pequena agência, se não houver certeza de que será bem atendido?
Outra característica importante, é a capacidade de reciclagem do profissional. Você vai trabalhar sozinho durante muitas horas, não terá outros profissionais para trocar idéias na mesma sala e corre um risco enorme de ficar ilhado, fazendo sempre as mesmas coisas e sempre do mesmo jeito.
Mas não desligue agora, ainda não acabou! Fora tudo isso, que já ocupa um tempão pra pensar com teus botões, ainda existe a necessidade do jogo de cintura com os clientes e terceiros participantes do job.
Este post foi uma apresentação do que vamos explanar semanalmente, aceito sugestões e duvidas. A cada semana, quero ocupar a coluna com um dos pontos da Vida de Freela.
Agradeço muito o espaço e espero que gostem.
Grande abraço,
Marushio
twitter @marushios
Agência: PáginaCom.
Peça: Cartaz
Título: Fratura
Cliente: Hospital viValle
Criação: Christiano Vendramine e Tiago Camargo
Diretor de Criação: Thiago Kruschewsky e Raul Pacheco
Atendimento: Rosany Costa
Aprovação: Elaine Oliveira
Data da 1ª veiculação: Agosto/2010

Imagine o Michelangelo pintando o teto da Capela Sistina. O cara sobe no andaime, escala toda aquela parafernália, chega na posição e vê que esqueceu o pincel lá embaixo. Não dá. Como a vida não tem ctr+z, a gente precisa se programar e se planejar antes de começar a fazer as coisas. Tava no carro outro dia e ouvi uma música que dizia “Life makes sense backwards, only you gotta live it forward”, quer dizer que a vida faz sentido quando se olha pra trás, só que você tem que vivê-la para frente, então, um mínimo a gente precisa se planejar pra não chegar no ponto de dar mancada lá na frente e só enxergar depois. Não adianta ser somente um grande artista, aprender a se organizar faz parte de ser um grande profissional.
Se o seu job precisa SER (Solução Encontrada Rapidamente), é preciso olhar, pensar e fazer e não o contrário. Sair fazendo primeiro, passar a pensar que não tá bom e depois ficar olhando o que precisa consertar é perda de tempo total. A ordem dos fatores vai fazer diferença. Olhe primeiro para o job, compreenda o que ele vai precisar de você. Olhe referências, pesquise. Quando começar a enxergar algo legal, coloque no papel e pense no caminho que você vai percorrer para concretizar o que você imaginou (vou fazer isso, depois isso…) criando etapas, anotando um passo a passo. Pense, vizualize o layout que você quer ou ouça as palavras que você gostaria de ouvir no seu texto. Pense em algo que passe uma emoção necessária àquele produto. Se você se sentir dessa maneira, o consumidor também vai. Faça rafes, rascunhe e envolva seu diretor de criação nesse momento do processo. Às vezes se pensa que se o layout não estiver pronto no computador, o diretor não vai gostar. Pior vai ser se você levou esse tempo todo e ele disser: “não gostei… mas e se fosse…”. Aí você dançou. É bem melhor rabiscar, fazer brainstorm e bater uma bola, evoluindo uma idéia, que a meu ver, fazem parte do que é mais gostoso na hora de criar (e os melhores trabalhos surgem assim). Aproveite o momento, você vai se divertir, vai aumentar seu cartaz (incluiu o chefe na discussão), evitou a reprovação interna (ele participou) e será definitivamente mais rápido.
Reúnas as ferramentas necessárias (lembre-se do Michelangelo lá em cima). Fotos, Textos, Datas, Preços, do que você vai precisar? Já avalie as fotos em primeiro lugar. Alguém ainda precisa explicar para você o que é alta resolução? Se não estiverem, devolva com gentileza. Peça que o atendimento ajude você a ajuda-lo: “Quebra o meu galho que eu quebro o seu”. Logo dentro do Word, PowerPoint, essas coisas que vivem acontecendo devem ser checadas agora para que se corra atrás do que for necessário e você adianta outro lado. Evite o efeito surpresa de descobrir tretas mais tarde, isso levaria você a voltar para casa ainda mais tarde (mas se estiver a seu alcance preparar algo com o que você tem em mãos, especialmente um layout para apresentação por e-mail somente, não seja mala de recusar tudo também, seja razoável). Apague do seu vocabulário “depois a gente vê”, “a gente precisa decidir isso mais tarde”. Onde há fumaça, há fogo, não deixa para depois. A hora é sempre agora.
Agora sim, chegou a hora da montagem. Jogue uma música que você curte no fone de ouvido e manda bala. Lembre-se, tenha sempre definidos atalhos para as ferramentas dos seu programas. Agiliza muito e simplifica sua vida. Não sabe os atalhos? Decora, muda a configuração deles, sei lá, mas se atalho não encurtasse o tempo não se chamaria assim. Já tenha anotado seu passo a passo e vá colocando um X, como numa lista de supermercado em cada um que você for concluindo. Além de ajudar você a não errar (como evitar colocar datas diferentes do mesmo evento em peças da mesma campanha, telefones, essas coisas) vai te dando confiança e a sensação de que você está andando. É bom e você não deixa seu rabo para outro pisar e acabar com seu bom humor. Alterações, detalhes, procure ter precisão, dar uma lida em tudo é bem-vindo. Numa dessas, você pega uma batatada e vira herói do dia. É como um goleiro. Se franga vira vergonha nacional, se fecha o gol vira titular absoluto.
Por fim, o fim. Tenha iniciativa e acabativa. Conheço gente que fica num ‘puxa pra cá, puxa pra lá’ interminável. É um saco. Se você sabe o que quer não são milímetros de um objeto que farão diferença. Cuidar dos detalhes é bom, mas tenha bom senso. Pense em alinhá-lo com algum outro objeto ou dentro de uma margem interna, assim você não erra. Mas conclua.
Organizar seu dia não quer dizer que você vai ser menos criativo, pelo contrário, quanto mais tempo se organizando, menos tempo você patina e mais tempo você pode se divertir trabalhando. Vejo muitas queixas quanto ao trabalho ser um suplício, um sacrifício, madrugadas e tal. Dicas assim podem ser preciosas para darmos menos cabeçadas com as bobeiras do caminho e sermos mais felizes.
A Publicarte Propaganda é a responsável pelo planejamento e criação da campanha institucional que comemora os 20 anos da De Biasi Auditores.
A campanha que conta com 3 vt´s de 30”, diversos anúncios de mídia impressa e painéis de mídia exterior é baseada em testemunhais de alguns dos clientes da empresa, com alguns dos maiores empresários da região como Dr. Benedito Abud (AutoPinda, Modena Fiat, Michel Veículos, Taubaté Veículos e Localiza), Carlos Simão (Construtora Araújo Simão), Sergio Porto (Sergio Porto Engenharia), Maurizio Bianchi ( Cia Industrial CIBI). “Nada melhor para uma empresa de auditoria, que tem como principais valores a credibilidade e a confiabilidade de seus serviços do que o endosso sincero dos seus clientes”, explica Manoel Carlos Jr. , diretor de atendimento da Publicarte Propaganda.
A De Biasi Auditores é uma das 5 principais empresas de auditoria 100% nacionais do país e atende algumas centenas de empresas de diversos estados do Brasil. A empresa é atendida pela Publicarte Propaganda desde 1998. Read the rest of this entry »



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Josué Brazil
É bom ver o CCVP de volta a ativa!!!Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e direto

