and the grand prix goes to…
NW3 de Ribeirão Preto foi a vencedora do Grand Prix, com 9 peças no short-list e premiadas.
A Migra ficou com o melhor resultado das agências da região com quatro peças em short-list.
Parabéns.
A péssima notícia é que nenhuma, sim, nenhuma da região abocanhou sequer um bronze. O resultado realmente não foi o esperado mas a gente vai precisar sentar e conversar bastante a respeito. Eu já vou começar no pinguim com uma bela chopada! rsrsrs
novembro 1st, 2008 as 6:24 am
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
Não houve nenhum prêmio para o Vale, mas podemos constatar um coisa: a publicidade em Taubaté está crescendo. TE CUIDA SÃO JOSÉ!
novembro 2nd, 2008 as 12:10 pm
Parabén a todos que dignificaram o mercado publicitário da nossa região.
Ganhar é contingência. Cabeça de juiz não é tão simples assim…
Tantas agências e tantos trabalhos no short-list merece - e muito - grande destaque.
Afinal, lá estão os melhores trabalhos do ano.
Só quem já esteve num short-list sabe da dificuldade de ter um trabalho indicado e da comemoração, ansiedade e satisfação que isso gera.
Por isso eu repito, o prêmio é só mais um detalhe (lindo e grandioso, por sinal). Todas já foram premiadas com a indicação e devem comemorar estes belos gols marcados.
novembro 2nd, 2008 as 2:45 pm
Mas é isso mesmo Eduardo. A gente fica triste na hora mas a real é que a coisa estava disputada. Isso demonstra uma evolução do mercado como um todo. Claro que muita coisa depende da cabeça dos jurados mas o short demonstra que temos muita competitividade nesses festivais.
Parabéns a tantas peças inscritas. Se juntassemos tudo por aqui já dava pra montar um anuário de qualidade e excelencia em criatividade. Aliás, aguardem, em breve teremos novidades!
novembro 2nd, 2008 as 9:38 pm
Galera,
depois da chopada do Pinguim ter esfriado a cabeça (essa foi pra vc, Edu), e do Massa ter ganhado e perdido, a gente vai digerindo e tentando entender o q aconteceu. O q vejo pelo resultado final é q o júri definiu um estilo, um modo de fazer propaganda, uma determinada linguagem que saiu vencedora.
Se olharmos os resultados, a temática adolescente foi a única realmente valorizada. Observe a categoria TV: Bronze (uma campanha de vestibular), Prata (uma escola de ensino médio, se me lembro bem) e Ouro (comercial para banheiros químicos q apelava muito pra uma linguagem jovem). Na spots e jingles, os vencedores tb ficaram restritos a este mundo. Bronze (era um motel que dava desconto pra estudantes), Prata e Ouro (uma mesma campanha de um festival de talentos da música). Se olharmos ainda o shortlist, todas as peças da noite do estagiário da Migra, jingle da KMS para Artrock, a do cachorrinho da Oscar da Página, vemos que a semelhança entre elas, ao menos na cabeça do júri, parece ser sua temática. E aí não vou pagar de mãe de miss e dizer que não valeu porque a minha filha que não ganhou era mais bonita que as outras porque as misses, especialmente as do Vale do Paraíba, também eram lindas e não levaram. A grande maioria das peças inscritas da nossa região já tinham circulado aqui no CCVP, todos vimos e sabíamos pelos comentários de todos quem poderia ou não ter chance, ao menos aos nossos olhos. Se qualidade a gente tinha, e tema certo para alguns tb, o que aconteceu?
novembro 3rd, 2008 as 7:51 am
Prêmio é assim mesmo…
Depende muito da orientação do juri. E se isso acontece em Cannes porque não aconteceria no Recall.
Gustavo, acredito que a orientação foi outra. A coisa pendeu para o humor, de um modo geral. E também percebemos, pela vitória da NW3, que a grana para a produção influencia, consequência direta do porte dos anunciantes.
Por fim, acho que devemos sim discutir criação por aqui. Mas devemos também criar algo do Vale do Paraíba. E o anuário do CCVP aparece como primeira e mais imediata opção. Podemos fazê-lo todo digital, para economizar verba de produção. Uma sugestão: convidar as agências digitais da região para que cada ano um assuma a criação e produção do anuário em formato de hotsite e, talvez, cd´s.
E pra finalizar, devo dizer que como membro mais recente da equipe da Migra Idéias, me sinto super feliz com o resultado. Assim como toda a equipe Migra.
Um abraço a todos. O ano que vem tá aí. Vamos com tudo pra cima do Reccal!!!
novembro 3rd, 2008 as 10:24 am
Gustavo, se você for beber um chopp a cada vez que tentar entender cabeça de juiz, vai morrer de cirrose.
Eu já desisti.
Já participei de prêmios em Ribeirão e SP e posso te dizer algumas coisas que já percebi.
Porte do cliente conta - e muito.
Ano passado em SP, ganhou um site de um cantor famosíssimo, ex-ministro da Comunicação. Era nada mais do que um blog, como este do CCVP.
Sites muito mais elaborados e de design superior, com tecnologia mais aprimorada , mas com clientes de porte menor nem chegaram perto.
O fato de você ser da mesma região do prêmio também é contado. Não é decisivo, mas é levado em conta no final. É como o ENEM, que não vale muita coisa como exame, mas no vestibular desempata a nota de dois candidatos…
Só posso dar parabéns aos que chegaram até Ribeirão. Vocês passaram pelo funil e isso é o mais importante. É um baaaaaita atestado de qualidade, compromisso e resultados.
novembro 3rd, 2008 as 2:51 pm
Senti que em Ribeirão existe um conjunto, uma união, um envolvimento entre as classes muito diferente do que acontece aqui, pelo menos em Taubaté. Não acho que devemos repensar somente a criatividade, mas todo o modelo, e a maneira com que estamos conduzindo nosso negócio aqui no Vale, começando pelo relacionamento com os veículos e a falta de união das agências.
Concordo com o Josué quanto ao humor, acho que isso prevaleceu bastante, isso é muito comum, eu já havia orientado a todos aqui que o único material de rádio que teríamos chance era do Migra, e foi o que aconteceu. Tínhamos outros jingles muito bons que não entraram, mas é difícil concorrer com spots, e confesso que achei geniais os dois primeiros colocados. Mas não devemos criar com o foco em prêmios, continuaremos inscrevendo peças reais, pensadas para resolver o problema de nossos clientes.
E para finalizar quero deixar público o momento de tensão que passamos até o anúncio do último short-list, pois parecia que a Migra não tinha clientes, e o filme da Teixeira Pinto nos salvou.
Abraços a todos, e parabéns pelo trabalho. Aguardamos ansiosos pela criação do anuário do CCVP e estamos à disposição para ajudar no que precisarem.
novembro 4th, 2008 as 8:55 am
É pessoal, como todos já disseram, premio tem mesmo dessas coisas, fazer o que!? O importante é que pudemos constatar que o nosso mercado está evoluindo em todos os aspectos: Profissionalismo, qualidade, seriedade e resultados! Nada melhor do que ter peças reais classificadas dentre tantas agencias. O resultado apresentado atraves do short list nos coloca num hall muito interessante, temos que lembrar que agencias grandes como ETCO Ogilvy, Portal de Campinas dentre outras mal apareceram e além do porte tem clientes de porte, são da regiao, inscreveram um numero grande de peças (caso da ETCO) e nem por isso figuraram nesse hall.
Matheus, acredito sim que está mais do que na hora de pensarmos ao menos num anuário de nossa região. Falamos no evento e reforço aqui o que precisar pode contar comigo e com a KMS.
E sobre a união do nosso mercado citado acima, bom acho que é assunto para um outro post.
Abraços em todos!!!
E parabéns a todos os classificados e participantes!!!
novembro 5th, 2008 as 9:05 am
Lá vem o mala do Jair…
galera, nunca tive vocação pra Alice e nem Poliana.
Deixando de lado as notas nos requisitos sorte e cabeça de jurado, eu acho péssimo não termos trazido nem um bronze para o Vale.
Se nos outros anos trouxemos prêmios e neste não, prova que a coisa melhorou? É sério?
(Pausa pra vc pensar)
Pode ter melhorado pra gente mas melhorou muito mais pros outros.
Essa política do short (long) list da Recall é o que se pode chamar de POLÍTICA mesmo. Pra começar, dar pontos pra short list no ranking das agências? São qtas peças em short list? 6? 10? Digno é ganhar pelo menos um bronze. “Eu quero é prêmio” já dizia um diretor de agência.
Não faço idéia de como são todas as peças ganhadoras (parabéns pro blog que tá mais rápido que a Recall na divulgação dos ganhadores), ví alguma coisa nos sites das agências premiadas e o que constatei pelo pouco que ví que não dá pra ganhar prêmio sem saber Photoshop: o nível técnico das premiadas está muito bom, isso não implica em custo de produção e tamanho do cliente. Usamos os mesmos softwares que os ganhadores. Falta verba? Sim, mas falta capacidade profissional também, qualidade fotográfica (em qualquer premiação são raríssimos os casos de peças premiadas com foto de Stock), isso sem contar o restante da agência, planejamento, atendimento…
Precisamos fazer um anuário, sim, ajuda, mas com jurados de São Paulo, assim espero. O que a gente vê aqui de peça com foto em baixa resolução, com marca de banco, mal diagramada… e um monte de gente babando ovo, acorda cambada. Vamos melhorar o nível técnico, se o comercial tiver com a imagem ruim não tem jurado que vai querer assistir.
Boas idéias nós temos, mas é sempre bom pegar o livro do Menna Barreto e reler.
novembro 5th, 2008 as 10:37 am
Muito bom Jair!
novembro 5th, 2008 as 1:43 pm
Só pra constar. Short list conta pontos até em Cannes. E é sim pra se comemorar peça em short list quando vc tem um volume enorme de peças inscritas.
Assisti esse ano a palestra do Mentor Muniz da Bullet no Festup. Na categoria Promo, em que ele foi jurado em Cannes, eram 1100 cases inscritos. Estar num short list com 12 não é merito??? Sinto muito Jair, mas não concordo. É merito sim.
Além disso, sempre disse que prêmio em propaganda é que nem desfile/concurso de escolas de samba: totalmente subjetivo.
E pelo que vi lá, não foi o critério técnico que prevaleceu, mas sim a idéia.
Não estou dizendo com isso que não devemos evoluir. É claro que devemos. E vamos!
Quer trazer gente de Sampa para julgar as peças? Ajuda o CCVP a viabilizar a vinda desses caras e nós vamos agradecer pra caramba.Ajuda o CCVP a viabilizar o anuário!!!
Nós não vamos ser melhores nem piores que ninguém por trazer mais ou menos prêmios do Recall.
novembro 5th, 2008 as 2:18 pm
Todo mundo tem muito o que melhorar. Sempre.
novembro 5th, 2008 as 2:45 pm
Josué, às vezes nem a idéia prevaleceu, que dirá o aspecto técnico.
novembro 5th, 2008 as 3:44 pm
Bom Josué, existem short lists e short lists. De 1100 pra 12 pra mim já é prêmio.
O que digo é que não devemos nos conformar com short list, temos que melhorar pra ano que vem trazer prêmios.
Ah… mas o prêmio maior é o aumento nas vendas dos clientes. Claro, este é o prêmio maior.
Mas pro profissional, troféis são importantes sim. Valorizam a profissão, valorizam o cara que fica até altas horas ralando na agência. Mostram pro cliente que o trabalho feito com a marca dele foi reconhecido e de certa forma sela um compromisso da agência em querer fazer cada vez melhor.
Tem cliente aqui que diz que prêmio maior foi a agência ter deixado ele mais rico, mas na hora que a gente traz um troféu pro cara (afinal foi ele que pagou e aprovou a campanha) ele fica feliz também, é uma vitória de todos.
A Idéia vai sempre prevalecer (ainda bem) mas o mercado carece de nível técnico. É uma realidade.
Fazer um trabalho cada vez melhor, melhor que o das agências de Ribeirão (rs) ou Dubai, dar lucros para os clientes, ser respeitado pelo mercado, poder ganhar bem fazendo o que gosta, e ganhar um prêmiozinho de vez em quando é muito bom. Quem não gosta?
novembro 5th, 2008 as 4:58 pm
Existe o short list que vc disputa!
E em algumas categorias havia muitas peças inscritas. E foram 86 agências de todo o interior do estado. Não é pouca coisa.
Ninguém comemorou nada.Todo mundo gostaria de ter ganho algo.
Mas nao vou mais discutir isso aqui.
São pontos de vista muito pessoais.
Só acredito que não dá pra ficar desancando o trabalho técnico de todo mundo o tempo todo.
E insisto: não foi isso que fez a diferença!
novembro 5th, 2008 as 9:59 pm
Calma Josué, a m i g o . . .
minha opinião sobre a parte técnica todo mundo sabe e é realidade. Passo o dia na agência brigando pela melhor foto, o melhor fornecedor, mandando reimprimir, refazendo layout até ficar bom. Atrás de tudo isso tem que ter uma boa idéia senão não vale o esforço.
Sobre o jurí do nosso anuário ser de fora, reconheça que é a alternativa mais sensata.
E voltando ao Recall, as peças do Vale estavam boas, sim. Parabéns aos trabalhos em short list, principalmente pra Migra. O ranking geral, de todos os anos e não só desse, deveria contar por ouro, prata e bronze, é minha opinião, só isso.
Inscrevemos umas 6 peças já preparados para não trazer nada, qdo fiquei sabendo que tinham 3 do vale em short de filme (o da Migra e o da Triadaz que é ótimo) estava preparado para o bronze, o filme da Century do ponto de vista técnico (ele de novo) está bem legal, mas reconheço que não é uma graaaande idéia (poucas vezes vc vai ouvir um criativo dizendo isso do próprio trabalho, ainda mais agora que voltou ao mercado). Aí vc descobre que o short list é longo… já viu, dá uma desanimada né? Mas é isso aí, que no ano que vem a gente traga uns prêmios pro Vale.
Eu sei que Fulano da agência X e Cicrano da agência Y são ótimos profissionais. Mas não adianta, o reconhecimento (ou prêmio) às vezes tem que vir de fora e vc sabe que quem está de fora enxerga melhor, ou pelo menos deveria.
novembro 6th, 2008 as 8:32 am
Vamos lá vou entrar na conversa também. Concordo com o Jair. A gente num pode ficar se limitando e se basear a prêmio recall, é muito legal ganhar prêmios, sim é, mas temos q começar a olhar para nosso umbigo e perceber que a qualidade precisa ser melhorada, ja melhorou bastante,mas precisa acordar, a galera esta muito desatualizada a formatos e linguagens novas.
Temos que buscar cada dia mais em fazer o nome do vale, e sim usar como referência o que é bom, buscar pessoas que possam julgar nossos trabalhos que tenha competência para isso.
Mas que é fato que implacar peças do dia-a-dia em prêmios, principalmente os grandes num é muito real não, ja que estamos falando de Cannes, quase 70% das peças que entram em short list foram feitas para fazer parte do short list. (Não adianta ficar postando as coisas no CCVP, só para galera ficar puxando o saco, se for ruim tem que falar).
novembro 6th, 2008 as 9:30 am
De qualquer forma, precisamos evoluir e entender a comunicação de maneira diferente. Foi o que gerou aquela discussão tremenda no vídeo do gorila vencedor de Cannes.
Voltemos as discussões: Sim, a forma de se comunicação sofreu transformações e precisamos entender isso. Falando do nosso próprio rabo, muitas idéias postadas aqui e inscritas foram ótimas para resolver aquele problema de determinado cliente mas será que foi a melhor?
Precisamos evoluir e muito. O resultado de um anuário ou uma premiação não siginifica o que está rolando mas o que já é passado. Assim como o que dizem ser “moda” nas telenovelas estamos cansados de saber que não é mais moda, é massificação. Para evoluir é necessário entender que o trabalho criativo passa a ser previsor e não mais contemporâneo.
novembro 6th, 2008 as 10:59 am
Concordo com o Jair quando fala em melhorar o nivel técnico de nossa região,tem muita peça ruim indo pro mercado ai,mas tbm tem muita coisa boa ai e quando ele fala que quem ta de fora tem uma outra visão da coisa.Uma da alternativa pra isso é abrir o olho para os universitários de nossa região.Temos dois ótimos cursos aqui no vale: UNITAU e FATEA,tem muita gente boa ai,cujo vocês ~já pegaram os portifólios e que por motivos sei la quais,não ligaram ou não analisaram com devido respeito.É só abrir o olho,tem gente se destacando ai e com gente de fora de olho.Olha a Mariana da Fatea- que ta estagiando em SP depois de ganhar um concurso do Estadão.Tem muita gente boa ai.Vamos ser mais parciais na hora de contratar nossos estágiários e não pegar fulano por que ele é neto,ou filho de sei la quem.Essa Seleção na supera,vamos acompanhar de perto,garanto que vai ter um peso pra algum determinado participante.Não desmerecendo os estagiários na ativa,Mas o garoto do segundo ano que entro como redator na Publicarte,garanto que tinha pessoas mais qualificadas que passaram pela entrevista.Vamos ser mais parciais nas escolhas e dar mais espaço pra essa galera,pq O mercado de fora ja ta de olho.Ok?
Não é a solução,mas uma alternativa pra podermos melhorar cada vez mais nossos trabalhos e para conquistarmos cada vez mais SHORT LISTS e premios .
novembro 6th, 2008 as 11:00 am
Ok, ok, ok, todos têm razão. Jair, Josué, Lucas, Matheus… A única coisa que defendo é que, tendo testemunhado (não vejo melhor palavra) a premiação, continuo acreditando que peças do vale ainda tinham mais qualidade criativa e mais qualidade técnica, sendo que é isso que o júri deveria avaliar, do que muitos trabalhos selecionados. Precisamos evoluir e estarmos um passo à frente dos outros? Sim, não resta dúvida. Mas com auto-estima suficiente para saber o nosso valor e reconhecer nossos pontos fracos, sem o complexo de inferioridade de que a gente está sempre atrás, ou que a grama do vizinho é sempre mais verde.
novembro 6th, 2008 as 11:25 am
Ótimo Gustavo. Vamos mudar a pergunta: porque a grama do vizinho, dessa vez, ficou mais verde?
novembro 6th, 2008 as 11:38 am
A questão não é a grama do vizinho ser mais verde e sim que devemos concerteza ter como ponto de referencia o mercado de fora,não olhando com inferioridade mas com atenção as formas que eles estão trabalhando a comunicação para servir de repertório criativo.
Acompanhar as tendencias é um papel fundamental pra gente continuar nossa evolução.
Não podemos desmerecer também o esfoço e a experiencia que o pessoal de fora tem em relação a propaganda,tem muita coisa que nós do vale precisamos evoluir e aprender com eles como por exemplo Ações Promocionais.Nesse aspecto,a grama do vizinho é concerteza mais verde.
novembro 6th, 2008 as 12:36 pm
Boa discussão…
Acredito que temos ótimos trabalhos, e o CCVP não deixa de nos mostrar todos eles.Também temos ótimos profissionais nas agências. Eu não acompanhei os outros trabalhos então não tenho parâmetros para avaliar com exatidão, mas em vista do que tem no mercado nacional podemos dizer (sim) que o vale tem muita criatividade e que mesmo nas grandes agências não é segredo nenhum, que exista trabalhos ruins que são enaltecidos simplesmente por serem de agencia X ou Y.
Enquanto ao fator técnico é verdade que devemos melhorar (ao meu ver), mas porque é esse o papel de uma agência ficar antenada e promover a autocrítica para evoluir com o mercado. Também é outra verdade que essa evolução tecnológica acontece interligada ao poder aquisitivo dos clientes e com relação a isso pode ser que fiquemos um pouco pra trás- o que não significa muito para o poder criativo.
Jurados sempre tendem para um ou outro lado, afinal eu vc e qualquer um faria isso, temos nossos valores, gostos então quem participa de algum concurso está sujeito a esse fato.
O melhor de tudo é que graças ao CCVP podemos discutir e tirar nossas conclusões sobre isso…espero só que sejam proveitosas rsrs.
novembro 6th, 2008 as 1:00 pm
Acho que o que pegou no Recall foi critério, como coloquei desde o primeiro comentário. Quem se encaixava à linha adotada se deu bem. Não foi questão de qualidade do que foi inscrito que pegou. Ou o jingle da Julio Simões não merecia? Ou O ‘Pede pra sair´, que grudou até agora em mim e não sai da minha cabeça? Ou a qualidade técnica do Ursinho da Century seria questionável? Só pra citar alguns do shortlist. Bato ainda na mesma tecla. Não dá é pra ficar chorando pq perdeu (e como a galera da Página entitulou o prêmio de consolação) segurando o troféu “Recallcado” e achar que a gente não presta. O que tem que fazer é trabalhar para ser mais criativo, evoluir na parte técnica como falou o Jair, e ter um júri que enxergue a propaganda como vc mesmo.
Aqui mesmo temos pessoas que vêem propaganda de maneiras diferentes, o que é saudável, e precisamos respeitar, mesmo às vezes sem concordar. Se cada um de nós presidisse um júri dieferente e julgasse as mesmas peças, tenho certeza de que teríamos resultados diferentes. Mas a palavra-chave é ‘pessoas’ e pessoas julgam de forma subjetiva, aí já viu, né?
E concordo com o Alexandre, depois de tanto tempo investido, espero que a discussão seja proveitosa.
novembro 6th, 2008 as 1:22 pm
Certeza, a grama do vizinho é melhor cuidada. Mas concordo com o Gobbato, qualquer premiação é muito subjetiva, depende dos juri. Cannes 2007 foi defendida que foi a premiação da inovação, só peças com caras novas, novos formatos, tudo fora do comum, ja cannes desse ano, teve várias peças que voltaram ao padrão foto, packshot. A discussão é pertinente, principalmente para adubarmos a nossa grama para que ela fique um tapete.
novembro 6th, 2008 as 1:24 pm
Em alguma parte da conversa acho que o Josué disse que o júri pendeu para o humor. O Mário Sérgio já participou de júri dos Profissionais do Ano. Ele diz que são tantas peças, é tanto comercial pra assistir que os vts bem humorados se sobressaem, os jurados babam na cadeira e só acordam nessas horas. Aqui sempre que a gente pode, tenta pender a criação pra esse caminho. É a mina. E é o tipo de propaganda que o consumidor mais gosta também. Comerciais mais emotivos ou inteligentes, às vezes passam batido ou têm que ser muito bons para aparecer.
novembro 6th, 2008 as 2:18 pm
Jair, hehehehe, nossa discussão pelo menos deu IBOPE.
Eu acho que temos que trazer gente de fora pra julgar um possível nosso anuário.
E acho que o que falta no Recall é uma melhor classificação de prêmios (julgar jingles e spots juntos é de matar) e uma presidência de juri que determine o foco, a linha, o critério principal a ser adotado. Outra coisa: um juri pra cada categoria.
É lógico que tudo isso implica em aumento de custos para fazer o prêmio acontecer…
E Jair, desculpe aí se peguei pesado, mas tá provado que violência gera IBOPE..rsrsrsrs!
novembro 6th, 2008 as 2:30 pm
sem crise…
novembro 6th, 2008 as 4:30 pm
Legal essa idéia de trazer gente de fora para julgar o anuário e concordo com o lukas quando diz que precisamos adubar nossa grama.Essa é a idéia que todo comunicólogo deveria de seguir,adubar a grama sempre,tem muita coisa nova vindo por ai,muitos outros formatos e mídias alternativas,Comunicação Below The line,o pessoal de taubaté ja ta tentando trabalhar com novos formatos,bem legal isso,mas se queremos bater de frente com a galera lá de cima, precisamos acompanhar essas novas propensões da comunicação.Perder um pouco essa concepção de idéia criativa aplica-se somente em um texto bem escrito,com um ótimo título ou em um outdoor ou página de revista bem feita.Podemos aplicar essa nossa criativade,que as agencias tem bastante,em ações diversificadas.
novembro 6th, 2008 as 5:11 pm
Pessoal, vou falar como alguém que tá pisando na grama do vizinho…rs.
em Campinas encontrei agências que dão um ótimo suporte pro criativo trabalhar. não somente em fotos, como também em tempo, brainstorms bem feitos, referências e o próprio ambiente da agência.
Aki existe uma grande desigualdade. Têm agências top e milhares de eugências. Mas o engraçado é que é possível ver eugências crescendo e com o tempo engolindo grandes agências.
Não fiquem muito preocupados com a grama do vizinho. É preciso aprimorar cada vez mais sua propaganda, seja na produção da foto, do VT, do som, no photoshop, no prazo pro redator e até mesmo na revisão. Tudo tem que ser constantemente aprimorado.
Sei que é jargão, mas devemos pensar que o nosso melhor projeto é sempre o próximo.
No Vale tem muita gente boa. Vendo de fora, acho que falta um pouco de investimento do cliente em produção (realidade em todo o Brasil, mas em suas devidas proporções) e também em treinamento de equipe. Digo isso, porque depois que sai de agências pequenas e entrei em maiores, quase caí de costas com a qualidade dos diretores de arte, o redator imagina e ele faz aparecer, é foda mesmo.
Já trabalhei em muito lugar em q tinha q ficar criando alltype, pois não tinha grana pra produzir fotos e o DA não conseguia fazer a montagem. Hj, isso não faz parte da minha realidade. E acho que é pra isso que temos que caminhar.
Vi Diretores de Arte antes e depois de uma Photoshop Conference. Que diferença. Pra mim, é o tipo de treinamento fundamental, que as agências deveriam investir mais.
Sei lá, essa é a minha opinião. é fácil reclamar da falta de investimento de um cliente e não olharmos pra nossa falta de investimento.
*No prêmio profissionais do ano da globo, o regional daki em 2006 teve 2 VTs finalistas q foram feitos na raça. puta produção simples, um feito em animação 2D, mas 2 putas idéias. mas realmente, na hora de decidir o grande vencedor, ficou pro filme mais bem produzido. essas coisas acontecem em premiações e não é de hj.
novembro 6th, 2008 as 5:22 pm
Ouvi duas dicas sobre premiações:
1- peças de humor realmente sobressaem;
2- monte layouts do maior tamanho permitido; um layout grande também se sobressai na mesa do juri. se o máximo é A2, monte uma prancha A2, nunca pelo tamanho mínimo.
nunca tirei a prova real das dicas, mas foram dadas por um profissional q já conquistou uma porrada de prêmios.
novembro 6th, 2008 as 8:07 pm
Galera do CCVP ..bem que vcs podiam criar um forum nesse site pra galera discutir sobre comunicação no vale do paraiba.!!!!
novembro 7th, 2008 as 7:13 am
E já não funciona como um fórum? Oo
novembro 7th, 2008 as 12:52 pm
É isso galera precisamos às vezes voltar pra “escola”. Se puder fazer cur$o ótimo, mas pra aprender mais basta se informar. Falo sempre na agência, um diretor de arte (ou assistente) que saiba desenhar vale mais que outro que não sabe. Como é que vc vai fazer (ou mandar fazer) um retoque em Photoshop sem ter noção de luz e sombra, coisa básica de… quem sabe desenhar, não precisa ser um Rembrandt. Um dia desses tava rolando aí não sei onde um curso de Caligrafia. Indispensável pra qualquer diretor de arte ou designer que queira saber mais sobre tipologia. Tudo isso é muito atual, porque hj, mais que nos anos 80 e 90, se valoriza o que é feito a mão, não é à toa que American Chopper e Miami Ink façam tanto sucesso. Tá cheio de anúncios em Cannes com títulos escritos à mão. Ilustração então… nem se fale, não tô dizendo pro cara parar tudo e fazer a ilustração do anúncio, o cara tem que ter noção pra poder contratar um ilustrador, tem cliente que não tá pagando foto mas tá pagando ilustrador. Diretor de Arte tem arte no título, designer em português é desenhista.
Isso porque eu nem comecei a falar das obrigações de um redator… se eu entrevistasse alguém hj pra vaga de redação, minha primeira pergunta seria: que livro vc está lendo?
Quem toca o violão tem que saber afinar, por isso a técnica ajuda na idéia.
novembro 7th, 2008 as 2:47 pm
Pois eu te aconselho a mudar a sua pergunta na sua entrevista para: “O que você costuma ler, sem ser livros?”. Ou ainda: “O que você costuma escrever fora da propaganda?”.
Como já dizia uma cara por aí: “Nada que a gente lê faz mal, nem Lair Ribeiro…”
Lembrando que há uma diferença entre escrever um texto e criar um texto. Cada palavra tem uma história. E palavras estão por todas as partes… seja num livro; seja num zine; seja numa música ou ainda num muro grafitado.
PS: Jimi Hendrix nunca fez aula de música.
novembro 7th, 2008 as 3:47 pm
O que você costuma escrever fora da propaganda é boa pergunta também, tá anotada. O Eugênio Mohallen que diz não gostar de poesia, e pra sacanear mais dizia que lia a revista Mad (rs). Mas o cara tem gênio até no nome né?
Jimi Hendrix nunca fez aula de música mas tocava bem até com a guitarra desafinada.
Felizmente pra ser designer não precisa ter cursado a Bauhaus.
novembro 7th, 2008 as 4:05 pm
Boa Filipe Annechino,mas concordo com o Jair quando fala do JIMI HENDRIX,nem sempre um bom músico segue os mesmo padrões de aprendizado ou de Técnica que o de costume…..
novembro 7th, 2008 as 4:29 pm
Ô galera voltar pra escola que digo não é só fazer curso não, tá cheio de livro aí que ensina tudo. Depois de véio na profissão fui ler Design Pra Quem Não é Designer. Tinha coisa que eu nem sabia que sabia e teve muita coisa que aprendi. Quem pode paga curso, quem não pode se vira.
novembro 7th, 2008 as 4:31 pm
ESSE TÓPICO TÁ RENDENDO HORRORES!!!
ACHO QUE O NOSSO AMIGO AÍ DE CIMA NÃO LEU OS POSTS ANTERIORES…
VAMOS GRAVAR UM PODCAST SOBRE O TEMA??? PODEMOS REUNIR ALGUNS CRIATIVOS E GRAVAR NO ESTÚDIO DO LABORATÓRIO DE RÁDIO DA UNITAU.
QUEM TOPA???
novembro 7th, 2008 as 5:02 pm
Olha Josué, analisar as peças inscritas e as premiadas da Recall seria legal também, se for possível. Ia render umas 10h de podcast.
novembro 10th, 2008 as 8:04 am
Pode crer…
As inscritas acredito não ser possível, mas as premiadas acho que a pr´pria Recall poderia nos passar.
novembro 10th, 2008 as 9:12 am
Vou falar, pq redação é a minha área.
Soul, pelos seus textos acredito que vc não seja a pessoas mais indicada pra falar sobre a seleção de redator. ainda mais pra garantir ou discordar sobre a qualificação de um redator.
Qto a escola ou não, cada um tem seus métodos. Não podemos esquecer que Jimi Hendrix era gênio e desculpem a sinceridade, não vejo nenhum gênio aqui. A genialidade é unânime.
novembro 11th, 2008 as 5:02 pm
Concordo com o Luiz, e ainda complemento, enquanto as agências daqui continuarem a se preocupar tanto com a grama do vizinho e com a conquista de prêmios, só haverá frustrações, e só haverá a grama do vizinho invadindo a nossa casa, abocanhando o nosso mercado.
Falo isso por experiência própria. Trabalho no departamento de marketing de uma empresa de São José dos Campos. A empresa já trabalhou com algumas agências e todas foram um fracasso. Hoje estamos terceirizando os serviços de agência e gráfica, fora do Vale, por falta de opção.
Não falta criatividade. Falta pesquisa. Falta as agências entenderem o negócio do cliente com um pouco mais de profundidade.
Nas agências digitais, falta o profissional de conteúdo. Temos que entregar tudo mastigado, textos prontos e revisados, fotos, arquitetura da informação e navegação.
nas gráficas, falta qualidade de impressão, processos digitais, como ctp, e controle de qualidade.
Enfim, a grama do vizinho é mais verde sim.