Outro dia, fui almoçar numa padaria aqui em São José e quase tive um treco. Na hora de pagar vi uma, umazinha só, tava lá, uma verdadeira jóia descansando no caixa do lado dos diamantes negros, dos suflairs e dos alpinos, uma barra de chocolate WONKA. Não acreditei que estava diante de uma WONKA BAR! Os olhos brilhavam e eu parecia uma criança diante daquela preciosidade única. Única mesmo. Peguei antes que algum Oompa Loompa viesse me dar um safanão. Abri ali na hora e mandei ver. Era apenas uma barra de chocolate Nestlé com flocos de arroz dentro, tipo um chokito invertido, delicioso, nada de espetacular, mas era um chocolate WONKA (como esse da foto). Sou do tempo em que Willy Wonka era Gene Wilder e não Johnny Depp. Quantos da minha geração não queriam estar lá no meu lugar realizando um sonho mais doce e colorido do que qualquer sessão da tarde. Até guardei a embalagem para provar que era verdade que provei adulto um pedacinho da minha infância.

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Depois, olhando para a embalagem, fiquei pensando no poder de uma marca. O que despertam em nós? Que emoções provocam? Somos fascinados por elas. E se não fosse assim, como seria o mercado das falsificações? Ou você nunca viu uma Louis Vuitton da 25 de Março? Por exemplo, a Tok &Stok chega a ter uma linha de decoração com edredons, lençóis, canecas e muitos outros cacarecos da Coca-Cola. Em um bar da Brahma, por exemplo, tudo ali dentro está á venda, copos, quadros, até as mesas, aquelas de madeira com ladrilho em cima como num boteco antigo, também. Somos capazes até mesmo de idolatrá-las. Há teóricos que dizem que são elas os ícones do século XXI. Se no século XX tivemos Muhammad Ali, Marilyn Monroe, Ayrton Senna, Pelé, os Beatles, Star Wars, no novo século temos Apple, Nike, Sony, Chandon, Ferrari, Audi, entre tantas outras provocam tanta comoção quanto as próprias torcidas de futebol. Donos de BMW e Mercedes chegam a discutir sobre suas escolhas. Ou não existem também os torcedores de Playstation e de wii? De PC e de Mac, como já vimos aqui, inclusive no CCVP.
A tendência é que as marcas, além de se adaptarem mundo digital, adotem não mais uma identidade visual, mas um Branding que envolva os cinco sentidos. Por exemplo, um certo cheiro que pertença a uma determinada loja, como aqui na Pandemonium, em São José, toda vez que sinto aquele perfume, me lembro da loja. Ou um som, como o ronco de uma Harley Davidson, devidamente patenteado, ou como acontece com Intel, ou no início dos comerciais de Itaú. Ou um sabor, como o de Guaraná Antarctica, que os outros tentam chegar perto, ou a própria Coca-Cola. É incrível nossa capacidade de associação de perfumes a pessoas ou a momentos de nossas vidas, sons e músicas que marcaram uma determinada época, a adolescência, a infância, os sabores que nos lembram lugares… enfim, cabe a nós podermos nos utilizar disso em benefício da construção de marcas e podermos ter consumidores que estabeleçam uma relação afetiva com elas e que, como aconteceu comigo e meu chocolate, possam se emocionar com uma marca.
Agência: Página Comunicação
Peça: Anúncio para fatura
Título: Guitarra
Cliente: Oscar Calçados
Criação: Matheus Gomes / Thiago Kruschewsky
Direção de Criação: Raul Pacheco / Thiago Kruschewsky
Atendimento: Rosany Costa/ Raquel Bottacci
Produto: Oscar Fashion Days
Aprovação: Oscar Constantino
Data de veiculação: Setembro/2009
O Oscar Fashion Days é, hoje, o terceiro maior evento do setor calçadista no país. Em 2009, o conceito de integrar moda, música e entretenimento dá o tom ao evento, voltado especialmente para o público final.
Local:
Taubaté/SP
Cargo:
Web Designer
Requisitos:
- Conhecimentos em Flash, Photoshop, Fireworks, Dreamweaver, Corel DRAW,
PHP e SQL.
- Disponibilidade integral, estudar a noite.
Envie CV e Portfolio para web2@globointernet.com
Leio muitos comentários em que a galera está com “sangue nozóio” para fazer um viral, um mkt de guerrilha, uma campanha digital, algo diferente. O que acredito que tenhamos que aceitar é que o mercado nacional já é um adulto, consagrado, premiado, coisa e tal. Ainda assim, nem mesmo as grandes agências no grande mercado conseguem fazer o que se faz lá fora. Aqui ainda estamos numa ‘adolescência’: a gente ainda tá aprendendo, não é criança, mas quer ser grande, e ainda não tem um tostão furado. Passamos por um início de mercado, como o Jair colocou em um dos comentários em que havia um tempo, não muito distante, em que só se havia 3 opções de mídia: valeparaibano, outdoor e Globo Vale do Paraíba. Aos poucos a coisa foi crescendo e hoje as opções são diversas. Mas este foi um movimento gradual. A profissionalização do mercado tem acontecido de maneira que a cada geração que chega a ele, existe um novo fôlego. Só que até pegar o jeito, a gente acaba fazendo um monte de cagada. É natural, eu já fiz um monte delas e aprendi pagando pelos meus erros. O que temos que aceitar é que o espaço para grandes idéeeeias criativas é uma exceção. Isto é realidade. Li no Blog do Washington Olivetto um post bem bacana em que ele fala das coisas ruins que criamos no início da carreira, mas ele esclarece que as ‘jóias criativas’, as coisas ‘do caralho’ são exceção em nosso trabalho, elas aparecem dos riscos que corremos. Mas o dia-a-dia é feito de promoções só até sábado.
Pessoal,
Outro dia, a jornalista Claudia Penteado me pediu que mandasse para ela um comercial bem ruim que eu tivesse criado no início da minha carreira, acompanhado de um comentário sobre esse comercial visto por mim nos dias de hoje.
Sua intenção era fazer uma matéria mostrando que até mesmo um publicitário tido como muito bom já tinha feito, por inexperiência, algum trabalho péssimo no começo de sua vida profissional. Em vez de mandar um filme e um comentário, preferi mandar para a Claudia um texto no qual digo, com toda a sinceridade, o que penso sobre esse assunto.
Só que a matéria da Claudia acabou caindo, o que, no jargão jornalístico, significa que a matéria foi cancelada. Assim, o meu texto perdeu sua função. Como acredito que esse texto revela um pouquinho das características do meu ofício e abre um bom espaço para debates, resolvi publicá-lo agora, aqui no blog.
Aguardo os comentários de vocês.
“Claudinha,
Como todo e qualquer publicitário do planeta tido como bom, eu também escrevi alguns filmes ruins no início da minha carreira. E não só no início da minha carreira: continuo escrevendo alguns filmes ruins até hoje. Isso faz parte da minha atividade, na qual grandes acertos só acontecem com profissionais dispostos a correr grandes riscos. E correr grandes riscos significa também aumentar a possibilidade de cometer grandes erros. O fato não representa nenhum problema: a aventura pode ser louca se o aventureiro for lúcido.
A única diferença de quando eu tinha 18 anos de idade para os dias de hoje é que um filme ruim escrito por mim naquela época não chamava a atenção de ninguém. Mas hoje chama, até porque não corresponde à expectativa que as pessoas (e eu próprio) têm de mim.
Eleger e destacar apenas um filme ruim de minha autoria é praticamente impossível, porque, pra mim, todo filme ruim é igualmente ruim. E todo filme médio é também ruim. A eleição e o destaque através da mídia de um só, além de serem maniqueístas e pouco verdadeiros, representam uma tremenda injustiça para com os outros filmes igualmente ruins.
Prefiro, em vez de mandar um filme, mandar este depoimento. Espero que ele sirva como tema de análise e reflexão sobre a atividade de criador de publicidade.”
31 ago
Hoje é dia internacional dos Blogs, o Blogday. O CCVP não podia ficar de fora desta e para comemorar, aqui vão algumas indicações de blogs da região:
Um brechó, uma bagunça. uma válvula de escape. um canal alternativo de comunicação. poesias, devaneios, filosofia, cotidiano, mundo e unas cositas más, by Luiz Carioca.
O Blog do curso de Comunicação Social da faculdade Anhanguera de Taubaté. Além de ter atualidades e cases o blog é uma ferramenta importante de comunicação entre os alunos e a coordenação.
Web, interatividade e novas mídias na visão de um jovem criativo do Vale do Paraíba.
No Publiloucos você fica antenado com as novidades da propaganda, com ênfase no Vale do Paraíba
Lápis, Caderno e comunicação é o lema deste blog, criado por uma jovem redatora do Vale do Paraíba. Focado em redação publicitária e criação.
Bom estas são as 5 indicações de blogs para o BlogDay, quem tiver mais indicações pode nos enviar ou postar aqui nos comentários. Quem quizer participar desta iniciativa visitem a página oficial do Blogday.
Empresa: Líre Propaganda e Marketing
Localidade: Taubaté
Dados: Estágio remunerado
Cargo: Assistente de arte
Requisitos: - Noções de Photoshop, Corel, Illustrator
- Bom gosto e ser muito detalhista
- Noção de desenho
- Ter responsabilidade
- Estudar a noite
Interessados enviar curriculo e portifólio para
renato@lirepropaganda.com.br
31 ago
A Supera Comunicação seleciona profissionais para a vaga de Redator.
Os interessados deverão enviar currículo e portfólio
para adriano@superacomunicacao.com.br
Currículos com portfólio terão preferência.
28 ago
Márcio é um design formado na FATEA e tem em seu currículo prêmios como o concurso internacional para a criação da capa do anuário “Criative Index 1998 Latin America” Rotovision (Suíça). Além de ter trabalhado em projetos gráficos de embalagens para Johnson & Johnson. Agora ele está procurando voltar ao mercado de agências aqui no vale. Pra quem quizer dar uma olhada no seu portfólio aqui tem algumas peças. seu email é marciomathidios@gmail.com



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Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e diretoCristiano Braga
Conteúdo de excelente qualidade para que quer sentir-se em plena Riviera Francesa sem sair da cadeira.

