Agência MD - Lorena/SP
Projeto: Site: www.leadercell.com.br
Coordenação de Projeto: Daniel Regoczi/Amanda Ribeiro
Direção de Criação: Ivan Bária
Atendimento: Amanda Ribeiro
Aprovação: Sérgio Lopes
A Comevap, uma das mais tradicionais cooperativas de leite da região, estreou neste mês de setembro sua nova identidade visual. Desenvolvida pela Tríadaz, a mudança tem como objetivo atualizar a imagem da cooperativa junto a seus consumidores e funcionários. A nova marca apresenta traços leves, curvos e mais suaves, com uma tipografia mais solta e moderna, mantendo a cor antiga para que a origem e a identidade da Comevap não se perdessem. Em breve, a mudança da marca será aplicada às embalagens dos produtos, veículos e outros materiais.
Diretor de Arte: Marcio Aurélio
Diretor de Criação: Lucas Rodrigues
Atendimento: Sabrina Greca
Título: Árvore
Redação: Eduardo Spinelli
Direção de arte: Fabiano César
Direção de criação: Eduardo Spinelli e Fabiano César
Agência: Molotov Propaganda - Taubaté
Anunciante: Pinese Vieira
Produto: Institucional
Atendimento: Fernando Griskonis
Fotografia: Arnaldo Kikuti
Aprovação: Paulo Henrique Pinese Vieira
Data de veiculação: 11/08/09
Nunca acreditei que algo assim iria acontecer durante a minha vida. Nunca imaginei que o Brasil iria abrigar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada em um espaço de tempo de apenas dois anos. Quem iria imaginar que nossas gerações seriam capazes de testemunhar ou um ou outro no Brasil e poderemos ver os dois numa tacada só. Se um é em 2014 e outro em 2016, a gente podia enforcar logo 2015? Pois é assim que pensa o brasileiro. Por isso, fico pensando, se estamos devidamente maduros para este tipo de realização?
Ouvi que as Olimpíadas do Rio terão novas modalidades “Assalto com vara”, “Tiro a distância”, entre tantas outras que deixariam o Capitão Nascimento zonzo. Lula é mesmo um fanfarrão. Dão a ele o crédito por ter virado o jogo contra Madri, mas o maior motivo por termos levado as Olimpíadas veio ironicamente da Espanha. No final dos anos 80, começo dos 90, Barcelona, de acordo com testemunhos, era um lixo. Depois das Olimpíadas de 1992, a cidade se transformou e trouxe à metrópole a beleza perdida. Eis a chance do Rio. Transformar o evento numa forma de promoção social de um país emergente e de condições bem subdesenvolvidas.
Com o antiamericanismo (tem hífen?) do início dos anos 2000, chegou-se a boicotar marcas como Coca-Cola e Mc Donald´s, por exemplo, e a própria Indústria Cultural americana. O mundo passou a procurar alternativas e virou-se para o que mais existia no mundo. Foi aí que chegou a vez do BRIC (Brasil-Rússia-Índia-China), os novos-ricos do mundo. Não é à toa que os EUA quando perceberam isso se voltaram para aglutinar o kung-fu chinês, os musicais de Bollywood, trazer Hulk para brigar na favela, Stallone espancar seus mercenários aqui e tantas outras medidas. Agora é Woody Allen quem deve rodar também seu próximo filme no Rio, com Alice Braga, Rodrigo Santoro e Sonia Braga. Ou seja, o mundo diz que somos a bola da vez, mas o próprio Marx já dizia, ‘o capital não tem pátria’.
Outro argumento que pesou a favor da escolha brasileira é de que nossa economia é a oitava do mundo hoje e seremos a quinta ou sexta em 5 anos, palavras do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, em seu discurso . Interessante é que outro dado utilizado para comprovar a força da economia brasileira é que somos atualmente o quinto maior mercado publicitário do mundo. Mas em termos de marketing esportivo vemos coisas sendo celebradas como o loteamento do espaço na camisa do Corinthians, um verdadeiro caderno de classificados. Algo semelhante acontece com a Seleção Brasileira. Guaraná Antarctica, Nike, Vivo, Itaú, Gillette, sendo abrigadas no coração de mãe da CBF. Sempre cabe mais um.
Apesar da crítica, devo louvar a ação da Gillette, intitulada de ‘homem bem feito’. Quatro dos jogadores da Seleção foram chamados para fazer a barba no em sua primeira ação com a seleção brasileira no Rio de Janeiro. Júlio César, Adriano, Juan, Felipe Mello e Lúcio foram chamados para uma coletiva de imprensa em que se barbearam e deram a primeira entrevista pré-jogo da seleção contra a Argentina. Júlio César propôs que o tome fizesse “barba, cabelo e bigode”.Veja mais aqui no Blog do Erich Beting . Falando ainda de Gillette, um de seus garotos-propaganda (tem hífen?) era David Beckham. No entanto, o inglês foi substituído por Kaká e foi colocado ao lado de nomes como Roger Federer, Thierry Henry e Tiger Woods em suas campanhas mundiais. Isso aconteceu porque a marca percebeu que o brasileiro trazia mais credibilidade e sua atitude condizia muito mais com os valores da marca do que o popstar metrossexual cheio de escândalos. Só que apesar de ter esse potencial, Kaká fatura beeeem menos com ações de marketing, apesar
de ter contratos com Sony e Gatorade, do que Beckham. Por quê? David tem a seu favor um aparato profissional, enquanto Ricardo Isecson conta com uma forcinha da família nestes assuntos. Cesar Cielo deu uma declaração também dizendo que foi chamado para fechar contrato de patrocínio com uma empresa. Chegando à reunião, o diretor de marketing não parava de chamá-lo de Thiago (Pereira). César agradeceu e foi se levantando. Perguntado pelo porquê de sua atitude, o nadador disse ao ‘profissional’, ”se você não me conhece o bastante para saber o meu nome, como você sabe que os meus valores e a minha conduta condizem com a sua empresa, a sua marca?” e saiu. Esses exemplos traduzem bem o jeitinho com que nós brasileiros acabamos fazendo as coisas, inclusive o marketing esportivo, dando justificativa ao termo ‘esporte amador’.
A Austrália preparou uma geração inteira para seus jogos de Sidney 2000. Durante 10 anos criou Ian Thorpes para fazer bonito em casa e ser realmente um país olímpico. Tanto que a potência da Fisioterapia hoje no mundo está na terra do canguru. Ou seja, não basta construir estádios, é preciso um projeto profissional e não apenas o jeitinho brasileiro. Onde quero chegar é que do cliente regional que confia ao sobrinho o logo da lojinha, aos magnatas que organizam eventos de grande porte e destino de grandes patrocínios, existe ainda o espaço para o ‘chegando lá a gente vê’. Ou então, a gente dá um jeitinho. Tenho receio e muita dúvida de que se faremos um bom papel ou um imenso papelão.
05 out
A Molotov Propaganda e Branding foi a agência vencedora do concurso comemorativo de 1 ano da Edição Taubaté & Região, realizado pelo jornal valeparaibano. O concurso, aberto a todas as agências de propaganda de Taubaté e região, avaliou a ousadia, a criatividade e a inovação dos trabalhos inscritos.
O anúncio vencedor, assinado pela dupla de criação Eduardo Spinelli e Fabiano César, é uma peça de oportunidade que compara uma vergonha nacional - o recente escândalo envolvendo o presidente do Senado José Sarney - a uma notícia que é motivo de orgulho: o aniversário de 1 ano do valeparaibano Taubaté.
Para Fernando Griskonis, diretor de contas e planejamento da Molotov, “o concurso é uma iniciativa notável, pois mostra que o jornal mais importante do Vale do Paraíba é um grande incentivador das boas ideias e valoriza o trabalho das agências locais”.
Como prêmio, a Molotov ganhou espaços publicitários no jornal valeparaibano.



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Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e diretoCristiano Braga
Conteúdo de excelente qualidade para que quer sentir-se em plena Riviera Francesa sem sair da cadeira.

