CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Ale Santos, às 10:32, em Gôndola.

Neste fim de ano foi ao ar o filme intitulado “Balanço”, criado pela Página Comunicação para a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
Além do filme, a campanha foi composta por anúncio de jornal, revista, spot, hotsite e teve a função de divulgar relevantes ações e resultados obtidos com a política ambiental do Governo do Estado.
O sucesso deste trabalho marca a chegada da agência em São Paulo, onde inaugurou sua sede em setembro do ano passado.

Tipo: Filme

Título: Balanço

Agência: Página Comunicação

Direção de Criação: Thiago Kruschewsky/ Raul Pacheco

Criação: Thiago Kruschewsky/ Raul Pacheco

Atendimento: Vito Delfino

Mídia: Helen Marcondes/ Telma Souza

Produtora de Vídeo: Black Maria

Direção: Afonso Poyart

Produtora de Áudio: Banda Sonora

Locução: Ferreira Martins

Veiculação: Dez./2009

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Postado por Ale Santos, às 9:58, em Brain&Storm.

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Postado por Gustavo, às 6:00, em Criativo Crônico, Emprego, Estágio, Mercado.

up_in_the_airSemana passada falamos sobre a hora de entrar numa empresa, agora falamos sobre a hora de sair.Quando sabemos que é a hora de virar a mesa e pedir as contas ou encontrar forças para virar o jogo diante de uma demissão. Já está em cartaz o filme (do diretor Jason Reitman, de Juno) ‘Amor sem escalas’, tradução muito ruim para ‘Up in the air’ e que não traduz o que é a história de verdade. George Clooney é um consultor contratado para demitir funcionários de empresas que não tem coragem para isso. Imagine o quanto as empresas americanas de todos os cantos não precisaram dos serviços dele durante a crise (e ainda hoje). Ele voa pelo país inteiro demitindo pessoas e tentando fazer isso da forma mais aceitável possível para elas. Num determinado momento, um demitido, que está nervoso por conta disso, pergunta o que irá dizer a seus filhos e que gostaria que se sentissem orgulhosos do pai. O personagem de Clooney o aconselha que mais do que ter um emprego, deveria fazer o que gostava, no caso, voltar a cozinhar. Uma pessoa que tinha um curso de refinada cozinha francesa certamente não deveria ter se sentido feliz por um minuto dentro daquela empresa. E que seus filhos iriam se orgulhar de vê-lo trabalhando com alegria. Por isso, se você decidir tomar a pílula vermelha de Matrix, e chegou a hora do adeus, você tem alguns cuidados aqui para esse momento profissional.

1 - Jogue limpo, seja sincero - Walter Longo tem uma frase que é “Você conhece as pessoas quando as demite e não quando as contrata.” Por isso, jogue limpo, não sacaneie a empresa nem cometa uma atitude que possa trazer prejuízos a você e a ela. Se você foi íntegro até aqui, por que iria se perder agora? Se você deseja sair por um motivo interno à empresa, tenha coragem, seja educado e diga o que é de verdade. Não invente uma historinha. Será um favor à empresa. Pode ser que seu chefe nunca tenha se tocado daquele ponto fraco e que agora pode ser consertado. Se você esconder o real motivo, as coisas continuarão como sempre foram e seus colegas é que irão continuar com aquele problema sem solução.

2 - Se seu problema é grana - Explique e peça um aumento. Ok, grana pesa. Claro que pesa. Se você precisa ganhar mais, exponha sua situação ao seu chefe. Você não precisa sair caçando um novo emprego antes de conversar com ele. Se você também receber uma proposta maior para sair da empresa, converse também antes de aceitar. Se você for uma pessoa fundamental, será reconhecido. Só saia se a situação não tiver mesmo conserto. Ainda que seja muita grana, dê a chance de seu chefe cobrir a oferta.

3 - Se seu problema é reconhecimento - De novo, troque uma idéia com seu chefe e fale como você está se sentindo. Primeiro, tente isso com bom humor, numa hora descontraída, por entre uma piada, disfarçada, e veja se surte efeito. Senão, abra o jogo e explique que você tinha expectativa de um feedback positivo quanto a uma peça que notadamente trouxe resultado. Aí avalie, se o cara reconhecer ou explicar seus motivos, tudo bem. Se não divide sucesso, não assume falhas e nem esboça reação, aí sim, procure outro trampo.

4 - Dê o sangue até o último minuto - Sua imagem profissional vale mais do que qualquer coisa. Não deixe a peteca cair só porque você está saindo. Deixe sua barra limpa ainda que você seja demitido e não você quem tenha pedido a conta. Lembre-se de que para conseguir seu próximo emprego, ou algum outro, perguntarão referências de você. Por isso, evite falar mal da empresa de que sair. O mercado é um ovo, não esqueça.

5 - Aviso prévio não rola - Se você decidiu ir, é como terminar um namoro ou um casamento. Já vi casais que se divorciaram e continuaram morando juntos, ou namorados que mesmo sabendo que não dava mais, insistiram. É péssimo, fala a verdade. Só se você percebe claramente que a empresa possui um projeto no qual você está muito envolvido, ou que ninguém mais vai segurar a onda, ou que alguém está com férias marcadas, ou que se você sair e vai ferrar um colega por tabela, aí sim, tope fazer um período de transição, mas fixe uma data-limite.

E como fazer para evitar uma surpresa e acabar sendo demitido?

1 - Preste atenção. Seu chefe dá sinais - Se você está sendo fritado, sente a chapa esquentando. Não tem jeito. Veja se seu chefe está dirigindo a palavra a você. Veja se ele aceita seu trabalho sem muito critério e o acaba refazendo. Até mesmo, por mais estranho que possa parecer, se ele parou de dar bronca. Um técnico a beira do campo só grita com um time se está querendo ganhar. Se ele sentou no banco e cruzou os braços, mau sinal.

2 - Demitir é tão difícil quanto ser demitido - se o seu chefe chegou ao ponto de dispensar você, é porque ele refletiu bastante sobre isso. Afinal, vocês dois são seres humanos, se seu chefe não pensar em fazer isso da maneira mais aceitável possível e partir pra guerra, ele não o merecia mesmo. No entanto, para ele são muitas as conseqüências, tanto financeiras quanto no ambiente interno. O que vão pensar os funcionários que ficam? Administrar conflitos da equipe são pepinos grandes e que precisam ser solucionados logo ou implodem a credibilidade do líder.

3 - Empresas que têm cortes devem fazê-los todos de uma vez - Um band-aid tem que ser arrancado logo. Se várias pessoas serão demitidas, que sejam de uma vez. Nada pior do que trabalhar em clima de terror sem saber se vai ou se fica.

4 - Observe a sua postura - Preste atenção se você ligou o botão ‘foda-se’. Por mais que você esteja de saco cheio, revoltado com aquela empresa ’sanguessuga’ e tudo mais, não assuma a postura do ‘já fiz minha parte’. Se chegou nesse ponto, siga o conselho do Capitão Nascimento, ‘pede pra sair’. Não se torne um profissional apático ou conformista. Não vai fazer bem pra você. Se não vibra mais no dia a dia, seu rendimento caiu e você assumiu uma postura indiferente, não adie a felicidade, peça demissão.

5 - Se você percebeu que o tempo fechou e quer ficar, reaja - Veja se você faz parte do problema “oh, vida, oh céus, oh azar” ou da solução. Veja se aprendeu com seus erros. Se você está tendo dificuldade, não se esconda, ‘ai meu deus, tomara que ele nem me veja, nem fale comigo hoje’, saia da toca e peça ajuda. Abra o jogo, diga que você quer melhorar e busque uma orientação. Você vai ganhar respeito quando passar ileso pelo mesmo problema novamente. É só procurar compreender e seguir os pontos que conversarem, assim você vira o jogo. Só não desista sem atingir os objetivos ali dentro que estejam a seu alcance.

6 - Sandálias da Humildade - Conhece o cara que tem na ponta da língua uma justificativa pra tudo? Nada é com ele, nunca? Não é possível. Empurrar para o outro seu próprio erro é erro crasso da vida profissional. Não existe profissional perfeito. Outro perfil é o ‘fodão’. Quem se acha a última bolacha do pacote um dia cai do cavalo. Demonstrações de afirmação, quedas de braço com o chefe, grosserias aos colegas e desleixo, como chegar atrasado ou atrasar um job porque se sente acima do bem e do mal são sinais amarelos. A demissão para esses dois perfis, mais cedo ou mais tarde, acaba sendo inevitável.

Chegar é uma experiência bem menos traumática do que sair, é claro. Uma empresa séria vai tratar o processo da melhor maneira possível e com transparência. A melhor palavra para lidar com isso é diplomacia, afinal, o que é combinado não sai caro. Mas nada melhor para a sua maturidade como profissional do que encarar isso de frente, de maneira natural para uma carreira. Parece fácil falar, eu sei, mas não é o fim do mundo. Só não entregue os pontos porque isto não é um termômetro sobre sua qualidade profissional. Avalie sendo honesto com você mesmo (mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira) suas fortalezas e fraquezas que pode contornar. Tenha garra que você dá a volta por cima, e rápido, basta apenas a boa e velha confiança. Quanto melhor você se conhecer, mais a terá.

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Postado por mauricio, às 8:13, em o bom o mau e o feio.

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Postado por Ale Santos, às 3:02, em Cultura.

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Aline e Filipo tiveram uma idéia interessante para discutir os problemas da tecnologia nos relacionamentos e fizeram uma webserie. Os primeiros episódios  ganharam destaque na internet através do Videolog e com o tempo acabaram em um quadro do programa Vanguarda Mix na TV Vanguarda.

Pra acompanhar a webserie basta acompanhar o quadro “Amor, Século XXI” do Vanguarda Mix ou acessar o blog oficial http://alineefelipe.wordpress.com/

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Postado por Ale Santos, às 12:29, em Evento.

Um dos destaques do SMVP2009 foi o consultor especialista em SEO (Search Engine Optimization) Marcio Okabe e agora ele volta ao Vale do Paraíba, pela Cruz e Ferreira, para ministrar seu curso de maior sucesso “Marketing no Google”.

O curso vai ser no dia 30 de janeiro de 2010, e você pode escolher a turma da manhã (das 9h às 13h) ou da tarde (das 14h às18h). Vai ser no Novotel em SJCampos com estacionamento gratuito e sala climatizada.

O investimento é de R$ 225,00 e o pagamento pode ser feito por boleto eletrônico ou depósito no Banco Real. Faturamos para empresas e emitimos NF. O valor inclui participação no curso, coffee-break e certificado de participação.

Saiba mais no link www.konfide.com.br/valedoparaiba

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28 jan

Eles voltaram

Postado por Ale Santos, às 12:13, em Brain&Storm.

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Postado por Ale Santos, às 2:10, em HUB Social.

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Mensurar os resultados em redes sociais é algo complexo e cheio de armadilhas para quem ainda não se habituou com esse novo cenário.
Alguns termos são muito empregados em planos de mídia web como custo por clique, taxa de conversão de cliques e pageviews, mas quando tratamos de rede social há alguns mais importantes e interessantes que isso.
O principal é o “Engajamento”, até virou moda. Parece que tudo que se vê na web e agências hoje é engajado, pelo menos na teoria. Talvez medir esse engajamento é o que complica para muitos, afinal não existe uma forma padrão ou alguma planilha para isso. Tem que ser na observação como uma pesquisa qualitativa.
Usar um bom analytics ainda ajuda, mas precisamos saber interpretar bem os dados a fim de utilizar (inclusive) para optmização de SEO e SEM. Várias agências pelo Brasil inteiro já aderiram um profissional exclusivo para isso. O Google disponibiliza a melhor ferramenta gratuita de analytics - na minha opinião é uma boa opção para quem não quer pagar por isso, mas pode ser um desconforto saber que alguém deles conhece todas as informações do seu site.
O Número de nós ou conexões, que podem ser traduzidas para seguidores, amigos ou contatos dependendo do site em questão, são boas referências para a análise, mas não devem ser considerados como fatores principais.
Quando se trata de redes sociais o  mais importante é mesmo o capital social, que é um tipo de recurso e valor agregado que se consegue atuando na rede ou apenas fazendo parte dela. Ele pode definir a maturidade e o nível de engajamento que existe em uma rede social - é um tema que vale um post a parte.
Conheço algumas agências do Vale que já trabalham com alguns métodos para medir seus resultados, mas muitas ainda ficam perdidas diante de tantas opções.  Acredito que experimentar é essencial, mas entender é mais ainda, pois no final interpretar os dados e as redes é o que vai fazer diferença na hora de avaliar o projeto.

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