CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Ale Santos, às 8:41, em Ilustração.

Dois ex-diretores de arte que desistiram de agências e seguiram em frente com o design e ilustração. O trabalho é muito maneiro. Tem peças em alta definição pra baixar no site deles. (clique aqui e acesse)

Mulheres Barbadas na Casa do Lado from Mulheres Barbadas on Vimeo.

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Postado por Matheus Nerosky, às 3:22, em Destaques, Mercado.

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O caderno valeviver, do jornal valeparaibano, publicou hoje uma matéria sobre a recente decisão do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) de tirar do ar o comercial da cerveja Devassa, estrelado pela socialite internacional Paris Hilton.

O professor de publicidade e propaganda da Unitau Josué Brazil, um dos entrevistados, é contra a decisão: “Primeiro, porque, de um modo geral, fere a liberdade de expressão e, segundo, porque analisando a peça, em vista de outras campanhas que já foram ao ar, não é tão abusiva ou apelativa”.

Já Eduardo Spinelli, sócio e diretor de criação da Molotov/FGS, também contrário à suspensão, acredita que a decisão reflete um exagero de conservadorismo: “A Antarctica usou a Juliana Paes para fazer a campanha da BOA - Bebedores Oficiais de Antarctica. Em todo Carnaval, a TV Globo expõe a Globeleza seminua na TV. E isso nunca foi motivo de ofensa moral”.

Aproveitando essa polêmica toda, que tomou conta de todas as mídias especializadas do meio publicitário, o CCVP quer saber a sua opinião. Você é contra ou a favor da decisão do CONAR? Por quê? Opine, critique, defenda seu ponto de vista e, acima de tudo, contribua para enriquecer a discussão de um assunto tão atual e relevante para o nosso mercado.

Leia mais sobre a polêmica na edição impressa do valeviver de 3 de março de 2010 ou no site do valeparaibano: www.valeparaibano.com.br

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Postado por Ale Santos, às 1:52, em Brain & Storm.

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Postado por Gustavo, às 6:00, em Criativo Crônico, Social Media, Vale.

Antes de sermos publicitários, somos seres humanos. É a pessoa que contém o publicitário, e não o contrário. Terremoto no Chile e no Haiti, chuvas que destroem São Luiz e Angra dos Reis, neve que amedronta a Europa desde o começo do ano (nevar em Roma é um milagre que Papa nenhum seria capaz de prever, e aconteceu), são tantas as loucuras que a Mãe Natureza anda fazendo por aí que não conseguimos entender qual é a verdadeira extensão de seu recado. Tentei seguir o Al Gore no twitter e ver se havia mais alguma verdade inconveniente, mas nada. Aliás, só nos restou sermos todos geólogos e meteorologistas de plantão e tentarmos de uma maneira ou outra explicar o que está acontecendo. A questão me parece de causa simples de entender, mas difícil de se reverter: usamos mal os recursos naturais, passamos da conta na exploração deles e agora pagamos por isso.

Fotos do UOL de Talcahuano, CHI, e S. Luiz, incrível como as tragédias se parecem.

Fotos do UOL de Talcahuano, CHI, e S. Luiz, incrível como as tragédias se parecem.

Diante desse cenário em que 2010 começou com cara de 2012, as redes sociais passaram a ter um valor imenso também na solidariedade. Marcello Serpa (@Marcello_Serpa) mencionou em seu twitter que o “Escritório principal da BBDO Chile escapou intacto. Já a Fierce, segunda operação da BBDO sofreu danos severos.Todos funcionários estão bem.” E que “RT @apedroso: A DDB Chile foi destruída, felizmente todos estão bem também.”

Eu também vivi uma experiência no começo do ano que envolveu S. Luiz. Recebi um e-mail de José Luiz de Souza que repassava uma mensagem do jornalista Luciano Dinamarco (@dinamarco) com links para os vídeos da cidade e o que havia acontecido. Percebi que na mesma mensagem também havia uma primeira manifestação por conseguir arrecadações em Taubaté. O que eu podia fazer? Postei essas informações em meu twitter colocando como se poderia ajudar a cidade. Comecei a ver que meus followers estavam passando adiante a informação com RT. Aí me deu um clique e fui mandando a mesma informação e pedindo para pessoas com grande número de followers como Mentor Muniz Neto da Bullet (@neto), Michel Lent  da Ogilvy(@lent) e o jornalista Claudio Lessa (@LessaCG) que também dessem RT e ajudassem a multiplicar a informação. De repente, vi o poder que isso foi tendo. Todos passando adiante e procurando fazer algo por ajudar, fazendo um mínimo ali. Independentemente do que acontecia no twitter, a dimensão que a tragédia tomou comoveu pessoas que nunca estiveram ali na cidade e de uma maneira ou de outra tentaram ajudar. Veículos de comunicação de toda a região também mostraram seus papéis diante da sociedade e também tomaram a iniciativa de ajudar. De qualquer maneira, o fato é que até agora os moradores ainda estão sob condições difíceis em abrigos e as obras de reconstrução do CDHU estão previstas para serem entregues somente no começo de Abril.

Quando o assunto é sermos ambientalmente e socialmente responsáveis, costumo bater numa tecla: como publicitários, o que podemos fazer para contribuir socialmente com nossos talentos? Se somos assim tão bons em convencer pessoas e movimentar a opinião pública, por que não nos movemos? É raro termos uma iniciativa que parta de um cliente, temos que propor nós mesmos as melhores maneiras de passarmos isso adiante. Já falei aqui sobre um projeto do qual a Arriba! participou ativamente junto ao valeparaibano e à Urbam sobre reciclagem de jornais. Já fizemos também parte de outro projeto da Urbam quanto ao Aterro Sanitário de São José dos Campos, há quase 2 anos atrás. Agora é a vez de outro projeto desse cliente que será lançado agora em meados de março. No entanto, essas iniciativas ainda não me deixam plenamente satisfeito, fico com a sensação de que podemos, todos no mercado, fazer mais.

Sermos sustentáveis deve ser um preceito de nossas criações. Ela já deve estar permeada na hora da ‘ideia do caralho’. Agir de maneira responsável já deveria partir do princípio de nossos próprios processos criativos, utilizando com mais propriedade os recursos de que dispomos para fazermos comunicação. Onde quero chegar é que não basta utilizar papel reciclado. Indo um pouco mais longe, passo até a questionar se a propaganda como conhecemos do “Beba”, “Compre”, “Faça” e sempre tão impositiva, volumosa e repetitiva tem espaço em meio a uma necessidade da sociedade em se comportar de maneira menos consumista e impulsiva para mais consciente e responsável. Não sou o cara mais ecologicamente correto desse mundo, posso evoluir muito, mas fico imaginando se este não é o momento de revermos também conceitualmente o papel da propaganda dentro da sociedade.

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Postado por mauricio, às 11:48, em o bom o mau e o feio.

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Postado por Ale Santos, às 9:56, em HUB Social.

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Não é novidade que a natureza do homem é social, vivemos em comunidade por uma certa necessidade e os laços sociais acontecem naturalmente, na escola, na faculdade, na academia e etc. Mesmo que isso seja nativo ainda temos muita dificuldades em transpor essa realidade para uma empresa ou sua marca na web. Bem, para isso tem alguns pontos que vão ajudar a entender como esses laços ocorrem nos sites de redes sociais.

O primeiro conceito é o do Ator social, ele pode resolver grande parte dos problemas em interpretar a atuação de uma empresa na internet. Como o nome sugere um ator é uma “representação” de alguém ou alguma coisa - no caso sua marca/empresa. Sempre que pensar em atuar em um site pense em como quer ser visto e interpretado, como gostaria que todos se relacionem com sua marca e o qual postura adotar para isso. Quem for responsável por esse perfil deve deixar suas particularidades de lado e vestir-se desse novo ator com o posicionamento definido pela gerência.

Após dar vida para esse ator, você saberá com quem andar, o que e de que forma deve-se falar algo para criar uma imagem bacana de sí mesmo.

socialnet
Então chegamos ao ponto principal que é a criação desses laços. Basicamente eles são divididos em “fracos e fortes”. Para um blog, twitter ou orkut de uma entidade, por exemplo, os fracos são mais importantes, pois tem o papel de conectar você a muitos outros nós e distribuir a mensagem por toda rede. Esse laço surge através de um conjunto de interações que acontecem no nosso dia a dia: Você chega na faculdade, senta em uma cadeira e fica observando. De repente quando precisa de uma caneta, você pede para o cara do lado (primeira interação), que aproveita o embalo e começa uma conversa (resposta com outra interação). Com o tempo se os dois atores continuarem interagindo isso vai se tornando um laço.

Trazendo isso para a realidade de um blog por exemplo, isso significa que no princípio você deve sim pedir comentários, divulgar, mandar para os amigos e twittar até que alguém responda com um clique ou comentário ou rt e aos poucos se torne um frequentador dele. Os laços fortes surgem em um segundo momento quando a rede começa a gerar um capital social maior.

Quem pensou que seria uma fórmula complexa deve ter esse espantado, afinal o segredo é interagir mesmo (como todos já sabiam), daí a importância de um site ser “interativo” de verdade.

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Postado por Ale Santos, às 1:15, em Emprego, Estágio.

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Agência: ANOVA

Cidade: Jacareí

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Postado por Ale Santos, às 10:23, em Destaques.

Fernando é um ilustrador da cidade de São José dos Campos.  Seu estilo é bem pessoal e diferenciado. Quem quiser conferir seu trabalho pode visitar o blog Balão Ilustração.

Gervásio é um de seus personagens, um gênio que sempre realiza os desejos das formas mais inusitadas.

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Além do gênio outro personagem que Fernando criou é o Lindomar que faz uma série de entrevistas engraçadas.

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