05 set
Salve galera inspiradora. Começando aqui meu segundo post para CCVP, não podia deixar de agradecer a participação e comentários, tanto no mundo virtual quanto no velho cara a cara, de antigos e novos amigos, alguns que só conheço (ainda) pelo avatar e os já consagrados colaboradores deste blog. Foi graças a alguns comentários, especialmente do companheiro das antigas Allan Marcel, que dei uma freada no tema que iria abordar hoje, para falar de algo quem veio antes na minha história com o design: o preto e o branco.
Quando deixei de ser um espectador do design e passei a produzi-lo, mesmo que sem total noção do que realmente era “projetar” design, tive a sorte de trabalhar com processos simples, gráficas ruins e muita exigência por parte dos jornais que trabalhei. Até hoje o papel jornal gera dificuldades e “impossibilidades”, mesmo com tanta tecnologia, mas, há 15 anos atrás a cor era um luxo que achei que nunca teria e, para sanar essa “exigência” técnica fui beber em fontes da minha pré-história visual.
Com o passar dos anos, mesmo tendo uma grande influência das cores no meu trabalho, o alto contraste do preto e do branco nunca foi deixado de lado. Por isso, os links que seguem são um misto do que via, o que vi e o que vejo relacionado a processos simples – de criação, impressão e gravação – e nem por isso menos belos, instigantes, detalhistas e inspiradores.
Xilogravura – No Sul de Minas, pré-história do meu processo criativo, com certeza o cordel não é a cartilha de vida dos moleques que correm descalços nas ruas de “chão”. Mas, em algum momento impreciso, tive contato com as ilustrações quase rudimentares das capas desses folhetins e, anos depois, pude entender como o uso do preto no branco desses cordéis poderia ajudar na criação de peças limpas, comunicativas e que não causassem aquela confusão de tons de cinza que observava nos jornais.

Algum tempo depois, pesquisando origens, fui descobrir o mestre J.Borges, que tem uma história peculiar de dificuldades que geram grandes artistas. Recentemente, quando vi a abertura de “Cordel Encantado”, novelinha das 18h da Rede Globo, não pude deixar de voltar a sua bio no Wikipédia e confirmar: Não, a tão aclamada abertura da história de Jesuíno e Açucena, não é a primeira referência direta às xilogravuras do cordel na grande “educadora” das massas brasileira. Em um tempo, onde até na Rede Globo o senso crítico era importante, a primeira versão de “Roque Santeiro” ousou colocar no ar uma abertura que, rapidamente, foi censurada. E nela, o que se via, eram as encantadoras xilogravuras de J.Borges
Stencil – Outra fruta da qual sempre extraio o sumo é a arte “vazada” de um grafite popular, feito para o protesto, pois possibilita com rapidez a multiplicação de imagens e mensagens, no melhor estilo “corra que a polícia vem aí”. É claro que, assim como outras manifestações urbanas, hoje, o stencil é aceito em galeria e frequenta na paredes das luxuosas casas de celebridades, mas nada disso tira sua origem contestadora que, sinceramente, foi o que me atraiu primeiro. É da época do stencil que vem minhas primeiras noções de cores, mas todas ainda em alto contraste.

Aqui deixo um link especial, da galeria virtual Stencil Brasil, onde podemos encontrar o principais nomes nacionais dessa técnica, como Alex Vallauri, um dos primeiros artista reconhecidos no Brasil, e CAV3RA, esse sim, no melhor estilo “preto no branco”.

Não tem como falar de stencil sem citar também Banksy, artista que dispensa apresentações. Deixo aqui o site oficial e um trecho do polêmico documentário sobre sua obra.
É isso aí, a vida em preto e branco pode ser muito divertida e cheia de referências.
Tks!
@LucazMathias
lucazmathias.com
Estou de volta galera ao blog mais badalado da comunicação valeparaibana e com uma missão bem complicada: Ajudar estudantes de propaganda e marketing a se encontrarem no nosso mercado. Por isso essa coluna vai se chamar background e vai ajudar você a construir a sua história aqui na região.
Aliás, literalmente ajudar, pois vou procurar responder as suas dúvidas através de profissionais que já são referências pra nós. Então se quer saber sobre alguma coisa, agência ou qualquer informação, manda no email (info@ccvp.com.br) ou me twitta @leblck que eu corro atrás e a cada quinzena teremos coisa nova por aqui.
Como primeiro artigo busquei resumir a nossa proposta em uma simples pergunta: “O que você precisa para entrar no mercado de propaganda do Vale ?“
Quem me ajudou foi o famigerado Josué Brasil do blog Vale Publicitando, que é Publicitário e professor universitário de Propaganda. Vamos lá aos pontos que você precisa saber:
Ter uma boa base de conhecimentos.
Isso é indiscutível, não dá pra fazer propaganda de um produto #fail, da mesma forma que não adianta querer entrar para uma agência com um cargo foda se ainda não tem conhecimento para isso, mas olha só, o Josué deu uma dica bem bacana: “as vezes não é necessário nada de excepcional, mas o básico. Escrever bem, por exemplo! É preciso também demonstrar interesse pela área e ter vontade de aprender. Ser um aluno atento e participativo na faculdade é um passo importante!”
Aliás, ser participativo faz muito a diferença. Vou precisar de um artigo inteiro para falar sobre isso, mas o que podemos dizer é que você não pode ficar preso apenas no campo acadêmico.
Bem, espero que tenha sido um bom começo. Não deixem de comentar e deixar aqui suas sugestões para nossos próximo artigo.

Empresa: Rheal Consultores Ltda.
Cidade: Taubaté
Requisitos:
Ter ensino superior completo em Marketing; Publicidade e Propaganda ou Comunicação Social, conhecimentos e experiência em Photoshop, Corel Draw e criação.
Importante: Os candidatos devem residir nas cidades de Taubaté ou Pindamonhangaba.
Outras Informações:
02 set
P.S. 1 - Gostei do título: “Pessoas que entendam de pessoas” para uma vaga direcionada a D.A.
P.S. 2 - E um dos melhores diferenciais: “Pessoas que detestam Corel Draw”
Ficha Técnica
Tipo: Anúncio de revista
Título: Barriga
Agência: Molotov Propaganda
Anunciante: Armazém 82
Criação: Felipe Cavancanti e Lidia Syrio
Direção de Criação: Eduardo Spinelli e Fabiano César
Planejamento: Fernando Griskonis
Aprovação pelo cliente: Joaquim Schaulch
Veiculação: 18/08/11

O mercado do Vale do Paraíba ganha, esta semana, uma publicação totalmente diferenciada. Voltada prioritariamente à classe empresarial da região, a Revista Lettering nasce com a missão de promover as boas iniciativas que, por meio da comunicação, tenham como foco o fortalecimento do mercado regional. Ou seja, é uma publicação que terá como objetivo mostrar ao empresariado as vantagens de se investir em comunicação.
Para isso, a publicação trará reportagens sobre tudo o que envolve o assunto no universo das empresas – desde cases de sucesso na área da propaganda, da importância da comunicação interna, até a realização de eventos, divulgando sempre os trabalhos desenvolvidos por agências, assessorias, produtoras, veículos e outros fornecedores regionais.
A Revista Lettering trará também, regularmente, indicadores que oferecerão um panorama estatístico e representativo da mídia no Vale, promovendo o entendimento macro dos investimentos no setor. “A intenção é acompanhar e fomentar ainda mais a evolução do mercado regional, tendo em vista este momento de significativos avanços pelos quais a região está passando”, explica a editora da revista, Letícia Maria.
Com um projeto gráfico moderno e arrojado, periodicidade bimestral e tiragem de 10 mil exemplares, a Revista Lettering promoverá uma série de ações para chamar ainda mais a atenção da classe empresarial para o campo da comunicação, premiando os melhores cases, campanhas e produções realizadas anualmente na região.
Você já pode acompanhar as novidades da Lettering no site ou nas redes sociais:



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Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e diretoCristiano Braga
Conteúdo de excelente qualidade para que quer sentir-se em plena Riviera Francesa sem sair da cadeira.

