CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Gustavo, às 11:30, em Evento.

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Postado por mauricio, às 10:00, em o bom o mau e o feio.

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Postado por Lucaz, às 9:22, em Designificando, artigos.

Bom dia, boa tarde e boa noite. Em Jacareí (onde durmo e acordo todos os dias) tem uma dessas figuras de rua que sempre começa suas interlocuções assim, saudando qualquer estado temporal que você esteja, dentro de sua loucura sã acho que faz sentido. Em tempos conectivos faz ainda mais sentido, afinal é impossível saber em qual tempo estamos vivendo.

Deixando de lado essa filosofia de botequim (efeitos do fim de semana), vamos continuar por aqui a compartilhar e, depois do preto e branco, nada mais natural do que falar das cores.

Gosto sempre de comparar essa fase do meu caminho pelo design, a chegada das cores, com o mito da criação divina. Imagine o planeta como uma folha branca, então Deus (ou qualquer deus que lhe caiba melhor) começa a “povoá-lo” de formas e elementos, em um certo momento ele cria o homem (no design, os elementos funcionais) para desfrutar e interagir com essas criações. O homem sente-se só e então surge a mulher, ou as cores no caso do design. E, é aí que a beleza da vida acontece. O mundo (a folha em branco) toma para si nuances inimagináveis quando era tudo preto e branco, possibilidades infinitas e surpreendentes. Porém, se você não souber respeitar as cores (assim como as mulheres) seu mundo pode vir abaixo em um divino piscar de olhos.

Piadas a parte, é assim mesmo que encaro as cores no design. Ao mesmo tempo que abrem possibilidades, criam inúmeras dificuldades e novos aspectos que devem ser controlados. A maestria, que levará ao uso correto das cores, não é uma fórmula mágica e nem tão pouco fácil de entender. É mais difícil ainda de explicar. Nada tem a ver com cores quentes e frias, primárias ou secundárias. Assim como quase tudo no design requer muita observação, ver e sentir as cores é a melhor solução. Para isso, nada melhor do que referências.

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Entendo cores - De tudo que já vi e ouvi sobre cores, talvez a referência mais clara, que realmente faz sentir como as cores agem e interagem, é esse projeto/hotsite/animação da designer Cláudia Cortez. Apesar de antiga, essa referência é a maneira mais didática e inteligente que já tive contato sobre a matéria.

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Observando cores - Depois de alguns anos você começa a enxergar o mundo como uma escala CMYK. Parece maluquice, mas tem dias que você acorda com um céu C100 M020 Y000 K010 e o humor do ser diretor de criação está meio C000 M000 Y020 K045. Quando você começa ver as coisas por essa perspectiva já é capaz de criar paletas de cores complexas e distintas para cada trabalho. Até lá é melhor observar e, para isso, nada mais propício do que bons livros de arte, de todo os movimentos possíveis. Afinal, são os pintores que na essência criam as primeiras paletas de cores. Aqui deixo links do clássico Picasso, passando pelo psicodélico Gaudi e finalizando como o extremamente urbano Lichtenstein, todos de cabeceira.

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Criando cores - Como disse, depois de observar, é hora de criar. Existem dois tipos de paletas de cores, as profissionais e as pessoais. As primeiras, muitas vezes seguem padrões predefindos ou solicitações e indicações do cliente. Nesse caso é preciso analisar, lá no entendimento das cores, a relação entre as nuances escolhidas e a representatividade para marca. Outra coisa importante nessas paletas são as adaptações técnicas, como a correspondência na escala Pantone (mas isso requer um bate papo mais profundo). No caso das paletas pessoais o que vale é a experimentação. Sempre penso que os trabalhos autorais, aqueles rabiscos que ninguém nunca vê, marcas que nunca existiram e afins são o que realmente fazem evoluir seu trabalho. Com as cores não é diferente, quanto mais estudos, mais aprendizado.


Para ambas as paletas deixo um link que auxilia, e muito, na compreensão e criação de composições e combinações de cores, o Kuler da Adobe, que ainda possibilita o download das paletas em formato .ase (compatível com os softwares da suíte). Existem muitas outras ferramentas parecidas, mais e menos complexas. Existe também o velho jeito, mais poético e que vale muito o estudo, que é fotografar lugares e cenas que agradam, ou passam a atitude esperada da marca, e compor as cores sobre essas fotos.

Hoje fico por aqui, em um dia que começou C100 M080 Y000 K090 com uma lua prata PANTONE 877 C e parece que vai seguir como o humor do diretor de criação C000 M000 Y020 K045.

Tks!
@LucazMathias
lucazmathias.com

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Postado por Matheus Nerosky, às 3:07, em Mercado.

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O Portal IG publicou hoje uma pesquisa da Catho Online sobre os salários aplicados para diferentes cargos e setores do mercado inclusive de Propaganda e Marketing. Abaixo você poderá ter uma ideia de quanto está valendo seu trabalho. Clique no ícone do PDF para acessar.

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Será que essa média é equivalente ao mercado regional? #ficaadúvida

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Postado por Matheus Nerosky, às 11:40, em Gôndola.

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Ficha Técnica
Tipo: Anúncio de revista
Título: Gilberto Kassab
Agência: Molotov Propaganda
Anunciante: Roatá Comunicação Inteligente
Criação: Felipe Cavalcanti, Lidia Syrio, Fabiano César e Eduardo Spinelli
Direção de Criação: Fabiano César e Eduardo Spinelli
Planejamento: Fernando Griskonis
Aprovação pelo cliente: Letícia Maria
Veiculação: 30/08/11

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Postado por Matheus Nerosky, às 4:15, em premiação.

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No último dia 2 (sexta-feira), aconteceu em Ribeirão Preto mais uma edição de um dos mais importantes festivais dos segmentos de áudio e multimídia: o FAM 2011.

Foram mais de 300 trabalhos inscritos, enviados por agências e produtoras de diferentes estados do país, e julgados por nomes como Stefan Polas (LOV), Rafael Palermo (Wunderman Brasil), Rafael Ferro (DPZ), Kiko Matoso (Borghierh/Lowe), Bob Floriano (Clube da Voz), entre outros profissionais de renome no mercado publicitário nacional.

No cerimonial de premiação, mais uma vez a PáginaCom. marcou presença entre os vencedores da noite, ao trazer para o Vale o troféu de bronze conquistado com o banner de internet “Aves”, criado para a Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo e produzido pela Phocus Interact.

Segundo Raul Pacheco, Diretor de Criação da PáginaCom., “Este prêmio tem uma importância ainda maior, não só pelo tema – Semana do Meio Ambiente –, como pelo fato de termos o conquistado com um trabalho voltado à comunicação pública. Ainda que considerada por muitos uma área criativamente restrita, tivemos a oportunidade de mostrar que é possível falar com diversos públicos ao mesmo tempo sem abrir mão da criatividade”.

“Este é o 3º prêmio da agência no FAM e o 12º nos festivais organizados pela APP Ribeirão nos últimos 5 anos. Esta regularidade é consequência de um infindável comprometimento da nossa equipe com um negócio que requer mais que meras sacadas, mas envolvimento e maturidade. É como dizemos aqui: no nosso mercado, ou você tem bagagem, ou acaba fazendo as malas”. Complementa o também Diretor de Criação, Thiago Kruschewsky.

VEJA A PEÇA
www.phocus.com.br/banners/semanadomeioambiente/

FICHA TÉCNICA

Cliente: Secretaria do Meio Ambiente/ Fundação Florestal
Peça: Banner de internet
Título: Aves
Direção de Criação: Thiago Kruschewsky, Raul Pacheco
Criação: Thiago Kruschewsky, Raul Pacheco, Rodolfo Marcondes
Produtora: Phocus Interact
Mídia: Telma Souza
Atendimento: Vito Delfino
Aprovação: Fabiana de Holanda

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Postado por Matheus Nerosky, às 11:34, em Gôndola.

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Ficha Técnica

Tipo: Anúncio de revista
Título: Dedos
Agência: Molotov Propaganda
Anunciante: Phocus Interact
Criação: Felipe Cavalcanti, Lidia Syrio, Fabiano César e Eduardo Spinelli
Direção de Criação: Eduardo Spinelli e Fabiano César
Planejamento: Fernando Griskonis
Aprovação pelo cliente: Eduardo Costa e Bruno Tavares
Veiculação: 30/08/11

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Postado por Matheus Nerosky, às 12:04, em Gôndola.

A agência Tríadaz Propaganda e Marketing acaba de colocar no mercado mais um trabalho arrojado e de qualidade. É a nova embalagem do Café Pindense, produto já bastante conhecido no estado de São Paulo e que alça vôos nacionais nesta temporada.

Com o intuito de torná-lo mais atrativo, diante da imensa variedade de marcas disponíveis nos pontos de venda, a criação levou em conta a tradição cafeeira no Vale do Paraíba e traduziu todo o processo de produção do café,
desde a colheita dos grãos até a torra, em imagens de fundo que casam perfeitamente com o produto final que é o queridinho de todo brasileiro, o famoso pretinho, destacado no centro da peça: “o Pindense é produzido no
Vale, um dos berços do ciclo econômico do café e onde a tradição e a cultura sofrem influências diretas desse cenário, por isso buscamos valorizar esse aspecto artesanal”, conta Lucas Rodrigues, o criativo.

Fonte: Agência Triadaz

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