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Postado por Alexandre Santos em Destaques

ccvp1

A Molotov/FGS é a nova agência da Papier D’Or Convites e Presentes, uma papelaria conceito localizada no Jardins, um dos bairros mais sofisticados de São Paulo. Referência no mercado de luxo, a loja representa as melhores grifes nacionais e internacionais, reunindo uma grande variedade de produtos e serviços para festas e eventos.
O mix de produtos inclui convites, cartões personalizados, papelaria importada, lembranças, jóias, canetas exclusivas, embalagens especiais e objetos de decoração. Além disso, o espaço oferece serviço de degustação de vinhos e champagnes, sob orientação de sommeliers.
O primeiro trabalho da Molotov/FGS inclui ação de marketing direto e uma série de anúncios que serão veiculados na revista “A Hebraica”, uma publicação mensal com mais de 50 anos de existência, dirigida à comunidade judaica de São Paulo.
“A conta da Papier D’Or é um grande desafio para a Molotov. Primeiro, porque a empresa atua no concorrido mercado de luxo de São Paulo, o mais rico e disputado do país. Segundo, porque a comunicação, neste primeiro momento, será totalmente focada no povo judeu, um público que, além de ter alto poder aquisitivo, é extremamente ligado às suas tradições religiosas e aos costumes familiares”, conta Fernando Griskonis, diretor de contas da Molotov/FGS Propaganda.

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Postado por Gustavo em artigos

Esta semana, duas coisas me chamaram a atenção quanto aos erros.

A primeira.

quidam

No último fim de semana, fui assistir ao espetáculo Quidam - Cirque Du Soleil. Foi bacana? Foi. O Cirque é conhecido por levar suas apresentações a um nível de dificuldade altíssimo, mas justamente num dos números do show aparentemente fácil (fácil para eles que treinam exaustivamente, não me peça para ir lá pular), um dos acrobatas caiu. Até mesmo um ‘atleta circense’ como um participante do Soleil pode tropeçar. Na minha percepção, ele se distraiu porque a platéia o aplaudiu antes da hora. Olhando para o dia a dia da propaganda, fico me lembrando de que um chefe dizia sempre ‘pequenos trabalhos, grandes pepinos’. Ele estava certíssimo. É justamente nos pequenos trabalhos que nos distraímos, que levamos com menos atenção e abrimos as portas para o erro. Achamos que estamos confiantes e seguros o bastante para podermos suplantar aquele pequeno job com os dois pés nas costas. Ledo engano, onde há fumaça há fogo. Não deixe de estar atento a cada detalhe, porque para o cliente, job não tem tamanho. O que existe é a qualidade do que você entregou. Cheque a Língua portuguesa (ainda que você não seja redator), verifique as malditas fontes em curvas, cores CMYK, resolução, as medidas da peça, as observações necessárias, ou seja, os detalhes que fazem a diferença.

Uma vez paguei um trabalho inteiro de impressão das plantas de um empreendimento, apenas porque exportei um logo errado. Foram R$ 800,00 há uns quatro anos, mais ou menos. Meu chefe foi bacana, dividiu, parcelou, facilitou total, mas aprendi mais uma pagando. E às vezes temos que pagar do bolso mesmo para nos tornamos profissionais verdadeiramente completos e preparados.

A segunda.

coldplay

Foi uma semana atípica. Como nunca acho que terei novamente quanto a eventos de grande porte. Na terça-feira, dia 2, fui também ao show do Coldplay em São Paulo. Tinha tudo para ser um show memorável, e foi, mas negativamente, infelizmente. Por quê? Pelos erros. Claramente houve algo de errado com a parte do som. Não se ouvia direito a banda, parecia que o som ia e voltava, como num mal contato, além dos microfones que cortavam em meio às músicas. Chegou a um ponto em que os setores vermelho e azul gritavam “Aumenta o som”, como não houve resposta (ou seria ouve?) a banda passou a ser vaiada. Um show com tão alta expectativa, tornou-se uma decepção. A experiência com o produto que eu e milhares de pessoas compraram foi seriamente comprometida, um momento que não pode ser reencenado.

E o que acontece com o que uma agência de propaganda entrega a seu cliente? Ou ainda (porque isso existe) recebe e não entrega, o que é ainda pior. Ou ainda quando se tem uma expectativa diante de um determinado resultado que não acontece? A experiência junto ao cliente não pode ser refeita ou remendada. Já foi. Conheço agências que assumem a postura de lavarem as mãos quando fazem um trabalho que não surte efeito, não dá. É preciso dar a cara a tapa e fazer de tudo para a coisa acontecer. Não fazemos parte do meio artístico, mas do meio empresarial. Se nada aconteceu e o produto não vendeu, o publicitário não fez seu trabalho como deveria. Não adianta dizer “não vendeu, mas tudo bem, fiz minha parte”. Tudo bem nada.

Também não se pode partir do pressuposto que ‘ah, errar é humano, tudo bem’. Tudo bem, nada, de novo. O tempo não volta atrás. Precisamos aprender que ao prestarmos um serviço a um cliente, é preciso ter responsabilidade com a grana que está sendo investida. É preciso ter compromisso com aquilo que entregamos. Desde um filme, desde um planejamento, desde um orçamento, a um mero telefonema. Devemos estar preparados o bastante para não permitirmos brechas para o erro. O caminho é a atenção, o zelo com o cliente e o cuidado com o detalhe. Se você procurar seguir isso, meio caminho andado.

Pra fechar

Nem tudo é mau humor. A ação feita pela Ínsula para o Bradesco no Cirque Du Soleil foi sensacional. Criaram um jogo feito com realidade aumentada. Acesse: amagiadocircoemsuacasa.com.br e veja o case, vale a pena.

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Postado por Alexandre Santos em Gôndola

Tipo: VT
Título: Osso
Anunciante: Itali Pizzas
Agência: Página Comunicação
Direção de Criação: Thiago Kruschewsky/ Raul Pacheco
Criação: Thiago Kruschewsky/ Raul Pacheco
Atendimento: Márcia Pereira
Mídia: Helen Marcondes
Produtora de Vídeo: GPM Imagens Especiais
Ilustração: Matheus Gomes
Animação: Marinho
Montagem: Eduardo Teixeira/ Leandro Pinna/ Rômulo Di Nicoló
Pós-produção: João Pinotti
Veiculação: Março/2010

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Postado por mauricio em o bom o mau e o feio

bmf_40

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Postado por Alexandre Santos em Gôndola

Agência: Página Comunicação
Título: Liquidação Oscar
Duração: 30”
Anunciante: Oscar Calçados
Criação: Christiano Vendramine e Matheus Gomes
Diretor de Criação: Thiago Kruschewsky e Raul Pacheco
Mídia: Helen Marcondes e Telma Souza
Atendimento: Rosany Souza e Raquel C. Botacci
Produtora/filme: GPM Imagens Especiais
Direção/filme: Leandro Pinna
Produção/filme: Maíra Goulart
Edição/Pós-produção: João Pinotti
Produtora/jingle: Digimax Estúdio
Produtor/jingle : Leandro Souza
Mixagem/jingle: Fábio Moog
Aprovação: Rosana Molina

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Postado por Alex Gonçalves em artigos

 

 

 

Tipo: Vídeo Publicitário
Título: Pra quem quer passar no vestibular
Redação: Fernando Pereta
Direção de arte: Fernando Pereta e Bruno Torres
Direção de criação: Fernando Pereta
Produção gráfica / produtora: Fábrica das Artes
Agência: Fábrica das Artes
Anunciante: Poliedro
Produto: Curso Pré Vestibular

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Postado por Alexandre Santos em Ilustração
Dois ex-diretores de arte que desistiram de agências e seguiram em frente com o design e ilustração. O trabalho é muito maneiro. Tem peças em alta definição pra baixar no site deles. (clique aqui e acesse)

Mulheres Barbadas na Casa do Lado from Mulheres Barbadas on Vimeo.

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Postado por Matheus Nerosky em Destaques, Mercado

devassa-3

O caderno valeviver, do jornal valeparaibano, publicou hoje uma matéria sobre a recente decisão do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) de tirar do ar o comercial da cerveja Devassa, estrelado pela socialite internacional Paris Hilton.

O professor de publicidade e propaganda da Unitau Josué Brazil, um dos entrevistados, é contra a decisão: “Primeiro, porque, de um modo geral, fere a liberdade de expressão e, segundo, porque analisando a peça, em vista de outras campanhas que já foram ao ar, não é tão abusiva ou apelativa”.

Já Eduardo Spinelli, sócio e diretor de criação da Molotov/FGS, também contrário à suspensão, acredita que a decisão reflete um exagero de conservadorismo: “A Antarctica usou a Juliana Paes para fazer a campanha da BOA - Bebedores Oficiais de Antarctica. Em todo Carnaval, a TV Globo expõe a Globeleza seminua na TV. E isso nunca foi motivo de ofensa moral”.

Aproveitando essa polêmica toda, que tomou conta de todas as mídias especializadas do meio publicitário, o CCVP quer saber a sua opinião. Você é contra ou a favor da decisão do CONAR? Por quê? Opine, critique, defenda seu ponto de vista e, acima de tudo, contribua para enriquecer a discussão de um assunto tão atual e relevante para o nosso mercado.

Leia mais sobre a polêmica na edição impressa do valeviver de 3 de março de 2010 ou no site do valeparaibano: www.valeparaibano.com.br

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Postado por Alexandre Santos em Brain & Storm

tirinha-11

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Postado por Gustavo em Social Media, Vale, artigos

Antes de sermos publicitários, somos seres humanos. É a pessoa que contém o publicitário, e não o contrário. Terremoto no Chile e no Haiti, chuvas que destroem São Luiz e Angra dos Reis, neve que amedronta a Europa desde o começo do ano (nevar em Roma é um milagre que Papa nenhum seria capaz de prever, e aconteceu), são tantas as loucuras que a Mãe Natureza anda fazendo por aí que não conseguimos entender qual é a verdadeira extensão de seu recado. Tentei seguir o Al Gore no twitter e ver se havia mais alguma verdade inconveniente, mas nada. Aliás, só nos restou sermos todos geólogos e meteorologistas de plantão e tentarmos de uma maneira ou outra explicar o que está acontecendo. A questão me parece de causa simples de entender, mas difícil de se reverter: usamos mal os recursos naturais, passamos da conta na exploração deles e agora pagamos por isso.

Fotos do UOL de Talcahuano, CHI, e S. Luiz, incrível como as tragédias se parecem.

Fotos do UOL de Talcahuano, CHI, e S. Luiz, incrível como as tragédias se parecem.

Diante desse cenário em que 2010 começou com cara de 2012, as redes sociais passaram a ter um valor imenso também na solidariedade. Marcello Serpa (@Marcello_Serpa) mencionou em seu twitter que o “Escritório principal da BBDO Chile escapou intacto. Já a Fierce, segunda operação da BBDO sofreu danos severos.Todos funcionários estão bem.” E que “RT @apedroso: A DDB Chile foi destruída, felizmente todos estão bem também.”

Eu também vivi uma experiência no começo do ano que envolveu S. Luiz. Recebi um e-mail de José Luiz de Souza que repassava uma mensagem do jornalista Luciano Dinamarco (@dinamarco) com links para os vídeos da cidade e o que havia acontecido. Percebi que na mesma mensagem também havia uma primeira manifestação por conseguir arrecadações em Taubaté. O que eu podia fazer? Postei essas informações em meu twitter colocando como se poderia ajudar a cidade. Comecei a ver que meus followers estavam passando adiante a informação com RT. Aí me deu um clique e fui mandando a mesma informação e pedindo para pessoas com grande número de followers como Mentor Muniz Neto da Bullet (@neto), Michel Lent  da Ogilvy(@lent) e o jornalista Claudio Lessa (@LessaCG) que também dessem RT e ajudassem a multiplicar a informação. De repente, vi o poder que isso foi tendo. Todos passando adiante e procurando fazer algo por ajudar, fazendo um mínimo ali. Independentemente do que acontecia no twitter, a dimensão que a tragédia tomou comoveu pessoas que nunca estiveram ali na cidade e de uma maneira ou de outra tentaram ajudar. Veículos de comunicação de toda a região também mostraram seus papéis diante da sociedade e também tomaram a iniciativa de ajudar. De qualquer maneira, o fato é que até agora os moradores ainda estão sob condições difíceis em abrigos e as obras de reconstrução do CDHU estão previstas para serem entregues somente no começo de Abril.

Quando o assunto é sermos ambientalmente e socialmente responsáveis, costumo bater numa tecla: como publicitários, o que podemos fazer para contribuir socialmente com nossos talentos? Se somos assim tão bons em convencer pessoas e movimentar a opinião pública, por que não nos movemos? É raro termos uma iniciativa que parta de um cliente, temos que propor nós mesmos as melhores maneiras de passarmos isso adiante. Já falei aqui sobre um projeto do qual a Arriba! participou ativamente junto ao valeparaibano e à Urbam sobre reciclagem de jornais. Já fizemos também parte de outro projeto da Urbam quanto ao Aterro Sanitário de São José dos Campos, há quase 2 anos atrás. Agora é a vez de outro projeto desse cliente que será lançado agora em meados de março. No entanto, essas iniciativas ainda não me deixam plenamente satisfeito, fico com a sensação de que podemos, todos no mercado, fazer mais.

Sermos sustentáveis deve ser um preceito de nossas criações. Ela já deve estar permeada na hora da ‘ideia do caralho’. Agir de maneira responsável já deveria partir do princípio de nossos próprios processos criativos, utilizando com mais propriedade os recursos de que dispomos para fazermos comunicação. Onde quero chegar é que não basta utilizar papel reciclado. Indo um pouco mais longe, passo até a questionar se a propaganda como conhecemos do “Beba”, “Compre”, “Faça” e sempre tão impositiva, volumosa e repetitiva tem espaço em meio a uma necessidade da sociedade em se comportar de maneira menos consumista e impulsiva para mais consciente e responsável. Não sou o cara mais ecologicamente correto desse mundo, posso evoluir muito, mas fico imaginando se este não é o momento de revermos também conceitualmente o papel da propaganda dentro da sociedade.

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