CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por mauricio, às 10:00, em o bom o mau e o feio.

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Postado por Gustavo, às 6:00, em artigos.

Por que se paga tão pouco por projetos para a Internet.
Por Michel Lent Schwartzman

Quando a turma profissional de web se encontra para bater papo, um personagem que não falta nas histórias contadas é o sobrinho. Todo mundo que trabalha no meio já se deparou ao menos uma vez com a situação na qual, ao apresentar um projeto e sacar o orçamento, recebeu de resposta: “Mas custa tudo isso? Meu sobrinho tem um Pentium em casa e me disse que faz a página para mim de graça”.

No começo da Internet no Brasil, ninguém sabia a diferença entre o trabalho do sobrinho e o de um profissional. Fazer a tal homepage era uma obrigação mais do que uma necessidade e os clientes sem qualquer entendimento do assunto (afinal, QUEM entendia na época?) procuravam a ajuda de quem inspirava mais confiança. Muitas vezes a tal figura era mesmo a do sobrinho. Fazer uma página, então, era bastante básico e os projetos contavam com recursos limitadíssimos.

Atraídos então pela “simplicidade” do trabalho, pela sedução e hype que a Internet sempre provocou desde seu aparecimento, centenas de profissionais, curiosos e sobrinhos das mais diferentes áreas resolveram trabalhar com a criação de páginas, para ganhar “um troco”. Ao começar a se tornar popular, a Rede gerou uma enorme demanda inicial, por que todo mundo “precisava” estar lá, mesmo sem saber porque.

Milhares de empresas saíram em busca de alguém que pudesse fazer sua página e o mercado de homepages se configurou como um lugar para se ganhar dinheiro “fácil” e rápido, criando um ambiente inchado de pessoas brigando por posicionamento e destaque profissional, trabalhando por qualquer quantia ou muito freqüentemente de graça.

Com o desenvolvimento da mídia e do mercado, o cenário mudou e a evolução tecnológica permitiu o aparecimento de projetos maiores e muito mais complexos, como os Internet Banking, comércio eletrônico, sites baseados em páginas criadas dinamicamente, utilização de áudio, vídeo e multimídia em geral. Para o desenvolvimento destes projetos mais avançados, tornou-se necessária a utilização de equipes multidisciplinares, com especialistas em programação, áudio, vídeo, design, marketing, propaganda etc.. Evidentemente, estes projetos mais complexos com a utilização de equipes multidisciplinares têm seu custo muito mais elevado que as simples páginas estáticas com texto e imagem.

O problema é que, aparentemente, esta cultura de preços baixos somada à falta de compreensão da complexidade dos projetos por parte dos clientes, e enorme concorrência por parte das produtoras, continua a impedir que se cobre corretamente por um trabalho profissional. Hoje, mesmo que se apresente uma descrição detalhada do projeto e equipe utilizada, continuamos a encontrar respostas do tipo “meu sobrinho faz mais barato”.

Mas talvez mais prejudicial do que o sobrinho seja a própria ação predatória das empresas e profissionais que atacam o mercado de Internet cobrando preços irrisórios ou até trabalhando de graça em troca de posicionamento de mercado, exposição ou até mesmo para “aprender fazendo”. Estas empresas e profissionais raramente têm a Internet como sua principal fonte de renda e por isso têm condições de cobrar preços tão absurdamente baixos. Tal cenário tem tornado absolutamente inviável a sobrevivência de empresas que se sustentam apenas com projetos para a Internet, por melhores e mais competentes que sejam.

A cultura de preços baixos criou um patamar difícil de ser alterado e, como conseqüência, mesmo as produtoras renomadas e com grande experiência e portfolio se vêem obrigadas a ficar num patamar de verba impraticável. Projetos de complexidade e valor institucional importantíssimos têm verbas absolutamente irrisórias para seu desenvolvimento. A discrepância entre o valor do trabalho e seu custo é tão grande que chega a representar 1/10 ou até 1/20 do seu valor real.

Em função deste estrangulamento econômico, o mercado de produção para Internet no Brasil tem vivido uma enorme decepção nos últimos meses, e o que parecia ser uma mina de ouro para muitos, tem se mostrado como um ambiente impraticável para se manter uma empresa que viva exclusivamente disso. Mesmo as maiores produtoras do país estão apertando os cintos e, quando podem, diversificando sua área de atuação. Compras de pequenas produtoras por agências de propaganda e provedores de acesso estão anunciadas nas páginas dos veículos especializados e parecem ser definitivamente a única forma de se sobreviver ao momento do mercado.

Mas a certeza de que o estamos enfrentando é um problema conjuntural está na constatação de que a Internet continua a crescer, gerar cada vez mais negócios e cada vez mais se configurar como o mais importante acontecimento da comunicação da história do homem. Mas até a hora em que isto começar a se traduzir para a realidade do nosso mercado e do nosso bolso, o negócio é usar a criatividade e continuar remando.

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Postado por Felipe Balista, às 10:45, em Referências.

O post do Gustavo Gobbato com alguns dos premiados em Cannes Lions Press me fez lembrar de um site que sempre uso para estimular a criatividade e que há um bom tempo não entrava mais. São muitos sites para se atualizar, e sempre um ou outro acaba passando batido. No Ads of the World tem peças impressas, outdoor, tv, rádio, online… Inspiração pra mais de uma vida!

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Postado por Gustavo, às 2:00, em Mercado.

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A Arriba! Comunicação surpreendeu-se positivamente nesta última semana. Concorrendo com mais seis grandes empresas, a agência foi escolhida porAlphaville p ara elaborar a Campanha de Incentivo aos Corretores, lançada em breve.

Em clima de conquista, a Arriba! agradece seus funcionários, os quais diariamente trabalham com muita dedicação e fizeram com que este grande projeto fosse levado adiante e alcançasse o sucesso, como de fato ocorreu. Durante dez dias - tempo limite para a elaboração dos materiais -, todos se empenharam ainda mais, devido ao curto espaço de tempo, visando atingir o seguinte objetivo: ir além das expectativas. Este, a propósito, é um dos lemas da agência.

Mais uma vez, nestes quatro anos de vida, a Arriba! Comunicação comprova seu potencial de mercado, demonstrando estar pronta para novos desafios. Parabéns à equipe e aos diretores Gustavo Gobbato e Daniele Botelho Rojas, que agora, mais do que nunca, transformarão os sonhos de muitos, em realidade.

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Postado por Gustavo, às 6:00, em artigos.

Que atire a primeira pedra quem nunca passou por uma dessas situações.

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Postado por Gustavo, às 2:00, em premiação.

Todos os premiados você vê aqui. Aqui, separamos uma amostra.

Avis - Leão de Prata

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Air Wick - Leão de Prata

Air Wick - Leão de Prata

Papel Higiênico Hakle - Leão de Prata

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Repórteres sem fronteiras - Leão de Bronze

Repórteres sem fronteiras - Leão de Bronze

Volkswagen Caminhões - Leão de Ouro

Volkswagen Caminhões - Leão de Ouro

Inseticida Shieldtox - Leão de Ouro

Inseticida Shieldtox - Leão de Ouro

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Postado por Gustavo, às 6:00, em Criativo Crônico.

Ao contrário do que sempre ouvimos desde a faculdade, de que um cliente insatisfeito passa esse sentimento para 14 pessoas e o satisfeiro para no máximo 4, isso parecia ser antes do ‘vou xingar muito no twitter’. Isso não parece ser o que um estudo lançado pela Faculdade de Saúde Saúde Pública de Harvard parece ter concluído após acompanhar 5 mil pessoas durante 20 anos. Faz mais ou menos um mês que li a coluna do Gilberto Dimenstein que dizia isso: ‘A Felicidade é contagiosa’. O estudo afirma que as pessoas felizes tendem a passar esse sentimento adiante para familiares e amigos. O interessante é que a a forma se assemelha a um contágio. Como se você pegasse uma gripe e passasse aquele vírus pra frente. A tristeza também se alastra mas de maneira menos intensa.

Dimenstein ainda fala que: “esse tipo de informação faz parte de um esforço de Harvard de encarar a felicidade, objeto do besteirol de autoajuda, cientificamente. Daí ter sido criado na escola de medicina a ‘ciência da felicidade’, usando as novas tecnologias para mapear o cérebro. O que se descobre ali é aplicado em hospitais. Ou até em políticas públicas: professores da universidade estão orientando prefeitos a criar um índice de felicidade.”

O estudo chega a ser revelador para nossa área ao prever que quando compramos coisas e temos objetos que queremos, o cérebro responde com menor intensidade, nas áreas responsáveis pela satisfação, do que quando se leva uma vida simples com a natureza, quando estamos com amigos, ou quando manifestamos a solidariedade.

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Postado por Gustavo, às 4:14, em Gôndola.

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