Cobrindo a oferta. De porrada.

Saldão Gamaia

Cartaz

título: Com este preço, a gente cobre qualquer oferta. De porrada.
redação: Eduardo Spinelli
direção de arte: Thaluan Esgalha

direção de criação: Adriano Augusto
agência: Supera Comunicação (São José dos Campos)
anunciante: Gamaia Esportes
atendimento: Suzan Eiko
aprovação: Roberta Maia

Saldão Gamaia

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redação: Eduardo Spinelli
direção de arte: Thaluan Esgalha
direção de criação: Adriano Augusto
anunciante: Gamaia Esportes
atendimento: Suzan Eiko

aprovação: Roberta Maia
webdesigner: Julio Cruz

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17 comentários sobre “Cobrindo a oferta. De porrada.”

  1. Manú Guedes escreveu:

    Direção de arte chutadíssima! Como um “diretor de criação” deixa o “designer” cometer erros crassos como os apresentados na peça? Sombra pra fora do rasgo, como assim? Sem contar o “este”, que poderia ser muito bem substituido por “esse”, pois o preço em questão vem antes da frase na qual a palavra se encontra. Vamos caprichar na revisão, gente!

  2. Eduardo Spinelli escreveu:

    Manú,
    primeiramente gostaria de dizer que toda crítica é bem-vinda e, por isso, já encaminhei sua consideração ao diretor de arte responsável. Quanto à sua crítica de texto, permita-me utilizar uma expressão sua, mas ela foi “chutadíssima”. A regra gramatical é clara: quando o objeto - no caso, “preço” - está perto da pessoa que está falando, usa-se “este”. Agora, se o objeto estiver próximo a quem está ouvindo - não é o caso-, é correto empregar “esse”. Vale lembrar que a Supera é uma das poucas agências, senão a única, a ter uma revisora. Bom, corrigindo o que escrevi lá em cima, toda crítica é bem-vinda desde que pertinente e plausível. Obrigado e volte sempre.

  3. Manú escreveu:

    Disse que poderia ser substituído (não que estava errado). Sabe, deixa a coisa “menos séria”, se é que me entende. Vejo que, além de um revisor, vocês precisam de um “interpretador”.

  4. Manú escreveu:

    Já li um texto seu, no qual, havia uma forte crítica à falta de “criatividade eficiente” na propaganda atual. Na minha reles opinião, um dos fatores que prendem um redator publicitário (não um revisor ou mestre em língua portuguesa) é justamente este: as regras.

    Sem ressentimentos. Aprecio muito o seu trabalho como profissional de criação. Peço perdão se falei o que não deveria… (reticências pode?)

  5. Luiz escreveu:

    Tá vendo o mal q o Pasquale faz pra esse povo…rs. O papo tava indo bem, o espaço é livre pra críticas também, mas “interpretador” forçou né?….rs Vou pedir o colírio alucinógeno do Macaco Simão emprestado…rs.
    *Manú, demorou pra vc mandar um trabalho seu pro info@ccvp.com.br.

  6. Gustavo Gobbato escreveu:

    Este que vos fala (ou seria ‘esse’, ou seria ainda que ‘os escreve’?) possui profunda dificuldade no uso dos pronomes demonstrativos. Dessa maneira, não me atrevo a tecer comentário sobre a correção gramatical da peça. Quando fui à última exposição (é com crase?) do CCSP na Panamericana, um amigo que estava comigo percebeu que uma peça premiada da Lew, Lara tinha um erro de português mais crasso que esse (ou seria este?). Era uma frase com sujeito no plural e um verbo sem sua flexão. Caso o amigo criativo fique curioso, o erro era “Eles vem…” ao invés da correta grafia “Eles vêm”. Erros de re visão (ops), todos podemos cometer, mais (olha, de novo) não podem ser tratados com acinte, ironia, ou interpretados com leviandade proposital ou não. Quando colocamos nossa opinião ao público, especialmente ao crivo de outros profissionais, devemos fazê-lo (ou seria ‘fazê-la?) com humildade (com ou sem ‘h’?), com critério e com a intenção de fazer com que nossos colegas e o mercado possam evoluir. Vendo do ponto de vista de um Diretor de Criação, percebo que os detalhes apontados, especialmente na direção de arte, poderiam ser evitados com orientação, algo que na correria das pastelarias em que as agências se transformaram realmente pode ser fácil ter passado batido. Quem dera se você, Manu (com ou sem acento? Oxítona terminada em ‘u’ é acentuada?), pudesse estar lá para poder olhar essa peça e orientar quem a fez. Espero que, para isso, tenha o discernimento e compreenda a responsabilidade dessa função (desta? dessa? Ah, jà encheu o saco…) de poder motivar este profissional e desenvolver seu potencial, sem destruí-lo ou interrompê-lo em seu processo de amadurecimento.

  7. Matheus Nerosky escreveu:

    Saí por alguns minutos e quando voltei a coisa aconteceu. Tomou proporções que eu jamais imaginei. Conclusão: Ótimo! É um sinal que temos gente antenada e ao mesmo tempo receptiva ao aprendizado.
    Não pretendo ser mediador e muito menos moderador, porque nossa intenção é promover um espaço colaborativo (o que alguns chamariam de 2.0). Por isso, publicamos todas as peças, comentários e artigos que são enviados para o Clube.
    “Ué, não tem alguém que filtra isso?”
    Claro que tem. Ou você veria comentários lhe chamando para clicar em links para compra de viagra, cialis ou produtos para o aumento significativo do órgão reprodutor.
    Mas quando a discussão é saudável para o crescimento do mercado, nada mais pertinente do que abrir a sala e deixar acontecer a discussão. Isso é construtivo e transparente.
    A única observação que faço aqui é sobre a participação de todas as agências. Todas foram convidadas mas poucas são as que tem coragem de colocar as peças para tomar porrada. Das últimas peças postadas só contamos com a participação da Arriba! e Supera. Infelizmente, se esperássemos pelo menos metade das 150 agências da região enviarem seus trabalhos, o CCVP estaria parado.

    Pra finalizar:
    É legal criticar, sugerir e discutir? Sim, é perfeito pra evolução, crescimento e fomento.
    Enviar peças, artigos ou conquistas? Seria ótimo, mas falta coragem!
    Reforço o pedido do Luiz: enviem as peças. Se algo não estiver legal, todos podem ser ajudados.
    Estudantes também. Que tal enviarem suas peças ou portfólio para o mercado comentar? Pelo menos é uma ajuda que o mercado pode oferecer pra vocês.

    Chega. Por hoje é só, p p pe-ssoal.

  8. Eduardo escreveu:

    Agora vou dar minha opinião de dono de agência (web, não tradicional).
    Eu gostaria de ter trabalhando comigo o Thaluan , o Eduardo e o Adriano (conheço os 3) pelo talento que demonstram nessa e em todas as peças que corajosamente postam aqui. Não são todos que dão a cara prá bater e temos de aplaudir de pé quem o faz.
    Também gostaria de ter o Gustavo por aqui, amigo de velha data e de muitas latas de cervejas passadas, presentes e futuras, pela capacidade intelectual cima de qualquer média de fazer um texto tão perfeito como o do comentário dele. Humor e classe digno de uma tese.
    Não conheço o Manú (ou se conheço não estou ligando o nome à pessoa), mas provavelmente também gostaria de ter ao meu lado alguém que tivesse olho clínico para detectar erros, enganos, esquecimentos e pisadas de bola. Tomara que eete olho clínico exista para todas as peças produzidas (principalmente as próprias).
    O que não gostei no post do manú foi a crítica azeda e gratuita do tipo “direção chutadíssima” e principalmente os cargos diretor de criação e designer entre aspas. Tudo que foi dito depois, perdeu o sentido perante estes termos e símbolos.
    Por conhecer o trabalho deles , posso dizer de boca cheia. Ao invés de usar aspas deveria ter usado maíúsculas, sublinhado, itálico e negrito pela criatividade. garanto que a Gamais pensa como eu.
    Não sou publicitário (sou formado em ciências da computação), mas por estar trabalhando neste mercado e com quase todos profissionais de todas as agências daqui nos últimos 10 anos, acho que já tenho uma certa bagagem prá dizer quando uma peça é criativa e se presta ao que se destina. E posso elogiá-los sem medo até porque a supera é uma das pouquíssimas agências que ainda não trabalharam em conjunto conosco.
    Gostaria de ter lido coisas do tipo “idéia bacana, super-criativa, bela analogia, etc”, (mesmo questionando possíveis erros de português, sombras ou fantasmas) ao invés de buscar chifre em cabeça de cavalo , colocando termos entre aspas.
    Pro pessoal do CCVP, a Phocus vai mandar em breve várias coisas “diferentes” (sim, entre aspas) que fizemos. Só falta tempo para escrever a ficha técnica.
    Desculpem a Bíblia, mas fazia tempo que um post não me deixava puto….

  9. Filipe Annechino escreveu:

    O layout também não me agradou por completo. Mas, como muitos já devem saber (e ter sentido na pele), 90% dos jobs que aparecem possuem um prazo clássico: PARA ONTEM!!! Isso torna a vida do pessoal da criação um verdadeiro inferno!

    Eu pego muito bem com o trabalho do Thaluan, suas ilustrações possuem muita personalidade!

    Concordo que devemos falar muito do que pensamos, mas o Manu não precisava ter feito isso de forma deselegante! A gente tá no mesmo barco, pô!

  10. Jair escreveu:

    Olá pessoal, muita coragem desse(a) Manú Guedes, parabéns.
    Parabéns pela coragem da dupla também de postar o cartaz. Acredito que a peça cumpre a função. Apesar de achar que pelo simples fato de mencionar a concorrência, parece que o anunciante está mais preocupado com ela do que com a satisfação do cliente. Lembram-se do episódio “a concorrência vai tremer” feita pelo SBT? Um fiasco.
    Sou contra o “não gostou, faz melhor”. Acho que a crítica bem fundamentada pode vir de qualquer um, afinal o consumidor não precisa entender nada de direção de arte ou redação, mas a propaganda é pra ele. A direção de arte pode melhorar, por exemplo o texto todo em itálico fica chato de ler, ainda mais usando Myriad (a fonte da vez) em que o “o” e o “a” se confundem… pra falar a verdade nem precisava do texto, é um cartaz, certo? Quase ninguém vai parar pra ler todo o texto.
    Ainda vou separar alguma coisa pra mandar pro povo descer a lenha (rs).

  11. Josué Brazil escreveu:

    Vou dar palpite e, juro, sem fazer discursso de pofessor. O que poderia muito bem fazer aqui!
    A peça é boa. Ponto final! Atire a primeira pedra quem nunca errou um lay-out ou um texto.
    O ponto principal aqui é: APRESENTAR E DISCUTIR IDÉIAS QUE VALORIZEM O MERCADO E SEUS PROFISSIONAIS.
    Não tenho procuração para defender ninguém, mas pra mim o Spinelli é um cara acima de qualquer suspeita e, pior (ou melhor?), acima da média.
    O profissionalismo e a união em torno da causa comum de valorização de nosso mercado e de nossos profissionais é que devem prevalecer.
    Concordo com outros que aqui postaram: há maneira e maneiras de expressar sua opnião. Firmeza de ponto de vista, opnião própria e crítica podem e devem coexistir com educação e elegância.
    E vou incentivar meus alunos - que erram e muito - a postar peças aqui.
    E viva a criação publicitária do VP.
    Abraços cordiais a todos!

  12. Luiz escreveu:

    Aê, parece que vamos ter novas peças por aqui. Mas deixo um lembrete para quem vai postar: se você espera só elogios, não poste num blog; e outro pra quem vai comentar: quem é da área sabe o que a gente passa pra conseguir finalizar uma peça, desde pitacos do cliente até o prazo apertado.

    Mas simbora minha gente, vamos postar e comentar. Manu e todos vocês, voltem mais vezes.

    agora uma opinião pessoal: as críticas procedem, mas acho q devemos esquecer esse purismo linguístico. Agora vão homogenizar a língua portuguesa como se fosse um sanduíche de fast-food, então, quem escrever assembléia no futuro com acento é burro? Se o “esse” ou “este” estragar a sua peça, é porque ela tá muito fraca. Sou redator, casado com uma revisora e tradutora, manjo pracaralho de português, estou escrevendo em internetês, mas acho que a grande questão na publicidade não está aí.

    Abraços a todos.
    Parabéns aos prós e contras, eu declaro vitória da publicidade.

  13. Marcos Teles escreveu:

    Quem sabe em breve teremos massa crítica para um anuário.

  14. Eduardo Spinelli escreveu:

    Manú,

    Gostaria de deixar claro que a questão aqui não é O QUE você falou, mas sim COMO você falou. Eu, particularmente, adoro polêmica e odeio unanimidade. Não gosto que puxem o meu saco, mas também não gosto que o apertem. Dificilmente, um comentário como o seu, descabido, tiraria o meu sono. Sou macaco velho, tenho quase dez anos de carreira e não é a primeira vez que levo “porrada”. Fiquei preocupado sim com o impacto que isso poderia ter nos estagiários que trabalham na minha equipe, nos estudantes de comunicação e nos futuros publicitários que virão. Para falar a verdade, toda esta discussão, no final das contas, só trouxe coisas boas: promoveu uma discussão rica de idéias, despertou o interesse nos criativos em manifestar suas opiniões (caraca, até o Jair resolveu aparecer), aumentou o número de visitas ao site do Clube e, principalmente, gerou recall e visibilidade para o nosso cliente. Ou você acha que as pessoas não vão comentar que a postagem que mais gerou “porrada” (no bom sentido, é claro) até hoje aqui no CCVP foi, ironicamente, a peça “Porrada” da Gamaia? Sobre o que você falou de eu ficar preso a regras, discordo. Caso contrário, eu não teria escrito o coloquial “pra” no lugar de “para”, na primeira frase do texto. Odeio puritanismo. Odeio norma culta. Mas como já disse o Professor Pasquale, para subverter as regras, é preciso, antes de mais nada, conhecê-las.
    Só para finalizar: na próxima vez que uma peça minha entrar aqui no CCVP, provavelmente o meu nome estará no item “diretor de criação”. Por isso, o meu grande desafio daqui por diante será brigar diariamente para que erros como este (sim, “este” e não “esse”) não se repitam.
    Manú, apesar de termos começado mal a discussão, acredito que ela terá um final feliz. Sem ressentimentos, sem mágoas e, principalmente, sem perder o respeito um pelo outro. Um grande abraço.

  15. Dani Botelho Rojas escreveu:

    Olá,
    Minha praia não é Redação e nem sou de Criação. Afinal, o que é criação?? Conseguir layoutar (ops, vão me detonar no português), ou ter idéias brilhantes?!
    Bom, acredito no profissional de Criação Completo, que sabe absorver o mais importante de uma criação - desenvolver uma peça criativa, original e que traga RESULTADO ($$$$$) para o cliente. É muito legal vermos peças perfeitas e premiadas, mas o mercado precisa de peças que, além disso, tragam retorno para o cliente. Melhor ainda se o resultado vier antes dos prêmios!! Esse é o caminho para continuarmos “educando” o empresariado de como podemos fazer diferença na vida deles e que toda empresa PRECISA ser assistida por uma agência.
    Dú Spinelli, adorei a peça e acredito que o consumidor ficou com uma super vontade de ir na GAMAIA consumir.
    Gustavo Gobbato, meu sócio querido, infelizmente, quando escrevi este comentário, vc não estava por perto para me ajudar na correção, então espero que conteúdo sobreponha as possíveis falhas.
    Finalizando, ARRIBA! (olha o jaba rolando)… Tá todo mundo se mexendo, falando, crescendo… Isto é lindo!!!

    Bjs,
    Dani Botelho Rojas.

  16. Alex Gonçalves escreveu:

    Conheço quase todos os envolvidos na discussão, pessoalmente ou via Internet.
    Gostaria, e muito, de trabalhar ou voltar a trabalhar com eles.
    Fico chateado quando as críticas negativas geram mais repercussão do que uma crítica positiva. Este será o 16º comentário.
    Houve deselegância na crítica, especialmente o uso dos sinais.
    Vida longa aos corajosos.

  17. Sandro Mendes escreveu:

    É, bem, o q mais posso dizer? Acho q é isso mesmo. E caso, alguém, discorde, favor postar aqui sua posição contrária. A minha é claro, não a tudo escrito acima, por favor.
    Abs a todos.

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