CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Marushio, às 11:31, em Criatividade, Referências, Vida de Freela.

Já falamos sobre o que é ser um freela, sobre a relação freela x agência e sobre administração de grana.
Só burocracia hein.

Hoje vamos falar sobre um assunto mais interessante: inspiração.

Lógico que o tio sukita vai começar enchendo o seu saco, meu querido freela leitor. Senão isso aqui fica igual sua mãe falando que tu é lindo e perfeito…

E cá entre nós, quando tu sai da vida de proletário em uma agência ou escritório, pra se tornar freela, é porque quer eliminar a necessidade de babar ovo pra ser socialmente aceito. Entre outras razões já explanadas nas outras semanas. Agora vamos ao que interessa.

Para que seu trabalho como freelancer seja reconhecido, não basta apenas cumprir prazo. Isso e básico. Você precisa apresentar trabalhos inspiradores. E pasmem, tu precisa estar inspirado pra inspirar alguém (aqui imaginem o emoticon de msn: /sacou?)

E não adianta tu ficar assistindo tv o dia todo e achar que está absorvendo info importante pro seu trabalho.
Pode ser que assista algo inspirador sim. Mas jovem, milhões estão assistindo o mesmo que você.
Logo, nada que tu apresente, inspirado nesta mesma grade de programação, será novidade.
E o videogame nem se fale, a mídia entrou no título desta coluna porque sou fanfarrão…

Lembra quando tu era funcionário, olhava pela janela o tempo passar (quando tinha a sorte de ter uma janela perto) e ficava imaginando quantos livros poderia ler com o tempo livre, quantas exposições poderia visitar e quanta gente interessante poderia conhecer? Surpresa!!! Agora tu pode fazer tudo isso!!!!!!

Sim, é verdade. pode sim. Basta programar teus horários e administrar os prazos dos jobs.

Maru, meu rei (sotaque baiano). Já que não vou me inspirar na HBO. Quais são as fontes de inspiração, sabichão?

Em São Paulo, temos uma agenda de eventos e cursos muito interessante. Citando alguns:

- Pixel show: design, arte, fotografia, ilustração, arte de rua, moda e cinema

- Cut&paste: aconteceu pela primeira vez em 2010. Mas certeza que vai se tornar um evento anual concorrido

- Festivais de cinema: praticamente o ano todo tem opções. Boas opções. Dá pra fugir d carta marcada de hollywood com as mostras internacionais

- Mostras e workshops nas faculdades como Unitau, Belas Artes, ESPM, FAAP sempre são muito interessantes

- Vale ver também a grade de cursos rápidos de várias instituições, desde a escola de arte Quanta, Senac, Melies, até a miami ad school

- Os centros culturais e unidades Sesc oferecem ampla gama de exposições e shows. E é free, na maioria das vezes. Vai na fé!

Você ainda pode acompanhar alguns sites bem interessantes para conhecer o calendário de cursos da região e de fora, além de peças inspiradoras, olha só:

- ideia fixa
- CCVP
- Design on the rocks
- Amenidades do design
- CCSP

Não desligue ainda, pode ver o que outros profissionais fazem em sites de portifolio como:
- Behance
- Devian art

Citei alguns, mas existem muitos outros. Siga no twitter o máximo de gente interessante da área que puder. Faz diferença.

E não esqueça dos livros. Ah, nunca vou substituir um bom livro de design por sites. Sentir o cheiro do papel e ver a qualidade de impressão te leva a outro patamar quando se fala em arte.

Revistas como Computer Arts, Zupi,  livros de arte e livros de design são muito indicados pra tu ficar antenado. E também publicações online como a DrogaMag que é free e super bacana.

E olha que estou citando bem poucas referências. Mas, só isso, já te dá um repertório bem mais rico do que a sua tv.

Imagine tu buscar, realmente, se ocupar durante o ano com inspiração? Não faltam opções.

Acordou campeão?

Vou deixar uma inspiração pra vocês:

Thought of You from Ryan Woodward on Vimeo.


Twitter: @marushios

Se quiser acompanhar as dicas da coluna, todas as segundas:
Vida de Freela

Freelancer = EUgência?

Administrando a grana

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Postado por Laila Lafloufa, às 6:00, em Referências, artigos.

Como parte de um amplo projeto de reposicionamento da rede de lojas Gamaia, a Cabrillano criou e a GPM produziu, num trabalho de intensa parceria, um filme de 1 minuto (com versão 30″) para lançar o novo conceito da rede: “Gamaia. Sua melhor marca.”

Ficha técnica
Título: “Marcas”
Peça: Filme 60″ (versão 30”)
Cliente: Gamaia Esportes
Agência: Cabrillano
Direção de criação: Zecka Miranda
Criação: Tiasley Silva, André Almeida, Rafael Carvalho
Atendimento: Suzan Eiko
Produtora Vídeo: GPM Imagens Especiais
Direção: Leandro Pinna
Edição, finalização e sound design: João Pinotti
Produção: Maíra Goulart e Tássia Nicolau
Trilha musical: Digimax
Aprovação: Roberta Maia, Anderson Garcia, César Souza, Wellington Souto

VT 60” :

VT 30”:

Muito interessante este vídeo, e muito marcante. Pena que tiveram que diminuir para 30 seg.

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Postado por Felipe Balista, às 2:59, em Referências.

A Volkswagen, afim de apresentar sua tecnologia bluemotion (que reduz a emissão de CO2), decidiu também demonstrar sua responsabilidade ambiental produzindo um comercial com a reutilização de materiais e emitindo a menor quantidade possível de CO2. Uma ideia muito bacana que vende a tecnologia e apóia a sustentabilidade.

Aqui você pode ver algumas fotos do making-of.

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Postado por Gustavo, às 6:00, em Criatividade, Criativo Crônico, Mercado, Referências.

lightmyfire

Um reflexo de que o mercado está aquecido pode ser visto por meio das várias vagas de emprego publicadas aqui no próprio CCVP. Boa parte das agências da região já publicou ao menos uma por aqui recentemente. Em uma roda de publicitários (que acontecem muito mais no mundo virtual do no que real), o papo é que trabalham demais, viram madrugadas e finais de semana trampando como nunca, porque simplesmente não tá dando. Se antes havia um cenário de contas com freio de mão puxado, agências fechando as portas ou se fundindo, a impressão é de que a economia regional está despertando novamente. Aí eu faço uma pergunta: mais aquecimento significa mais inovação? Por mais que o cenário seja favorável, veremos mais pastéis de vento ou mais trabalhos ‘do caralho’?

Tradicionalmente os anos pares são mais favoráveis ao mercado publicitário com Eleições e Copa do Mundo / Olimpíadas, mas uma vez que o mercado publicitário regional se sustenta por meio do tripé varejo-contas públicas-imóveis, percebemos que o eixo anda respirando bem, obrigado. O varejo parece, entre os três, ter sido o menos afetado pela crise, uma vez que diversos segmentos sofreram incentivos e por sentirem que sem anunciar, um mínimo que seja, não vendem. As contas públicas precisam utilizar o restante das verbas dentro do período permitido antes do início do período eleitoral, logicamente, e sem querer querendo, impulsionarem os candidatos de seus respectivos partidos. E o mercado imobiliário? Dá uma olhada nessa notícia do Estadão:

Venda de imóveis cresce 80% em um ano e já provoca alta de preços

“(…) Impulsionados pelo crédito farto e longo, pelo crescimento da renda e do emprego, pelo programa habitacional do governo e também pela volta de investidores ao mercado imobiliário, os resultados de vendas, lançamentos e financiamentos atingidos nos primeiros meses do ano são surpreendentes. As taxas de crescimento já superam a casa de 80% na comparação com 2009. “Foi o melhor começo de ano desde 2004″, afirma o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Com a ascensão social das classes de menor renda, (…) agora está realizando o sonho da casa própria, diz.” Veja mais aqui.

Vendo esse crescimento todo e tentando responder a pergunta lá de cima (e torço imensamente para estar errado), sou um pouco pessimista. Apesar de lutar para inovar, acredito que o ‘espírito da pastelaria’ irá prevalecer. Não é por isso que se deve fazer qualquer porcaria, pelo contrário, se não existe riqueza de conteúdo ou de conceito, a peça tem que ser ao menos linda e de bom gosto impecável. Se vai ser pastel, tem que ser o melhor pastel que o cliente já teve na vida, caprichado e com um baita recheio. Tiro essa conclusão ao pensar que a aceleração do mercado automaticamente exigirá uma agilidade natural dos prestadores de serviço envolvidos nisso, inclusive nós. Explicando melhor: sabe quando um músico arrebenta de vender com um sucesso, corre pra fazer um monte de shows e gravar um CD logo em seguida? Então, se o mercado se acelera, ninguém é trouxa de deixar a onda passar e quer aproveitar enquanto é tempo. Para isso, vai ter que colocar produtos no mercado com mais rapidez para atender a demanda. Nesse ritmo, não só clientes vão correr atrás do timing, agências e todas as outras envolvidas no processo (gráficas, fornecedoras de comunicação visual e camisetas, produtoras de áudio e vídeo) deverão todas se adaptarem a essa realidade em que se deverá entregar a melhor qualidade possível dentro do tempo que existe disponível se quiserem sobreviver.

Dá uma olhada nessa idéia dos hermanos argentinos. A gente os odeia, mas é preciso tirar o chapéu pros caras. Contar é estragar a surpresa. Quem está lendo aqui vai querer me matar e dizer que uma idéia assim precisa de meses, com o que concordo. A lição que deve ficar é que para inovar, devemos ter idéias muito ajustadas ao perfil de comportamento do consumidor, para que se surpreendam e se identifiquem, independentemente de formato ou mídia. A idéia tem que ser inquestionável de tão adequada, como essa para a cerveja Los Andes. O cliente precisa ser um cego pra não ver que essa idéia traria resultado. A chave é entendimento e compreensão para ir na veia. Quanto melhor a gente entende uma pessoa, mais fácil e mais liberdade temos para fazer isso. Ou você zoaria um desconhecido? A cultura do brasileiro é não planejar mesmo, ponto final. Os prazos serão curtos e por isso não adianta chorar. Para sermos os mais criativos o possível precisamos estar abastecidos ao máximo de referências, cultura e dados para encurtar o período que a idéia fica encubada na nossa cabeça e, como ouvi em uma entrevista do Bruno Mazzeo, fazer com que a inspiração nos encontre trabalhando.

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Postado por Luiz Carioca, às 10:14, em Cultura, Referências, artigos.

Mais um artigo seguindo a linha “Imprima uma cópia e coloque na mesa do seu chefe“.

Não me lembro a fonte, mas um tempo atrás, fiz um benchmarking sobre briefings e consegui esse guia. Sei que este é um Clube de Criação, mas esse guia pode salvar vidas, campanhas e contas. Enviem para o atendimento e torçam para que ele faça bom proveito dele.

STATUS
( )Estudos preliminares ( )Planejamento ( )Layout ( )Alteração

TIPO DE JOB
( )Novo
( )Refação ( )Alteração ( )Desdobramento - nº PIT de referência _________

1. ANÁLISE DA VIABILIDADE DO PROJETO
Estudo da possibilidade de viabilização do projeto, dentro das expectativas do cliente. Devemos fazer um filtro das solicitações, enquadrando o PIT, ao que é possível, analisando e sugerindo novas ações a fim de termos um foco nas ações com maior probabilidade de efetivação.

2. HISTÓRICO DA NECESSIDADE
Por que o cliente precisa deste trabalho, qual o objetivo da ação. Qual o problema a ser solucionado neste trabalho.

3. OBJETIVO DA COMUNICAÇÃO
Como a peça vai contribuir para que o objetivo seja atingido. O que se espera do desenvolvimento da(s) peça(s).

4. PÚBLICO-ALVO
Público-alvo deste job (principal, intermediário e secundário quando houver), características, perfil.

5. INSIGHTS-CHAVE PARA O CLIENTE
O que o consumidor pensa sobre a marca e o que queremos que ele perceba com a comunicação deste job.

6. MATERIAIS E MEIOS / MÍDIA / REGIÃO DE ABRANGÊNCIA / LOCAIS DE ENTREGA
Quais os materiais e meios de comunicação, programação, veículos… Informar o que já está definido sobre a mídia, ou o que está sendo levantado e/ou discutido, bem como forma de armazenamento e transporte das peças e ou das embalagens.

7. O QUE DEVE SER DITO (é o item mais importante do briefing)
Foco: frase que resume o que a comunicação precisa dizer/deixar ao cliente. É a promessa principal.
à Argumentos: diferenciais e características da marca e/ou produto que está sendo trabalhado.

8. TOM DA COMUNICAÇÃO
É o estilo que a comunicação deverá ter neste job específico: sério? bem-humorado? irreverente? emocional? Importante: aqui deverá ser sinalizado se a peça deverá dar continuidade a uma linha criativa já desenvolvida e usada em todos os jobs da empresa ou se deve partir para um novo caminho (e direcionar então este novo caminho).

9. PERSONALIDADE DA MARCA
Como a marca está posicionada e quer ser percebida.

10. OBRIGATORIEDADES | LIMITAÇÕES | POLICES
Tudo o que deve aparecer, tudo o que não deve aparecer, o que evitar, o que valorizar, informações necessárias e indispensáveis. Entram todas as informações que não podem faltar na comunicação: conceito, packshot(s), endereço, telefone, informações jurídicas, slogan, endereço eletrônico…

11. DIRECIONAMENTO DO TRABALHO
Neste campo entra o detalhamento das informações área-a-área: o que esperamos do planejamento, criação, mídia, produção gráfica e eletrônica, Connect, Promo, MA e detalhamento, quando houver, das peças que compõem o projeto, número de pontos de vendas, quantidade de produção de cada item, etc.

12. PEÇAS E FORMAS DE APRESENTAÇÃO PARA O CLIENTE
Peça(s) que precisa(m) ser desenvolvida(s) e forma de apresentação (impressas, jpg, pdf…)

13. CONSIDERAÇÕES RELEVANTES
Todas as informações que não estão diretamente ligadas à construção da idéia, mas que tem interferência direta no projeto: verba disponível, timing de lançamento, definição do produto, identidade de marca do cliente, cores padrão, formatos trabalhados, quantidades a serem realizadas, número de pdv’s atingidos, fornecedor recomendado….

14. PRAZOS
Na elaboração do PIT, cabe ao atendimento informar as datas pré-definidas com o cliente (prazo de apresentação, prazo de lançamento, início da mídia…), sempre após a discussão com o tráfego que irá propor o melhor prazo.

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Postado por Marcos Teles, às 8:50, em Criatividade, Cultura, Referências.

A cabeça de Steve Jobs (Abril de 2008)

A cabeça de Steve Jobs (Abril de 2008)

Época Negócios Capa (Maio 2009)
Época Negócios Capa (Maio 2009)
Anúncio da Universidade Mackenzie (Maio de 2009)

Anúncio da Universidade Mackenzie (Maio de 2009)

Anúncio da Universidade Mackenzie (Maio de 2009)
Anúncio da Universidade Mackenzie (Maio de 2009)

O design da capa do livro “A cabeça de Steve Jobs” (Inside Steve’s Brain) de Leander Kahney, feito pelo designer gráfico Daniel Lagin aparentemente teria inspirado o meio editorial e a propaganda brasileira.

  • A cabeça de Steve Jobs (Abril de 2008);
  • Época Negócios (Maio de 2009);
  • Anúncio da Universidade Mackenzie (Maio 2009).

É uma prova de que para o designer e o diretor de arte a inspiração pode vir de qualquer parte.

O curioso é que a capa da revista Época Negócios e o anúncio da Universidade Mackenzie saíram na mídia no mesmo período.

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30 set

Você sabia?

Postado por Luiz Carioca, às 8:18, em Referências, filmes.

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Postado por Ale Santos, às 5:23, em Blogroll, Referências.

blogday

Hoje é dia internacional dos Blogs, o Blogday. O CCVP não podia ficar de fora desta e para comemorar, aqui vão algumas indicações de blogs da região:

Brechó do Carioca

Um brechó, uma bagunça. uma válvula de escape. um canal alternativo de comunicação. poesias, devaneios, filosofia, cotidiano, mundo e unas cositas más, by Luiz Carioca.

Plug Anhanguera

O Blog do curso de Comunicação Social da faculdade Anhanguera de Taubaté. Além de ter atualidades e cases o blog é uma ferramenta importante de comunicação entre os alunos e a coordenação.

Um Criativo na web

Web, interatividade e novas mídias na visão de um jovem criativo do Vale do Paraíba.

Publiloucos

No Publiloucos você fica antenado com as novidades da propaganda, com ênfase no Vale do Paraíba

Rabiscando idéias

Lápis, Caderno e comunicação é o lema deste blog, criado por uma jovem redatora do Vale do Paraíba. Focado em redação publicitária e criação.

Bom estas são as 5 indicações de blogs para o BlogDay, quem tiver mais indicações pode nos enviar ou postar aqui nos comentários. Quem quizer participar desta iniciativa visitem a página oficial do Blogday.

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