CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Luiz Carioca, às 8:03, em Emprego, Mercado.

O texto abaixo foi retirado do BLOG FALANDO NISSO. Se quiser ler tudo e entender melhor a história, CLIQUE AQUI.


“Caro Delfino,

Agradeço suas palavras e deixo você com alguns conselhos, se me permite:


1- Publicidade e marketing são ferramentas do demônio. Elas trabalham com mentiras, meias-verdades, manipulação e intriga. Fazem com que pessoas normais se transformem em trabalhadores sem vida social e de bom humor, pois somos tolos deslumbrados.

Se você está no início (e você está), toda uma vida de sucesso e fracassos profissionais lhe aguardam e duas opções são certas para o seu futuro no ramo: ou você cria casca, malícia e uma noção de moral e ética particular inerente à profissão ou você vai pra casa chorando com o pulso do mouse dolorido ou a orelha quente de tanto ficar ao telefone. É bom saber isso antes do que depois. Assim você não incomodará nenhum de seus também atarefados colegas com frases como “Se eu soubesse que seria assim, teria feito jornalismo”. É feio isso.


2- Se você pensa que dar o melhor de si é o suficiente para conseguir uma promoção nesse ramo, pense novamente na sua estratégia. Dar o melhor de si não basta. É necessário que você também faça com que os outros ao seu lado dêem o melhor de si.

Force-os a tal se possível. Isso pode levá-los à beira da loucura, porém se quando você não está presente os outros trabalham menos é sinal que você é realmente importante para a empresa e pode ficar um pouco mais tranquilo em relação ao seu cargo. Não o futuro cargo, mas o cargo atual (que é o que você realmente deveria estar preocupado).


3- Quase todo publicitário já foi jovem e cheio de idéias como você. O que aconteceu com eles? Você. Todos os anos um exército de recém ou quase-formados tornam-se estagiários sem experiência que precisam de treinamento. Uma vez que a empresa se desgasta treinando esse indivíduo, ele vai embora para outra empresa e todo aquele serviço foi em vão para a empresa, que investiu em um funcionário sem compromisso com seu empregador.

Imagine se um dia você conseguir o tão sonhado cargo de gerente. Imagine! Finalmente colocar em prática todas aquelas idéias! Imaginou? Pois bem. Hora de treinar os estagiários. Logo logo você notará que não tem mais tanto tempo para sonhar ou ter idéias. Meu conselho é anotar tudo, dar algumas idéias para os outros tocarem de vez em quando e ficar na sua. Se quiser fazer mais, faça no seu horário livre. Ah! Você não terá horário livre. Paciência então. Fica o conselho real agora: Saiba trabalhar o seu tempo profissional e pessoal. Parece idiota, mas se você der mole será consumido completamente por um dos dois.


Eu escreveria mais, mas a sua geração não gosta de ler.

Abraços e bom futuro.”


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Postado por Matheus Nerosky, às 2:20, em Destaques, Mercado, Referências.

giveme

Criado pelo diretor de cena e artista plástico Dácio Bicudo, com direção de arte de Guto Lacaz, reúne cerca de 1700 logos (com links) de produtoras e agências de publicidade do Brasil, além de 1.000 links de grandes anunciantes.

 

Organizado por segmentos, o Give Me tem como objetivo facilitar a busca de agências, produtoras e fornecedores no mercado publicitário.”

 

Vale a pena conferir

Se quiser incluir sua agência ou produtora, envie um email para atendimento@giveme.com.br

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Postado por Marcos Teles, às 12:33, em Criatividade, Cultura, Mercado, Referências.

CP+B
Confesso que costumo apagar os e-mails da Meio&Mensagem, justamente, como vocês podem imaginar, a velha desculpa de sempre: tempo. Mas agora a noite um e-mail chamou minha atenção e vou compatilhar com vocês.
Tratavasse de um convite para visitar o blog da editora da revista que está fazendo um “mochilão” pelas principais agências do mundo. CP+B, Mother, StrawberyFrog … e o nomes seguem.
Sou suspeito para falar, mas gostei muito do site. Gosto muito do tema. Gosto de saber como as empresas se organizam para potencializar sua ciratividade, não necessariamente agências de propaganda.
Segue o link:
http://www.meioemensagem.com.br/diariodebordo/propagandaeinovacao/

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Postado por Luiz Carioca, às 12:07, em Criatividade, Mercado.

Você acredita que um logo pode influenciar no sucesso de uma empresa? Quanto ele influencia? É um caso a se pensar, ainda mais agora que encontrei um site onde mostra as outras opções de logos do Google. Eu acho que não foi difícil escolher, gosto da atual, mas sabe como é, cliente é um perigo, às vezes surpreende todo mundo. Veja as outras opções de logo para o Google aqui.

3_logo_predesign.jpg

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Postado por Luiz Carioca, às 6:37, em Mercado, filmes.

E como vai a relação entre a sua agência e o consumidor? No interior se usa muito outdoor e jornal, será que é isso que os seus consumidores querem/gostam? Será que é a melhor maneira de chegar até ele? Às vezes é. Então, vejam o vídeo abaixo, e que cada um tire a sua conclusão.

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Postado por Luiz Carioca, às 1:36, em Blogroll, Mercado.

Retirado do blog DWD:3

Escrito por Luli Radfahrer


1. Ofereça consultoria gratuita - as pessoas só são capazes de reconhecer o valor das coisas que lhes são familiares. Para quem não é um Gourmet, o preço de um bife Kobe sempre será abusivo. Como não há uma educação formal em design, comunicação visual e interfaces digitais, muitas vezes o seu cliente não faz idéia do trabalho que dá aquilo que ele pede - e a hora do aperto não é um bom momento de discutir, pois vai parecer desculpa esfarrapada. Para evitar isso, você pode recorrer a uma iniciativa muito mais simpática: marque reuniões e seminários educativos com seus clientes (reais ou potenciais) e, neles, explique, de uma forma bastante simples, clara e objetiva, seu processo de trabalho e, nele, o trabalho envolvido em cada tarefa, das mais simples às catastróficas.


2. Seja confiável - não apavore seu cliente. Cuidado com o que você fala, com a forma com que se apresenta, e, principalmente, com preços e prazos. Uma iniciativa em comunicação serve para construir uma imagem, por isso depende muito da confiança de ambas as partes. Se ele não sentir que pode colocar sua marca (vale relembrar que ela é o bem mais precioso de uma empresa) nas suas mãos, certamente não o fará. E só o chamará para trabalhos que não recheiam o bolso nem o portfólio.


3. Colabore - com o cliente, com seus colegas, com a concorrência, com profissionais de áreas relacionadas. Aquele fotógrafo precisa de um site? Faça na camaradagem, seja solidário. Se você pretende atuar por muito tempo na sua área, saiba que quanto mais amigos tiver, melhor será seu ambiente de trabalho e a qualidade das coisas que você fará. Isso sem contar a possibilidade de algum colega dar uma boa ajuda ou até arranjar algum cliente pra você, só porque você lhe deu um apoio descompromissado há tanto tempo que nem se lembra.


4. Seja coerente - não importa se esta ou aquela tendência de mercado são verdadeiras minas de ouro. Se você tem uma pizzaria, não pode vender sushi, hambúrguer ou churrasco. Seus potenciais clientes precisam saber claramente o que você faz, e em que coisas você simplesmente “é o cara”, o maior expert no assunto. Por isso seu discurso precisa ser claro e objetivo. Se o cliente precisa que você faça algo simples, muito bem pago, em uma área que você não domina, lembre-se do item anterior. E JAMAIS cobre comissão de seus colegas. É feio e eles não costumam esquecer, por mais zen que sejam.


5. Tenha paciência - se você não é o tipo que acredita em regimes ou programas de ginástica milagreiros, por que iria acreditar em uma carreira fulminante ou em fórmulas de enriquecimento instantâneo? Mesmo que você acredite em fórmulas mágicas, fica a dica: quem sobe rápido precisa fazer um belo esforço para não despencar ainda mais depressa. Se você pretende se aposentar na área em que trabalha, tenha em mente que provavelmente terá uns 60 anos de carreira. Não faz o menor sentido chegar ao topo nos primeiros três anos. Nem nos primeiros vinte. Eu ainda estou longe de chegar na metade da minha, veja você.


6. Não se venda barato - não acredite na conversa de clientes espertos que peçam trabalhos “em parceria”, “no risco”, “como parte de uma concorrência” ou qualquer outro eufemismo para que você trabalhe de graça. A servidão voluntária só dá frutos em filosofia. Se o cliente é sério, ele paga. Se não paga, é porque não dá valor. Se você acha que, ao emplacar alguns jobs subfaturados só pra “entrar lá”, vai atrair a simpatia do cliente, tenha consciência que você age como aqueles sujeitos carentes que fazem qualquer coisa por um fiapo de atenção. E que provavelmente vai se dar tão bem quanto eles.


7. Saiba administrar seu negócio - por mais que você não goste de administração financeira ou contabilidade, saiba que vai precisar ter uma noção, mesmo que pequena, desses assuntos. Senão você jamais saberá se está ganhando dinheiro com seu trabalho. Uma consulta a um advogado também pode ajudar a poupar dores de cabeça com clientes e fornecedores. Acima de qualquer coisa, lembre-se que o principal patrimônio do seu negócio é a sua imagem. Ter inimigos é prejuízo, por isso eles precisam ser poucos (e merecerem). Um cliente que não dê muito dinheiro mas considere você a reencarnação de Sua Santidade o Dalai Lama, sob esse ponto de vista, é extremamente valioso. Não é nem preciso dizer como podem sair caras algumas bobagens ditas por você (ou pior, atribuídas a você) nas vielas escuras do Orkut, não?


8. Seja controverso - essa dica só vale para quem tem um grau razoável de conhecimento em sua área de trabalho. Sempre que possível, e sem exagero, manifeste opiniões que destoem do senso comum. Identifique uma ou outra vantagem no Windows Vista, mostre como o iPhone não é bom para se digitar textos longos… Sempre com argumentos sensatos e desprovidos de emoção. Mas cuidado para não servir de vidraça, defendendo coisas como o SecondLife. Se seu ponto de vista for sólido a ponto de fazer com que sua audiência pense no assunto, isso será uma boa promoção. Mas essa dica é controversa (como não sê-lo?), pois o tiro pode sair pela culatra.


9. Conheça suas fraquezas - todo mundo as têm. Você é um cara de grandes idéias mas tem problemas em viabilizá-las? Ou é um grande ilustrador, mas pisa na chapinha cada vez que precisa desenvolver algo novo? Você toca seus projetos com precisão, mas escorrega nos prazos? Ou cobra mal? Sabe tudo de CSS mas não consegue escolher uma combinação decente de cores? Isso acontece. É melhor perceber suas falhas e, enquanto procura melhorá-las, se associar a alguém - ou até mesmo evitar determinados trabalhos. Mas para identificar suas fraquezas (veja bem, eu não disse forças) é preciso uma boa dose de humildade e autocrítica. Mesmo que seja devastador para a auto-estima, esse processo costuma levar a um melhor conhecimento de sua área de atuação e seu espaço no mercado. E certamente livra você do mico de ser um daqueles imbecis autocentrados que acreditam só ter qualidades.


10. Seja o melhor que você puder - por último, a mais importante de todas as recomendações. Esforce-se para se superar a cada instante, alegre-se se seus trabalhos feitos há 5 anos parecerem primários, estude e procure melhorar sempre. Você é seu maior adversário nessa corrida. E ela não tem fim.

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Postado por Luiz Carioca, às 12:07, em Emprego, Mercado.

Há mais ou menos 8 anos atrás eu decidi fazer o que eu gostava. Fiquei entre uma vaga numa grande empresa, num departamento burocrático de comunicação e uma carreira em agências de publicidade. Escolhi trabalhar em criação, em agências de publicidade, eu iria fazer o que eu gostava. Criar, redigir, gravar VTs, spots, jingles, etc.




O tempo foi passando e fui mudando de agências, mas sempre na criação. Um dos motivos que me levava a mudar de agência quase sempre era o salário. Era uma forma de se obter aumento. Evolui bastante, aprendi muito, estudei pra caralho e hoje sou um redator pleno. Com experiência nas mais diversas mídias, desde tablóides, passando por VT’s, jingles, indo até webwritting e SEO. Sei que não cheguei no topo de nada, nem sei se esse topo existe. Seria medido por prêmios, dinheiro, fama? Qual seria a sua medida justa para se medir o topo? Mas voltando ao assunto, dentro da profissão que escolhi, estou apto a fazer de tudo.




E nessa, se passaram 8 anos. Hoje, eu tenho 2 filhos, e o que gosto de fazer é me divertir com eles. Viajar, meter a mão na areia, sentar no chão pra comer, entre outras mil coisas que esquecemos o quanto é bom, enquanto o tempo passa e a gente cresce. Só que atualmente, o salário de um redator pleno (pelo menos o praticado pela maioria das agências do interior) não permite que eu faça o que eu goste. Não dá para se ter uma família com esses salários praticados. Meus irmãos falam da minha tatuagem, mas hoje acredito que meus 2 filhos sejam maior empecilho pro empregador do que a tatuagem que nem mesmo fica à vista. É desumano pensar assim, mas muitos donos de agência pensam. Talvez porque quem é pai, sabe o que é bom e tende a lutar pela família.




Então, o maior conselho que posso dar hoje para quem está começando, é realmente pensar no que gosta. Pensar que isso pode ser relativo. Que muda com o tempo. Que trabalhar na criação pode se tornar uma rotina. E dependendo da agência, essa rotina e os seus títulos serão controlados por clientes que você só conhece por telefone. Mas é claro, isso tudo pode valer a pena, escolha bem as agências em que você trabalha. Cuidado com anúncios de estágio que procuram profissionais especializados, com conhecimento avançado em diversos softwares, isso quase sempre significa fria. Não vai ter ninguém pra te ensinar, vão te cobrar como profissional e pagar como estudante. Na minha opinião, o interessante é que o estagiário tenha boas idéias, bom gosto e caráter, software todo mundo aprende. Lute por salários melhores, normalmente, as agências podem pagar, mas nunca dirão isso de primeira. E, finalmente, não deixe ninguém atrapalhe ou impeça que você faça o que você gosta.

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Postado por Luiz Carioca, às 5:44, em Blogroll, Criatividade, Mercado.

Uns podem achar que é inveja dos que não trabalham na JWT. Outros que realmente a JWT vem metendo o pé na jaca. Eu, particularmente acho que isso é um reflexo da crise na propaganda brasileira. São diversos motivos que levam a isso na minha opinião, mas não vem ao caso agora.


O que quero mostrar é que depois do vídeo postado abaixo, começou uma discussão boa nos comentários do CCSP dessa notícia. Entre alguns deles eu destaco:


fabio noronha - Vai trabalhar e sai do youtube!


Herbert - Pô, podia pelo menos ter ficado engraçado como a “referência”.


Candy - Inveja mata. Alguém gostaria de ter se inspirado antes.


Sabrina - Eu achei irado!!! Esta referência “Bollywood” está super em alta!!! Parabéns JWT




E tem também um, que na minha opinião foi fatal:


Re - vcs lembram daquele outro ‘case’ de halls da jwt? leiam aqui. os caras estao se especializando


Veja os vídeos do ‘case’ de halls da JWT

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