18 mar
Hoje vai uma dica de livro que achei muito interessante. “The Brand Gap: How to bridge the distance between business strategy and design”. Um livro de Marty Neumeier que aborda como as marcas são construídas, o que define uma marca, a importância da gestão de marcas entre outras coisas. Excelente leitura.
Livraria Cultura
Livraria Saraiva
Amazon
Também tem outros livros da série “The Brand Gap”, nesses mesmos sites acima.
11 nov
Quantas vezes você já abriu a cabeça e embaralhou os miolos pra ter aquela sacada de gênio? Ou quantos brainstorms e esboços você fez até acreditar que aquela é a melhor saída?
O nosso background, nossas experiências e vivências, que são a base para a formulação e a criação de soluções eficazes. Ou seja, quanto mais a gente vive maior nosso background, nossa “HD” de referências. Mas o grande lance não está aí, e sim no tempo que levamos até chegar num resultado satisfatório.
Steven Johnson, escritor norte americano, relata sobre isso no seu livro “Where good ideas come from?”, mostrando que as ideias podem não vir no momento em que queremos e como isso pode demorar a acontecer.
Segue um vídeo, como de costume, em que Steven dá uma pincelada nessa questão. É em inglês, e tem 4 minutos, mas vale a pena.
Além desse, o best seller Steven Johnson já lançou outros 5 livros relacionados a criatividade, neurobiologia e neurociência.
09 nov

“Em que você acredita?” A partir dessa pergunta, grandes criadores e profissionais de destaque do mercado publicitário brasileiro que foram convidados a responder. O Projeto Acredite reúne este resultado que pode ser conferido em um livro que será lançado ainda neste mês de novembro. As manifestações artísticas foram produzidas em forma de textos e imagens. Uma prévia das páginas internas já pode ser vista na galeria do projeto.
O Acredite, aprovado pelo Ministério da Cultura, é uma iniciativa da ArteEnsaio com o patrocínio do Universal Channel e conta ainda com o apoio da Globosat, Clube de Criação de São Paulo, Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Editora Referência.
Caros, compartilho aqui uma curiosidade da propaganda …
Estes dias, ao fazer compras em um supermercado, fiquei surpreso ao escutar o barulho de um mosquito no corredor. Quando eu percebi, tratava-se de uma ação publicitária para vender inseticidas. Não havia mosquito no local, era apenas o som para lembrá-lo como incomoda estes insetos. Como publicitário, a ação chamou minha atenção pela criatividade.
Porém esta ação não se compara com a ousadia dos alemães para promover um livro. Durante a Feira do Livro em Frankfurt, a editora Eichborn colocou pequenos anúncios em 200 moscas. Devido ao peso dos anúncios, as moscas pousavam com mais freqüência e em muitas vezes, “descansavam” nos freqüentadores da feira.
Não sei quais são as principais agências alemãs, mas sempre que vejo algo mais ousado na publicidade européia, vejo o nome da Jung Von Matt. Desta vez não poderia ser diferente. Eles foram os responsáveis pela ação publicitária.
Parabéns para agência, parabéns para a editora. Ambos foram ousados.
Fonte: Revista Época Negócios
Michel Lent disse na última palestra do FestUp que não havia preparado seu material para falar o que o estudante gostaria de ouvir, mas para o que ele precisaria ouvir. Existem várias formas de quem está começando poder se ligar mais no dia a dia da propaganda. Normalmente, quem já está na área acaba recebendo jovens que estão para fazer vestibular, ou quem acabou de entrar na faculdade, para este tipo de visita às agências. Além de um bate-papo, há textos e livros que ajudam bastante. O lendário Propaganda de A a Z e o Criação Sem Pistolão são bem conhecidos, mas há outro livro para quem ainda não se formou (e que deveria ler antes disso acontecer, apesar do título) é “Formei-me em publicidade, e agora?”. Nele, várias dicas para quem quer se preparar para a vida de agência. Um outro material que é uma verdadeira ‘bíbila’ da minha geração é ‘Manual do estagiário’ de Eugenio Mohallem, hoje disponível para download no CCSP.
A exemplo de Eugenio, encontrei um link do Alex Bogusky (ele é um dos sócios da Crispin Porter+Bogusky uma das mais celebradas boutiques criativas, ou ‘hotshops’, dos EUA. Colocou Miami no mapa da publicidade americana, acostumada ao eixo Madison Avenue-Chicago. Das mais criativas agências do mundo, ela já marcou com suas ações para Burger King, VW, Guitar Hero… e outros que você vê aqui.). Ele também resolveu falar umas palavras para quem está começando. Eu traduzo aqui algumas partes do texto. O link para o texto completo em Inglês está aqui. Aproveite.
Eu serei um cara de sucesso?
Boa Pergunta. Essa é uma questão que parece estar escondida atrás da maioria das perguntas que me fazem. E a resposta é que você provavelmente vai ter sucesso, mas provavelmente ele não virá na forma em que você está imaginando. Nem perto disso. Mas quando se der conta de que isso aconteceu, você vai olhar pra trás e sentir bem, e será bastante realizador.
É mesmo? Então, se você sabe tanto assim, como é que eu faço pra ter sucesso?
O louco caminho para o sucesso talvez já tenha começado para você. Você está mandando seus portifólios e ralando pra conseguir um trampo nas mesmas agências que todo mundo também está tentando entrar. Eu ouvi recentemente que uma só pessoa chegou a mandar 300 currículos. (…) Agora com e-mail, é fácil. Ainda eu iria sugerir que a pior maneira de ir atrás de um trabalho, ou ficar nele, é ignorar a razão dessa conversa, o sucesso.
Por que tenho que definir o que é sucesso para mim?
A definição mais valorizada pela Sociedade é uma só: Dinheiro. Encher os tubos de grana. Não me leve a mal porque dinheiro é bom e eu gosto, mas ter a mesma definição de exatamente todo o restante do mundo vai colocá-lo frente a frente numa disputa com concorrência acirradíssima pela mesma coisa. Se você começar a redefinir sua concepção de sucesso, vai competir numa categoria menor. Se você definir sucesso como morar no Havaí fazendo trabalhos de nível mundial para marcas internacionais de surf, então de repente você tem duas vantagens para alcançar o sucesso. Primeiro, não está competindo com 99,9% do mercado publicitário. Segundo, é muito mais fácil mensurar seu progresso. Minha definição de sucesso era morar em Miami e trabalhar com pessoas das quais me orgulho. E tem sido sempre assim, então, logo cedo me senti bem-sucedido dentro da carreira. (…)
Eu entendo, mas como eu defino o que é sucesso para mim?
Perceba que você já está progredindo. Você não vai se sentir exatamente assim, mas já está acontecendo. Eu não sei o porquê isso acontece assim, mas a perspectiva que temos de nossa própria carreira é que seu ritmo é sempre o mais lento possível, congelando. Ao mesmo tempo, quando você olha pra trás, vê que tudo aconteceu mais rápido do que você jamais poderia se dar conta. (…)
Seja honesto. Tenha respeito. Seja bom. Coloque objetivos positivos para você mesmo que também podem beneficiar as pessoas ao seu redor. Você vai ter muito apoio porque o que é bom pra você também vai ser bom para eles. Alguns pensam que é preciso derrubar alguém pra conseguir um lugar de destaque. Conheci pessoas que achavam que precisavam me derrubar para continuar subindo a escada. Raramente isso funciona porque existe um espaço infinito para o sucesso e assim você só vai se distanciar de seus verdadeiros objetivos. (…)
Não exagere. Não complique. Versões mais pé-no-chão do sucesso podem levá-lo a uma vida maravilhosa de aventuras. Você não precisa fazer com que tudo pareça grandioso enquanto se torna realidade. Simplifique. Acredito que duas frases devem ser o suficiente para traduzir os sonhos de sua vida profissional.
Nem livro de bolso, nem de cabeceira. Para o poeta e redator publicitário Luiz H.P. Nascimento, o Carioca, a internet foi o meio perfeito para publicação do seu primeiro livro de poesias. Com o título “Meu amor vai bem, meu mundo vai mal”, o escritor mescla poemas românticos com outros que abordam questões sociais. “O livro é dividido entre poemas românticos, líricos e poemas críticos, ácidos. A ironia está presente na maioria delas”, afirma o autor.
Foram dois anos de trabalho e inspiração até chegar neste momento da publicação do livro. “Em 2006 fiz duas oficinas literárias com o jornalista e dramaturgo João Silveiro Trevisan e o psicanalista Cid Pimentel, foi nesse período que surgiu a idéia do livro”, explica Carioca. A internet foi escolhida também pela falta de apoio financeiro para a publicação. “Como acredito muito na minha poesia, na arte e principalmente na economia da colaboração, resolvi lançar meu livro para download gratuito.”
Segundo o autor, o fato de não estar publicado como livro impresso não prejudica a leitura. “Como as poesias são curtas e não há necessidade de lê-las em ordem o livro se encaixa bem no formato digital”, diz. O livro está disponível gratuitamente no blog do autor, o Brechó do Carioca. A capa do livro é de autoria do designer Junior Valler, da produtora de idéias Gabiru Albino, que reúne diversos profissionais de artes e comunicação para incentivar a publicação de novos trabalhos.
Além deste livro, Luiz HP. Nascimento prepara outros três títulos, um deles para crianças, que serão publicados em breve. Para o livro infantil, o autor afirma que irá tentar apoio financeiro para a publicação, mas os outros devem permanecer no formato digital. “A internet é a democratização, embora não seja uma mídia de massa e me deixe distante do grande público, acho que é uma via que torna projetos assim viáveis”, conclui Carioca.
Clique aqui pra fazer o download do livro Meu amor vai bem. Meu mundo vai mal.
Inspirações cinematográficas.
O Cinema como referência para a criação dos comerciais de tevê.
Um livro que aborda as intersecções artísticas e comunicativas do cinema e da publicidade, e as inúmeras novas leituras e significados das suas relações intertextuais decorrentes. Cinema, publicidade, interfaces (Maxi Editora, 2009), de Rogério Covaleski, professor e publicitário paranaense, propõe-se a um diálogo teórico, devidamente corroborado pela opinião de quem atua no mercado profissional e no ambiente acadêmico. Confronta técnicas e métodos da criação publicitária e elenca embasamentos científicos e processos empíricos do labor criativo para apontar, dentre outras interfaces, como surgem os intertextos do cinema e da publicidade, sobretudo na criação e produção de comerciais de tevê.
A publicidade brasileira figura entre as mais criativas do mundo, tendo conquistado reconhecimento e prêmios internacionais; contudo, é pouco pesquisada e menos, ainda, teorizada. O livro procura colaborar na construção de referenciais teóricos acerca do tema, formando um conjunto de dados e informações que sirvam como base de pesquisa e estimular o aprofundamento em estudos interdisciplinares da Comunicação Social, em especial na área publicitária. Cinema, publicidade, interfaces pretende ser uma fonte de consulta recorrente para estudantes, professores e profissionais, dos segmentos publicitário, cinematográfico e linguístico.
O prefácio da obra é assinado pelo publicitário e escritor Lula Vieira, consagrado como um dos principais profissionais e oradores da publicidade brasileira, que afirma sobre o livro: “aborda temas afins como elementos do discurso cinematográfico, noções de estética e montagem, até chegar às relações intertextuais entre cinema e publicidade televisual. Mas, mesmo à guisa de introdução, como simples explanação sobre as bases que sustentam as suas conclusões, é um dos mais didáticos e ilustrativos textos sobre linguagem cinematográfica que já li”.
A obra referencia mais de uma centena de exemplos de intertextualidade, é ilustrada com 174 imagens e contém as fichas técnicas dos 272 filmes citados no texto. Enfim, um livro para quem estuda, ensina, trabalha ou se diverte com cinema e publicidade.
Sempre comparo o trabalho da propaganda à Alquimia, que surgiu lá atrás para transformar metais secundários em ouro. Temos todos os dias que transformar coisas que nos chegam com problemas, expectativas, situações complicadas, crise, falta de foco, em algo que seja novo, interessante e lucrativo, ou seja, OURO. Clientes precisam de soluções que transformem o ‘nada’ em ‘tudo’ e a gente sempre se pergunta: COMO? Nessa última semana, levei para casa uma aquisição que me deixou ainda mais empolgado em conseguir essas respostas.
Sabe quando você termina de ver um filme e já fica louco para sair a continuação dele? Então, eu esperei quase sete anos. Lá em 18/12/2002, comprei um livro (não sei o porquê anotei a data dentro do meu exemplar) que devorei num dia só. Não parava de ler, simplesmente aquilo me consumia e eu queria mais, até que acabou e eu fiquei com a tal sensação com a qual comecei este parágrafo. O livro? “Criação Sem Pistolão” de Carlos Domingos. Uma obra que me trouxe identificações, respostas para um futuro e caminhos a seguir.
Como ele parece um bate-papo com um cara mais experiente que você, eu me lembrei na hora do ditado ‘conselho se fosse bom, a gente vendia’, pois então, ele os reuniu em 230 páginas e eu comprei felicíssimo. Serviu tanto para mim que, quando passei a dar aulas de Criação Publicitária, ele se tornou uma das principais bibliografias. Todo mundo fala do Washington, do Nizan, do Marcelo Serpa, mas, para mim, Carlos Domingos, Tomás Lorente, Alexandre Gama, José Henrique Borghi, Ana Carmen Longobardi, João Fernando Camargo e Julio Andery sempre foram ‘OS’ caras. Eu acompanhava, e ainda acompanho, todos de perto, como referências para meu trabalho e grandes influências em minha carreira. Agora imagine ler o livro de um deles com o subtítulo ’segredos para você se tornar um grande criativo’? Foi ótimo. E ainda descobri no livro que o cara nasceu em São José dos Campos? Foi o máximo.
Em todo livro escrito por um publicitário, tenho sempre a impressão de que vai ser um livro feito para publicitários. Um papo com termos técnicos, palavras do nosso dia-a-dia, sei lá, que vai ser algo meio hermético para quem faz isso
para ganhar a vida, como nós. A gente tem a tendência de só viver o nosso ‘mondo’ publicitário, só que existe um mundo inteiro lá fora. Pois é, para quem esperava um “Criação Sem Pistolão 2″, caí do cavalo. E foi ótimo. Carlos Domingos acaba de lançar “Oportunidades Disfarçadas”. São diversas histórias reais de como pessoas enxergaram soluções e oportunidades enquanto envolvidas em situações absolutamente avessas como crises, concorrência acirrada, reclamações de clientes, faltas de recursos, erros. Uma obra feita para publicitários, administradores, jornalistas, farmacêuticos, comerciantes, vendedores, químicos, psicólogos… não importa a profissão, principalmente por ser um livro de histórias muito interessantes, é um livro feito para pessoas, leitores, gente. Ou como ele mesmo diz na Introdução: “um livro rico e enxuto, denso, mas agradável e, em especial, muito inspirador. Um verdadeiro catálogo de saídas criativas para as mais diferentes dificuldades vividas por empresas de diversas épocas e tamanhos.” São 300 páginas que você nem sente (até aqui já li a metade delas).
Provavelmente você já ouviu a história de como se poderia vender mais creme dental, né? Simples, aumente o bocal do tubo. Ela está lá no livro. Mas provavelmente não conheça a de um vendedor de enciclopédias que não conseguia nem ser ouvido pelas donas de casa, e por isso, não conseguia vender. Depois da longa coleção de ‘nãos’, resolveu dar um perfume, feito por um amigo, em um pequeno frasco como brinde para que pudesse argumentar sobre seu produto e, assim, finalmente vender. As mulheres ficavam com a fragrância e o ouviam, mas continuavam sem comprar nada. A grana acabou, os perfumes também. Só que as mulheres o procuraram para conseguir mais daquele perfume maravilhoso: ‘onde eu compro mais?’ e nasceu assim a Avon. Essa história também está no livro, mas ele conta bem melhor que eu. A experiência continua além das páginas, com o site www.oportunidadesdisfarcadas.com.br em que você pode contar suas próprias histórias. Ou aproveite, comente e conte aqui mesmo sobre as alquimias, perfumes e outras misturas que você já tenha preparado e que se transformaram em ouro.



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Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e diretoCristiano Braga
Conteúdo de excelente qualidade para que quer sentir-se em plena Riviera Francesa sem sair da cadeira.

