CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Gustavo, às 6:00, em Internacional, Mercado, artigos.

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Se Washington é a capital americana, o sotaque do Tio Sam não é novidade para a fusão da mais brasileira das agências, right? A essa altura do campeonato, você já deve estar sabendo da fusão da W/ à McCann Erickson dando origem à W/McCann. Pense bem, se a 11ª agência do ranking de faturamento nacional estivesse se fundindo à 43ª, o que na prática é o que está acontecendo, isto não deveria ser ‘A’ notícia, mas acabou sendo. Aliás, se fosse só isso, nem mesmo assumiriam seus cargos de liderança ou teriam a marca eternizada. Davi seria incorporado a Golias e apenas a marca McCann ficaria. Mas não é desse jeito a história. Talvez pela realidade atual das duas agências, que já viveram ambas melhores dias até o final dos anos 90, não se compreenda bem o quanto prever uma notícia dessas já foi absolutamente improvável, assim como tentar unir a seleção de 1970, campeã do mundo como ícone do futebol arte, à seleção de 1994, campeã do mundo como ícone do futebol de resultados, em um mesmo time.

A W/Brasil faz parte da cultura nacional e sempre fez propaganda para se inserir no cotidiano de cada um de nós, sinônimo de propaganda divertida feita para virar hit. 10 entre 10 estudantes de propaganda queriam trabalhar lá. Uma agência que se tornou uma celebridade, a ponto de ganhar biografia, ‘Na toca dos leões’ de Fernando Morais. Insisto que se somos todos publicitários, o mérito é de Washington Olivetto. O pai de todos. Quando falo pra minha avó que sou publicitário, ela só sabe o que é isso porque ELE foi o cara que tornou a publicidade conhecida dos meros mortais, porque a fez se divertir com os comerciais tão divertidos quanto os próprios programas. Apesar da credibilidade de uma figura imortal como Washington, a W/Brasil, enquanto empresa, teria quebrado (notícia de fonte segura, mas sem confirmação) no início da crise mundial, o que levou Washington a desmentir publicamente o fechamento da agência, mas levaria a mudar o nome da agência para apenas W/.

Já a McCann, sempre teve uma postura voltada para o negócio da propaganda. Com força em atendimento, planejamento e mídia, a McCann não era conhecida do grande público, mas era a preferida dos anunciantes, por sua postura altamente profissional. Aliás, se você falasse em W, todo mundo sabia, mas em McCann, ninguém imaginaria que era ela a líder nacional do ranking de faturamento nacional, imbatível e sólida por muitos anos.  Mas nem só de business viveu a agência. Quem está há muito tempo com as contas de Coca-Cola, GM, Mastercard (Não tem preço) e mais recentemente TIM (com Blue Men Group), tem seus inúmeros méritos. Após a saída de Jens Olesen, seu presidente durante este período da liderança do ranking, a agência optou por trazer um novo fôlego com a chegada de Adriana Cury à criação, no sentido de equilibrar seu trabalho, o que funcionou por certo tempo em resultados e premiações, mas culminou em sua saída. Agora, a fusão.

Se mais uma vez o Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada (Música dos Novos Baianos que a W/ usou num comercial de Rider na Copa de 1994), fica aberta a discussão se as agências de capital nacional, como Fischer, Talent e DPZ, irão resistir a fusões junto a grupos internacionais como o próprio Interpublic (McCann, Draft+FCB, Lowe), ou Omnicom (BBDO, DDB, TBWA), WPP (Y&R, Ogilvy, JWT, Dentsu, Grey) e Publicis Groupe (Publicis, Saatchi&Saatchi, Leo Burnett). Os grupos internacionais vêem nas fusões a alternativa para crescerem rápido em faturamento e continuarem a concentrar as grandes contas não alinhadas internacionalmente e as agências nacionais passam a ser alvo desses objetivos. Fica também a pergunta aqui sobre a W/McCann: vai dar certo? Unir a água e o óleo não é muito fácil. O fato de não terem conflitos de contas já ajuda bastante. São empresas de crenças e culturas muito diferentes. Mas fico imaginando se uma tem a força na criação e a outra na cultura do atendimento, por que não daria certo? A chave para uma boa agência é o equilíbrio. Não se faz agência só com Criação, ela não se sustenta sozinha, morre de fome. Da mesma maneira, não adianta uma agência que só gera negócios e não tem o que entregar. A W/McCann não nasce ‘manca’ de uma dessas pernas, pelo contrário, mas tem o grande desafio de não dizer apenas que tuas glórias vêm do passado (Washington teria um treco de ver um trecho do hino do São Paulo falando de sua agência) e se e renovar diante da cultura forte de duas velhas senhoras agências de propaganda tradicionais. A saída é conseguir se adaptar diante de um verdadeiro mundo novo do marketing digital, que convenhamos, era o calcanhar de Aquiles das duas até aqui.

wmccann

Veja aqui a repercussão:

A sensata opinião do Marinho.

http://www.bluebus.com.br/show/2/96145/uniao_da_w_com_a_mccann_mexe_com_a_publicidade_brasileira_nota_do_marinho

Blog do Alonso, que cantou essa bola faz tempo.

http://aalonso.blog.uol.com.br/arch2010-04-25_2010-05-01.html#2010_04-26_11_51_24-2049234-0

O balanço de Alexandre Okada, último VP de Criação da McCann Erickson.

http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=propmark&infoid=58455&sid=2

Quem fica.

http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?origem=rss&IDconteudo=136296

Washington em pessoa contando os valores da nova agência. Muito bacana.

http://bloglog.globo.com/blog/blog.do?act=loadSite&id=95&postId=22778&permalink=true

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Postado por Marcos Teles, às 8:55, em Criatividade, Destaques, Internacional, branding, hot hot hot, livros.

Caros, compartilho aqui uma curiosidade da propaganda …


Estes dias, ao fazer compras em um supermercado, fiquei surpreso ao escutar o barulho de um mosquito no corredor. Quando eu percebi, tratava-se de uma ação publicitária para vender inseticidas. Não havia mosquito no local, era apenas o som para lembrá-lo como incomoda estes insetos. Como publicitário, a ação chamou minha atenção pela criatividade.
Porém esta ação não se compara com a ousadia dos alemães para promover um livro. Durante a Feira do Livro em Frankfurt, a editora Eichborn colocou pequenos anúncios em 200 moscas. Devido ao peso dos anúncios, as moscas pousavam com mais freqüência e em muitas vezes, “descansavam” nos freqüentadores da feira.
Não sei quais são as principais agências alemãs, mas sempre que vejo algo mais ousado na publicidade européia, vejo o nome da Jung Von Matt. Desta vez não poderia ser diferente. Eles foram os responsáveis pela ação publicitária.
Parabéns para agência, parabéns para a editora. Ambos foram ousados.

Fonte: Revista Época Negócios

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Postado por Luiz Carioca, às 11:04, em Internacional, Vale.

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Agência Web de São José dos Campos criou a site nas línguas inglesa e espanhola. Parceria inédita quer “corinthianar” o mundo.

Um verdadeiro gol de placa. Assim é possível definir a escolha da Phocus Interact - agência digital de São José dos Campos - para a criação da versão internacional do site oficial do Corinthians em dois novos idiomas: inglês e espanhol. Oito novos idiomas (italiano, francês, alemão, japonês, chinês, árabe, hebraico, além do português) estão planejados para serem produzidos nos próximos meses.

A ideia surgiu durante o Campeonato Paulista de 2008 e foi Edgar Ortiz, coordenador geral do projeto e assessor especial da presidência do Corinthians, quem aproximou a Phocus da diretoria do clube. Segundo Eduardo Costa, diretor da agência, “o desenvolvimento do site durou cerca de oito meses e, se é que isso é possível, o trabalho nos tornou ainda mais corintianos”.

Eduardo conta que, por amor ao time e confiante na visibilidade que esse trabalho proporcionaria, decidiu encarar o desafio da parceria inédita. Para ele, o fato da Phocus ser corintiana ajudou na seleção da empresa para o desenvolvimento do trabalho que é motivo de orgulho para todos os participantes do projeto. “Nós viramos noites, nos dedicamos e estivemos motivados durante todo o processo”, comemora ao lado do seu elenco, recheado de jovens torcedores do Timão.

Em coletiva de imprensa realizada para lançar o site, em 21 de maio, Ortiz avisou que o objetivo é “corinthianar o mundo” e assumiu que a chegada de Ronaldo Fenômeno deu novo rumo ao projeto, já que o mundo deve, agora, se interessar pelo clube onde joga um dos maiores ídolos do futebol de todos os tempos.

Eduardo Costa e o presidente corintiano Andrés Sanchez também estiveram presentes no evento.

Parceria
Algumas empresas da região foram convidadas pela Phocus para participar do projeto: a produção e edição de vídeo foram feitas pela GPM Group, de São José dos Campos, e as modelagens e animações 3D são da Parallax, de Taubaté.

Sobre o site
Diferente do site oficial em português, que tem grande foco em notícias, a página internacional dá mais destaque à história do clube, seus títulos, torcida, ídolos atuais e do passado, além de um acervo multimídia que poderá ser acessado em espanhol e inglês por enquanto, mas com planos de expansão para outras línguas, a exemplo do que fazem os grandes clubes europeus.

O endereço do site internacional do Corinthians é www.corinthians.com.br/internacional

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Job: Site Oficial Corinthians Internacional
Agência Web: Phocus Interact (SJCampos - SP)
Coordenação Geral: Eduardo Costa e Edgard Ortiz
Coordenação de Projeto: Leonardo Avesani
Direção de Criação: Bruno Tavares
Programação: Bruno Tavares
Atendimento: Eduardo Costa
Aprovação: Andres Sanches e Edgard Ortiz

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Postado por Ale Santos, às 11:02, em Cultura, Destaques, Evento, Ilustração, Internacional, Referências.

Este é o cartaz feito pelo Ziraldo para o 35° Salão Internacional de Humor de Piracicaba que aconteceu ano passado.

O Salão  tem 30 anos e  foi criado para incentivar e descobrir novos talentos do humor gráfico e das Histórias em quadrinhos. É considerado um dos Salões mais importantes do mundo no universo das artes gráficas, da indústria editorial e das HQs.

www.salaodehumordepiracicaba.com.br

A dica é do Jair Rodrigues Jr.


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30 mar

Estréia

Postado por Luiz Carioca, às 10:50, em Cultura, Internacional.

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Isso mesmo, o CCVP está em New York. Nossa correspondente internacional é a Pamela Cardoso, que é do Vale e atualmente mora em NY. Ela está por dentro de vários eventos culturais e artísticos que rolam na cidade que nunca dorme. E você acompanha tudo aqui no CCVP.

Conheça um pouco mais sobre a Pamela Cardoso:

eu

“Nasci em Taubaté em 83 e 21 anos mais tarde me formei em Publicidade e Propaganda pela UNITAU, trabalhei para o Banco Santander, Formatto Comunicacao e Museu Mazzaropi. Em 2006 mudei para USA e desde entao tenho participado de alguns projetos como, video clipe para Bob Dylan, Most Likely you go your way (and I’ll go mine), o filme The Unidentified, exposicoes de arte e festivais de filmes (The Craic Film and Music Festival, Tribeca Film Festival, Brazilian Film Fest).
Hoje trabalho para biblioteca brasileira e estudo artes liberais e ciencias politicas em NYC.”


A Pamela já nos enviou fotos do primeiro evento envolvendo artistas brasileiros em New York.

Dia 25/03, na biblioteca brasileira de New York tivemos a recepção para a Roots Transplant, uma exibicão de 9 artistas (brasileiros e estrangeiros). Arnaldo Garcez foi uma das principais atrações, suas pinturas foram parte de cenários de várias novelas da Rede Globo como por exemplo: Beleza Pura, Páginas da Vida, Senhora do Destino entre outras. Esse é um evento periódico e provavelmente logo teremos artistas do Vale participando.

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Para ver todas as fotos clique aqui. Mas é preciso fazer o cadastro.


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