CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Armindo, às 5:00, em HUB Social.

Aos poucos nossa região está  recebendo o sinal da TV Digital. Não é para todas as cidades e não é para todo mundo. É preciso ter uma TV pronta  receber o sinal ou um adaptador para as TV´s mais antigas.

É uma transição lenta e que vai mudar aos poucos o jeito de pensar e produzir conteúdo para televisão. É fato que enquanto os aparelhos evoluíram na tecnologia e formato, a Internet dava passos rápidos no quesito multimídia e interatividade.

Eu cansei de ouvir na faculdade que a convergência de mídias seria a solução de todos os problemas para a humanidade. Mas de lá até aqui minha visão é que elas mais se afastaram do que se aproximaram.

Mas pode ser que num futuro nem tão, tão distante essa tal convergência venha realmente acontecer. E a interatividade também. Talvez possamos usar nosso controle remoto para interagir com as novas peças publicitárias. Compra direta, product placement, promoção, PDV tudo num só lugar e de uma só vez.

Ao assistir uma novela poderemos comprar o mesmo vestido da mocinha ou o relógio do vilão? Só o tempo dirá o que esta nova possibilidade nos reserva.

Mas não dá para falar em TV Digital no Brasil e não citar o Ginga. Um sistema open-source que permite a criação de softwares para aplicações com TV Digital. Mais uma prova de que cada vez mais ferramentas de TI estão se aproximando das nossas de comunicação. Recomendo também uma visita ao site do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre.

Enquanto estava fechando este post acabei conhecendo uma empresa do Rio de Janeiro chamada Peta5. Eles estão desenvolvendo ferramentas para publicidade em TV Digital, como vídeo por demanda. Tem ainda a AppleTV e GoogleTV, mas estes temas são assuntos para outro post.

E aproveitando nosso diálogo, queria saber se com a vinda desta nova possibilidade tem alguém aí discutindo novos formatos, ou pensando a TV com pegada digital na publicidade. Só colocar ali nos comentários :D.

Armindo Ferreira

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Postado por Ale Santos, às 12:06, em HUB Social.

Tá eu admito. Já escrevi e apaguei esta coluna algumas coisas. Não é medo ou insegurança não. Diria mais que é respeito. Pô aqui escrevem feras como o Josué, Gobatto e por aí vaí…
Foi com esse peso que recebi o convite para escrever uma coluna aqui no CCVP. Peso sim, mas feliz também com o convite claro, afinal de contas o CCVP é uma iniciativa muito bacana e que funciona bem. O segredo é o amor e dedicação de quem faz este espaço aqui, e comigo não poderia ser diferente.
Daí então o motivo de tanto ensaiar para escrever o primeiro post aqui pro blog.
E o último desafio foi descobrir sobre exatamente o que falar aqui no Clube, já que sobre mercado e afins já temos textos brilhantes. Foi daí que tive a ideia de falar com vocês sobre tendências de comunicação, inovações e tecnologia em comunicação.
O leitor já ouviu falar em TIC? Pois é vamos falar disso também e o que mais for relevante nessa área de descobrir novas formas de comunicar.
Muitas das coisas serão hypes e talvez não durem mais do que um respiro e outras vão ser o próximo Twitter da vez. Pra saber só com uma bola de cristal que todo marketeiro gostaria de ter.
E por falar em hypes e Twitter, já notou como os tópicos mais falados mudam de forma rápida na ferramenta? Se antes as tendências mudavam de tempos em tempos, será que estamos caminhando para mudanças de tendências diárias ou minuto-a-minuto? Qual sua opinião sobre? Deixe ali nos comentários e nos falamos no próximo post.

Armindo Ferreira

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Postado por Ale Santos, às 9:56, em HUB Social.

lsocial

Não é novidade que a natureza do homem é social, vivemos em comunidade por uma certa necessidade e os laços sociais acontecem naturalmente, na escola, na faculdade, na academia e etc. Mesmo que isso seja nativo ainda temos muita dificuldades em transpor essa realidade para uma empresa ou sua marca na web. Bem, para isso tem alguns pontos que vão ajudar a entender como esses laços ocorrem nos sites de redes sociais.

O primeiro conceito é o do Ator social, ele pode resolver grande parte dos problemas em interpretar a atuação de uma empresa na internet. Como o nome sugere um ator é uma “representação” de alguém ou alguma coisa - no caso sua marca/empresa. Sempre que pensar em atuar em um site pense em como quer ser visto e interpretado, como gostaria que todos se relacionem com sua marca e o qual postura adotar para isso. Quem for responsável por esse perfil deve deixar suas particularidades de lado e vestir-se desse novo ator com o posicionamento definido pela gerência.

Após dar vida para esse ator, você saberá com quem andar, o que e de que forma deve-se falar algo para criar uma imagem bacana de sí mesmo.

socialnet
Então chegamos ao ponto principal que é a criação desses laços. Basicamente eles são divididos em “fracos e fortes”. Para um blog, twitter ou orkut de uma entidade, por exemplo, os fracos são mais importantes, pois tem o papel de conectar você a muitos outros nós e distribuir a mensagem por toda rede. Esse laço surge através de um conjunto de interações que acontecem no nosso dia a dia: Você chega na faculdade, senta em uma cadeira e fica observando. De repente quando precisa de uma caneta, você pede para o cara do lado (primeira interação), que aproveita o embalo e começa uma conversa (resposta com outra interação). Com o tempo se os dois atores continuarem interagindo isso vai se tornando um laço.

Trazendo isso para a realidade de um blog por exemplo, isso significa que no princípio você deve sim pedir comentários, divulgar, mandar para os amigos e twittar até que alguém responda com um clique ou comentário ou rt e aos poucos se torne um frequentador dele. Os laços fortes surgem em um segundo momento quando a rede começa a gerar um capital social maior.

Quem pensou que seria uma fórmula complexa deve ter esse espantado, afinal o segredo é interagir mesmo (como todos já sabiam), daí a importância de um site ser “interativo” de verdade.

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Postado por Ale Santos, às 2:10, em HUB Social.

hub2

Mensurar os resultados em redes sociais é algo complexo e cheio de armadilhas para quem ainda não se habituou com esse novo cenário.
Alguns termos são muito empregados em planos de mídia web como custo por clique, taxa de conversão de cliques e pageviews, mas quando tratamos de rede social há alguns mais importantes e interessantes que isso.
O principal é o “Engajamento”, até virou moda. Parece que tudo que se vê na web e agências hoje é engajado, pelo menos na teoria. Talvez medir esse engajamento é o que complica para muitos, afinal não existe uma forma padrão ou alguma planilha para isso. Tem que ser na observação como uma pesquisa qualitativa.
Usar um bom analytics ainda ajuda, mas precisamos saber interpretar bem os dados a fim de utilizar (inclusive) para optmização de SEO e SEM. Várias agências pelo Brasil inteiro já aderiram um profissional exclusivo para isso. O Google disponibiliza a melhor ferramenta gratuita de analytics - na minha opinião é uma boa opção para quem não quer pagar por isso, mas pode ser um desconforto saber que alguém deles conhece todas as informações do seu site.
O Número de nós ou conexões, que podem ser traduzidas para seguidores, amigos ou contatos dependendo do site em questão, são boas referências para a análise, mas não devem ser considerados como fatores principais.
Quando se trata de redes sociais o  mais importante é mesmo o capital social, que é um tipo de recurso e valor agregado que se consegue atuando na rede ou apenas fazendo parte dela. Ele pode definir a maturidade e o nível de engajamento que existe em uma rede social - é um tema que vale um post a parte.
Conheço algumas agências do Vale que já trabalham com alguns métodos para medir seus resultados, mas muitas ainda ficam perdidas diante de tantas opções.  Acredito que experimentar é essencial, mas entender é mais ainda, pois no final interpretar os dados e as redes é o que vai fazer diferença na hora de avaliar o projeto.

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Postado por Ale Santos, às 11:56, em HUB Social, artigos.

É interessante como podemos relacionar jogos com um site de rede social.  Hoje em dia e isso fica mais evidente com o avanço das tecnologias, mas se pararmos para pensar, é algo que vem acontecendo a séculos.
Vamos pensar no princípio das redes sociais, que podem ser descritas como um grupo de pessoas interligadas por uma motivação ou algo em comum, então basta voltar no tempo e lembrar do que acontecia em Roma no Coliseu. Vários homens lutavam em busca de honra ou pela sobrevivência mesmo e inúmeras pessoas passavam lá para assistir. Mantinham uma relação de torcida, tinham seus ídolos e até um indício de interatividade nos jogos, afinal era a platéia que decidia sobre a vida desses gladiadores.
Claro que com o tempo isso foi se aprimorando e os jogos também, hoje em dia temos centenas de redes sociais espalhadas pelo mundo com o nickname “Torcida”. Podemos até dizer que duas das maiores redes sociais de jogos esportivos no Brasil são a torcida do Flamengo e do Corinthians, a diferença está no tipo de interação entre os menbros.
mesa-de-rpg-orientalPara  deixar mais específico essa relação nada melhor do que um RPG. O Role Playing Game é um jogo de interpretação aonde um grupo de 4 a 8 jogadores ( em média ) se fazem reuniões em dias determinados para jogar uma aventura. Cada um tem o seu papel no grupo, seguindo uma certa hierarquia. Geralmente as discussões não ficam apenas nas mesas de jogos e acabam transbordando para a vida de cada um dos jogadores.  O papel assumido dentro do jogo influência até  as relações pessoais e sempre criam muitos assuntos discutidos na próxima sessão. Os RPGs são tipicamente mais colaborativos e sociais do que competitivos e todos formam um time em busca de um objetivo comum (derrotar um vilão ou etc).
Outro tipo de jogo que tem um papel social forte é o Boardgame (Tabuleiro) como o WAR aonde , apesar da competição, há possibilidade de negociação e interação entre os jogadores. Inclusive esse papel social nos jogos de tabuleiro são apontados por alguns educadores como uma oportunidade excelente para o desenvolvimento cognitivo de crianças. Durante uma partida de um boardgame os jogadores  formam, de certa forma, uma rede social.
Com o computador jogos e redes foram se cruzando. Antigamente existiam os MUDs (Multi User Dungeons ) que eram jogos onde o player tinha que matar monstros e explorar mundos e as interações eram feitos através de comandos em inglês. Com o tempo surgiram os MMOs (Massive Multi Players) e as redes sociais dominaram os games. Em um MMO, além de ter que destruir, conquistar ou derrotar algum monstro, o jogador pode participar de um clã, ou montar o seu. Mandar mensagens instantâneas, viajar para outros mapas dos jogos ou mesmo se casar (como é o Ragnarok online da Level Up). Read the rest of this entry »

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Postado por Ale Santos, às 11:55, em HUB Social.

“Pow Orkut, mas só tem gente brega por lá” ou ” Ninguém mais acessa aquela rede, tá muito chato aquilo”, quem aí nunca ouviu pelo menos uma frase parecida se referindo ao Orkut?
É, de fato a rede do Google saturou um pouco entre alguns usuários, heavy users ou os mais habituados com internet. Mesmo assim deixar o Orkut de fora do seu planejamento de Social Media tem que ser algo muito bem pensado e as estatísticas abaixo vai explicar um pouco por quê.
orkut

São 35 milhões de perfis ativos ao mês, média de 4 hs de navegação por usuário / Mês e com um share de 79% dos Brasileiro internautas presentes na rede - Dados da Comscore.

Uma pesquisa apresentada na Intercom mostra que nós (Brasileiros) estamos no Orkut por sermos mais sociáveis ou por modismo, seja lá o que for nosso povo domina a rede e parece que não para de crescer tão facilmente (ainda mais depois do fenômeno Miedi). Outra pesquisa da E.life apresenta o orkut, presente entre quase 90% dos seus entrevistados. Para eles manter contato com amigos é o grande atrativo do site, além de conhecer novas pessoas.
20,0% dos orkuteiros pesquisam informações sobre produtos e serviços e esse é um fator muito bacana pois com tantos depoimentos de usuários por lá, ter referências de qualquer coisa fica fácil. Talvez seja esse o motivo do Orkut ser a rede social preferida pelos jornalistas Brasileiros.

Mas então o que dá para fazer dentro do Orkut como uma empresa de comunicação?
Como todas redes sociais isso vai muito do feeling e do conhecimento do ambiente para poder inovar, mas existem algumas oportunidades interessantes já.

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Postado por Ale Santos, às 12:49, em HUB Social, Social Media.

redsocial1

Todos falam de Orkut, twitter e facebook, ainda mais no nosso mercado, onde já é jargão discutir como as redes sociais estão revolucionando a comunicação, mas afinal o que são essas redes capazes de desafiar até os mais aprofundados estudos de Philip Kotler?

Bem, responder essa pergunta não vai ser tarefa fácil, mas podemos dar uma mãozinha para quem ainda não está habituado com tantos nomes como “Myspace, hi5, sonico e etc” e procurar respostas para perguntas do tipo  ”Como utilizar uma rede social na estratégia digital da minha empresa?”. Para isso esta coluna pretende apresentar estatísticas interessantes do mercado e cases que podem derrubar preconceitos que possam existir em nosso mercado.

Tantas redes em um só lugar é uma das características do que chamamos de “Hub Social”, um grupo ou indivíduo com muitas conexões e é com esse nomes que estréia a coluna aqui no CCVP.

Até segunda a primeira dica é não perder o Social Media Vale do Paraíba que vai acontecer em novembro, quem ainda não viu o site passa no site SMVP2009 . Abraços.

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