CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Ale Santos, às 10:14, em Emprego, Estágio.

vaga

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Postado por Ale Santos, às 2:14, em Emprego, Estágio.

max

A agência Max, de Taubaté está selecionando estagiários e efetivos com registro em carteira para suprir as vagas de:

- Assistente de Mídia (necessário experiênca)
- Assistente de Arte (domínio pacote Adobe - Mac)
- Jornalista

Quem estiver interessado, favor enviar currículo, portifólio e pretensão salarial para max@maxpropaganda.com.br

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Postado por Ale Santos, às 1:57, em Estágio.

Momento Marketing & Comunicação

Localidade/Cidade: São José dos Campos

Cargo: Estagiário na área de criação

Requisitos: Conhecimento básico em Photoshop, Illustrator e InDesign.

Entrar em contato através do fone: 3934 4410 ou enviar email para trabalheaqui@momentomkt.com.br

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Postado por Ale Santos, às 12:01, em Emprego, Estágio.

A Agência Luck Comunicação está com o processo seletivo aberto para a área de criação. Tem vagas para estágio e efetivo.

Enviem curriculum e portfólio para luck@luckcomunicacao.com.br A/C Luciane

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Postado por Marcos Teles, às 4:26, em Criatividade, Cultura, Estágio.

Zappos

A Zappos é uma empresa de comercio eletrônico que foi adquirida recentemente pela Amazon (valor da transação: 1.2 bilhões de dólares). Ela difere-se pelo fato de prover um excelente atendimento ao cliente, resultado da maneira como trata seus funcionários.

A primeira vez que ouvi sobre ela foi através de um comentário que o Luiz Henrique (@luizcarioca) fez no meu post aqui no CCVP. Na ocasião, foco era inovação e o uso da web 2.0 pelas empresas.

Hoje, dois anos depois, reacendeu meu interesse pela Zappos, já que tenho pesquisado muito sobre empresas democráticas. Tratam-se de organizações onde o funcionário tem mais poder de decisão do que em empresas tradicionais. Neste grupo estão a brasileiríssima SEMCO, do Ricardo Semler, a Southwest Airlines e a Gore & Associates. O que inicialmente era um hobby, hoje levo mais a sério pelo fato de participar de dois comitês onde eu trabalho (um de clima e outro de valores organizacionais).

Movidos pela Cultura

Antes da Zappos, o empreendedor Tony Hsieh teve outra empresa que acabou sendo vendida à Microsoft. Segundo Tony, o que motivou a venda foi o fato de não ter sido dada tanta importância para a cultura organizacional da empresa. Com a Zappos, o cuidado com a cultura organizacional não foi deixado de lado. Mesmo após a venda para a Amazon, Tony continua na liderando a empresa.


The Importance of Company Culture - Tony Hsieh (Zappos CEO)

A Zappos dá frete grátis para os seus produtos (tanto para entregá-los, quanto para devolvê-los). O prazo de troca é de 365 dias. A cultura é o combustível para entregar um atendimento ao cliente fora do comum.

Abaixo, os dez valores da Zappos:

1. Entregue um “UAU” através dos serviços (Deliver WOW Through Service);
2. Abrace e Conduza Mudanças (Embrace and Drive Change);
3. Crie diversão e um pouco de maluquice (Create Fun and A Little Weirdness);
4. Seja Ousado, Criativo e Mente Aberta (Be Adventurous, Creative, and Open-Minded);
5. Busque o Crescimento e a Aprendizagem (Pursue Growth and Learning);
6. Construa uma Comunicação aberta e Honesta através da Comunicação (Build Open and Honest Relationships With Communication);
7. Construa uma Equipe Positiva e Espirito de Família (Build a Positive Team and Family Spirit);
8. Faça Mais com Menos (Do More With Less);
9. Seja Apaixonado e Determinado (Be Passionate and Determined)
10. Seja Humilde (Be Humble)

A rotatividade é baixíssima, principalmente se considerarmos que se trata da industria de callcenters. A empresa oferece 2 mil dólares aos novos funcionários que, após duas semanas de treinamentos inciais, desistirem de trabalhar na empresa. Para eles, isto é um filtro que evita danos maiores no futuro.

Zappos compartilha a receita

Na minha opinião, o melhor produto da Zappos não são os seus calçados. A Zappos oferece cursos para quem queira conhecer e vivenciar o ambiente de trabalho alegre e colaborativo da empresa. É possível conhecer o dia-a-dia de seus funcionários, conversar com gerentes e dependendo da sua sorte, interagir com o próprio Tony.

Saiba mais em http://beta.zapposinsights.com/

Zappos Culture Book

Mesmo estando fora dos EUA e nunca tendo adquirido um calçado da Zappos, fui surpreendido há alguns dias quando, ao afirmar no twitter que eu estava pesquisando sobre eles, fui contactado pela empresa. Durante a conversa, a funcionária (Zerina) me ofereceu enviar gratuitamente um edição do Zappos Culture Book. Trata-se de um livro onde cada funcionários expressa como é a experiência de trabalhar na Zappos. Logicamente eu aceitei e o livro chegou em apenas uma semana aqui no Brasil.

A impressão que eu tive foi similar a da americana Patricia Martin da consultoria LitLamp.

Quem tiver interesse, pode pedir uma cópia pelo link abaixo:

http://www.zapposinsights.com/main/products/culture-book/

Busque Crescer e Aprender

A empresa incentiva o desenvolvimento dos funcionários e compartilha muita informação pela internet. Há inúmeros videos no YouTube. Todos os funcionários se sentem reponsáveis pelo seu crescimento e dos colegas.

Uma das ações que mais me intrigou foi oferecer gratuitamente o audio-livro Tribal Leadership dos autores Dave Logan, John King e Halee Fischer-Wright em seu site. Fiquei curioso em saber o que levava a empresa a distribuir gratuitamente este livro. Mas isto é o tema para um próximo post.

De qualquer forma, a Zappos está comprometida com um proposito maior do que apenas lucro. Em breve, Tony lançará nos EUA o livro Delivering Happiness, onde compartilha com o mundo o que faz da Zappos um local único para se trabalhar.

Enquanto o livro não saí, você pode conhecer um pouco mais sobre a empresa através dos links abaixo:

http://www.zapposinsights.com/

http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog

http://www.deliveringhappinessbook.com/

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Postado por Ale Santos, às 9:16, em Estágio.

A JETER DESIGN está precisando de um estagiário(a).

Conhecimento em Photoshop, AI, conhecimento em design, Criativo.

Ligar para 12 3911 6509.

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Postado por Ale Santos, às 1:15, em Emprego, Estágio.

vagas

Agência: ANOVA

Cidade: Jacareí

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Postado por Gustavo, às 6:00, em Emprego, Estágio, Mercado, artigos.

up_in_the_airSemana passada falamos sobre a hora de entrar numa empresa, agora falamos sobre a hora de sair.Quando sabemos que é a hora de virar a mesa e pedir as contas ou encontrar forças para virar o jogo diante de uma demissão. Já está em cartaz o filme (do diretor Jason Reitman, de Juno) ‘Amor sem escalas’, tradução muito ruim para ‘Up in the air’ e que não traduz o que é a história de verdade. George Clooney é um consultor contratado para demitir funcionários de empresas que não tem coragem para isso. Imagine o quanto as empresas americanas de todos os cantos não precisaram dos serviços dele durante a crise (e ainda hoje). Ele voa pelo país inteiro demitindo pessoas e tentando fazer isso da forma mais aceitável possível para elas. Num determinado momento, um demitido, que está nervoso por conta disso, pergunta o que irá dizer a seus filhos e que gostaria que se sentissem orgulhosos do pai. O personagem de Clooney o aconselha que mais do que ter um emprego, deveria fazer o que gostava, no caso, voltar a cozinhar. Uma pessoa que tinha um curso de refinada cozinha francesa certamente não deveria ter se sentido feliz por um minuto dentro daquela empresa. E que seus filhos iriam se orgulhar de vê-lo trabalhando com alegria. Por isso, se você decidir tomar a pílula vermelha de Matrix, e chegou a hora do adeus, você tem alguns cuidados aqui para esse momento profissional.

1 - Jogue limpo, seja sincero - Walter Longo tem uma frase que é “Você conhece as pessoas quando as demite e não quando as contrata.” Por isso, jogue limpo, não sacaneie a empresa nem cometa uma atitude que possa trazer prejuízos a você e a ela. Se você foi íntegro até aqui, por que iria se perder agora? Se você deseja sair por um motivo interno à empresa, tenha coragem, seja educado e diga o que é de verdade. Não invente uma historinha. Será um favor à empresa. Pode ser que seu chefe nunca tenha se tocado daquele ponto fraco e que agora pode ser consertado. Se você esconder o real motivo, as coisas continuarão como sempre foram e seus colegas é que irão continuar com aquele problema sem solução.

2 - Se seu problema é grana - Explique e peça um aumento. Ok, grana pesa. Claro que pesa. Se você precisa ganhar mais, exponha sua situação ao seu chefe. Você não precisa sair caçando um novo emprego antes de conversar com ele. Se você também receber uma proposta maior para sair da empresa, converse também antes de aceitar. Se você for uma pessoa fundamental, será reconhecido. Só saia se a situação não tiver mesmo conserto. Ainda que seja muita grana, dê a chance de seu chefe cobrir a oferta.

3 - Se seu problema é reconhecimento - De novo, troque uma idéia com seu chefe e fale como você está se sentindo. Primeiro, tente isso com bom humor, numa hora descontraída, por entre uma piada, disfarçada, e veja se surte efeito. Senão, abra o jogo e explique que você tinha expectativa de um feedback positivo quanto a uma peça que notadamente trouxe resultado. Aí avalie, se o cara reconhecer ou explicar seus motivos, tudo bem. Se não divide sucesso, não assume falhas e nem esboça reação, aí sim, procure outro trampo.

4 - Dê o sangue até o último minuto - Sua imagem profissional vale mais do que qualquer coisa. Não deixe a peteca cair só porque você está saindo. Deixe sua barra limpa ainda que você seja demitido e não você quem tenha pedido a conta. Lembre-se de que para conseguir seu próximo emprego, ou algum outro, perguntarão referências de você. Por isso, evite falar mal da empresa de que sair. O mercado é um ovo, não esqueça.

5 - Aviso prévio não rola - Se você decidiu ir, é como terminar um namoro ou um casamento. Já vi casais que se divorciaram e continuaram morando juntos, ou namorados que mesmo sabendo que não dava mais, insistiram. É péssimo, fala a verdade. Só se você percebe claramente que a empresa possui um projeto no qual você está muito envolvido, ou que ninguém mais vai segurar a onda, ou que alguém está com férias marcadas, ou que se você sair e vai ferrar um colega por tabela, aí sim, tope fazer um período de transição, mas fixe uma data-limite.

E como fazer para evitar uma surpresa e acabar sendo demitido?

1 - Preste atenção. Seu chefe dá sinais - Se você está sendo fritado, sente a chapa esquentando. Não tem jeito. Veja se seu chefe está dirigindo a palavra a você. Veja se ele aceita seu trabalho sem muito critério e o acaba refazendo. Até mesmo, por mais estranho que possa parecer, se ele parou de dar bronca. Um técnico a beira do campo só grita com um time se está querendo ganhar. Se ele sentou no banco e cruzou os braços, mau sinal.

2 - Demitir é tão difícil quanto ser demitido - se o seu chefe chegou ao ponto de dispensar você, é porque ele refletiu bastante sobre isso. Afinal, vocês dois são seres humanos, se seu chefe não pensar em fazer isso da maneira mais aceitável possível e partir pra guerra, ele não o merecia mesmo. No entanto, para ele são muitas as conseqüências, tanto financeiras quanto no ambiente interno. O que vão pensar os funcionários que ficam? Administrar conflitos da equipe são pepinos grandes e que precisam ser solucionados logo ou implodem a credibilidade do líder.

3 - Empresas que têm cortes devem fazê-los todos de uma vez - Um band-aid tem que ser arrancado logo. Se várias pessoas serão demitidas, que sejam de uma vez. Nada pior do que trabalhar em clima de terror sem saber se vai ou se fica.

4 - Observe a sua postura - Preste atenção se você ligou o botão ‘foda-se’. Por mais que você esteja de saco cheio, revoltado com aquela empresa ’sanguessuga’ e tudo mais, não assuma a postura do ‘já fiz minha parte’. Se chegou nesse ponto, siga o conselho do Capitão Nascimento, ‘pede pra sair’. Não se torne um profissional apático ou conformista. Não vai fazer bem pra você. Se não vibra mais no dia a dia, seu rendimento caiu e você assumiu uma postura indiferente, não adie a felicidade, peça demissão.

5 - Se você percebeu que o tempo fechou e quer ficar, reaja - Veja se você faz parte do problema “oh, vida, oh céus, oh azar” ou da solução. Veja se aprendeu com seus erros. Se você está tendo dificuldade, não se esconda, ‘ai meu deus, tomara que ele nem me veja, nem fale comigo hoje’, saia da toca e peça ajuda. Abra o jogo, diga que você quer melhorar e busque uma orientação. Você vai ganhar respeito quando passar ileso pelo mesmo problema novamente. É só procurar compreender e seguir os pontos que conversarem, assim você vira o jogo. Só não desista sem atingir os objetivos ali dentro que estejam a seu alcance.

6 - Sandálias da Humildade - Conhece o cara que tem na ponta da língua uma justificativa pra tudo? Nada é com ele, nunca? Não é possível. Empurrar para o outro seu próprio erro é erro crasso da vida profissional. Não existe profissional perfeito. Outro perfil é o ‘fodão’. Quem se acha a última bolacha do pacote um dia cai do cavalo. Demonstrações de afirmação, quedas de braço com o chefe, grosserias aos colegas e desleixo, como chegar atrasado ou atrasar um job porque se sente acima do bem e do mal são sinais amarelos. A demissão para esses dois perfis, mais cedo ou mais tarde, acaba sendo inevitável.

Chegar é uma experiência bem menos traumática do que sair, é claro. Uma empresa séria vai tratar o processo da melhor maneira possível e com transparência. A melhor palavra para lidar com isso é diplomacia, afinal, o que é combinado não sai caro. Mas nada melhor para a sua maturidade como profissional do que encarar isso de frente, de maneira natural para uma carreira. Parece fácil falar, eu sei, mas não é o fim do mundo. Só não entregue os pontos porque isto não é um termômetro sobre sua qualidade profissional. Avalie sendo honesto com você mesmo (mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira) suas fortalezas e fraquezas que pode contornar. Tenha garra que você dá a volta por cima, e rápido, basta apenas a boa e velha confiança. Quanto melhor você se conhecer, mais a terá.

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