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Vaga de assistente de atendimento na Página Comunicação
A Página Comunicação, de São José dos Campos, está selecionando profissionais para vaga de assistente de atendimento.
É fundamental ter conhecimento do pacote Office, bem como alguma experiência no ramo publicitário ou formação na área.
Os interessados deverão enviar o currículo para paulovitor@paginacom.com.br.
Vaga - Webdesigner na Cabrillano
- Conhecimento sólido em Flash, Photoshop, CSS, HTML entre outros pertinentes a
função.
- Prioridade para quem possuir experiência em design gráfico.
Enviar CV e Portfólio para fernando.carvalho@cabrillano.com.br
*Contratação imediata.
Criativo Crônico - The blue pill or the red pill? (parte 2)
Semana passada falamos sobre a hora de entrar numa empresa, agora falamos sobre a hora de sair.Quando sabemos que é a hora de virar a mesa e pedir as contas ou encontrar forças para virar o jogo diante de uma demissão. Já está em cartaz o filme (do diretor Jason Reitman, de Juno) ‘Amor sem escalas’, tradução muito ruim para ‘Up in the air’ e que não traduz o que é a história de verdade. George Clooney é um consultor contratado para demitir funcionários de empresas que não tem coragem para isso. Imagine o quanto as empresas americanas de todos os cantos não precisaram dos serviços dele durante a crise (e ainda hoje). Ele voa pelo país inteiro demitindo pessoas e tentando fazer isso da forma mais aceitável possível para elas. Num determinado momento, um demitido, que está nervoso por conta disso, pergunta o que irá dizer a seus filhos e que gostaria que se sentissem orgulhosos do pai. O personagem de Clooney o aconselha que mais do que ter um emprego, deveria fazer o que gostava, no caso, voltar a cozinhar. Uma pessoa que tinha um curso de refinada cozinha francesa certamente não deveria ter se sentido feliz por um minuto dentro daquela empresa. E que seus filhos iriam se orgulhar de vê-lo trabalhando com alegria. Por isso, se você decidir tomar a pílula vermelha de Matrix, e chegou a hora do adeus, você tem alguns cuidados aqui para esse momento profissional.
1 - Jogue limpo, seja sincero - Walter Longo tem uma frase que é “Você conhece as pessoas quando as demite e não quando as contrata.” Por isso, jogue limpo, não sacaneie a empresa nem cometa uma atitude que possa trazer prejuízos a você e a ela. Se você foi íntegro até aqui, por que iria se perder agora? Se você deseja sair por um motivo interno à empresa, tenha coragem, seja educado e diga o que é de verdade. Não invente uma historinha. Será um favor à empresa. Pode ser que seu chefe nunca tenha se tocado daquele ponto fraco e que agora pode ser consertado. Se você esconder o real motivo, as coisas continuarão como sempre foram e seus colegas é que irão continuar com aquele problema sem solução.
2 - Se seu problema é grana - Explique e peça um aumento. Ok, grana pesa. Claro que pesa. Se você precisa ganhar mais, exponha sua situação ao seu chefe. Você não precisa sair caçando um novo emprego antes de conversar com ele. Se você também receber uma proposta maior para sair da empresa, converse também antes de aceitar. Se você for uma pessoa fundamental, será reconhecido. Só saia se a situação não tiver mesmo conserto. Ainda que seja muita grana, dê a chance de seu chefe cobrir a oferta.
3 - Se seu problema é reconhecimento - De novo, troque uma idéia com seu chefe e fale como você está se sentindo. Primeiro, tente isso com bom humor, numa hora descontraída, por entre uma piada, disfarçada, e veja se surte efeito. Senão, abra o jogo e explique que você tinha expectativa de um feedback positivo quanto a uma peça que notadamente trouxe resultado. Aí avalie, se o cara reconhecer ou explicar seus motivos, tudo bem. Se não divide sucesso, não assume falhas e nem esboça reação, aí sim, procure outro trampo.
4 - Dê o sangue até o último minuto - Sua imagem profissional vale mais do que qualquer coisa. Não deixe a peteca cair só porque você está saindo. Deixe sua barra limpa ainda que você seja demitido e não você quem tenha pedido a conta. Lembre-se de que para conseguir seu próximo emprego, ou algum outro, perguntarão referências de você. Por isso, evite falar mal da empresa de que sair. O mercado é um ovo, não esqueça.
5 - Aviso prévio não rola - Se você decidiu ir, é como terminar um namoro ou um casamento. Já vi casais que se divorciaram e continuaram morando juntos, ou namorados que mesmo sabendo que não dava mais, insistiram. É péssimo, fala a verdade. Só se você percebe claramente que a empresa possui um projeto no qual você está muito envolvido, ou que ninguém mais vai segurar a onda, ou que alguém está com férias marcadas, ou que se você sair e vai ferrar um colega por tabela, aí sim, tope fazer um período de transição, mas fixe uma data-limite.
E como fazer para evitar uma surpresa e acabar sendo demitido?
1 - Preste atenção. Seu chefe dá sinais - Se você está sendo fritado, sente a chapa esquentando. Não tem jeito. Veja se seu chefe está dirigindo a palavra a você. Veja se ele aceita seu trabalho sem muito critério e o acaba refazendo. Até mesmo, por mais estranho que possa parecer, se ele parou de dar bronca. Um técnico a beira do campo só grita com um time se está querendo ganhar. Se ele sentou no banco e cruzou os braços, mau sinal.
2 - Demitir é tão difícil quanto ser demitido - se o seu chefe chegou ao ponto de dispensar você, é porque ele refletiu bastante sobre isso. Afinal, vocês dois são seres humanos, se seu chefe não pensar em fazer isso da maneira mais aceitável possível e partir pra guerra, ele não o merecia mesmo. No entanto, para ele são muitas as conseqüências, tanto financeiras quanto no ambiente interno. O que vão pensar os funcionários que ficam? Administrar conflitos da equipe são pepinos grandes e que precisam ser solucionados logo ou implodem a credibilidade do líder.
3 - Empresas que têm cortes devem fazê-los todos de uma vez - Um band-aid tem que ser arrancado logo. Se várias pessoas serão demitidas, que sejam de uma vez. Nada pior do que trabalhar em clima de terror sem saber se vai ou se fica.
4 - Observe a sua postura - Preste atenção se você ligou o botão ‘foda-se’. Por mais que você esteja de saco cheio, revoltado com aquela empresa ’sanguessuga’ e tudo mais, não assuma a postura do ‘já fiz minha parte’. Se chegou nesse ponto, siga o conselho do Capitão Nascimento, ‘pede pra sair’. Não se torne um profissional apático ou conformista. Não vai fazer bem pra você. Se não vibra mais no dia a dia, seu rendimento caiu e você assumiu uma postura indiferente, não adie a felicidade, peça demissão.
5 - Se você percebeu que o tempo fechou e quer ficar, reaja - Veja se você faz parte do problema “oh, vida, oh céus, oh azar” ou da solução. Veja se aprendeu com seus erros. Se você está tendo dificuldade, não se esconda, ‘ai meu deus, tomara que ele nem me veja, nem fale comigo hoje’, saia da toca e peça ajuda. Abra o jogo, diga que você quer melhorar e busque uma orientação. Você vai ganhar respeito quando passar ileso pelo mesmo problema novamente. É só procurar compreender e seguir os pontos que conversarem, assim você vira o jogo. Só não desista sem atingir os objetivos ali dentro que estejam a seu alcance.
6 - Sandálias da Humildade - Conhece o cara que tem na ponta da língua uma justificativa pra tudo? Nada é com ele, nunca? Não é possível. Empurrar para o outro seu próprio erro é erro crasso da vida profissional. Não existe profissional perfeito. Outro perfil é o ‘fodão’. Quem se acha a última bolacha do pacote um dia cai do cavalo. Demonstrações de afirmação, quedas de braço com o chefe, grosserias aos colegas e desleixo, como chegar atrasado ou atrasar um job porque se sente acima do bem e do mal são sinais amarelos. A demissão para esses dois perfis, mais cedo ou mais tarde, acaba sendo inevitável.
Chegar é uma experiência bem menos traumática do que sair, é claro. Uma empresa séria vai tratar o processo da melhor maneira possível e com transparência. A melhor palavra para lidar com isso é diplomacia, afinal, o que é combinado não sai caro. Mas nada melhor para a sua maturidade como profissional do que encarar isso de frente, de maneira natural para uma carreira. Parece fácil falar, eu sei, mas não é o fim do mundo. Só não entregue os pontos porque isto não é um termômetro sobre sua qualidade profissional. Avalie sendo honesto com você mesmo (mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira) suas fortalezas e fraquezas que pode contornar. Tenha garra que você dá a volta por cima, e rápido, basta apenas a boa e velha confiança. Quanto melhor você se conhecer, mais a terá.
Criativo Crônico - The blue pill or the red pill? (parte 1)

Todo profissional tem certeza de dois momentos em sua carreira: a hora de chegar e a hora de sair. Hoje, a primeira parte vai começar pelo começo, falando sobre a hora da contratação. Em Matrix, para abandonar aquela ilusão e viver um mundo de liberdade era preciso tomar a pílula azul e não a vermelha. Dar um novo passo na carreira é como tomar a azul. Não sabemos o que vai ter do outro lado, como vai ser, mas ficamos cheios de anseio, receio, curiosidade e insegurança. Nós, publicitários, somos chegados a uma dança das cadeiras. Qualquer veículo do meio publicitário dedica uma área para isso, M&M, Propmark, além de sites como o Quem pra Onde. Mas a finalidade aqui é ajudar com alguns cuidados que se deve ter antes da pílula milagrosa.
1- Conheça a empresa -Tenha a maior quantidade de informações possíveis da empresa onde você quer trabalhar ou que procurou você. Tenha referências de quem são os profissionais que trabalham lá, seus talentos, suas propostas de trabalho, (pode parecer baboseira corporativa, eu sei) mas missão, visão e valores de uma empresa contam o que fazem ali e no que acreditam suas cabeças. Você só vai ser feliz trabalhando dentro de um lugar em que se vê trabalhando. A pior coisa do mundo é começar num lugar e ver que aquilo não é pra você. É desgaste pra si mesmo e pra agência que esperava ter preenchido a necessidade e que agora tem que começar tudo de novo.
2 - Empregabilidade. O que é isso? - Traduzindo, é a capacidade que a gente tem de fazer com que uma empresa tenha vontade de nos contratar. O que nos torna desejados? Em Criação, tem que ter uma boa mistura do talento e da parte técnica. Pessoalmente, acho que tem que ter talento, correr atrás, humildade e vontade de aprender sempre, o resto a gente ensina. Se você curtir ser ratão de programa ou de referência, meio caminho andado. Se escrever corretamente, então, passa a ser um artigo raro.
3 - Portifolio hoje é digital - Coloque seus trabalhos num carbonmade, num álbum do flickr, num blog, até perfil do Orkut tá valendo. E se for webdesigner, crie seu próprio site. Os diretores de criação podem não ter o tempo (de verdade) para receber ao vivo, mas pra ver seu portifólio na internet, sim. Se você for bom, bom mesmo, a propaganda precisa de você. Ainda que não seja contratado naquele momento, ele pode te indicar (mas isso vem em outro tópico). Se você for chamado, aí sim, leve a famosa pasta, vá arrumado, chegue na hora e leve um currículo impresso. Tudo como manda o figurino. Se alguém não te respondeu, não encane. Se for seu, será. Pode ser apenas que o diretor de criação estava lotado de trabalho mesmo e não conseguiu te responder, mas não espere a eternidade pra partir pra outra.
4 - Não seja bicho do mato - “Não tenho oportunidade” é uma frase que não existe mais no seu dicionário. Conseguir um e-mail de um diretor de criação ou alguém de dentro de uma agência que te interessa hoje é fácil. Use o que você ouviu na palestra sobre redes sociais (tenho certeza que você já viu uma) e coloque o twitter, o Orkut e o facebook a seu favor. Entre no site da agência, comente aqui no ccvp, vá a palestras, eventos (se levar um cartãozinho de visita, melhor ainda), ligue na agência e seja educado (ninguém se nega a abrir as portas para quem pede com educação), mande um e-mail convencendo que você merece uma chance. Só não vale ficar com vergonha. Você continuará sendo um talento desempregado.
5 - QI existe e é assim que funciona - No nosso mercado, todo mundo conhece todo mundo. Se alguém não conhece você diretamente, conhece alguém que te conhece. A principal via de contratação é conhecer alguém que está no mercado (em negrito mesmo), seja numa agência, numa gráfica, numa produtora… não importa, ninguém vai contratar ninguém sem consultar algum tipo de referência, nem que seja sua mãe. Por isso, cuidado, ande na linha e não queime seu filme porque no mercado um liga um pro outro, pede indicação e parecer sobre quem se tem interesse em contratar.
6 - Aluno bom desperta os olheiros - Se você é um aluno interessado, tenha certeza que os professores falarão bem de você. Eles adoram descobrir novos talentos e serão os primeiros a fazer QI a seu favor. Nem eles também vão querer te colocar numa fria, por isso, são uma fonte segura de começar a fazer QI. No mercado publicitário, a sua grande chance de se colocar na área é durante a faculdade. Se você não trabalhar na área durante essa época, fica muito difícil. Fazer uma pós pode ajudar, e muito, na sua empregabilidade, corrigindo suas falhas, mas não responderá sozinha pela falta de experiência profissional. Ela será um aperfeiçoamento. Quem consegue virar o jogo, e ser descoberto ainda que tardiamente, é uma bem-vinda exceção.
7 - Dinheiro não é tudo, mas é 100% - até seu chefe, ou seu futuro chefe, quer ganhar mais, é claro. Mas não estruture sua carreira apenas pela grana. Fazer leilão no seu emprego atual com uma proposta maior de outro lugar pode ser uma cartada que não funcione e que acabe trazendo prejuízo pra você mesmo. Nada pior do que se sentir escravo do dinheiro num lugar em que você foi trabalhar apenas por considerar a grana, mas que não tem nada a ver com você.
8 - Componente pessoal - Você tem que ir com a cara do seu chefe e dos seus colegas e eles com a sua. Não adianta vocês se obrigarem a conviver horas e horas todos os dias. Não rola. Ninguém gosta de quem não é verdadeiro, honesto e transparente. Jogar limpo e jogar aberto só conta pontos a favor. Se você se está afim, mostre que sim. Se você não está afim, agradeça e siga em frente numa boa. Não se sinta a última bolacha do pacote, ou demonstre ser algo que você não é. A melhor atitude é ser sempre verdadeiro e o outro lado se sentirá obrigado a agir assim com você.
Semana que vem tem a segunda parte. Até lá.
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Requisitos: Profissional dinâmico com vontade de aprender disposto a crescer profissionalmente e a contribuir com a evolução da Internet, é indispensável o conhecimento em Padrões de desenvolvimento na web, semântica, XHTML e CSS. JavaScript pode contribuir muito com a avaliação do candidato mais não é obrigatório.
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Criativo Crônico - Palavras de Bogusky
Michel Lent disse na última palestra do FestUp que não havia preparado seu material para falar o que o estudante gostaria de ouvir, mas para o que ele precisaria ouvir. Existem várias formas de quem está começando poder se ligar mais no dia a dia da propaganda. Normalmente, quem já está na área acaba recebendo jovens que estão para fazer vestibular, ou quem acabou de entrar na faculdade, para este tipo de visita às agências. Além de um bate-papo, há textos e livros que ajudam bastante. O lendário Propaganda de A a Z e o Criação Sem Pistolão são bem conhecidos, mas há outro livro para quem ainda não se formou (e que deveria ler antes disso acontecer, apesar do título) é “Formei-me em publicidade, e agora?”. Nele, várias dicas para quem quer se preparar para a vida de agência. Um outro material que é uma verdadeira ‘bíbila’ da minha geração é ‘Manual do estagiário’ de Eugenio Mohallem, hoje disponível para download no CCSP.
A exemplo de Eugenio, encontrei um link do Alex Bogusky (ele é um dos sócios da Crispin Porter+Bogusky uma das mais celebradas boutiques criativas, ou ‘hotshops’, dos EUA. Colocou Miami no mapa da publicidade americana, acostumada ao eixo Madison Avenue-Chicago. Das mais criativas agências do mundo, ela já marcou com suas ações para Burger King, VW, Guitar Hero… e outros que você vê aqui.). Ele também resolveu falar umas palavras para quem está começando. Eu traduzo aqui algumas partes do texto. O link para o texto completo em Inglês está aqui. Aproveite.
Eu serei um cara de sucesso?
Boa Pergunta. Essa é uma questão que parece estar escondida atrás da maioria das perguntas que me fazem. E a resposta é que você provavelmente vai ter sucesso, mas provavelmente ele não virá na forma em que você está imaginando. Nem perto disso. Mas quando se der conta de que isso aconteceu, você vai olhar pra trás e sentir bem, e será bastante realizador.
É mesmo? Então, se você sabe tanto assim, como é que eu faço pra ter sucesso?
O louco caminho para o sucesso talvez já tenha começado para você. Você está mandando seus portifólios e ralando pra conseguir um trampo nas mesmas agências que todo mundo também está tentando entrar. Eu ouvi recentemente que uma só pessoa chegou a mandar 300 currículos. (…) Agora com e-mail, é fácil. Ainda eu iria sugerir que a pior maneira de ir atrás de um trabalho, ou ficar nele, é ignorar a razão dessa conversa, o sucesso.
Por que tenho que definir o que é sucesso para mim?
A definição mais valorizada pela Sociedade é uma só: Dinheiro. Encher os tubos de grana. Não me leve a mal porque dinheiro é bom e eu gosto, mas ter a mesma definição de exatamente todo o restante do mundo vai colocá-lo frente a frente numa disputa com concorrência acirradíssima pela mesma coisa. Se você começar a redefinir sua concepção de sucesso, vai competir numa categoria menor. Se você definir sucesso como morar no Havaí fazendo trabalhos de nível mundial para marcas internacionais de surf, então de repente você tem duas vantagens para alcançar o sucesso. Primeiro, não está competindo com 99,9% do mercado publicitário. Segundo, é muito mais fácil mensurar seu progresso. Minha definição de sucesso era morar em Miami e trabalhar com pessoas das quais me orgulho. E tem sido sempre assim, então, logo cedo me senti bem-sucedido dentro da carreira. (…)
Eu entendo, mas como eu defino o que é sucesso para mim?
Perceba que você já está progredindo. Você não vai se sentir exatamente assim, mas já está acontecendo. Eu não sei o porquê isso acontece assim, mas a perspectiva que temos de nossa própria carreira é que seu ritmo é sempre o mais lento possível, congelando. Ao mesmo tempo, quando você olha pra trás, vê que tudo aconteceu mais rápido do que você jamais poderia se dar conta. (…)
Seja honesto. Tenha respeito. Seja bom. Coloque objetivos positivos para você mesmo que também podem beneficiar as pessoas ao seu redor. Você vai ter muito apoio porque o que é bom pra você também vai ser bom para eles. Alguns pensam que é preciso derrubar alguém pra conseguir um lugar de destaque. Conheci pessoas que achavam que precisavam me derrubar para continuar subindo a escada. Raramente isso funciona porque existe um espaço infinito para o sucesso e assim você só vai se distanciar de seus verdadeiros objetivos. (…)
Não exagere. Não complique. Versões mais pé-no-chão do sucesso podem levá-lo a uma vida maravilhosa de aventuras. Você não precisa fazer com que tudo pareça grandioso enquanto se torna realidade. Simplifique. Acredito que duas frases devem ser o suficiente para traduzir os sonhos de sua vida profissional.
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Os interessados podem enviar curriculo para o e-mail adriano.barbosa@facilitycom.com.br
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