10 set
O que está por trás de fenômenos como blogs, Wikipedia, YouTube, MSN e Orkut? Conectado mostra o que são e como funcionam sites e softwares colaborativos, descreve a rotina de criação e manutenção de comunidades virtuais e apresenta os projetos mais originais da rede.
• Aborda questões polêmicas: pirataria online, crise da mídia, censura na rede e invasão de privacidade – como o recente caso das imagens de Daniella Cicarelli no YouTube.
• Apresenta os cases mais originais da internet, como o selo musical Trama Virtual e o site Craigslist.
• Um manual para o usuário saber como tirar proveito desse novo cenário e também perceber os riscos e desafios que a chamada “comunicação de muitos para muitos” traz.
Do prefácio de Caio Túlio Costa: “Poucas vezes vi em bom português tanta informação e argumentação como em Conectado. …É um livro, ao mesmo tempo, técnico e humanista, didático e profundo.”
Sobre o autor: JULIANO SPYER é historiador pela USP e palestrante para o curso de mídias digitais da PUC-SP e do Departamento de Publicidade da ECA-USP. Seus projetos Viva São Paulo, em parceria com a Rádio Eldorado, e Leia Livro, para a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, são referência no país em termos de conteúdo gerado por usuários e ação de cross-mídia interativa.
MAIS INFORMAÇÕES EM http://www.naozero.com.br/node/10

Um documentário fantástico produzido como trabalho de conclusão de curso de dois estudantes de cinena. Eles conseguiram enganar milhares de pessoas de uma só vez na República Tcheca. O objetivo? Inventar uma mentira para ver até onde ela poderia chegar. O resultado é interessante: um misto de indignação e ódio.
Em boa parte do filme, a dupla consegue o apoio da BBDO de Praga e aparece praticamente todas as etapas do trabalho publicitário: briefing, criação, conceituação e veiculação das peças. Destaque para a ira dos profissionais da agência quando o cliente quer mudar a toda estratégia e conceituação da campanha. Qualquer semelhança não pode ser mera coincidência.
O maior problema é encontrar esse filme. Parece que a exibição dele no Brasil se limitou a algumas salas na 29ª Mostra BR de Cinema.
diretor
Vit Klusak, Filip Remundaroteiro
Vit Klusak, Filip Remundafotografia
Vit Klusákmontagem
Zdenek Marekprodutor
Vit Klusak, Filip Remundaprodutora
A Hypermarket Film Ltdworld sales
Taskovski Films90 minutos
color, 35mm
01 ago
Como eu disse já há algum tempo nesse blog, viral funciona no interior. Talvez seja a grande saída para orçamentos tão apertados. Não falo dos clientes que já anunciam no interior. Me refiro aos que nunca anunciam pois reclamam do preço das mídias. Com o marketing de guerrilha, eles podem facilmente se tornar clientes potenciais de agências. Por exemplo: lojas de calçados que não têm dinheiro para veicular em grandes mídias podem facilmente organizar uma chinelada, sapatada ou algo parecido. Num sábado de manhã em uma cidade pequena você atinge praticamente toda a população.
O caso do vídeo, não é totalmente publicitário, mas nos deixa a idéia da potência de um viral em cidades pequenas. Mesmo que alguns discordem do meu ponto de vista, o fato, no mínimo, é muito curioso.
PARA ENTENDER MELHOR, ASSISTA AO VÍDEO:
O Menino 666 atrapalha show da Calypso
http://www.youtube.com/watch?v=ZFPluTH03UU&eurl=
06 jul
“Nossa Luiz, você está tão distante”, ela me disse isso olhando nos meus olhos.
Minha esposa me disse isso e depois ficamos um tempo em silêncio. Foi um golpe fatal. Não havia como me desculpar ou argumentar. Ela havia acabado de me acertar com mais uma verdade pontiaguda. Mudamos de assunto, fechamos a conta do bar e fomos para casa. Mas aquilo não me saiu da cabeça, realmente o conceito que eu havia criado para a campanha estava muito distante. Muitos que vissem a propaganda, não entenderiam. Eu entendia porque estava vivendo aquilo 24 horas por dia. Eu respirava o briefing dia e noite. Eu havia me esquecido que o significado das palavras não estão exatamente trancados dentro delas. Meu título poderia soar bem para mim, mas mal para outros, e provavelmente não seria entendido por muitos. Esqueci que o significado vive dentro da cabeça de cada leitor, de acordo com a sua cultura. Ele é como um vírus, que contagia as pessoas, mas só é capaz de sobreviver dentro delas. Não existe significado solto no ar, não por muito tempo. Talvez, como um fã incondicional de literatura, eu estive um pouco longe da vida real, longe do cotidiano imediatista, longe da minha época. Era preciso retornar, pousar novamente na Terra, mais precisamente no Brasil, no interior do estado de São Paulo, no ano de 2007. Realmente, para falar com o consumidor daqui, não era possível ir muito longe. Eu acabava de cair na real e descobrir mais um óbvio ululante: quando se quer falar com alguém, falar na mesma língua ajuda muito.
Em casa, no momento vago, curtindo meu ócio, resolvi assistir tevê. Vi um comercial que mostrava um espantalho dirigindo um carro em vastos campos, percorrendo um bom pedaço de estrada. Até que, finalmente, ele chega à beira mar. Lá ele abre os braços como de costume e curte o vento no rosto. Isso me chamou muito a atenção. O que será que esse espantalho quer? Será que ele roubou o carro do fazendeiro? Entrando no carro novamente o espantalho volta pela estrada, até o meio de uma plantação. Lá, esperando por ele está um jovem cabeludo e de roupas modernas em seu lugar. O jovem está de braços abertos, fazendo o trabalho do espantalho, que desce do carro e volta para o seu lugar. Mas antes disso, ele entrega as chaves do carro e agradece o cabeludo, e os dois se abraçam como velhos amigos, ao fundo uma música de emocionar, daquelas forte. No final, aparece a assinatura do comercial com a marca do carro e a frase: “Grande por dentro”. Puta que pariu, genial. Nunca pensei em me emocionar com a vida de um espantalho. Jamais. Esse era um comercial argentino, estava passando num programa sobre o Festival de Cannes. Putz, Argentina, nossos hermanos, aqui do lado. Além do meu queixo caído num misto de inveja e admiração, é lógico que eu entendi que o comercial falava sobre o espaço interno do carro. Pô, quem não entenderia?… Talvez o brasileiro. Não sei. O consumidor pode até entender, mas o que eu sei é que o anunciante não entende. Esse eu sei que não entende, pelo menos, mais precisamente no interior do estado de São Paulo, no ano de 2007.
- Luiz Henrique Nascimento
09 mai
Ministrado por Tatiana Baruel, reunirá aulas teóricas e práticas sobre técnicas de narrativa e formatação para o desenvolvimento de um roteiro (Cinema ou TV), análise de filmes e exercícios práticos. Programa resumido: Introdução à dramaturgia; Estrutura de três atos; Protagonista, antagonista e coadjuvantes; Formatação de roteiro; Tipos de roteiro – Cinema (ficção e documentário) e TV; Técnicas de Narrativa; Arquétipos; Jornada do Herói – os 12 passos; Análise de roteiros de filmes; Exercícios; Criação de argumentos para roteiros; Elaboração e apresentação dos roteiros. Turmas às quartas-feiras e aos sábados, na Literacia Livraria, Sebo & Cia. (Rua República do Líbano, 291- São José dos Campos). Informações: (12) 3941-9918.
(Estas informações são de responsabilidade dos organizadores dos respectivos eventos.
Assim, aconselhamos que os interessados confirmem a programação previamente com os responsáveis.)

Parece mais nome de filme, mas não deixa de estar relacionado. IMAXs são alguns dos poucos cinemas que permitem uma experiência única. Privilégio de poucas cidades no mundo, inclusive da vizinha Buenos Aires, a partir de agora São Paulo também terá seu IMAX. Este tipo de cinema consiste em uma tela gigante, som surround e a capacidade de exibir filmes em 3 dimensões. Filmes como 300, Spider Man 3 e Noite no Museu contam com suas versões para IMAX.
O empreendimento será uma das lojas ancoras do futuro Shopping Burbon Pompéia, previsto para o segundo semestre deste ano. Depois de pronto, vale experimentar.


09 mar
Era pra eu ter postado ontem, mas ficaria com cara de post especial do dia das mulheres. Como eu não suporto essa data comercial, machista e hipócrita, esperei pra postar hoje.
Há algum tempo que venho observando a relação meninos - meninas na criação. Sempre achei estranho que a maioria dos designers que conheço são do sexo masculino. Atualmente na produtora onde trabalho sou a única mulher. Tá certo que o departamento de criação é pequeno, somos apenas em 3. Mas eles já são maioria.
Trabalhei em outra produtora daqui do Vale onde a proporção era exatamente a mesma. E em uma agência de publicidade onde dentre os 4 criativos, eu também era a única mulher.
Lá no Sul a coisa era um pouco diferente. Na maior agência da região, éramos em 7 designers, sendo 4 mulheres e 3 homens. Ponto pra nós mulheres. Anteriormente em outra produtora, os números eram 2 mulheres e 1 homem. E pelo que andei observando, quanto mais pro Sul, maior o número de mulheres na criação.
Claro que isso não é um tipo de regra, nem mesmo uma estatística, mas acho curioso esse fato geográfico parecer influenciar nesses números. Há quem diga ainda que enquanto no Sul as mulheres estão mais na criação e os homens no atendimento, no Sudeste acontece o contrário: As mulheres no atendimento e os homens na criação.
E o que você acha? Aqui no Vale os homens predominam a criação mesmo? E as mulheres, estão no atendimento, ou isso tudo é pura lenda? Se sim, qual seria a causa disso?



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Josué Brazil
É bom ver o CCVP de volta a ativa!!!Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e direto

