
Já é um velho bordão dizer que a internet abre os seus negócios para o mundo, mas vale deixar registrado para os leitores do CCVP que há uma maneira interessante, dentre várias existentes, de trabalhar para clientes internacionais.
Trata-se do ELANCE.COM, website conhecido como o E-Bay dos serviços. Através dele, empresas de todo mundo oferecem e compram serviços. Já escrevi sobre isto em meu blog, mas queria deixar registrado para o publicitários da região. Às vezes me questiono sobre a pequena participação de empresas e freelancers brasileiros no site. Acredito que o idioma pode ser um entrave, mas mesmo assim, agências/ profissionais locais poderiam ser mais ativos e abertos para este tipo de prospecção.
Por que não ter um atendimento focado gerenciando clientes em sites como ELANCE.COM? Alguém faz isto por aqui? Como tem sido?
O site tornou-se muito popular após a publicação do livro “4 hour work week” (livro sucesso na Amazon.com), onde o americano Tim Ferris aponta a terceirização de serviços como uma forma das pessoas terem mais tempo livres para fazer o que realmente gostam.
Há muitos exemplos interessante de empresas / pessoas que usam o site.
Recomendo a leitura do artigo da BusinessWeek onde cita um casal americano que criou sua “multinacional” usando serviços do site. Também recomendo a leitura do blog do ELANCE.COM, onde eles citam alguns cases bem sucedidos.
Chama-me atenção a empresa The NetMen Corp, uma espécie de “fabrica” de logos localizada na Argentina. O negócio deles está em boa parte, baseado na venda de serviços via o ELANCE.COM. Mesmo com uma demanda tão grande, os trabalhos não deixam a desejar.
Tanto para oferecer, como comprar serviços o site pode ser uma boa opção para agências e free-lance locais.
Vai até este domigo, dia 12/12, a mostra gratuita ‘Bressonianas’ no SESC Taubaté, exposição fotográfica em tributo a Henri Cartier-Bresson, o fotógrafo mais influente do século XX. A exposição mostra sua influência na fotografia brasileira por meio de imagens de sete fotógrafos nacionais: Flávio Damm, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Orlando Azevedo, Juan Esteves, Marcelo Buainain e Tuca Vieira. A mostra, que foi um dos destaques da programação do Ano da França no Brasil em 2009, traz a público 42 imagens sob curadoria de Eder Chiodetto, além de um vídeo com obras do mestre francês Henri Cartier-Bresson.
Horário: Sábado e Domingo das 9h15 às 17h30
Local: SESC Taubaté - Av. Eng. Milton de Alvarenga Peixoto, 1264 - Esplanada Santa Terezinha - Taubaté
A festa de Halloween tem por tradição o dia 31 de Outubro. Mas ao contrário da cultura americana, o Dia das Bruxas em São Luiz do Paraitinga ganha um pé no folclore. Um pé só mesmo porque lá é fim de semana da Festa do Saci. 31 de Outubro já é oficialmente o Dia do Saci e seus Amigos no Estado de São Paulo.
A VIII Festa do Saci e seus Amigos é realizada pela SOSACI - Sociedade dos Observadores de Saci, em São Luiz do Paraitinga entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro. (veja a programação abaixo)
No caso específico de São Luiz do Paraitinga, vítima de uma tragédia no início deste ano, a Festa ganha um siginficado ainda maior: continuar cotribuindo na reconstrução da cidade, que vem se reerguendo, ainda que lentamente, mas se reerguendo.O comércio já está funcionando normalmente, bem como as pousadas que você encontra aqui.
Obrigado ao @dinamarco pela dica

13 out
Hoje eu vim aqui falar sobre o STOP MOTION, que se formos traduzir significa “movimentos parados”. Sabe aqueles filmes como: A noiva cadáver, então nele foi usada a técnica do stop motion, este tipo de técnica é feito com objetos ou até pessoas, onde você faz uma cena a partir de vários movimentos lentos. Muitos filmes utilizam bonecos de macinha, mas já vi comerciais da LEGO sendo feito com stop motion, e muitos outros filmes feitos com bonecos. Vou falar por experiência própria, é muito trabalhoso fazer 1 minuto de filme em stop motion, pois cada 12 quadros ou fotos equivalem a 1 segundo. Para o filme/comercial ficar realmente bom você tem que fazer cada movimento, até o mais sutil, e geralmente as fotos são tiradas de um mesmo ângulo, o que dificulta mais ainda as coisas, e tudo isso para que no final você junte todas as fotos e tenha um filme de verdade, onde um objeto inanimado se mova como gente.
Eu aprendi este tipo de técnica, e vou falar, é bem interessante, e o mais legal é quando você vê esta técnica em comerciais, filmes, e fica pensando “nossa senhora, quanto trabalho, mas o resultado está ótimo”. Eu cheguei a ver os bastidores de um filme em stop motion, o filme era: “o estranho mundo de Jack”, se vocês já viram este filme, vejam de novo e prestem atenção no stop motion, e em como os personagens se movem, até a boca tem que ser movida de um jeito para na hora que juntar todos os quadros parecer o que ele está falando.
Espero que tenham gostado e aprendido algo, a baixo eu vou mostrar algumas animações em stop motion, eu achei elas no site “curiosando”, quem tiver mais curiosidade sobre o assunto é só procurar, tem muitas coisas para aprender ainda..
Senac São José dos Campos
Formação Adobe CS4 Editoração: Ilustrator, Photoshop e InDesign: Curso em que o participante aprende sobre os recursos oferecidos pela nova versão CS4 de softwares da Adobe; Illustrator, Photoshop e InDesign, para o desenvolvimento e criação de imagens vetoriais, bitmaps e diagramação.
Data: de 19/7 a 20/9, segunda, quarta e sexta-feira
Horário: das 18h30 às 22h30
Formação Adobe CS4 Web: XHTML/CSS, Fireworks, Dreamweaver e Flash: Curso em que o aluno aprende a linguagem XHTML/CSS e a utilizar os programas Adobe Dreamweaver, Fireworks e Flash, para criar e produzir web sites profissionais, implementando imagens, animações e interatividade. Tudo dentro dos padrões webstandards, alinhados à filosofia Web 2.0 do mercado.
Data: de 2/8 a 27/10, segunda, quarta e sexta-feira
Horário: das 8 às 12 horas
Senac Taubaté
Criação e Redação Publicitária: O aluno aprende a criar peças de comunicação utilizando conhecimentos elementares sobre o processo criativo a fim de identificar suas habilidades e a aplicabilidade das peças nos respectivos contextos.
Data: de 31/7 a 25/9, sábados
Horário: das 14 às 17 horas
3ds MAX 2010 Básico: O participante aprende diversas técnicas e ferramentas da versão 2010 do software 3D Studio Max, com os métodos de criação de objetos, texturização, iluminação e animação. Este curso destina-se a profissionais da área de animação para games, vídeo para TV, designers, publicitários, videomakers, ilustradores e arquitetos.
Data: de 7/8 a 18/9, sábados
Horário: das 9 às 17 horas
Senac Guaratinguetá
CorelDRAW X4 – Ilustração Digital: O participante aprende a utilizar os recursos e as ferramentas disponíveis no software CorelDRAW X4 para o desenvolvimento, criação e publicação de ilustrações vetoriais e layout de páginas.
Data: de 21/7 a 02/8, segunda a sexta-feira
Horário: das 19 às 22 horas
Marketing, Logística e Vendas: O participante aprende a utilizar os recursos e as ferramentas disponíveis no software CorelDRAW X4 para o desenvolvimento, criação e publicação de ilustrações vetoriais e layout de páginas.
Data: de 26/7 a 30/7, segunda a sexta-feira
Horário: das 19 às 22 horas
Para mais informações sobre os valores e inscrições, entre em contato com as unidades:
Senac São José dos Campos: Rua Saigiro Nakamura, 400 – Vila Industrial
Telefone (12) 2134-9000
Senac Taubaté: Rua Nelson Freire Campello, 202 – Jardim Eulália
Telefone (12) 2125-6099
Senac Guaratinguetá: Av. Dr. João Baptista Rangel de Camargo, 50 – Centro
Telefone (12) 2131-6300
Siga o Senac também no Twitter: www.twitter.com/senacsaopaulo
Dave Logan em palestra no TED
Dave Logan é um dos autores do livro, “Tribal Leadership - Leveraging Natural Groups to Build a Thriving Organization” cujo nome foi traduzido para “O Executivo e sua Tribo - Lidere sua Tribo Corporativa e Maximize a Produtividade e o Lucro da Empresa”.
Despertei meu interesse pelo livro depois de saber que a ZAPPOS, empresa americana de venda eletrônica, distribui gratuitamente a versão “audiobook” em seu site.
Segundo o autor, desde os primórdios da humanidade, nós vivemos em tribos. Hoje, nas empresas, isto não é diferente. São grupos que variam de 20 a 150 pessoas. Tais grupos, segundo Logan, têm mais poder do que seus líderes.
O entendimento dessas tribos influenciam a forma de liderar. Enquanto que para alguns, liderar é uma tarefa que acontece com muita facilidade, para outros, por mais que se dediquem, por mais que sigam as regras, por mais que pareçam fazer a coisa certa, liderar parece algo difícil e não gera bons resultados. Por que isto acontece? A questão pode não ser necessariamente o líder, e sim a tribo onde ele está inserido.
Para os autores, é preciso saber se relacionar com as tribos e ajudá-las a avançar para o próximo estágio. Para entendê-los, os autores classificaram 5 tipos diferentes:
O primeiro estágio, “os hostis”, são aqueles que consideram que “a vida é uma droga”. Geralmente este perfil é encontrado em gangues e em prisões. Eles, em sua maioria, não têm respeito pela vida e pela sociedade.
O segundo estágio, “os desmotivados”, encaram a vida através de uma perspectiva um pouco diferente da primeira. Para eles, “a vida, especificamente a deles, é uma droga”. É comum identificar este perfil quando se escuta pessoas reclamando:
“o dia está ruim porque eu estou com calor”, ou
“o dia está ruim porque eu estou frio”.
“estou cansado porque eu tenho muito trabalho”, ou
“estou cansado porque eu tenho pouco trabalho”.
Sempre há como justificar e anunciar o porquê de sua insatisfação pessoal. Um grupo assim, segundo Logan, trabalha o suficiente para não ser demitido. Acaba não enxergando oportunidade ou ameaças ao negócio justamente por entregarem somente o básico à empresa. Uma empresa desmotivada dificilmente vai para frente.
O terceiro grupo, “autocentrados”, é o mais comum no mundo corporativo. Eles são motivados e, muitas vezes, bem sucedidas. Os autocentrados tem o senso de equipe equivocado. As pessoas são úteis enquanto servirem ao seus propósitos. Constantemente tenta tornar quem está ao redor uma réplica delas mesmas. São pessoas que gostam de falar sobre elas mesmas, mas não escutam o próximo. Julgam fazer o melhor trabalho do mundo e acreditam que os demais não colaboram com ela. Apesar do sucesso profissional, isto as deixam extremamente insatisfeitas. Em uma conversa entre duas pessoas com este perfil, há uma mudança constante de tópicos, uma vez que cada um quer superar o outro.
Aí eu paro e pergunto meu caro leitor, você conhece alguém que seja assim? É fácil não é. Basta olhar ao redor, certo?
Pare e pense mais um pouco. E você? Já parou para pensar como você atua? Será que você é mesmo o “the choosen one”? Quantos de nós pensamos que somos os heróis do dia? Quantos de nós nos julgamos insubstituíveis?
O quarto grupo, os “colaborativos”, difere-se do terceiro por deixar a postura individualista de lado e acreditar no poder do grupo. É a partir desde estágio que os grandes avanços começam acontecer. O grupo começa a partilhar valores e estes valores os mantém unidos. Cooperação e objetivos comuns guiam a tribo. O sucesso dos indivíduos dependem do sucesso do grupo. Porém, ainda há o senso de competição com quem não faz parte da panela. O lema aqui é “Nós somos bons, vocês não”.
Já as empresas no estágio cinco encaram o mundo como maravilhoso. São cooperativos e unidos por um proposito como mudar o mundo. É o caso da empresa farmacêutica que quando perguntada sobre quem é seu maior concorrente, o funcionário afirma ser o câncer. São empresas que querem deixar sua marca na humanidade. Transcendem seus mercados de atuação. São as empresas neste estágio que criam as maiores inovações de qualquer industria.
O papel do líder (formal ou informal) ajudar as diversas tribos, gradualmente, a avançar de estágio. Olhe ao seu redor, em que estágio você está? E as pessoas ao seu redor? Pergunte qual é a sua paixão? Qual é a paixão do seu grupo?O que move as pessoas? Será que há algo comum entre vocês? Será que o que move você precisa de um upgrade? Você não está sozinho e, em tempos de colaboração, esta jornada que deve ser feita em grupo.
Authors@Google
Book Brief -Bnet.com
Veja também:
Do You Want To Be Donald Trump Or Steve Jobs? – The John King Interview
http://mixergy.com/tribal-leadership/
28 abr
Mais um artigo seguindo a linha “Imprima uma cópia e coloque na mesa do seu chefe“.
Não me lembro a fonte, mas um tempo atrás, fiz um benchmarking sobre briefings e consegui esse guia. Sei que este é um Clube de Criação, mas esse guia pode salvar vidas, campanhas e contas. Enviem para o atendimento e torçam para que ele faça bom proveito dele.
STATUS
( )Estudos preliminares ( )Planejamento ( )Layout ( )Alteração
TIPO DE JOB
( )Novo
( )Refação ( )Alteração ( )Desdobramento - nº PIT de referência _________
1. ANÁLISE DA VIABILIDADE DO PROJETO
Estudo da possibilidade de viabilização do projeto, dentro das expectativas do cliente. Devemos fazer um filtro das solicitações, enquadrando o PIT, ao que é possível, analisando e sugerindo novas ações a fim de termos um foco nas ações com maior probabilidade de efetivação.
2. HISTÓRICO DA NECESSIDADE
Por que o cliente precisa deste trabalho, qual o objetivo da ação. Qual o problema a ser solucionado neste trabalho.
3. OBJETIVO DA COMUNICAÇÃO
Como a peça vai contribuir para que o objetivo seja atingido. O que se espera do desenvolvimento da(s) peça(s).
4. PÚBLICO-ALVO
Público-alvo deste job (principal, intermediário e secundário quando houver), características, perfil.
5. INSIGHTS-CHAVE PARA O CLIENTE
O que o consumidor pensa sobre a marca e o que queremos que ele perceba com a comunicação deste job.
6. MATERIAIS E MEIOS / MÍDIA / REGIÃO DE ABRANGÊNCIA / LOCAIS DE ENTREGA
Quais os materiais e meios de comunicação, programação, veículos… Informar o que já está definido sobre a mídia, ou o que está sendo levantado e/ou discutido, bem como forma de armazenamento e transporte das peças e ou das embalagens.
7. O QUE DEVE SER DITO (é o item mais importante do briefing)
Foco: frase que resume o que a comunicação precisa dizer/deixar ao cliente. É a promessa principal.
à Argumentos: diferenciais e características da marca e/ou produto que está sendo trabalhado.
8. TOM DA COMUNICAÇÃO
É o estilo que a comunicação deverá ter neste job específico: sério? bem-humorado? irreverente? emocional? Importante: aqui deverá ser sinalizado se a peça deverá dar continuidade a uma linha criativa já desenvolvida e usada em todos os jobs da empresa ou se deve partir para um novo caminho (e direcionar então este novo caminho).
9. PERSONALIDADE DA MARCA
Como a marca está posicionada e quer ser percebida.
10. OBRIGATORIEDADES | LIMITAÇÕES | POLICES
Tudo o que deve aparecer, tudo o que não deve aparecer, o que evitar, o que valorizar, informações necessárias e indispensáveis. Entram todas as informações que não podem faltar na comunicação: conceito, packshot(s), endereço, telefone, informações jurídicas, slogan, endereço eletrônico…
11. DIRECIONAMENTO DO TRABALHO
Neste campo entra o detalhamento das informações área-a-área: o que esperamos do planejamento, criação, mídia, produção gráfica e eletrônica, Connect, Promo, MA e detalhamento, quando houver, das peças que compõem o projeto, número de pontos de vendas, quantidade de produção de cada item, etc.
12. PEÇAS E FORMAS DE APRESENTAÇÃO PARA O CLIENTE
Peça(s) que precisa(m) ser desenvolvida(s) e forma de apresentação (impressas, jpg, pdf…)
13. CONSIDERAÇÕES RELEVANTES
Todas as informações que não estão diretamente ligadas à construção da idéia, mas que tem interferência direta no projeto: verba disponível, timing de lançamento, definição do produto, identidade de marca do cliente, cores padrão, formatos trabalhados, quantidades a serem realizadas, número de pdv’s atingidos, fornecedor recomendado….
14. PRAZOS
Na elaboração do PIT, cabe ao atendimento informar as datas pré-definidas com o cliente (prazo de apresentação, prazo de lançamento, início da mídia…), sempre após a discussão com o tráfego que irá propor o melhor prazo.

Recentemente li um artigo muito interessante no blog publicitário mineiro Carlos Henrique Vilela (CHMKT.com.br). Vivela comenta o texto de Phil Johnson, diretor de criação americano que afirma que o papel do diretor de criação deve ser mais amplo do que um simples filtro de idéias. Para ele, este líder deve promover a criatividade coletiva da agência. Esta afirmação é válida não apenas para publicitários, mas sim para líderes de outras áreas. O texto é um bom exemplo de que a publicidade, uma industria muitas vezes dominada por hierarquia e individualismo, está acordando para uma nova realidade.
Segue abaixo o texto:
Qual o papel do diretor de criação?
Em um texto fantástico publicado recentemente no Advertising Age, o Phil Johnson, CEO da agência PJA Advertising & Marketing, faz uma reflexão sobre o papel do profissional que, na visão dele, é o mais importante na agência: o diretor de criação. Ele conta que passou muito tempo pensando em qual seria o papel ideal desse profissional. A forma de atuação na qual ele pudesse ser mais útil à agência e aos seus clientes. E chegou a uma conclusão bem interessante.
No início, quando ele próprio era o diretor de criação da agência – sua visão era de que deveria ser o cara que aprovava quais ideias iriam adiante e quais morreriam ali. O estilo que ele valorizava, conta, era o do diretor que conseguia ver tudo que era feito na agência e arbitrar sobre o que era bom e o que ficaria de fora, além de ser capaz de produzir os melhores trabalhos da agência.
No entanto, como autoridade única, aponta, o diretor de criação acabava se transformando em ditador de criação. Nesse modelo em que a ideia passa por um só filtro criativo, vozes e ideias interessantes acabavam se perdendo, conta. Além disso, eram limitadas pelos próprios gostos, estilos e julgamento desse profissional - não importa o quanto seja talentoso. Com isso, diz, a capacidade criativa da agência se restringe, e passa a ter um único tom e estilo. Isso é, na visão dele, o caminho mais rápido para que a agência vá de inovadora a estereotipada.
Hoje, sua visão é a de que o papel ideal de um diretor de criação é muito maior e mais importante do que qualquer tarefa operacional. Ao invés de ser a pessoa com as melhores ideias, ou capaz de julgar o melhor trabalho, ou a melhor pessoa para gerenciar o processo criativo, esse profissional tem a missão de transformar o cérebro de toda a agência e construir uma consciência criativa coletiva. Com isso, diz, sua influência vai além do departamento de criação.
Aí você pode perguntar: mas quem vai tomar as decisões? Ele conta que, realmente, existem ideias e conceitos mal direcionados que devem ser mortos. Mas, ao invés de ter uma só pessoa fazendo isso, um bom diretor de criação é capaz de compartilhar essa responsabilidade entre um grupo de pessoas Nas quais confia. Quando existem talentos na agência, afirma, dificilmente há só uma boa ideia. Em vez disso, há muitas ideias diferentes para se escolher. E o diretor de criação, conta Johnson, precisa manter essa diversidade viva.
Segundo ele, é essencial que o diretor de criação possa modelar um ambiente que atraia pessoas criativas e que torne o restante da equipe mais criativo do que parece possível. Além disso, deve cultivar um debate ativo sobre o que determina um bom trabalho. Assim, a diversidade de ideias reina e muitas pessoas desenvolverão a capacidade e escolher as melhores direções a seguir. Ele deve fazer com que as pessoas acreditem que são capazes de fazer o impossível e criar experiências que nunca foram feitas antes. É aí que, segundo Johnson, as portas se abrem para revoluções criativas.
Ele conclui o texto dizendo que é esse um trabalho que não vem com manual de instruções, e conta que teve sorte o suficiente para atrair uma dupla de diretores de criação que tem essa habilidade e conseguem colocá-la em prática. São profissionais muito corajosos, destaca. Eles colocam em funcionamento uma força criativa maior do que eles mesmos. Ato ousado para profissionais que desenvolvem, tradicionalmente, uma carreira construída em cima da reputação criativa. Pelo menos na agência dele, diz, o que faz um bom diretor de criação é a capacidade de libertar a criatividade ao seu redor.
Fonte: http://www.chmkt.com.br/2010/04/qual-o-papel-do-diretor-de-criacao.html
Autor: Carlos Henrique Vilela (@chmkt)
Veja também o artigo original: “What the Hell Is a Creative Director Supposed to Be?” de Phil Johnson.



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Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e diretoCristiano Braga
Conteúdo de excelente qualidade para que quer sentir-se em plena Riviera Francesa sem sair da cadeira.

