CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Jair, às 2:35, em Criatividade, artigos, coincidências.

325509_9274Amigos criativos do CCVP, vamos combinar uma coisa? Pelo bem da noção e da sanidade, a partir de agora ninguém mais cria slogan ou título com “essa ideia” no final tá?

Do tipo: “Plante / Curta / Corte / Abrace / Ame / Compre / Pratique / Vista / Escreva / Faça / Passe / Repasse / Chupe / Escolha / e qualquer outro verbo… essa ideia”. Essa ideia, de usar essa ideia, já deu né?

O cartaz que me inspirou ser publicitário era de um concurso escolar para uma campanha antifumo, tinha um cigarro apagado e a chamada: “Apague essa idéia”.”Idéia” com acento mesmo, como se escrevia antigamente. Mas aí tudo bem. Este cartaz foi criado em 1979, eu tinha 7 aninhos.

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Postado por Ale Santos, às 11:21, em Criatividade, Destaques, Mercado, Social Media.

curtir-ecologico
Como estratégia para inserir a Mineração São João nas redes sociais, a agência Sander lança a campanha  “Curta essa ideia” com um teor socioambiental.

Utilizando o facebook como principal rede dessa ação, a empresa plantará uma muda para cada nova opção de  curtir que receber em sua fan Page, com o limite máximo de 1.500 mudas., ou seja, 1.500 curtir.

Além de ajudar ao Meio Ambiente, quem curtir receberá um certificado de participação e  poderá acompanhar tudo que vai ser feito durante toda a campanha, como informações do plantio, fotos e vídeos relacionado ao tema.

Você pode saber mais sobre a campanha e sobre a Mineração no próprio site http://www.mineracaosaojoao.com

Para curtir a fan Page da empresa é só acessar:
http://www.facebook.com/mineracaosaojoao

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Postado por Felipe Balista, às 9:35, em Criatividade, Referências.

Vídeo muito bonito e interessante da W/McCann produzido pela Molho.


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Postado por Marcos Teles, às 12:26, em 100 Dicas para Inovar, Criatividade, Cultura, Internacional, Mercado.

Já é um velho bordão dizer que a internet abre os seus negócios para o mundo, mas vale deixar registrado para os leitores do CCVP que há uma maneira interessante, dentre várias existentes, de trabalhar para clientes internacionais.

Trata-se do ELANCE.COM, website conhecido como o E-Bay dos serviços. Através dele, empresas de todo mundo oferecem e compram serviços. Já escrevi sobre isto em meu blog, mas queria deixar registrado para o publicitários da região. Às vezes me questiono sobre a pequena participação de empresas e freelancers brasileiros no site. Acredito que o idioma pode ser um entrave, mas mesmo assim, agências/ profissionais locais poderiam ser mais ativos e abertos para este tipo de prospecção.

Elance screens

Elance screens

Por que não ter um atendimento focado gerenciando clientes em sites como ELANCE.COM? Alguém faz isto por aqui? Como tem sido?
O site tornou-se muito popular após a publicação do livro “4 hour work week” (livro sucesso na Amazon.com), onde o americano Tim Ferris aponta a terceirização de serviços como uma forma das pessoas terem mais tempo livres para fazer o que realmente gostam.
Há muitos exemplos interessante de empresas / pessoas que usam o site.
Recomendo a leitura do artigo da BusinessWeek onde cita um casal americano que criou sua “multinacional” usando serviços do site. Também recomendo a leitura do blog do ELANCE.COM, onde eles citam alguns cases bem sucedidos.
Chama-me atenção a empresa The NetMen Corp, uma espécie de “fabrica” de logos localizada na Argentina. O negócio deles está em boa parte, baseado na venda de serviços via o ELANCE.COM. Mesmo com uma demanda tão grande, os trabalhos não deixam a desejar.
Tanto para oferecer, como comprar serviços o site pode ser uma boa opção para agências e free-lance locais.

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Postado por Felipe Balista, às 12:00, em Criatividade, Internacional.

Há uns 5 anos atrás, mais ou menos, a Belief (produtora de vídeo referência em todo o mundo) criou um vídeo  para nos incentivar a pensar diferente e ir além. É um vídeo instigante que dá várias dicas e mostra o que você pode fazer para alimentar sua criatividade. Até hoje um vídeo muito inspirador.

OBS: Até o momento que criei o post, o site da Belief estava fora do ar.

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Postado por Marushio, às 11:31, em Criatividade, Referências, Vida de Freela.

Já falamos sobre o que é ser um freela, sobre a relação freela x agência e sobre administração de grana.
Só burocracia hein.

Hoje vamos falar sobre um assunto mais interessante: inspiração.

Lógico que o tio sukita vai começar enchendo o seu saco, meu querido freela leitor. Senão isso aqui fica igual sua mãe falando que tu é lindo e perfeito…

E cá entre nós, quando tu sai da vida de proletário em uma agência ou escritório, pra se tornar freela, é porque quer eliminar a necessidade de babar ovo pra ser socialmente aceito. Entre outras razões já explanadas nas outras semanas. Agora vamos ao que interessa.

Para que seu trabalho como freelancer seja reconhecido, não basta apenas cumprir prazo. Isso e básico. Você precisa apresentar trabalhos inspiradores. E pasmem, tu precisa estar inspirado pra inspirar alguém (aqui imaginem o emoticon de msn: /sacou?)

E não adianta tu ficar assistindo tv o dia todo e achar que está absorvendo info importante pro seu trabalho.
Pode ser que assista algo inspirador sim. Mas jovem, milhões estão assistindo o mesmo que você.
Logo, nada que tu apresente, inspirado nesta mesma grade de programação, será novidade.
E o videogame nem se fale, a mídia entrou no título desta coluna porque sou fanfarrão…

Lembra quando tu era funcionário, olhava pela janela o tempo passar (quando tinha a sorte de ter uma janela perto) e ficava imaginando quantos livros poderia ler com o tempo livre, quantas exposições poderia visitar e quanta gente interessante poderia conhecer? Surpresa!!! Agora tu pode fazer tudo isso!!!!!!

Sim, é verdade. pode sim. Basta programar teus horários e administrar os prazos dos jobs.

Maru, meu rei (sotaque baiano). Já que não vou me inspirar na HBO. Quais são as fontes de inspiração, sabichão?

Em São Paulo, temos uma agenda de eventos e cursos muito interessante. Citando alguns:

- Pixel show: design, arte, fotografia, ilustração, arte de rua, moda e cinema

- Cut&paste: aconteceu pela primeira vez em 2010. Mas certeza que vai se tornar um evento anual concorrido

- Festivais de cinema: praticamente o ano todo tem opções. Boas opções. Dá pra fugir d carta marcada de hollywood com as mostras internacionais

- Mostras e workshops nas faculdades como Unitau, Belas Artes, ESPM, FAAP sempre são muito interessantes

- Vale ver também a grade de cursos rápidos de várias instituições, desde a escola de arte Quanta, Senac, Melies, até a miami ad school

- Os centros culturais e unidades Sesc oferecem ampla gama de exposições e shows. E é free, na maioria das vezes. Vai na fé!

Você ainda pode acompanhar alguns sites bem interessantes para conhecer o calendário de cursos da região e de fora, além de peças inspiradoras, olha só:

- ideia fixa
- CCVP
- Design on the rocks
- Amenidades do design
- CCSP

Não desligue ainda, pode ver o que outros profissionais fazem em sites de portifolio como:
- Behance
- Devian art

Citei alguns, mas existem muitos outros. Siga no twitter o máximo de gente interessante da área que puder. Faz diferença.

E não esqueça dos livros. Ah, nunca vou substituir um bom livro de design por sites. Sentir o cheiro do papel e ver a qualidade de impressão te leva a outro patamar quando se fala em arte.

Revistas como Computer Arts, Zupi,  livros de arte e livros de design são muito indicados pra tu ficar antenado. E também publicações online como a DrogaMag que é free e super bacana.

E olha que estou citando bem poucas referências. Mas, só isso, já te dá um repertório bem mais rico do que a sua tv.

Imagine tu buscar, realmente, se ocupar durante o ano com inspiração? Não faltam opções.

Acordou campeão?

Vou deixar uma inspiração pra vocês:

Thought of You from Ryan Woodward on Vimeo.


Twitter: @marushios

Se quiser acompanhar as dicas da coluna, todas as segundas:
Vida de Freela

Freelancer = EUgência?

Administrando a grana

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Postado por Felipe Balista, às 7:00, em Criatividade, livros.

Quantas vezes você já abriu a cabeça e embaralhou os miolos pra ter aquela sacada de gênio? Ou quantos brainstorms e esboços você fez até acreditar que aquela é a melhor saída?

O nosso background, nossas experiências e vivências, que são a base para a formulação e a criação de soluções eficazes. Ou seja, quanto mais a gente vive maior nosso background, nossa “HD” de referências. Mas o grande lance não está aí, e sim no tempo que levamos até chegar num resultado satisfatório.

Steven Johnson, escritor norte americano, relata sobre isso no seu livro “Where good ideas come from?”, mostrando que as ideias podem não vir no momento em que queremos e como isso pode demorar a acontecer.

Segue um vídeo, como de costume, em que Steven dá uma pincelada nessa questão. É em inglês, e tem 4 minutos, mas vale a pena.

 

 Além desse, o best seller Steven Johnson já lançou outros 5 livros relacionados a criatividade, neurobiologia e neurociência.

 

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Postado por Eduardo Costa, às 10:22, em Criatividade.

Procurar escrever sobre novidades e como elas afetam nosso dia-a-dia não é fácil.
Ao buscar algo realmente diferente sobre o que mostrar aqui no CCVP, conheci, através de um post do blog da DM4 (http://www.dm4brasil.com/blog), um “louco visionário”, chamado Pranav Mistry,

Ele trabalha no MIT e inventou um dispositivo chamado SixthSense [Sexto Sentido], que vai modificar a maneira com que todos nós (e não somente publicitários, antenados ou nerds) interagimos com a informação em nossas vidas.

Hoje, temos acesso ilimitado à informação (e interação com outras pessoas) , de qualquer lugar e a qualquer tempo, graças à Internet, aos computadores, notebooks, celulares, tablets, vídeo-games, etc. Como vemos, esta informação está confinada a um dispositivo físico ao qual temos de ter acesso para buscá-la. Sem eles isso não é possível. Somos sempre máquinas pilotando uma máquina para buscar algo.

E se isso acabasse?

Impossível? Eu também achava, até assistir aos dois vídeos abaixo (é possível setar legendas em português para os que tiverem dificuldade com o inglês).

Imaginem, todas as possibilidades que esse “milagre” (não consegui definir outro nome) vai gerar na nossa vida e na vida de todas as pessoas, empresas e clientes que nos cercam. Espero que vocês viajem como eu viajei.


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