Para concorrer a uma vaga na Molotov Propaganda, a publicitária Patricia Mantovani criou uma campanha no twitter chamada #MolotovContrateAPaty. A iniciativa teve tanta repercussão nas redes sociais que virou tema do programa Vanguarda Mix, exibido no dia 13 de agosto. Além disso, a campanha atingiu seu objetivo: Patricia foi contratada como assistente de atendimento da agência.
Assista ao vídeo:

Hoje a história tá mais para economista crônico que para criativo crônico, nem por isso o assunto vai ser chato. Sabe aquela sensação de que você tem tanto medo que de sofrer que acaba sofrendo? A isso se chama de profecia auto-realizável. Assim me parece a anunciada crise econômica que bate à porta. A meu ver, não deixamos na verdade um cenário de crise desde 2008. Lambemos as feridas, tapamos o sol com a peneira, mas apesar de algum fôlego, o panorama econômico e empresarial não tirou o pé que ficou atrás. Todos esperamos tanto, tão receosos de uma nova crise que ela retornou. Em fevereiro, ouvi de uma fonte que a crise econômica teria um ‘repique’ em 2012. Havia tanta expectativa que ela aconteceu mais cedo. Caiu do céu. Mais uma vez a gente observa que num mercado global, um assunto interno tem impacto como um dominó junto às demais peças do jogo econômico. E lá vamos nós.
Dilma disse nessa segunda, muito sensata aliás, que o país não está blindado a uma crise mundial, mas mais fortalecido. Nada de discurso de ‘marolinha’, mas uma postura pé-no-chão. Não estamos mesmo imunes, mas nosso mercado interno não pode se contaminar pelo pânico. Mais uma vez, vejo que o papel da imprensa é indispensável nesse efeito. OK, se o EUA quebra, realmente o calote mundial é sem precedentes, mas a semana passada, se o teto da dívida americana não fosse aprovado seria o Apocalipse. Foi aprovado, não teve ‘pendura’ e teve Apocalipse do mesmo jeito. E aí? Existe uma desconfiança tamanha de uma recessão que não passa. Um receio intermitente que não se acalma também diante dos países PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha), porcos em inglês, que estão realmente quebrados e, assim, podem botar a Europa inteira a pique e o mundo junto.
Não observo que a crise é da economia, mas das pessoas. A vontade do Tea Party, um movimento WASP (branco, anglo-saxão e protestante) ultraconservador, de fritar o Obama era tão grande que resolveu ver o circo pegar fogo e deixar que a polêmica se alastrasse por um mês até a aprovação no último minuto. Mas como um grupo que prega o fim do Banco Central, uma América branca e um profundo liberalismo (até a liberação das drogas eles apoiam porque o governo não pode se meter na sua vida) ganha eco? Porque o mundo adotou a postura de radicalismo nos últimos 10 anos. O atentado na Noruega, Sarkozy alinhado à ultra-direita na França para se manter no poder (país com a maior porcentagem de muçulmanos na Europa) e os recentes tumultos na Inglaterra (a morte de um rapaz pela Polícia desencadeou o ódio de uma população com 600 mil desempregados até 25 anos, fruto de uma forte política de cortes sociais) são exemplos claros de que o radicalismo e a intolerância ganharam força e poder na base.
Mas o que eu tenho a ver com isso, Gustavo? Mais uma vez, tudo. O bom senso parece ter ficado no passado, morreu? Tudo é a ferro e fogo. As relações pessoais nunca foram tão difíceis, inflexíveis e extremadas. Escreva alguma coisa que possa ser mal compreendida numa rede social. Veja a quantidade de bordoada que se leva. Caça às bruxas total. Parece ‘As bruxas de Salem’: ‘vamos queimar o infiel’. Ou mesmo ao contrário, pessoas que você nem imaginava possível, dizendo afirmações com preconceito que ganham corpo, e na verdade deveriam ser ignoradas. A intolerância está à nossa volta muito presente e cabe a mim e a você mudarmos isso. A falta de confiança acaba se refletindo então na economia, porque ela não é uma ciência exata (os teóricos virão me colocar na fogueira, Salem novamente), mas humana. E a propaganda está a serviço da economia. Fazemos a roda girar, se ela emperra, emperramos juntos. Por isso, a meu ver, três medidas sensatas seriam: não nos comprometermos além do que as nossas capacidades financeiras nos permitem; não nos deixarmos levar pelo pânico, mas agir com cautela; filtrar o noticiário uma vez que recessão não é novidade nenhuma, o bicho não é tão feio quanto se pinta e quem achou que ele foi embora sempre esteve enganado. Mas a primordial paa nossas vidas é agirmos privilegiando o bom senso em nossas relações pessoais. Isso sim pode mudar o mundo e já é um excelente começo.
Estamos abrindo uma seção para os fotógrafos da região mostrarem alguns de seus trabalhos para o mercado publicitário. Não basta escolher uma foto de banco. Tem ideia que não adianta, precisa de uma produção, precisa de verdade por mais que exista Photoshop.
O primeiro portifolio é do Fábio Machado. Aqui tem alguns trabalhos do cara (é só clicar e ampliar) e para ver todo o portifolio, basta clicar aqui www.fabiomfotodesign.blogspot.com
Procura-se uma pessoa antenada em Internet, que goste de redes sociais, blogs e tenha um conhecimento bacana em programação!
Necessário estar cursando Publicidade, Design e Web.
Ter conhecimentos em PHP+Mysql, Html/CSS;
Conhecimentos em WordPress e outros CMS são diferenciais.
Salário + Benefícios.
Aos interessados, enviar currículo + portifólio para: jornalsinalverde@hotmail.com
Obs.: A vaga é para estágio na cidade de Guaratinguetá.
A PáginaCom. criou uma ampla campanha, com mídia eletrônica, impressa, marketing direto, landing page e ação em shopping center, para a Conexão FGV. Instituição que, segundo o Jornal Valor Econômico, forma profissionais que são destaque entre os melhores executivos do país.
Com o objetivo de ressaltar os diferenciais da instituição, a linha estratégica da campanha destaca dois pontos fundamentais: o conteúdo e network disponíveis aos alunos FGV.
Ação em Shoppings
Ação realizada em shopping centers, de Taubaté e São José dos Campos, a fim de divulgar os cursos de Pós-graduação e MBA.
Transeuntes, com perfil pré-definido, serão apresentados a uma excelente oportunidade para fazer parte de uma das mais importantes instituições de ensino do país, onde estarão lado a lado com “profissionais-chave” do mercado regional, das mais diversas áreas, ampliando significativamente seu networking.
O visitante receberá um pen card – em formato de cartão de visita – que terá uma apresentação multimídia interativa com informações completas a respeito dos cursos disponíveis na Conexão.
Ficha técnica
Criação: Thiago Kruschewsky, Raul Pacheco e Rodolfo Marcondes
Direção de Criação: Thiago Kruschewsky e Raul Pacheco
Atendimento: Raquel Bottacci e Esperanza Spinzi
Mídia: Telma Souza
Produção Gráfica: Luiz Paulo
Produtora/ Vídeo: GPM Imagens Especiais
Produtora/ Áudio: Estúdio Zap
Produtora/ Internet: ClickNow
Aprovação: André Palandre e Francisco Mota
Marcos Ferraz recentemente esteve na região falando no evento Comunicavale. O responsável pela Escola de Redatores desta vez conversa com Adonis Alonso sobre sua trajetória e sobre a escola.
O Obama já dizia “Yes, we can”. Ainda que você ache que a coisa não vai pra frente, a única coisa que está à sua frente é o copo meio-vazio, somos nós mesmos que nos colocamos limites. Você pode discordar, beleza, mas não existem empecilhos para que você possa realizar aquilo que você sonha, tem por objetivo, deseja alcançar, ou qualquer outra forma que você deseja abordar o tema. Costumo brincar que na nossa profissão temos muitas vezes que ser alquimistas e transformar bosta em ouro, isso é fato. Mas na hora em que você desperta pra isso na sua própria vida, vai ver que realmente não existe nada que possa fazer seu mundo ser menor do que ele realmente é, basta acreditar.
Faz um tempo que eu vi uma matéria da Folha sobre um rapaz que constrói violinos de madeira velha, de ferro velho, lixão mesmo que é um excelente exemplo de como a dificuldade não é um limitador para o talento e a criatividade.
“As gavetas de um velho guarda-roupas de araucária se uniram ao pedaço de uma mesa de imbuia. Juntas, sob a forma de um violino, agora tocam Beethoven e Bach. Assim, os móveis descartados em um terreno baldio se transformam em música no extremo leste de São Paulo. Desde 2009, quando começou a frequentar aulas de luteria –construção de instrumentos musicais–, David Rocha, 20, busca no lixo a madeira para montar seus próprios instrumentos.
“O tampo desse violão clássico é de abeto, uma madeira da Europa parecida com o pinho. Veio de uma caixa de bacalhau da Noruega que eu peguei no Mercadão”, explica o jovem músico, na oficina de luteria. Com a madeira que encontra, David já construiu um alaúde, um cavaquinho, um bandolim, uma rabeca e outro violão, barroco. O interesse pela música vem desde criança, quando assistia, pela televisão, aos concertos da Sala São Paulo. Aos 16, ele aprendeu a tocar em uma igreja evangélica. Determinado a montar um violino só para ele, David encontrou nos móveis descartados um meio para isso. ”Cada madeira que eu encontrava, mostrava para o professor, para saber se servia”, conta David. Ele cursa o último ano do ensino médio e hoje é monitor da oficina de luteria durante a tarde.”
Nunca deixe de acreditar, essa é a dica de hoje.
Boa tarde pessoal, desculpem a ausência, mas o motivo é bom: muito trabalho =)
Não sei como vocês pensam, mas quem me conhece sabe que não troco
bom atendimento em um bar ou restaurante por nada.
Não adianta me falar que conhece um lugar mais barato,
quero ser bem atendido e ter prazer em chegar no local.
E com nossos clientes a coisa funciona do mesmo jeito.
Você deve atender bem e conquistar a confiança na entrega do seu trabalho.
Se o seu cliente te troca por alguém mais barato, não é um bom cliente em geral.
Mas você também não o conquistou.
Pense. O que faria uma empresa contratar um freelancer
em vez de um pequeno escritório com uma equipe?
Semana passada tive um caso clássico do assaunto.
Uma publicação confundiu-se com a publicação de anúncios, gerando confusão.
A maioria poderia pensar: “bom, já fiz meu trabalho, está correto, eles que se virem”
Falhou miseravelmente em pensar assim caro padawan.
Não importa se o SEU trabalho está correto ou não.
Não importa quem errou.
O seu trabalho só acaba quando tudo estiver correto e seu cliente não tiver problemas.
É importante compreender seu papel.
Se você é criativo, seu trabalho acaba quando sua idéia der resultados,
não quando o layout for entregue.
Se você é arte-finalista, seu trabalho acaba quando você garantir
que a idéia da criação seja publicada com sucesso.
Se você é atendimento, seu trabalho é trazer informações importantes,
mas antes de tudo ENTENDER do que está falando. e defender bem depois.
Se você é do Administrativo, seu papel é fazer a engrenagem funcionar
e EVITAR problemas.
E assim sucessivamente pra cada área. ENTENDA seu papel no negócio onde você atua.
E o mais importante, seja fiel com seus fornecedores do mesmo jeito
que quer conquistar a fidelidade do seu cliente.
Um bom fornecedor vale muito!
Excelente semana pra todos
Maru
–
www.coletivodeideias.com.br
twitter: @marushios



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Josué Brazil
É bom ver o CCVP de volta a ativa!!!Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e direto

