Artigos da categoria de 'artigos'

Estágio - Assistente de Arte

segunda-feira, agosto 11th, 2008

Cargo: Assistente de Arte - Estágio
Agência: Regional Marketing (São José dos Campos - SP)

A Regional abriu vaga para Assistente de Arte. As funções do assistente são auxiliar os diretores de arte da agência na montagem de peças, tratamento de fotos e fechamento de arquivos.

Requisitos:

O conhecimento de softwares gráficos é imprescindível (Photoshop e Freehand ou Ilustrator).

Interresado? Entrar em contato com Jair - jair@regional.com.br
Por gentileza escreva no subject “Currículo - (seu nome)”.

Dicas de SEO - Search Engine Optimization

quarta-feira, agosto 6th, 2008

Se você é redator, ou não, e está se aventurando pela internet, segue algumas dicas pra conseguir boas colocações na busca orgânica do Google. Mas antes de sair prometendo milagres aos seus clientes, lembre-se que há agências especializadas com equipes completas (webwritters, analistas, designers, etc). Então, posicionar um site, dependendo da palvra-chave, você vai concorrer com gente grande, muito grande. Além disso, a técnica de SEO exige constante atualização, já nem tenho certeza do quão atualizadas estão as dicas abaixo. Elas são um mix de dicas de vários sites e blogs que frequento. Se você souber de alguma outra, por favor, deixe nos comentários. Boa sorte , bons estudos e bom trabalho a todos.

  1. 500-3000 palavras (ou 2000 a 20000 caracteres)
  2. As palavras-chave devem ser utilizadas pelo menos três a quatro vezes no texto da página.
  3. 5 vezes em uma página contendo 100 palavras
  4. A melhor densidade para a palavra-chave é 5-7%
  5. Localização: quanto mais perto do início do documento melhor.
  6. Use palavras-chave nas rubricas. Rubricas são texto destacado com o “H” tags HTML. O “h1″ e “h2″ tags são mais eficazes. Atualmente, a utilização de CSS permite redefinir a aparência do texto destacado com essas marcas. Isto significa que “H” tags são utilizadas menos hoje em dia, mas ainda são muito importantes no trabalho de seo.
  7. Destacar palavras-chave com negrito fonts. Não realçar todo o texto! Basta destacar cada palavra-chave duas ou três vezes na página. Use o «strong» tag para destacar, em vez do tradicional “B” negrito tag.
  8. As palavras-chave devem ser utilizadas nos títulos.
  9. 50-80 caracteres do título são exibidos nos resultados de busca e, portanto, você deve limitar o tamanho do título.
  10. Use links nas palavras-chave remetendo a outras páginas em seu site e para quaisquer recursos externos Internet.
  11. Nas imagens utilize o atributo opcional conhecido como “texto alternativo”. Especifica-se usando a tag HTML “ALT”.
  12. Meta tag deve ser informativa, direta e atraente. Outros resultados podem ser clicados ao invés do seu por terem a Meta tag mais atraente.
  13. Quanto mais páginas, melhor.
  14. Sempre que possível, use palavras-chaves nos links do menu do seu site.
  15. Domínios com palavras-chave são eficientes. www.palavra-chave.com.br pode ser uma boa opção para hotsites.
  16. Se o seu site tem poucas páginas (até 24 páginas), é melhor que você coloque todo o conteúdo no diretório raiz. Os mecanismos de buscas dão mais importância para páginas com essa estrutura do que páginas com pouco conteúdo e muitos subdiretórios.

Resolvido…

terça-feira, agosto 5th, 2008

Durante a última semana o site esteve desatualizado e com alguns problemas de programação. Peço desculpas a todos aqueles que enviaram emails ou acessaram o Clube em busca de novidades. Já fizemos os devidos acertos, testes em navegadores e espero que agora esteja tudo certo. Contamos com a colaboração de todos para melhorias. Aliás, quem quiser ajudar no novo blog, por favor, se manifeste.
Abraços e ótima semana.

Lugar de gente feliz e obrigado

terça-feira, julho 15th, 2008

Meu professor sempre dizia, não adianta a propaganda ser boa se o produto não funciona. Isso é fato, até mesmo com a imagem do seu cliente.

Odeio fast-fod, considero um mal necessário pra civilização moderna. Porém, ultimamente fui fisgado pelo Subway. Adorei a forma de atendimento, a personalização do seu sanduíche, os ingredientes, etc. Como nunca gostei do formato fast-food e sempre achei sei preço abusivo, dificilmente eu retirava minha bandeja da mesa. Olhava com desprezo aquele obrigado impresso na lixeira, como se ele referisse a uma obrigação e não a um agradecimento. Afinal, eu conheço restaurantes com pratos que sustentam mais e custam menos e ainda por cima, não preciso limpar minha mesa. Depois que comecei a freqüentar e gostar do Subway, raramente deixo minha bandeja na mesa, pois é um lugar onde me sinto bem.

Ao lado de casa tem um Pão de Açúcar, onde tudo é mais caro. Pois ele está localizado num bairro nobre de Campinas e é 24h. Mas lá, encontro o que quero, sou bem atendido e sempre levo algo a mais, pois eles sempre estão colocando novidades e promoções na nossa cara. Quando compro verduras, na corro o risco de levar rúcula ao invés de espinafre, pois com as placas de atendimento passivo, minha ignorância sai ilesa e impercebível. E nesse mesmo Pão de Açúcar, já me peguei várias vezes arrumando as cestinhas que deixaram no caixa para colocar a minha também.

As grandes redes já perceberam que colaborar está no comportamento humano. É engraçado, mas quando gostamos de um lugar, fazemos de tudo para que ele se mantenha agradável. Colaboramos espontaneamente para que ele seja sempre um lugar de gente feliz.

Entrevista: Redação Publicitária - PARTE 5/5

sábado, julho 5th, 2008

8 - Como você qualifica os futuros profissionais que desejam atuar como redatores publicitários?
Corajosos…rs
Como Saramago afirmou, escrever é um exercício de poucos, literatura é para poucos. Acredito que o mercado pode continuar não reconhecendo como devia os redatores, mas eles vão continuar a surgir. Muitos ficarão pelo caminho, mas aqueles que realmente acreditam em seu potencial, que possuem um ideal e pretendem se especializar cada vez mais, sempre terão seu espaço garantido no mercado. Certa vez escutei a frase: “Se você é bom, você cria a sua vaga”. É claro que isso não se fez tão de imediato quanto eu imaginava, mas hoje posso entender melhor a frase, pois no quesito redação, felizmente sempre tive meu lugar garantido no mercado.


Os futuros profissionais precisam encarar como uma profissão como qualquer outra e não uma carreira de glamour. Não podem ficar esperando que a faculdade os transforme em bons profissionais. Infelizmente com a banalização da academia, (essa é uma opinião pessoal) é incrível o número de profissionais despreparados que encontramos em todos os ramos do mercado de trabalho. É preciso ter consciência de que as oportunidades são poucas e estão reservadas para os mais preparados, independente de formação acadêmica. Sou contra o canibalismo do mercado, mas não vejo um fim para ele tão cedo. Por isso, quem quiser entrar nesse meio, tem que se preparar e não esperar que a faculdade o prepare. Assim como ouvimos quando saímos do colegial e entramos na faculdade, no mercado é igual: aqui ninguém é mãe de ninguém.

Entrevista: Redação Publicitária - PARTE 4/5

quinta-feira, julho 3rd, 2008

6 - Qual sua opinião sobre as campanhas publicitárias desenvolvidas pelas agências do Vale do Paraíba?
Infelizmente, estou um pouco afastado do mercado do Vale. Com o Clube de Criação do Vale do Paraíba, pretendo me atualizar. Acredito que muitas campanhas do Vale são como os governos no Brasil, não têm continuidade. É difícil ver um trabalho de marca bem realizado ao longo de anos, embora exista. Talvez esse seja o trabalho que mais aprecio na publicidade, a criação de uma identidade para uma marca. No Vale, acredito que isso esbarra em diversos fatores, como alguns que já citei por parte do relacionamento cliente e agência, e até mesmo por estarmos num país de terceiro mundo onde uma de suas principais características é a instabilidade das empresas.
Eu já trabalhei no Vale, sei quanto é difícil trabalhar com verbas reduzidas e clientes que não conhecem o trabalho de uma agência, considerando isso, acredito que o mercado está caminhando bem, ainda tem muito o que crescer.


7 - As universidades capacitam os alunos dos cursos de publicidade para atuarem em criação?
Depende, na minha sala se formaram diversos diretores de arte, porém redator, que eu saiba, apenas eu. A parte gráfica, talvez a mais atraente para estudantes é bem estruturada com diferentes disciplinas que envolvem planejamento visual, direção de arte, identidade visual etc. Já a redação, não existe uma interdisciplinaridade entre redação e psicologia, sociologia, filosofia, teoria da comunicação, marketing, e também não há base alguma de lingüística. As matérias são dadas ao léu e a redação publicitária se resume apenas à gramática e à sintaxe.


Entrevista: Redação Publicitária - PARTE 3/5

terça-feira, julho 1st, 2008

4 - Existe, por parte deles, conhecimento de técnicas de redação e de normas cultas da Língua Portuguesa?
Os redatores que conheço possuem conhecimento técnico da língua portuguesa. Porém, uma coisa que defendo é separar o redator do revisor. As normas gramaticais acabam limitando a criatividade do redator. Ele precisa ter conhecimento, mas não precisa ser um professor. No caso do redator, na minha opinião, o mais importante é que ele tenha bom conhecimento de lingüística e um bom desenvolvimento de texto, de redação mesmo, de saber como colocar as idéias de forma clara no papel. Quero esclarecer que defendo um redator que não seja mecânico ou engessado na gramática, e não um disléxico gramaticalmente, por favor. Podemos comparar com um diretor de arte que também exerce a função de arte finalista. Para facilitar seu trabalho, muitos pegam atalhos, não usam hifenização e outros artifícios que dificultariam o fechamento do arquivo. O redator que também é revisor, pode acabar caindo nessa armadilha e ficar preso em clichês por medo da gramática.


5 - Quais características o profissional de redação publicitária deve procurar aprimorar para melhor realizar sua função?
Criatividade, sem ela ele não consegue sequer emprego. Diversidade cultural também é algo fundamental. Porém bato na questão da psicologia, da lingüística, filosofia e do marketing. É preciso estudar Freud, Michel Focault, Al Ries e outros.

Entrevista: Redação Publicitária - PARTE 2/5

sábado, junho 28th, 2008

2 - Qual é a importância do redator publicitário dentro de uma agência?
Algumas vezes o redator chega a cortar as asas do diretor de arte, estragando alguma “viagem”. Pois, é ele que, no departamento de criação, deve estar sempre atento aos objetivos de marketing. Ele tem como importância fundamental de valorizar a propaganda feita pela agência. Quantas vezes não vemos questionado o valor de uma bela produção sem conteúdo? Então, é esse conteúdo que é a função do redator. Num combate entre forma e conteúdo, uma boa dupla de criação deve combinar os dois. Assim, a mensagem não se torna frágil ou questionável, ela atinge seu objetivo e seu grau máximo em significante e significado. É claro que propagandas sem texto, assim como os all-type sempre irão existir. Mas antes de optar por qualquer um deles é preciso analisar seus objetivos. Uma agência que presa pelo trabalho profissional deve estar preparada para todos os casos.


3 - Qual sua opinião sobre as agências de propaganda do Vale do Paraíba? E sobre os redatores publicitários desse mercado?
Confesso que conheço poucos redatores no Vale, mas acredito que eles devam “roer um osso danado”. Com minha experiência em Campinas vi que o mercado do Vale do Paraíba é melhor do que imaginamos. Talvez pela escassez de investimentos só se estabelecem as agências com caráter mais profissional, as menos profissionais subsistem.


Eu digo que os redatores “roem osso” por dois motivos. A necessidade (isso mesmo não falo em valor e sim necessidade) do redator publicitário não é reconhecida em muitas agências. O outro motivo é o fato de muitos clientes não possuírem uma cultura mais madura de trabalho com uma agência. Então, como a maioria não sabe mexer no Photoshop, mas sabe escrever, sobra pro redator. Ele precisa estar a todo instante provando seu valor e sua necessidade de existência. Como o Eugênio Mohalle disse certa vez: “Maior que o impulso sexual, somente o impulso por mexer no texto alheio”.


Entrevista: Redação Publicitária - PARTE 1/5

quinta-feira, junho 26th, 2008

Essa é uma entrevista que dei para um trabalho de conclusão de curso. Não me lembro bem a data, mas mexendo em meus materiais, vi que ela está bem atual. Espero que seja de bom proveito para os criativos que frequentam o CCVP.

Ela está cortada em 5 partes, postarei as demais em breve. Boa leitura a todos.


Breve experiência profissional: Trabalho desde os 14 anos passando por diferentes ramos e funções no comércio. Iniciei minha carreira na publicidade, na área de criação em 1999, quando cursava o 2º ano de Publicidade e Propaganda. Comecei como assistente de arte, passando pela direção de arte e posteriormente me especializei em redação. Já atuei com marketing de varejo, ramo alimentício, automotivo, moda, decoração, artigos de luxo, comunicação corporativa, endomarketing, marketing político, marketing famacêutico, agrícola entre outros.


1 - O que é verdade e o que é mito sobre a criação e, principalmente, a redação publicitária?


Verdade:

Muitas agências ignoram a importância de um redator e contrata um único profissional para as duas funções (direção de arte e redação). Isso debilita campanhas e estratégias de comunicação mais duradouras, pois as peças criadas, acabam sendo mais fracas do que com o trabalho de uma dupla. Outro fator é a utilização exagerada de estagiários. Para se contratar um estagiário, é preciso ter um mestre ou tutor que direcione o seu trabalho. Devido ao mercado com excesso de profissionais (nem sempre qualificados) as agências estão cada vez mais contratando estagiários que trabalham sem a orientação de um tutor por causa dos custos reduzidos.


Outra verdade é a culpa das agências no mal comportamento do cliente. Todo mundo tem um pouco de publicitário, caso a agência não valorize o trabalho de sua equipe com um caráter profissional, cada vez mais o cliente se vê na liberdade de interferir diretamente na criação. Outro grande fator que contribui para isso é a facilidade do e-mail. Antes dele, me lembro, que toda semana era feita uma visita ao cliente com propostas e alterações em jobs. Atualmente a velocidade do e-mail não permite que o cliente reflita sobre a proposta, impondo, sempre de imediato, o conceito que já possuía em sua mente. Se por um lado o e-mail encurta as distâncias, essa distância às vezes se faz necessária para um maior controle do trabalho da agência com seus objetivos de comunicação.


Mito:
A liberdade para o trabalho de criação é fundamental, mas é preciso definir “liberdade”. Muitos profissionais acreditam que criatividade basta, acreditam que ela justifica qualquer comportamento. Porém quando a liberdade é demasiada, fica difícil administrar o tempo e os próprios objetivos de comunicação do cliente. Não quero dizer que a liberdade não é necessária, pelo contrário, ela é fundamental, porém precisa ser disciplinada e bem definida no ambiente de trabalho. Segundo Kant, liberdade é disciplina.


Muitos estudantes e profissionais novos acreditam que ter boas idéias é o fundamental. De certo modo é. Porém é preciso definir o que são boas idéias. Não basta pensar diferente do senso comum. É preciso direcionar o pensamento criativo às estratégias de marketing e comunicação. Certa vez, lecionando, indiquei diversos livros de marketing e teoria, como psicologia, para os alunos. Eles ficaram decepcionados, talvez esperassem um resumo prático e mágico de como fazer bons anúncios. Na criação é preciso ler teoria sim, principalmente em redação. Nesse caso, é preciso conhecer sobre teoria da comunicação, lingüística, psicologia, sociologia, marketing e até mesmo filosofia. Em 2005, fiz uma disciplina no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp. Dentre o material estudado estava a psicanálise de Freud e as teorias da filosofia de Focault. Para um iniciante isso parece extremamente desnecessário, ele prefere se ater a livros mais atraentes como “Os Piores Textos de Washington Olivetto”. Não que esse não tenha seu valor, mas é preciso muito mais que isso para ser um bom redator.


A prática da redação publicitária é fundamental, porém o profissional que se atém somente a ela, se torna um dependente. Caso mude de ramo por um tempo, ou algo que o afaste da prática, isso o tornará incapaz de fazê-la como antes, num futuro quando retornar à redação. Somente a base teórica lhe dá a garantia de conhecimento para desenvolver trabalhos a qualquer hora e em qualquer período da vida. Conhecimento é algo que só se ganha, não se perde.


Blog corporativo. Será que rola no Vale?

sexta-feira, junho 13th, 2008

Um novo nicho de mercado surgindo para os profissionais de comunicação é o blog corporativo. Que nada mais é do que um catalizador virtual, uma maneira da empresa se mostrar pro mercado sem barreiras, é comunicação e relacionamento direto com o consumidor. Talvez seja isso que assuste muitas empresas, mas como explicam especialistas, a vitória da internet já é fato, ou você se adapta, ou se entrega.


O pouco que vejo na internet do Vale ainda não me parece alinhado ao webstandart, tableless, SEO e aos novos padrões de internet 2.0. Vejo muito Flash, que particularmente só utilizaria em hotsites. Mas acho que esse é um assunto pra outro post. O que quero dizer é que provavelmente essa dificuldade em deixar as animações para o lado e partir para uma web mais semântica se deve por pressão dos clientes e por uma cultura de mercado mesmo. Fico imaginando então, como deve ser difícil vender um blog corporativo pra uma empresa da região do Vale do Paraíba.


Para muitas empresas, pagar ou simplesmente liberar um profissional para pesquisa e redação do blog é um insulto ao suado dinheiro dele. E, acostumado a um autoritarismo digno de mercados menores, onde famílias tradicionais ainda existem, e bem, permitir que um Zé Ninguém comente sobre suas atitudes/produtos deve ser inaceitável.

Minha intenção aqui não é colocar sal no chope de ninguém. Como blogueiro à 5 anos e com o exemplo do CCVP, não tenho como dizer que não acredito em blogs corporativos.


ARGUMENTOS QUE PODEM TE AJUDAR A VENDER A IDÉIA DE CRIAR UM BLOG CORPORATIVO

- cerca de 40 milhões de brasileiros utilizam a internet regularmente;
- 64% participam de sites e comunidades, as chamadas redes sociais;
- 13% criam ou atualizam blogs;
- na Europa e nos EUA os blogs já fazem parte dos planos de marketing das empresas;
- no Brasil, o Ibope entrevistou 14 gestores de marketing e comunicação e constatou que os blogs começam a aparecer nos radares das empresas nacionais.



ELEMENTOS PARA O SUCESSO DE UM BLOG

- é preciso ter foco;
- ter conteúdo e regularidade nas postagens;
- é preciso interação, você pode até moderar os comentários, mas nunca censurá-los totalmente. O blog não sobrevive sem comentários;
- complemente seu blog fazendo uso de outras ferramentas da internet como: You Tube , Twitter , Flickr , Orkut , Gravatar , coComment , etc;
- escreva com convicção, seja passional, mas não fanático, isso agrega valor;
- pense antes de postar, tenha certeza de que é a hora de dizer aquilo, na dúvida, não poste;

- tenha senso de humor e um pouco de informalidade; mesmo sendo um ambiente corporativo é bom ser flexível, mas não exagere.


REFERÊNCIAS

Blog do livro Blog Corporativo
Blog do Skype Brasil
Blog da Tecnisa
Blog do Banco Real
Blog da HSM
Blog do Twitter Brasil
Blog do Google Brasil


Se vai fazer, então, faça direito.

quarta-feira, junho 11th, 2008

Você já deve ter ouvido a frase: “Se vai fazer, então, faça direito”. Isso funciona também aqui nos comentários do CCVP. Se vai comentar, então, comenta direito. É primordial a identificação de quem comenta um post. Juro que ninguém será perseguido…rs. Defender sua opinião não irá te deixar mal com o mercado. Você não vai perder sua vaga naquela agência por causa disso (espero).


Se você coloca um nome e e-mail fictício o wordpress (sistema CMS do blog) muitas vezes lê como spam. Aí seu comentário vai pro lixo. Seu e-mail não será publicado, é só uma questão de segurança. Você mesmo deve receber um monte de spam no seu e-mail pessoal sobre contas de banco perdidas, alguém precisando da sua ajuda na Índia, etc. Então, imagine a quantidade de spam que aparece num blog com comentário aberto.


PRA EVITAR ISSO, PEÇO A TODOS, IDENTIFIQUEM-SE NOS COMENTÁRIOS (PELO MENOS O E-MAIL). A SUA OPINIÃO É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS.


Só mais uma coisa: todos os publicitários passam um sufoco pra aprovar suas peças, lutam contra tempo e dinheiro pra fazer um trabalho legal. Mas aí, quando ele vê o trabalho da agência vizinha, se esquece de tudo isso. Parece até que descontamos as frustrações na concorrência. Por isso, jamais se esqueçam do bom senso na hora de comentar.



Se você tem alguma idéia, sugestão ou crítica sobre o assunto deixe no comentário desse post. Abs.

CCVPod #1

segunda-feira, junho 2nd, 2008

Fala pessoal! Está no ar, o primeiro podcast do CCVP. Isso mesmo, o primeiro de muitos. Demorou mas ficou pronto, agora só falta saber se ficou bom. Contamos com a ajuda de vocês pra descobrir. Comentem, critiquem e se possível, elogiem. Aproveitem e deixem sugestões de temas para os próximos CCVPods. Agora chega de papo e ouve aí.

icon for podpress  Standard Podcast [35:19m]: Play in Popup | Download (277)

Abaixo estão alguns links citados no CCVPod ,

Cronópios - http://www.cronopios.com.br/podcasts/

Roda & Avisa - http://www.usina.com/rodaeavisa/

Podcrer | Viu Isso? - http://www.viuisso.com.br/category/podcrer/

Portal Exame - http://portalexame.abril.com.br/

Revista Época Negócios - http://epocanegocios.globo.com/

The Hook (Crispin Porter) - www.webmasterradio.fm/Advertising/The-Hook/

EdCorner (Stanford University) - http://edcorner.stanford.edu/podcasts.html

*O link do livro que citei a frase eu não encontrei, mas segue o arquivo em PDF.

livromoscas

A Sociedade da Informação e a Agenda da Sustentabilidade

segunda-feira, junho 2nd, 2008

Palestrantes
1. Hernani Dimantas - coordenador do Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária da Escola do Futuro - USP
2. Ricardo Kobashi – Coordenador de Portais – Imprensa Oficial do Estado
3. Nóbile Scandelari Jr. – WNI - Empresa que implantou o programa de inclusão digital em Belo Horizonte
4. Moderador: Rafael Evangelista – Revista Eletrônica Comciência (Labjor)


Nessa sexta 30/05/08, assisti a essa palestra aqui em Campinas. Muito boa por sinal. Engraçado, eu que sempre odiei Power Point, senti falta dos slides na apresentação do Ricardo Kobashi, que dominava muito bem o assunto, mas decidiu apenas falar, sem usar os recursos visuais.


O Nóbile Scandelari não pôde comparecer, enviou um representante da WNI. A apresentação foi bacana, foi apresentado o projeto de inclusão digital em BH através de internet sem fio, a famosa wirelles. Essa foi a parte mais técnica da palestra.


A parte mais visceral, que eu mais gostei, foi a apresentação do Hernani Dimantas. Me identifiquei muito com o trabalho do Lidec Weblab - Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária. Ele disse que a internet é feita de pessoas e não de computadores. Os computadores seriam meros instrumentos de acesso. Além disso, apresentou o manifesto Cluetrain, fundamental para quem pretende fazer algo com a internet.


Mas a fala que mais me marcou nessa palestra foi: “Na internet falar é fácil, o silêncio é fatal”. Adorei isso, quem não age, não se expressa, não existe na internet. Ou existe por meio de outros que estão livres para falar bem ou mal de você. E é aí que, para mim, entra todo esse investimento de marketing das grandes marcas na internet.


Fora isso, foi falado também que muitas pessoas dividem os dois mundos e isso é errado, em certos momentos, eu mesmo faço isso. O mundo virtual e o real são o mesmo. O que acontece lá, reflete aqui. (Você sabe a qual deles eu me referi com lá e aqui?) Então, você pode tomar isso como exemplo dessa unidade. Não existe lá ou aqui, é tudo uma coisa só.


Na hora das perguntas, até eu mesmo desviei do assunto sustentabilidade, o que por um lado é bom, mostra dinâmica e liberdade, mas por outro, pode decepcionar alguns participantes. Porém, boas questões foram levantadas sobre o descarte de computadores, educação ambiental, a real inclusão digital, uso ético da tecnologia, atitudes individuais por um bem maior, limite e controle sobre o uso de tecnologia por parte das crianças. Nesse ponto, tirei meu chapéu para a solução do Kobashi.


Ele disse ter uma filha de 12 anos. Como todo pré-adolescente, ela é bem ligada à internet, conversa com 5 amigos ao mesmo tempo. Porém, ele controla os contatos dela e não as conversas. O que mantém uma certa liberdade e dá segurança tanto ao pai quanto ao filho. Ela pode ter contatos da escola e da família, periodicamente ele verifica os contatos para que estranhos não entrem na lista dela. Tudo bem que é possível burlar essa regra, como todas as outras, mas acho que até essa relação de confiança criada, reforça a ética no uso da tecnologia, gera um senso de responsabilidade na criança. Posso estar errado, mas achei uma ótima saída.


No mais o evento foi muito proveitoso, gostei bastante. Houve até um protesto, que alegava que o evento era eleitoreiro e hipócrita. Não houve repressão, os manifestantes entraram, deixaram seu recado, distribuíram panfletos, agradeceram e saíram. Gostei da demonstração de civilidade tanto do evento quanto dos manifestantes.


Meu relato está aqui. Infelizmente não tenho fotos. Espero que seja de bom proveito. Mas não deixe de visitar o site do Manifesto Cluetrain e do Lidec Weblab .


Estilos de lideranças em agências de publicidade

domingo, maio 11th, 2008

Na área de Gestão de Pessoas, são estudados diversos tipos de liderança. Dentre eles os mais comuns são: Liderança Autocrática, Liderança Democrática e Liderança Liberal;


Liderança Autocrática
O líder tem uma função mais centralizadora e diretiva, exige obediência do grupo. É ele que decide quais tarefas serão executadas, como e quando. A ênfase recai no líder. Trata-se de uma liderança focada na tarefa e no controle.

Quando devemos utilizá-la:
Com funcionários novos e/ou que não conheçam o trabalho, pessoas dependentes. Com pessoas que não querem colaborar e/ou não assumem responsabilidades. Essa liderança também pode ser utilizada em situações de risco.


Liderança Democrática
O líder ouve as idéias e encoraja a participação de todos. As equipes costumam apresentar maior qualidade no trabalho, mais comprometimento e integração. A ênfase recai tanto no líder quanto na equipe. Trata-se de uma liderança focada nas metas, nas pessoas e na manutenção da equipe.

Quando devemos utilizá-la:
Com pessoas participativas, responsáveis, adaptadas ao grupo e comprometidas com os resultados. Com funcionários treinados e que conhecem bem o trabalho. E em situações que não exijam intervenção de decisão imediata.


Liderança Liberal
O líder é um agente de informações, estimula a iniciativa e criatividade da equipe. Exerce um mínimo de controle das atividades. A ênfase recai nos subordinados. Trata-se de uma liderança focada nas metas e na satisfação do cliente.

Quando devemos utilizá-la:
Com funcionários bem capacitados, competentes e que não precisem de muitas orientações. Com pessoas aptas a realizarem trabalhos que exigem iniciativa e criatividade, que gostam de trabalhar individualmente e que fazem bem o seu trabalho ou com freelancers.




Nos meus anos de experiência em publicidade, passei pelas mais diversas agências e vi que o uso da Liderança Autocrática é muito utilizado nas pequenas. Talvez por acreditarem que quem engorda o boi é o olho do dono. No início da minha carreira eu podia observar que a primeira opção de emprego para quem estudava Publicidade e Propaganda era uma agência. Os anos se passaram, as empresas evoluíram e as agências ficaram paradas no tempo. Pelo menos as do interior.


Com o passar dos anos as empresas começaram a investir exaustivamente no funcionário, o qual atualmente é chamado de colaborador. Percebendo que esse investimento rendia lucros cada vez maiores e cada vez menos aborrecimentos, esqueceu-se do velho RH, que trata seres humanos como recursos e passou-se a ter um Departamento de Gestão de Pessoas e Talentos. Com isso, ficou clara para as grandes empresas a divisão entre as formas de liderança e o momento de utilizá-las. E para você que pensa que toda agência de publicidade é vanguardista, engano seu. Nesse ponto, há anos eu venho identificando vários erros na aplicação das lideranças dentro das agências.


Muitas agências trabalham com inúmeros estagiários, ou seja, profissionais sem experiência, que precisam de uma liderança mais presente, uma Liderança Autocrática. É ela que decide o que deve ser feito e em que prazo. Porém, nesse caso a ênfase e a responsabilidade do trabalho recaem sobre o líder. O contrário do que acontece em muitas agências, onde estagiários são descontados de seus salários por erros de impressão, são cobrados de decisões estratégicas, autonomia e responsabilizados por questões que cabem à liderança.


Outro caso freqüente é quando uma agência com uma equipe experiente e bem treinada, com profissionais acostumados com a autonomia, adota uma postura de Liderança Autocrática. Sendo que ela remunera o profissional por todo potencial que ele tem, mas não permite que ele use-o.


Além dos danos financeiros que podemos identificar, como a grande rotatividade de funcionários e a má utilização da mão-de-obra, também há uma desvalorização da empresa por parte dos funcionários, provavelmente estressados e desmotivados, que refletirá no ambiente externo, na imagem da agência.


Então, acompanhar o pique de uma grande empresa pode parecer loucura para uma agência do interior. Porém, ela precisa seguir o exemplo de quem está tão próximo dela, o seu próprio cliente. Mesmo que seja impossível acompanhar esse modelo de Gestão de Pessoas, é preciso criar outra opção, pois está claro que a atual não é tão eficiente a longo prazo. Cada vez mais vejo pessoas migrando de agências para clientes. E a agência de propaganda que era procurada como primeira opção de emprego, hoje está começando a se tornar falta de opção. E como faremos daqui a alguns anos para manter a criatividade dentro das agências?

A força da marca

sábado, maio 10th, 2008

Uma marca bem planejada pode se tornar o diferencial para o sucesso empresarial

Criar a própria empresa para vencer situações adversas do mundo capitalista, superando as dificuldades encontradas para se conseguir emprego no concorrido mercado de trabalho, esse é o sonho de muitos brasileiros que se destacam pelo espírito determinado e empreendedor.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são criadas aproximadamente 800 mil novas empresas por ano no país. Apesar do alto índice de novos negócios, nem sempre a força de vontade e a perseverança são suficientes para manter as empresas ativas por muito tempo. Os problemas financeiros, a falta de capital de giro, pontos de atuação escolhidos incorretamente e a pouca prática com gerenciamento de negócio fazem com que 60% das empresas tenham uma vida útil curta e sejam fechadas em até quatro anos. Esse panorama negativo poderia ser diferente se um quesito fundamental fosse levado mais a sério, a criação e sustentação de uma marca (logotipo, esquema de cores, slogans e demais elementos de design) forte.

Segundo a lei brasileira, marca é todo sinal de distinção, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros semelhantes, de procedência diversa. Muitos especialistas consideram que o verdadeiro poder de uma empresa está na força que sua marca exerce no mercado, na lembrança que o consumidor tem dela e das percepções que a ela estão associadas. “O sucesso de um empreendimento pode ser alcançado com maior facilidade quando você possui uma marca reconhecida no mercado. Com o fortalecimento da marca, os clientes reconhecem a importância da sua empresa e tendem a valorizá-la”, afirma o professor de design gráfico e sócio do estúdio Brainbox Design Estratégico, Zé Henrique Rodrigues.

A marca deve refletir diretamente o perfil da empresa, identificando os valores adotados por ela, englobando diretamente a missão proposta e os resultados empresariais que pretendem ser alcançados. “O objetivo da criação de uma marca é dar à empresa uma identidade exclusiva, que represente o que a empresa é e o que ela faz. Devido a isso, as marcas devem ser compreensíveis, agradáveis e resistir aos mais variados testes de aplicação”, explica Zé Rodrigues.

O processo de criação de uma marca envolve muito mais do que os atos de pensar, desenhar e colorir. De acordo com o design gráfico Ludger Tamaoki, sócio do estúdio Brainbox, para a criação de uma marca é necessário que seja realizada entre outras, uma análise detalhada e qualificada da tipologia (estudo que define os desenhos das letras de um abecedário) e da simbologia (estudo, criação e interpretação de símbolos) adotadas nas novas concepções elaboradas. “Na escolha de uma cor, por exemplo, não pode ser levado em consideração apenas o gosto pessoal. A definição das cores depende de estudos e pesquisas fundamentadas, que reflitam o comportamento que o consumidor irá ter ao se deparar e interagir com elas”, explica Ludger.

Após todo o processo de estudo e criação é de fundamental importância que a empresa adote a marca completamente, em todos os meios comunicação. Assim sendo, a marca será consolidada com mais facilidade. “A identificação criada deve aparecer em todas as ações. Isso inclui assinaturas de e-mail, exposições, papéis de cartas, embalagens, uniforme dos funcionários, sinalizações em lojas e escritórios, faixas e outdoors. Resumindo, tudo que se refere à empresa deverá contar com a marca”, completa o professor Zé Rodrigues.

Um exemplo do poder de uma marca bem construída é a Coca-cola. Segundo estimativas da empresa, somente a marca vale 72 bilhões de dólares, muito mais do que a soma de todos os bens físicos (fábricas, máquinas, veículos, computadores, entre outros) da empresa ao redor do mundo. Mas não é necessário ter padrão multinacional para ter uma marca forte e reconhecida. “Qualquer empresa pode ter e deve investir no fortalecimento da marca, pois todos os trabalhos de programação visual, reformulação e criação de marcas e identidades visuais podem ser executados de acordo com as necessidades de cada empreendimento, seja ele um empreendimento multinacional ou uma empresa de bairro”, finaliza Ludger Tamaoki.

Por Eduardo Betinardi (IEME Comunicação)

Arquivo

Categorias

Busca

Recursos