CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Luiz Carioca, às 11:07, em Destaques, Emprego, Estágio, Mercado, hot hot hot, premiação.

É, o bicho está pegando, e o CCVP não pode ficar de fora. Para atender às críticas ao site da Agência ONZA, eles resolveram lançar o desafio “MEU SITE É O BICHO”. Pois, como o próprio pessoal da ONZA disse: “Quando observamos que algo pode ser melhor, não criticamos, apresentamos a solução”.

Pessoalmente, achei bem desafiador e ótimo para os portfólios. Uma maneira diferente de provar que falar é fácil mas fazer é difícil. Pra quem é bom de web, está aí uma ótima oportunidade pra mostrar seu talento. Uma pena eu ser redator, pois os prêmios são bem interessantes.

Veja abaixo como participar. Boa sorte a todos. Está lançado o desafio.

COMO PARTICIPAR?

1) Desenvolver um site para a Agência ONZA. Não precisa ser o site completo, mas no mínimo o template da home principal.

2) O melhor site será analisado por uma banca composta pela diretoria da Agência ONZA e alguns convidados do mercado

3) O vencedor poderá optar pelo prêmio de um notebook ou fazer parte da Equipe ONZA.

4) Quem pode participar? Pessoas de boa vontade, que tem o tesão de fazer acontecer, que tem sangue nos olhos, que quer crescer… citando a frase do vocalista Falcão da banda O Rappa: “…Amizade, Amizade o bicho pega…” Cada pessoa poderá enviar a quantidade que desejar.

5) Encaminhar o site para: meusiteeobicho@agenciaonza.com.br

6) Prazo para entrega do material até dia 28.02.09

7) Resultado será divulgado no dia 16/03/09 no site da Agência ONZA.

DOS PRÊMIOS:

1) CONFIGURAÇÃO: Notebook Core 2 Duo T5750 2.0GHz 2GB 250GB DVD-RW Webcam 1.3MP 15.4” Linux - Megatron

2) VAGA
Efetivo com salário compativel com o mercado à negociar na área de criação, mesmo que não esteja formado.

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36 comentários sobre “Desafio ONZA “MEU SITE É O BICHO”.”

  1. Agência ONZA escreveu:

    Pessoal,
    só relembrando que ONZA quer dizer ONÇA em espanhol.

    Abraços! Sucesso! E “vamo que vamo”, pois todos nós do mercado publicitário do Vale temos muito para para desenvolver, aprimorar, valorizar e oferecer aos nossos clientes. Ninguém cresce sozinho, precisamos crescer no conjunto!

    Equipe ONZA

  2. Filipe Annechino escreveu:

    Muito bacana isso, meu! Um grande incentivo pra galera que não encontra oportunidade na área. Não deixem de postar os resultados!

  3. Eduardo escreveu:

    Acho que vão me encher de porrada, mas como responsável por uma agência web, sinto-me também responsável e capacitado prá falar um pouco deste mercado. E, principalmente, defend~e-lo, coisa que vou fazer agora…

    amigos da Onza, me desculpem, mas que negócio é esse?
    “Façam um site, ganhem um prêmio, não precisa ser um site completo mas a home….”.
    Caramba, cadê o briefing, a arquitetura de informações, a análise de requisitos, a definição da tecnologia, o planejamento da ações, a análise e gerenciamento do conteúdo?
    Fazer site não é rabiscar algo no Photoshop ou animar alguns framezinhos no Flash ou fazer uma SQLzinha qualquer em ASP ou PHP.
    É uma atividade multidisciplinar que envolve muito mais do que o solicitado.
    Um site é a segunda sede da empresa e, ouso dizer, o único endereço da empresa que não mudará nos próximos 10 anos.
    Tratá-lo - ainda mais sendo o site de sua empresa - como uma peça de uma promoção e sem um estudo ou um briefing antes é ser, no mínimo, relapso.

    Acho perfeitamente viável e louvável buscarmos talentos através de concursos ou desafios, como o de Portugal que o Cristiano da Supera participou. Uma idéia sensacional. Mas feita em cima de um tema específico e não em cima da construção de uma marca na web.

    Acho o prêmio do emprego notável.
    Mas o notebook é tabelar um trabalho - quep ode ser simples ou complexo (suposições já que não há briefings) .
    Quando a Onza for vender um site a seu cliente ele não vai se sentir na obrigação de lhe enviar qualquer material ou briefing e, no máximo, pagará um notebook por isso.
    Ou então irá procurar outra empresa, já que a agência mostra que não consegue resolver seus próprios problemas na web , quanto mais o de sues clientes…

    Desculpem a franqueza, que venham as porradas 9mas não poderia deixar de falar)

  4. Mario Gustavo escreveu:

    Eduardo!
    Não acho que você mereça porradas e sim os parabéns. Uma argumentação pertinente, nosso mercado é promissor e tem espaço para todos. Mas tempos que preservar o profissionalismo, não sou contra concursos e competições, mas a mecânica tem que ser pensada para não dar margens e interpretações.

  5. Marccos Teles escreveu:

    Interessante a iniciativa, já que se trata de algo cada vez mais comum em outras indústrias: o OPEN INNOVATION. http://www.institutoinovacao.com.br/downloads/Conceitos_Open_Innovation.pdf

    Quem leu WIKONOMICKS, pode encontrar outros exemplos disso. A Goldcorp fez algo muito parecido para encontrar ouro no Canadá. A P&G também faz isso para desenvolver novos produtos.

    Desejo boa sorte na empreita e espero que atinjam o resultado esperado.

  6. Roberto Alves escreveu:

    Concurso = a maneira mais fácil* de se resolver um “problema” sem pagar quase nada por isso.

    *mais fácil no caso não quer dizer a melhor ou mais correta

  7. André Aquino escreveu:

    Bom dia!
    porrada? Imagina Eduardo! Estamos aqui sempre para apreender e também ensinar! Vamos analisar seus comentários. Valeu pelas dicas!

    Já recebemos vários e-mails pelo meusiteeobicho@agenciaonza.com.br pedindo mais informações sobre esse desafio, mas pedimos que as dúvidas sejam encaminhas para atendimento@agenciaonza.com.br e que esse outro e-mail sirva apenas para enviar os trabalhos!

    Sucesso para todos nós e bom final de semana!

    Abraços

  8. André Aquino escreveu:

    Marcos Teles… muito bacana esse material! Show!
    Abraços

  9. Luiz Carioca escreveu:

    Roberto Alves, só pra temperar a discussão. Vc sabe qual é a maneira correta ou a melhor?

    Apontar qual forma é correta ou é a melhor, pode ser um erro grave. Pode ser instituir um dogma. Pode ser não levar em conta outros paradigmas, realidades ou pontos de vista. Assumindo o seu “modos operandi” como o único correto.

    Temos que tomar cuidado, ninguém é dono da verdade. Veja o Youtube e Torrent, veja a crise que está derrubando gigantes.

  10. Roberto Alves escreveu:

    Reavaliando

    Concurso = a maneira mais fácil* de se resolver um “problema” sem pagar quase nada por isso.

    *mais fácil no caso não quer dizer a melhor ou mais correta, nem a pior nem a mais difícil

    Acrescentando essa última frase para dizer que não domino ou executo nenhum “modos operanti”. Apenas não acredito em boas intenções. YouTube, Torrent, talvez (e só talvez) sejam pontos que facilitem a comunicação e, ao mesmo tempo, facilitem a corrupção (se é que me entende/!.

    Apenas uma opinião, mas como no YouTube e Torrent baixa quem quer, contribui quem quer, dá “de graça” quem quer. A Onza não está obrigando ninguém a participar. Deu dois prêmios um note e um salário compatível com o mercado (qual seria a base deste). Mas envia os trabalhos quem quer.

    Só acredito que, em um mercado tão pouco profissional como já temos, uma agência de propaganda que não oferece ferramentas web, deveria contratar uma, ou pelo menos ser parceira de uma e fomentar o trabalho profissional.

    Não sou contra concursos, desde que tenham objetivos mais “nobres” por assim dizer. Nem acho que a Onza está de má fé. Está apenas praticando o mercado.

    Ps.: só faltam em dizer que isso é uma inovação colaborativa.

    ps2.: mas posso estar redondamente errado.

    Desculpem-me qq coisa

    abs

  11. Sem nome escreveu:

    Olá Amigos, tudo bom?
    pelo que conheço do pessoal da ONZA eles estão com boa fé, até porque eles não precisam disso. Eles sempre falam de valorizar o mercado regional e criar oportunidades principalmente para os jovens da região, além disso nunca vi eles falarem mal de alguma agência do Vale, até porque é necessário existir uma sinergia entre as agências para oferecer um trabalho que gere resultado para os clientes, bem como melhorar a rentabilidade das agências.

    Aos jovens que querem participar do desafio eu desejo boa sorte!

    QUE É FAZER CRÍTICA?

    As pessoas possuem uma noção errada do que seja crítica. Uns pensam que criticar é falar mal de alguém, ou de algum trabalho. Outros imaginam que fazer críticas é sempre se opor a alguma coisa, pelo fato de ser contra. Entretanto, existem muitas noções erradas do que seja crítica, ou simplesmente criticar, tendo em vista que se vulgarizou mal este termo. É, neste sentido, que se busca neste paper indicar a noção mais correta do que se entende por crítica, ou criticar, ao se ver que muitas pessoas desinformadas usam elegantemente esta palavra, crente de que está usando bem, no entanto, não sabem empregá-la. É importante que, quando se está usando um termo, a sua utilização seja primorosa, consciente, para que ela reflita, em verdade, o verdadeiro sentido da frase e do pensamento emitido.

    Esta palavra “crítica” possui sentido, exclusivamente científico, porque diz respeito a um diálogo entre duas pessoas que conhecem bem um determinado assunto, cuja crítica de um, faz melhorar o trabalho do outro. Não obstante, sem essa cooperação, não existe o progresso. Todo trabalho científico passa pelo crivo da crítica, quando se quer avançar nos conhecimentos, e na criatividade, para melhorar o status quo de uma humanidade. Pois, é aí onde entra a crítica para indicar as falhas ocorridas, com vistas ao progresso. As críticas acontecem somente no mundo científico, tendo em vista o grau de consciência existente, no meio da intelectualidade que sabe, que precisa verificar a coerência de seu trabalho, e os progressos conseguidos com a sua arte de escrever.

    A ciência só se desenvolve por causa da crítica, quando os companheiros do mesmo nível estiverem sempre participando dos trabalhos que foram executados pelos cientistas de todos os tempos, quer seja da Engenharia, da Medicina, da Economia, e de muitos outros segmentos do mundo da criação, e da inovação, que fazem parte dos avanços que o mundo intelectual tem dado. A crítica é uma contestação consciente dos fatos que estão sendo desenvolvidos. Porém, sem tal experiência e oposição, não se consegue enxergar os erros que facilmente se cometem, cujo sentido próprio do autor, não consegue captar tão prontamente. As coisas só avançam com as críticas que são os fundamentos necessários e suficientes do mundo científico, que necessita que alguém veja os erros para que saiba corrigi-los a tempo.

    Não se pode trabalhar com o mundo científico sem a devida utilização da crítica, porque é pela crítica que se conhecem os erros, verem-se as falhas, e se tenta corrigi-los para que se tenham maiores compreensões sobre os assuntos que estão sendo pesquisados. Muitos auto-didatas, leitores de jornais, penetras de conversas de calçadão, não aceitam a crítica, irritando-se quando alguém questiona qualquer posição mal colocada, ou qualquer pensamento mal construído. Todavia, o comportamento de um cientista deve ser o da observação, do ouvir, e saber extrair a melhor posição para o progresso de todos. Sem o saber ouvir, o espírito observador passa por muito distante, portanto, sem condições de participação no mundo da ciência que é simplicidade, humildade, e consciência para com as informações que vão se agregando à intelectualidade.

    A crítica não deve ser levada pelo lado pejorativo do caso, por exemplo: uma pessoa sem escrúpulos quer desmoralizar o trabalho, ou a atividade de alguém, inicia-se um processo de degradação dos pontos que não entende, dizendo-se fazer críticas, cuja verdade não procede. Este ato reveste-se de inveja, de ciúmes por não ter condições de praticar tal coisa, e chama-o de crítica que é uma palavra bonita, ou expressão nobre. É uma palavra da intelectualidade, isto é, de quem conhece bem determinado assunto e pode discutir tête-à-tête com quem a construiu. Sempre é bom não confundir um processo crítico, com quem quer esculachar um determinado trabalho, feito com muita investigação, e dedicação para levar à humanidade alguns conhecimentos para a compreensão da vida.

    Costumeiramente se ver alguém dizer: fulano de tal é crítico, ele fala de Deus e do mundo, ele comenta impiedosamente sobre as pessoas, ele é um falador, pois bem, este fulano não é crítico. Ele é tudo isto que foi dito, menos crítico, porque criticar significa outra coisa. Seria importante que as pessoas colocassem as palavras nos seus devidos lugares, e não procurassem aplicar qualquer termo em qualquer lugar, tal como se faz no dia a dia dos desinformados, que não querem se apresentar como analfabetos, fazendo pior do que se os fossem. Ouve-se falar normalmente que não se deve criticar ninguém, que se têm que aceitar as coisas tais como elas são, ter a verdade com muita humildade, mas não se pode deixar que isto aconteça em detrimento do progresso da ciência, paralisando a história.

    Não se pode deixar que os desinformados, ou até os informados que escrevem, ou proferem palestras possam colocar seus pontos de vista, e que todos os aceitem sem levantar suspeitas sobre tais colocações. Isto significa dizer, ouvir e calar tomando como verdade, aquilo que não se conhece, ou se conhece pouco. Nunca se deve aceitar as coisas como são, deve-se sempre procurar questioná-las, ou para entendê-las bem, ou para criar consciência sobre aquelas verdades, ou para senti-las com a segurança de quem está falando sobre aquele importante assunto. E é aí onde entra a crítica que é sempre salutar para compreender a realidade que cerca a humanidade que vive em um clima de verdades relativas que devem ser sempre questionadas para se tentar pelo menos, ter uma idéia da verdade absoluta, que é a verdade cósmica espiritual.

    No mundo atual, onde os jornais e a televisão, bem como o rádio leva ao ouvinte, ou leitor, ou telespectador, as mais diversas mensagens que conseguem nos bastidores da vida, ao serem algumas verdadeiras, e outras denúncias, algumas outras totalmente sem sentido, é que devem ser investigadas detalhadamente. Não há como negar a eficiência da crítica que deve ser feita para se apurar bem os fatos, e se terem resultados verdadeiros, pelo menos na concepção de todos aqueles que não enxergam muito longe em sua frente, dado o seu nível intelectual. Se não existisse a crítica, o mundo seria eivado de fofocas, de leva e traz, de mexeriqueiros, ou quaisquer coisas desses tipos, e isto não é científico, nem tão pouco se pode levar a sério conversas de calçadão, de ponta de rua, ou de comadre conversadeira.

    O mundo da ciência é um mundo de polêmicas, de dúvidas e de questionamentos sobre os assuntos que estão sobre polêmica, pois isto é bom, porque a verdade deve ser dita, ou descoberta hoje ou amanhã, tendo em vista que o fio do bigode de um homem como sinônimo de verdade é coisa do passado. Este refrão popular era bastante conhecido na convivência do povão, cuja moral era um ponto forte entre aqueles que faziam questão de andar dentro dos princípios da justiça, da retidão, e da seriedade como forma de cultivar o seu orgulho próprio. Dentro da ciência a antítese sempre existiu, as dúvidas sempre foram e são freqüentes, devido o caráter científico de tudo aquilo que aparece nos livros para ser verdades inconfundíveis, e aceitas por todos sem restrições.

    Costumeiramente vê-se alguém desinformado dizer isto é científico, entretanto, sempre não suporta, quando alguém faz uma crítica a qualquer assunto que diz respeito a um tema que ele não gostaria que fosse criticado. Isto parece dogma que deve ser rejeitado por aqueles que pensam. A inteligência do ser humano é uma louvação da criação de DEUS, e foi legado como princípio, considerando que o homem deveria questionar todos os problemas que existe, já que no mundo, planeta terra, não existe a verdade verdadeira, ou absoluta. Ao acreditar que DEUS é um assunto axiomático, é algo que vem como fé, o ser humano deve ser crítico por natureza, devido ao seu raciocínio, tal como delineou DESCARTE (1637): cogito ergo sum, pois a liberdade de pensar do ser humano começa a aparecer quando se utiliza bem o princípio da crítica.

    O cientista na expressão da palavra, não deve ter melindres, não deve ter vaidade de expor uma descoberta que é provisória, não deve ter orgulho de uma criatividade que não é de apenas uma pessoa, mas de muitos e muitos pensadores que questionaram e criticaram determinado assunto. O cientista critica com o objetivo de aprender, porque criticar significa observar, por em prática uma experiência, indicar o caminho menos não verdadeiro que um outro cientista está tomando, devido as suas inconseqüentes conclusões. Não dá para entender quando alguém diz que algo, que é uma verdade relativa, e não poder fazer crítica. Todavia, isto significa confissão de fé ao aceitá-la sem discussão, deve ser respeitado como ser humano que possui seu ponto de vista, e não quer que alguém lhe combata mesmo usando de seriedade.

    Finalmente, tentou-se com este artigo proporcionar alguma orientação quanto ao real sentido do termo crítica, tendo em vista que, o seu emprego, não tem a devida conotação indicada pela ciência, que é o de questionar, sentir as dificuldades de alguém, e mostrar os caminhos corretos de solução. O pensamento desenvolvido neste trabalho foi levantado por leitura, observação da lógica, e algumas intuições reflexivas sobre como as pessoas empregam este termo, os discursos contra o termo em análise, e o sentido real desta palavra. Finalmente, o importante é que aquelas pessoas que trabalham com ciência, que pregam nos diversos grupos de religião possam compreender o que é criticar, e possam, a partir deste paper, utilizá-lo em seu sentido verdadeiro, de contribuição para a ciência de todos os tempos.

    Texto de Luiz Gonzaga de Sousa

  12. Eduardo escreveu:

    Gente, devagar.
    Respondendo ao “anônimo” , em NENHUM momento critiquei a Onza como agência ou disse que eles agiam de má-fé. Quem me conhece sabe que isso não é de meu feitio.
    Até acho que eles tem tido um crescimento vertiginoso neste último ano. Isso não se consegue sem competência.

    A crítica também não foi ao concurso e a procura de novos talentos, acho elogiável e criativo e disse isso.

    O que eu critiquei foi o alvo do concurso ser o próprio site da agência e não utilizar-se de um tema específico, como o caso da Leo Burnett de Lisboa com a campanha do Maradona .
    A crítica foi a falta de briefing, especificões, requisitos e estudos aos que forem participar.

    Elogiei o emprego como prêmio e critiquei o prêmio do notebook por tabelar um trabalho.

    Não vou me desculpar por defender a valorização profissional do mercado de Web , seja ele regional, nacional ou internacional, até porque é isso que eu me cobro todos os dias. E é isso também que muitos esperam de mim, sejam clientes, funcionários, parceiros ou outras agências digitais que estão na luta conosco neste - e por este - mercado.

    E se a Onza se sentiu ofendida, aí sim peço milhares de desculpas porque a crítica não foi à agência. Faria a mesma coisa se fosse João, José ou Genésio ou um dos meus diretores ou funcionários do outro lado.

    Em tempo, concordo com tudo que o Roberto escreveu

  13. Alex Gonçalves escreveu:

    Concordo com o Eduardo (Phocus). Creio que o desafio deveria ser melhor direcionado.
    Quanto a referência ao livro Wikinomics, mas precisamente o case Goldcorp (citado pelo Marcos Teles): algumas pessoas não entenderam o porquê eu postei (no blog Publiloucos) que a idéia da equipe Onza “foi brilhante”. Basta imaginar. A agência ganha um site novo e ainda dezenas de novas idéias, que podem servir de referência para futuros trabalhos. É um belo exemplo de como “virar o jogo”.
    Reforço que não acho errado, publicitariamente falando isso é muito bom para a empresa, pois une utiliza a colaboração. Mais empresas de comunicação do Vale deveriam ter esta iniciativa. Agora alguém me responda: isto pode ser mensurado? Duvido.

  14. Josué Brazil escreveu:

    André

    Parabéns pela elegância e educação com que acatou os comentários.
    E parabéns também ao Eduardo. Super pertinente sua argumentação!
    É de posturas assim, de ambos os que aqui citei, que o mercado sempre precisa.

    Abraços!

  15. André Aquino escreveu:

    Amigos,
    relax… é isso ai!!! Como eu sempre falo “vamo que vamo”… Espero receber bons trabalhos e ter a oportunidade de divulgar aqui no CCVP.

    E obrigado por quem falou bem da ONZA e gostaria de saber quem foi.

    E Antes que eu esqueça… O negócio aqui é o BICHO (kkkkkkkkkkkkkk)

    Abraços

  16. Renan Oliveira escreveu:

    Boa Tarde a todos!

    Pessoal, a iniciativa da Agência Onza é super criativa e mostra muito bem a grande inovação que eles buscam para o mercado do Vale. Concordo com todos quando dizem que essa iniciativa é muito bacana para quem está começando e até mesmo para quem busca seu valor. Críticas sempre irão existir, nem Jesus, no alto de sua perfeição conseguiu agradar a todos. Porém acredito que, antes de criticar deve-se pensar na ideia apresentada, pois como pode-se ver, a atitude desses empresários é totalmente inovadora. Além disso, quem aqui é o dono da verdade para dizer se está certo ou errado? Se o prêmio é bacana ou não?
    Bom, a idéia é ótima e uma coisa podemos afirmar, sem qualquer sombra de dúvidas, ELES VÃO DAR O MELHOR DE SI, E ISSO JÁ VALE MUITO!!!
    Discordo com a opinião do Eduardo em dois pontos, primeiro quando ele se refere ao Briefing, quando se trata de um concurso nem sempre é necessário se ter um, até porque não tendo briefing acabam surgindo novas idéias e não engessa o trabalho, além disso, em momento nenhum diz que o site ganhador não poderá ter alterações e segundo não concordo também quando ele fala sobre o prêmio do Notebook, pois isto não é uma tabela de preços.Estamos falando de concurso. É como se estivessemos em uma empresa, onde você pode colocar sua ideia e se esta der certo, você recebe um prêmio por isso. Lembrando eu somente não concordo, porém respeito.
    Bom, conheço o pessoal da Agência Onza. É através deles que o meu trabalho de faculdade está se tornando uma realidade. A Acto Inove, já citada aqui no CCVP, fora criada com o total apoio deles e isso sim é, com certeza, dar oportunidade e juntar conhecimento. Afinal é tudo como o André disse, temos que juntar nossas forças para que o mercado do Vale possa realmente ter o valor que ele merece.
    Abraços,
    Renan Oliveira (Acto Inove).

  17. André Aquino escreveu:

    Grande Renan… bom garoto e com um futuro muito promissor! Para quem não conhece a Acto Inove não sabe o que esta perdendo. Que eu conheça é a primeira Agência com foco total em PDV e Promoção, e inclusive estamos levando eles para outras regiões.

    Conhecemos o trabalho deles através do CCVP e fomos atrás para entender a idéia, o conceito e a proposta. Sabe o que aconteceu? Ficamos encantados e resolvemos apostar nesse trabalho de faculdade que acaba de virar uma empresa.

    Colegas donos de Agência aguardem o Renan para apresentar a ACTO INOVE, pois com toda a certeza poderá agregar muito ao negócio de vocês.

    Puxa! Acho que nunca escrevi tanto no CCVP… então acho que agora chega (rs*)

    Abraços

  18. Alex Gonçalves escreveu:

    Pessoal,

    Só para reforçar sobre o caso da Goldcorp: http://publiloucos.blogspot.com/2008/02/conhea-o-peering.html

  19. Marcos Teles escreveu:

    Pelo menos audiência a a Onza está conceguindo!
    (risos)

  20. Stefannie Ramos escreveu:

    Boa Tarde…
    Primeiramente gostaria de parabenizar o pessoal do CCVP… As matérias postadas são super pertinentes e atuais. Particularmente, aprecio coisas mais inteligentes e aqui, isso é facilmente encontrado!!!Parabéns…

    Bom, sobre o concurso da Agência Onza, achei a idéia belíssima. Essa idéia apenas mostra a enorme capacidade dos “cabeças” da agência em aproveitar as críticas para mostrar ainda mais sua inteligência e vontade de crescer cada dia mais no mercado!
    Críticas são válidas independente de seus conteúdos… É a partir delas que nos questionamos sobre o que estamos fazendo e nos dedicamos para melhorar cada dia mais!!!
    As vezes, ao criticar alguem, com intuito de denegrir sua imagem, apenas estamos fazendo com que esse alguém “acorde” e lute para fazer o melhor!!!
    E, ao ver a atitude do André da Onza, o que claramente se vê é que não estamos frenta a mais um ser ignorante, que age pelo impulso e se descontrola ao ver que outras pessoas não concordam com sua posição!!! Muito pelo contrário, ele faz das críticas e “cutucões” mais uma oportunidade de se destacar de maneira fenomenal!!! Parabéns, postura louvável!!!
    Importante se faz, ainda, ressaltar o belíssimo comentário feito pelo querido Renan Oliveira (Uma das pessoas mais admiráveis e competentes que conheço). Estamos falando aqui sobre um concurso, usado de maneira inteligentissima. Concordo ainda, quando fala que não há necessidade da existencia de um briefing, haja vista que este apenas “trancaria” as idéias dos belíssimos profissionais que com toda certeza se mostraram nessa oportunidade. Ademais, não poderia deixar de comentar sobre o ridículo comentário(com todo respeito), do admirável Sr Eduardo (da grande Phocus), quando menciona uma suposta “tabelação” dos preços dos profissionais da área. Talvez essa não tenha sido a idéia dele, porém, tal opinião não se mostrou muito profissional. Creio que, por ser, ele, um profissional da área aqui em comento, não deveria ter se mostrado tão atacado com a perfeita idéia proposta pela Agencia Onza, pois, como todos aqueles que conhecem a Phocus sabem, ela é uma empresa ótima, super consolidada e que pode se garantir sem qualquer medo, pois “derruba-la” não seria uma tarefa fácil, muito pelo contrário, só não vou usar a palavra impossivel pois não acredito em “impossibilidade absoluta”, porém, ainda assim, acho que seria quase impossivel (rsrsrsrs).

    Bom, para finalizar, gostaria de deixar claro que não conheço os “pivôs” da discussão pessoalmente, rsrs, portanto, meus comentários não são às pessoas que aqui comentaram e sim aos comentários que estas fizeram rs!!!

    Aproveito a oportunidade para deixar, aqui, um enorme abraço à todos!!!

    Que Deus ilumine vossos caminhos e que lhes conceda um futuro ainda mais brilhante!!!!

    Deixo, ainda, um abraço suuuper especial e um beijo muito carinhoso ao Renan Oliveira, companheiro de todas as horas, a quem agradeço a alegria de meus dias!!! Tenho certeza de que seu futuro será brilhante e você mostrará á todos o maravilhoso profissional que você é!!!

    Sem mais,

    Stefannie Ramos

  21. Stefannie Ramos escreveu:

    Ahhh, já estava esquecendo…
    Não dá pra ficar sem falar sobre o comentário feito pelo Marcos Teles hehehe

    Audiência das boas mesmo viu?!
    Mais uma prova da grande inteligencia desses profissionais ahahha

    MAis abraços a todos rsrs

  22. Eduardo escreveu:

    Bem que eu disse que eu levaria as porradas :-)

    A tropa de choque chegou com tudo…
    Como eu já disse, não vou me desculpar pela minha posição.

    Eu estou tentando discutir mercado e não posições no mercado.

    Os meus comentários não tem absolutamente NENHUMA relação à Phocus nem a Onza e nem a nenhuma outra agência. Não me sinto nem um pouco preocupado, ofendido ou seja lá o que em relação ao concurso, até porque ele não tem nada a ver comigo.
    A Onza não é concorrente da Phocus e nem o contrário. Atuamos em mercados distintos.

    Lembrando mais uma vez a todos que elogiei o concurso em si.

    Falei e falarei sempre por defender a valorização profissional do mercado de Web, nada mais do que isso. É uma posição pessoal do Eduardo.

    Tudo que o Marco, o Luis e o Alex corretamente falaram sobre Open Innovation e conteúdo colaborativo já é extremamente praticado na Phocus.

    Open Innovation como se pode ver nos links é soma e tranferência de tecnologia, o que não tem nada a ver com o foco deste concurso.

    O concurso em si também não tem nada a ver com conteúdo colaborativo, porque o concurso é sobre a forma e não sobre conteúdo.

    Sou um dos mais fervorosos defensores do conteúdo colaborativo (senão nem estaria escrevendo aqui).

    Ferramentas como Youtube, Orkut, Wordpress, Facebook, Twitter e outras são amplamente usadas na agência e em diversos projetos de clientes.
    Estas ferramentas permitem aos usuários compartilhar conteúdo. Mas em nenhum momento é permitido ao usuário modificar a forma da ferramenta, nem a maneira que ela trabalha suas relações, nem a maneira que seus sistemas permitem que os usuários produzam o conteúdo colaborativo.

    Portanto, este e nenhum outro concurso que não envolva produção de conteúdo (e não criação de forma, como é o caso) podem se encaixar nas definições já dadas;
    Mas o concurso por si só é uma ótima idéia, porém, no caso, mal direcionado.

    O belo texto do anonimo sem nome (cujo link apronta para o site da Onza) em que se fala sobre critica diz :
    “…Esta palavra “crítica” possui sentido, exclusivamente científico, porque diz respeito a um diálogo entre duas pessoas que conhecem bem um determinado assunto, cuja crítica de um, faz melhorar o trabalho do outro. Não obstante, sem essa cooperação, não existe o progresso….”

    Não seria isso exatamente o que estou tentando fazer ou dizer?

  23. André Aquino escreveu:

    Amigos do CCVP o que acham de programar um fórum e trazer todos os profissionais (donos de agência, funcionários, estudantes e etc) para debater tantos assuntos que já foram tratados aqui, inclusive clientes.

    Acredito que isso pode trazer um conteúdo muito rico para o mercado do Vale, pois o CCVP é ótimo, porém observo que muitas vezes os profissionais não conseguem se entender através das palavras aqui ditas. Talvez a interação, a discussão, a analise do mercado, das oportunidades, discutir conceitos não apenas da publicidade e propaganda, mas também do marketing podem trazer um enriquecimento enorme para todos nós. O que acham? Podem contar com a gente…

    Josué… vc que é o cara, o que acha disso?

    Abraços

  24. Alex Gonçalves escreveu:

    A APROVA mantinha um fórum antigamente.

  25. Lucaz Mathias escreveu:

    É incrível como a cabeça do Vale do Paraíba é pequena. Vim pra cá a cerca de 14 anos, dos quais 11 dedicados ao design e comunicação, e até hoje não acostumo com a falta de absorção de discussão da pessoas daqui. É tudo ferro e fogo, tudo pessoal, qualquer opinião discordante é encarada como a maior das ofensas. Parece que ao dizer “eu não concordo” é o mesmo que dizer “cala boca filho da puta”. Ou ainda “podia ser melhor” com conotação de “tá uma merda”. Enfim, é difícil de entender mesmo. Quando vim pra cá espera um local menos provinciano, menos “atrasado”. Afinal, vim do Sul de Minas, e lá é onde ainda existe um coronelismo , onde um burro fala e outro abaixa a “oreia”. Mas parece que aqui o que esperam é o mesmo. Se alguém propõe é isso e acabou, se você levantar alguma questão é pedrada na certa. Porque cada agência forma um núcleo impenetrável com seus defensores fiéis, seja como for. Não quero aqui apedrejar ninguém, nem as idéias, apenas dizer que frases em anônimo, ou certeiras, nomeadas, aprecem um tanto quanto picuinha ou (para os fãs de BBB “argh!”) um complô.
    Deixo claro que não é a primeira vez que vejo isso no vale, e que não é de responsabilidade das agências essa defesa cega, quase “curintiana”. A única coisa que afirmo é ATENÇÃO, precisamos de mais diálogo. Conheço o trabalho da Onza, tive a oportunidade de ouvir o André em um bate-papo em minha faculdade. Admiro imensamente o trabalho da Focus, ainda não conheço o Eduardo (mas depois desses posts quero muito conhecer). Também não conheço a grande maioria dos outros interlocutores dessa pequena polêmica, espero um dia ter o prazer de conhecer todos;
    Para por um fim na “minha” questão acho que precisamos nos atentar mais no que postamos aqui para não sermos reacionários, taxativos ou relapsos. Para não criticarmos a crítica com outra critica, e nem ignorarmos o qual ridículo pode ser nosso fraco embasamento e nossa declaração afetiva, e não racional, a certos temas.

    Soa discussão pode nos levar a razão.

    tks
    Lucaz

    (muito interessante a idéias do fórum)

  26. Teste escreveu:

    só uma opinião para o dono deste blog… sugiro não apagar nenhum post das pessoas que visitam ele diariamente, uma vez por semana ou até uma vez por mês, a não ser que seja uma ofensa pessoal. Quem sabe assim, algumas pessoas parem de taxar este blog como uma “panelinha” como já vi alguns comentários.
    Não costumo pré-julgar ninguém, mas depois de ter 2 comentários meus apagados, começo a colocar isso em questão.. quanto ao anonimato, é apenas uma escolha.. o qual você também tem o direito de apagar quaisquer post!

    Um grande abraço a todos… e realmente é bom ler post inteligentes, de pessoas inteligentes, criticando de maneira construtiva ou simplesmente elogiando o trabalho alheio.

  27. Luiz Carioca escreveu:

    Caro anônimo (teste),
    pode ficar tranquilo que esse blog não tem dono, tem moderadores.

    Fui eu quem bloqueou seus outros comentários. Pois acho que num blog profissional onde diversas pessoas se expões defendendo seus pontos de vista, não acho justo algum anônimo acusar essa ou aquela posição.

    obrigado pelos elogios aos posts e até mesmo pela participação. espero que seu próximo comentário não seja anônimo.

    *eu posso ser um moderador chato, mas sou bem-intencionado…rs.
    abs

  28. Gustavo Gobbato escreveu:

    Há vezes em que prefiro ficar quieto do que falar bobagem. Acho que mais pessoas deveriam fazer o mesmo, não por meu exemplo, mas por autopreservação.

    De qualquer maneira, quem sabe, sabe, quem não sabe, bate palma. Fazer um concurso é bacana. Acho que para colocar essa iniciativa na rua, e campanhas publicitárias também, é preciso ter critério e pensar muito nos prós e contras. Fico feliz de haver pessoas que já se interessaram pela iniciativa e já se inscreveram. Conheço o Eduardo há quase 10 anos (tô ficando velho…) e acredito que ele é um baita especialista que conhece a internet como poucos. Acho que sugestões de pessoas que possam acrescentar tecnicamente são bem-vindas, ainda mais tendo participado e ganhado prêmios e concursos na área, embora a Onza tenha a liberdade de promover o concurso sob seus próprios parâmetros. O que não vale é dizer ‘o ridículo comentário(com todo respeito)’. Dizer isso sim é perder o respeito. Respeite para ser respeitado. Isso vale para o CCVP, para o mercado e para a própria vida.

  29. Elisa escreveu:

    Pertinente o comentário do Eduardo, porém, no caso de um concurso, onde muitas vezes a palavra de ordem é Inovar, talvez o briefing seja algo limitador.

    Porém, também concordo que site não é um rabisco no photoshop, tem muito estudo de ergonomia e arquitetura por trás, mas enfim, o que acho que a agência em questão poderia ter feito, é, além do “layout da home”, o mais importante seria um projetinho escrito, explicando basicamente a arquitetura do site, os “por quês” e “para quês” de cada coisa, e qual seria a projeção do site (o “what’s next”).

    Para os que comentaram sobre fazer um fórum:
    1 - Por que? Qual a real vantagem de um forum? (eu só vejo desvantagens, como por exemplo, mais um site para visitar, para se logar, para investir meu tempo nele)

    2 - MUITO Junk! (eu moderava o forum da aprova, e sinceramente, ninguém merece!)

  30. Elisa escreveu:

    Desculpem, acho que não fui muito clara no meu post acima (é a pressa, rs)

    O que eu quis sugerir é que a agência, Além do layout, poderia requisitar também, o tal projeto escrito que comentei :)

  31. André Aquino escreveu:

    Opa Elisa, td bom?
    não imaginei que seria um forum online, mas um com palestrantes, etc, pelo CCVP.
    Abraços

  32. Elisa escreveu:

    Ahhh, sim, entendi.
    Sorry! Pelo visto ando trabalhando demais no mundo “online”, rs…

    Um forum real é interessante sim. Acho que o CCVP tem alguns projetos similares que acabaram não saindo do papel. Talvez essa seja a hora, né? Matheus? Marcos? Sandro…
    []’s

  33. Josué Brazil escreveu:

    Continuo dizendo, embora não seja mais o coordenador da habilitação de PP da Unitau, que o espaço físico e a estrutura básica nós podemos oferecer.
    Sempre defendi a idéia de um forum, encontro, debate etc. Acredito que devemos realizá-lo esse ano, ainda no primeiro semestre.

  34. Arthur Di Lorenzo escreveu:

    Oi pessoal.
    Acompanho aqui de vez em quando, mas essa é a minha primeira postagem.

    Queria dizer que na verdade concordo com o Eduardo na falta de briefing por parte da agência e tal.
    E falta de briefing não faz bem em nenhum caso. A não ser que você goste de refazer trabalhos até a exaustão até achar um que o cliente goste.

    Mas o que gostaria de comentar é que qualquer outro concurso que eu já vi, ou que tenha participado, sempre existe um regulamento.
    Mas pra quê regulamento?
    Ué, o que a agência irá fazer com todos os outros trabalhos apresentados? Guardar como um banco de templates de sites prontinhos para aplicar pra algum cliente e sem gastar nada com isso?
    Isso que eu acho que deveria ser bem expicado a quem ao participante do concurso, pois eu ficaria indignado se mandasse um trabalho, não ganhasse e depois descobrisse que ele foi usado por aí e eu não ganhei um centavo por isso.

    Abraço a todos!

  35. Roberta escreveu:

    Bom dia, gente.

    André, será que você não poderia dar aos participantes do desafio algo em que se basear. Não necessariamente um briefing, mas, ao menos, uma linha a seguir. Quero participar, porém não quero dar tiros no escuro e fazer algo completamente diferente do que a agência quer/precisa.

    Não acho que limitaria, mas sim, nortearia o trabalho dos participantes.

    Obrigada, ótima quinta para todos

  36. Marushio escreveu:

    Bacana o debate.

    Achei interessantíssima a proposta da Onza. Muito do que eu poderia falar, já foi dito e debatido. Gostaria de abordar apenas 1 ponto. Ou melhor, fazer uma pergunta:

    Com este concurso, a Onza pretende receber um modelo de site ou um conceito de site?

    São coisas distintas. O primeiro pede um briefing, o segundo gera um briefing.

    Acho que só falta isso ficar claro para otimizar os resultados de quem resolver participar. =)

    Parabéns pela iniciativa.


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