18 nov
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Peça: Jingle 30″
Anunciante: Uniodonto SJC
Produto: Planos Odontológicos
Título: Quanto vale um sorriso?
Agência: Supera Comunicação
Criação: Christiano Vendramine, Camilo Alvarez e Guilherme Maia
Diretor de criação: Mário Gustavo
RTVC: Maíra Goulart
Atendimento: Lílian Cunha
Produtora/áudio: Digimax Estúdio
Produção/áudio: Fábio Moog
Melodia: Leandro Souza, Guilherme Maia e Christiano Vendramine
Vocal: Cecília Militão
Aprovação: Dr. Sérgio



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Josué Brazil
É bom ver o CCVP de volta a ativa!!!Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e direto


novembro 18th, 2008 as 2:11 pm
Pôxa, Cecilia Militão nos vocais… muito bom!
novembro 18th, 2008 as 2:35 pm
Excelente melodia e excelente texto.
Parabéns Christiano (mineiro) e equipe envolvida.
novembro 18th, 2008 as 2:47 pm
Tenho algumas dúvidas. Sendo um serviço que atende um público variado e popular, e assinatura focada em “Quanto vale um sorriso?”. Ficou claro que o foco era fortalecer a idéia de acessivel.
Minha pergunta é, por que escolheram um ritmo tipico americano (black gospel), não seria melhor ir para linhas mais abrasileirada, como um samba ou pagode?
Quem define isso vocês? o cliente ou a digimax?
Grata
novembro 18th, 2008 as 2:51 pm
Oi gente, passando p. deixar meu comentário aos amigos da casa. como já tinha comentado com o christiano (mineiro), gostei muito do clima e do resultado final do jingle, só tive que escutar muitas vezes até perceber que o anunciante era a uniodonto, as vezes que o nome aparece está em back vocal, então eu só daria um pouco mais de peso para a estrela principal.
Abs a todos e parabéns!
novembro 18th, 2008 as 3:12 pm
Concordo com a Taina. O úico senão para mim nesse trabalho é o gênero musical escolhido. Gospel music tem a ver um pouco com o estilo musical da interpréte, talvez, mas algo mais popular talvez soasse mais familiar.
novembro 18th, 2008 as 3:15 pm
Eu sinceramente acho samba muito clichê, e pagode também.
Esse lance de “transmitir” brasilidade acaba quase sempre caindo nesses estereótipos e gera um resultado pitoresco.
Não creio que o negro spiritual tenha causado uma sensação estranha. Não é que nem um fado, um tango, um samba, uma tarantella, que representam um país específico, apesar de ser de origem americana.
novembro 18th, 2008 as 4:22 pm
Quanto ao estilo musical, discordo das opiniões. Acredito que com um estilo musical mais popular o resultado final não atingiria o público, que aliás, mesmo sendo variado, não é tão “popular” tratando-se de plano odontológico. Concordo com o Guilherme quando fala sobre “brasilidade”, que realmente não é o foco da campanha. Finalizando, parabenizo a equipe que pra mim é referência de trabalho….. Parabéns!!!
novembro 18th, 2008 as 4:43 pm
eu acho q a cultura americana tá mais q enraizada no Brasil, somos quase uma colônia deles…rs. tudo q lembra igreja me causa calafrios, mesmo assim, achei o ritmo bem escolhido pra peça. pra mim, a única coisa que eu apontaria é que a letra que peca um pouco na métrica no início, mas nada demais.
ah, ia esquecendo: Parabéns pelo jingle.
novembro 18th, 2008 as 4:47 pm
Vamos por pingos nos “is”.
Ninguém disse que a peça tinha que ter “brasilidade” e sim que um outro gênero TALVEZ pudesse fornecer um resultado melhor. Música é universal e longe de mim ter algum tipo de preconceito musical. Ninguém disse também que a campanha tinha que ter uma pegada “popular” (o que é popular afinal?). O que foi feito, de fato, foi um comentário sobre uma possibilidade de um outro gênero musical TALVEZ deixar a peça estéticamente mais atraente.
E, o que foi dito e eu concordo, é que o nome do cliente aparece pouco!
Em temp”: toda equipe que trabalha firme e gosta do que faz, como é o caso aqui, acredito, merece parabéns!
FUI!
novembro 18th, 2008 as 5:30 pm
Parabéns Galera…
Como vcs sabem eu enxergo tudo pelo lado do consumidor…achei que a mensagem foi passada direitinho…não só esse jingle…como em todos os materiais da campanha(VT, folhetos e busdoor).
Obs-Já fiz até um plano família…kkkk
Bjus
novembro 18th, 2008 as 5:43 pm
E ai criativos do Vale….
Primeiramente gostaria de dar os parabéns a equipe. Já fazem 5 anos que estou na Supera e foi o primeiro jingle que a nossa equipe cuidou de tudo; em cima da pesquisa de mercado foi identificado os pontos fortes a serem trabalhados, como ser um plano acessivel.
Explicando o processo consigo tirar algumas dúvidas da colega Taína, a letra foi desenvolvida pelo redator baseado no briefing e na pesquisa. A melodia também foi pesquisada em cima do perfil do público-alvo.
O ritmo escolhido (black gospel, soul ou spirit)tem um porquê. Tem uma musicalidade muito forte, empolgante, explora bem a voz da cantora, o uso de coral passa a sensação de várias pessoas (um plano para todos), e não utilizamos a musicalidade brasileira para diferenciar mesmo.
Voltando ao processo, a melodia (crifra) foi criado aqui também pelo outro redator (guilherme). E claro acompanhamento da Maíra (nossa RTV) que escolheu um excelente fornecedor a Digimax e acompanhou a escolha da cantora e toda a produção.
Concordo com Thaluan que poderiamos utilizado melhor o nome do cliente, valeu a dica na próxima ficaremos atendo.
Parabéns! Valeu galera….
novembro 18th, 2008 as 6:44 pm
Legal, Mário.
Boa explicação para a seleção do gênero musical.
Sigam fazendo bons trabalhos!!!
novembro 18th, 2008 as 7:26 pm
Oie, como RTV confesso que sou mais que suspeita para falar desse material, mas vamos lá:
A “polêmica” da escolha do ritmo começou aqui na Supera. Nosso redator Mineiritcho pesquisou bastante até encontrarmos um ritmo que fosse agradável de escutar. O briefing de toda a campanha era mostrar que um plano odontológico é bem mais acessível do que imaginamos, porém não poderíamos popularizar demais, afinal a Uniodonto disponibiliza um grande número de planos empresariais. Com todas essas informações, acreditamos que um pagode, samba ou outro ritmo mais “abrasileirado” poderia até deixar a peça esteticamente mais atraente, ou mais popular como os colegas comentaram, mas não passaria a linha emotiva que adotamos para as outras peças dessa campanha (que tbém contou com Vts, spots, outdoor, busdoor, folhetos e outros PDV). Por isso, escolhemos o black gospel, afinal é um ritmo forte, envolvente, onde foi possível explorar bastante a voz da Cecília, que é uma belíssima cantora.
Mais uma vez parabéns a todos os criativos envolvidos e o pessoal do Digimax, que fez um super trabalho.
Agradeço os elogios, sugestões e comentários! Abs.
novembro 18th, 2008 as 8:40 pm
Concordo com o Mário quando ele afirma que o Black Gospel tem uma musicalidade muito grande e com certeza explora a voz da cantora(pois ela é cantora de Soul),mas acredito que outro rítmo seria melhor, o Soul não está só relacionado a empolgação e se formos levar pelo lado que esse rítmo não é bem difundido na nossa região,seria bem mais adequado outro mesmo.Ou vocês ouvem falar direto por ai que alguem curte Soul??(eu conheço muito pouco q conhecem e muitos q nem sabe oq é..rsrs.).
ham..sei q num é discução de música ..mas o mário melodia num é cifra.rsrs.
Mas o texto ta legal,curti muito,ta bem produzido ..Parabens pra galera !!!
novembro 18th, 2008 as 9:48 pm
A letra é envolvente e, arrisco dizer, grudenta (de uma boa maneira, obviamente). Mandou muito, Mineiro! Agora, falando do ritmo musical, concordo com o pessoal: não acredito que um samba ou pagode caíriam melhor. Embora não seja fã do estilo, o jingle “gospelzado” tá carregado de feeling do começo ao fim. Vai aumentando sem parar até que encontra um final pra lá de adequado. Sem contar a produção, que é de um profissionalismo incontestável. Enfim, na minha opinião, é um jingle que cumpre o exigido mas vai além e mistura-se com a programação normal da rádio graças à sonoridade agradável.
novembro 18th, 2008 as 10:38 pm
Olha, vou dar minha opinião profissional sobre a escolha do estilo.
Eu acho que o Negro Spiritual coube melhor.
1) Ele é bem difundido, sim, aqui no Brasil por figuras como Tim Maia e Roberto Carlos (fase anos 70), por exemplo. Isso sem falar de sucessos universais como “When the saints go marching in” e “Oh Happy Day”. Mas esse está longe de ser o ponto principal.
2) Como o Mário disse, os negro spirituals nos quais nos baseamos têm essa característica da empolgação, a liberdade de cantar com tudo. É catártico. Quando você vê uma pessoa cantando com tanto vigor, você realmente acredita que essa pessoa crê no que está cantando, no que está dizendo.
Se fossemos usar um samba muito empolgado, creio que cairia muito pro popular, tipo samba de bréque, ou samba enredo. Mas se fôssemos nos basear em uma escola mais sofisticada, como a que João Gilberto inaugurou, perderíamos a empolgação da interpretação, porque é um tipo de voz pequena, sem projeção. Essa escola funcionou muito bem no caso do jingle do Villa Real, feito (e muito bem, diga-se de passagem)pela Página. Mas o espírito era outro. E se fôssemos usar a escola italiana, como Nelson Gonçalves, aí sim ficaria pitoresco ao extremo.
3) Os negro spirituals são marcantes também pelos coros. Coro, como o Mário disse, passa a idéia de união, de algo coletivo. “Acreditamos nessa idéia”.O coro representa a voz do povo, isso é fato. Aliás, os grandes compositores usam-no como retórica musical.Desde o famoso “Va Pensiero” do Nabuco de Giuseppe Verdi até o “Na nanana nanana Hey Jude” dos beatles a idéia é essa. Além dessa idéia de união, coros possibilitam passar o dobro de informação no mesmo tempo e de uma forma organizada e legal. E no momento em que a Cecília começa a improvisar (no lugar de várias repetições,já que já fomos apresentados ao tema do refrão e pudemos memorizá-lo, tanto letra quanto melodia), o foco naturamente vai pro coro.
É claro que eu não vou omitir que o samba tem muito coro também, como a obra dos Demônios da garoa, MBP4 ou Quarteto em Cy, mas aí cairíamos na questão 2.
4) Tem uma outra questão que pensei depois. O samba geralmente é muito mais mundano, em comparação com o negro spiritual, que simboliza elevação. E isso pode dar um caráter completamente diferente à letra. Pensando no jingle em forma de samba, eu acho que soaria muito mais brincalhão do que emocional.
Então é isso: energia e união, tudo isso representado no plano da agregação de sons, reforçando e até adicionando mais à mensagem da letra.
Ufa!
novembro 18th, 2008 as 11:09 pm
Uau!!!!
Que aula…..Guilherme
Parabéns galera, esse post foi show, mostrou realmente uma troca de conhecimentos, informações. Isso sim é construtivo.
Só nesses comentários garanto que aprendi muito!
Parabéns Supera e todos os envolvidos e obrigado Mário pelas explicações agora ficou bem claro…ah! Só pra você saber o jingle não sai da minha cabeça srsrs
Abraços
novembro 18th, 2008 as 11:17 pm
Guilherme,
Você comentou sobre a música “Oh Happy Day”. Se eu não me engano fui usada na propaganda da margarina All Day: http://br.youtube.com/watch?v=NV0utlgK23s
Deu super certo!
novembro 19th, 2008 as 7:39 am
Mas é isso mesmo que tem que acontecer Tainá, grudar na cabeça do povo, não importa o gênero musical, no nosso caso, queremos fazer um trabalho maravilhoso, no caso do cliente, quer um Jingle chiclete, que fique na cabeça mesmo.
novembro 19th, 2008 as 8:40 am
Nada como ter um apaixonado por música e eterno aprendiz dessa arte aqui na agência, rs! Gui, segunda(terceira ou quarta, rs) vez que “escuto” sua explicação sobre o ritmo musical e fico encantada com tanta dedicação e gosto pelo que faz! Show!
novembro 19th, 2008 as 8:58 am
Pessoal, jingle é ouvido no rádio quando a pessoa está no carro ou fazendo outras coisas que necessitam de sua atenção.
Portanto, o jingle deve chamar a atenção desta pessoa e este realmente chama.
Objetivo conseguido. Parabéns a todos que participaram.
O resto é blábláblá
novembro 19th, 2008 as 2:50 pm
Eu gostei do Jingle sim. Acho que é diferente e de bom gosto. Mas vim contrariar alguns argumetos do Guilherme Maia.
1 Gospel, Soul Negro spiritous, charm e Black não são tudo a mesma coisa. É altamente ofensivo pra comunidade negra ouvir alguém dizer isso e mostra como não são estilos difundidos e mascarados pelo mercado fonigráfico atrás do Termo Black Music.
2 O Tim Maia , cecília Militão e outros como Luciana melo e D´Black Fazem Soul, embora uma ou outras músicas sejam em outros estílos negros. O Roberto carlos nem vou comentar, mesmo começado com “algumas” músicas assim, ele está tão distante a raíz Black que dispensa comentários.
3 O Negro Spiritous surgiu nas senzalas dos EUA quando negros eram proibidos de cantar e fingiam que estava chorando. Quer ouvir um procure a música tema do Guarda Costas da Whitney Houston.
4 “o happy Day é gospel” isso sim transmite alegria e empolgação daí vem a idéia dos coros de igrejas que foram agregadas aos rítimos negros que surgiram posteriormente.
5 É errado tratar a musica com uma variável demográfica(como música americana),mesmo surgindo em determinado país existem estilos com ideologias maiores por trás ,principalmente esses “Estilos negros”. Se você procurar alguma comunidade assim da sua cidade perceberá que o público que curte isso é bem decisivo quanto a cultura afro.
6 É difícil encontrar pessoas que conheçam a fundo esse tema, principalmente aqui na região. Poucos conseguem ouvir algo e dizer se é Soul Ou R&B.
7 Eu sou Charmeiro, sei que essas considerações musicais podem fugir do objetivo de comentar sobre o Jungle (mais uma vez repito que eu gostei sim), mas é uma oportunidade pra lembrar que amanha é o Dia da Consciência negra.
Abraços.
novembro 19th, 2008 as 3:17 pm
Gosto do jingle e creio que foi uma solução diferente pensada para tal necessidade de comunicação. Não vejo motivos para criticar a solução encontrada até porque cada um terá uma solução diferente. Se vai dar certo ou não, só o tempo dirá. Eu creio que sim.
Mas me surpreendeu o nível da discussão e conceituação. É bom aprender assim, conversando.
abraços
novembro 19th, 2008 as 6:08 pm
Alexandre, foi mal, cara. Eu errei, era pra ter dito “soul” na parte do Tim Maia e Roberto Carlos. O jingle em questão foi inicialmente baseado em negro spirituals, mas recebeu uma pegada mais pop.
Já cantei bastante negro spiritual em coro, como “Swing Low”, cuja temática é religiosa, mas ao mesmo tempo é bem hermética. Conheço a história do surgimento desse estilo, inclusive, de aulas de apreciação.
Mas o Roberto Carlos ajudou a divulgar bem o soul, memso cantando poucas músicas, inclusive composições de Tim Maia. A questão aqui não é quantidade, mas a amplitude do sucesso de RC naquela época.
Realmente, tratar música como variável demográfica é difícil. Principalmente aqui no Brasil.
Eu acho que é difícil encontrar pessoas que conheçam bem sobre esse tema em qualquer lugar, principalmente porque os estilos negros desaguaram em infinitos estilos pelo mundo afora. Aqui mesmo no Brasil, já é difícil, por exemplo, diferenciar lundu de modinha de maxixe e etc…
Eu não conheço bem tudo isso, mas sei no que nos baseamos.
novembro 20th, 2008 as 5:39 am
Guilherme
Legal cara,se cantou Negro spirituals. Demorô pra gente arma um som estilo Boys II men. To tentando conseguir uma galera pra fazer isso. rsrs
novembro 20th, 2008 as 4:29 pm
Projetos musicais são sempre bem-vindos. Principalmente quando são aquém do comum. É só arrumar tempo. =]
novembro 20th, 2008 as 8:47 pm
Bom, apesar do meu nome estar na ficha técnica confesso que na parte do jingle quase não participei. Entendo muito pouco de música e quando o mineiro disse que ia fazer um soul eu até torci o nariz rs. Não conseguia imaginar um jingle gospel, todas as referencias que vimos eram de musicas e filmes. O resultado me surpreendeu. Concordo com o luis carioca sobre a métrica do começo. Pelo menos imagino que ele esteja falando da “realização”. Até me explicaram um pouco sobre esse lance na agencia, mas fora isso achei que ficou excelente. Parabéns ao Mineiro pela ousadia e ao Guilherme, que ajudou muito mais que eu nesse jobe a Maira que passou dias procurando a voz perfeita e tudo mais rs.