CCVP, Clube de criação do Vale do Paraíba

Postado por Marcos Teles, às 12:01, em Gôndola.

Ficha técnica
peça: Cartaz
criação: Thiago Kruschewsky/ Raul Pacheco
direção de criação: Luciano Urizzi
agência: Página Comunicação (São José dos Campos - SP)
anunciante: Carbonic Suplementos
atendimento: Rafael Cunha
aprovação: Antonio Celso Abrahão Branisso

Obs.: Os cartazes são colados propositalmente com sobra para simular o volume da barriga

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18 comentários sobre “Livre-se das gordurinhas acumuladas”

  1. Eduardo Spinelli escreveu:

    Sensacional!!! (assim mesmo, com três exclamações, do jeito que os redatores odeiam). O Oswaldinho já havia mostrado esta peça na UTI da Propaganda. Parabéns, galera. Isso prova que para fazer boa propaganda no Vale não precisa ter verba: precisa é ter cérebro. Abraços.

  2. Josué Brazil escreveu:

    É duca!!!!!!!!!!!!!
    Peça pra ganhar prêmio.

  3. Eduardo escreveu:

    Afff. Depois dessa vou comprar o produto e procurar fazer algo…
    Magnífico é o mínimo a se dizer sobre a pela, com todo sentimento de culpa envolvido.
    Pergunta: Quem foi o modelo? O chefe? :-)

  4. Léo Assis escreveu:

    Peça assim deve postar tb no clube de criação de São Paulo. Tem que mostrar a cara do Vale.
    Parabéns!

  5. Luiz Carioca escreveu:

    Parabéns. dukaralho. morri de inveja. (da peça, não da barriga…rs)

    quem sabe daí num rola um concurso de foto de barriga pra ganhar um kit? Imagina as fotos que vcs teriam q selecionar?…rs.

    abs

  6. Filipe Annechino escreveu:

    Eu achei muito foda a idéia. Só que eu acho que ia ser ainda mais chocante se os pêlos fossem mantidos… acredito que mais pessoas iam se ver no pôster, além de deixar a coisa “menos propaganda”, se é que me entendem.

    Parabéns!

  7. Josué Brazil escreveu:

    Tô com vc nessa, Filipe.

  8. Filipe Annechino escreveu:

    Pensei em outra coisa: Se o cara deixa a barriga chegar a esse ponto, quer dizer que sequer pensa em se depilar.

  9. Raul Pacheco escreveu:

    Filipe,
    os pêlos estavam mesmo presentes no layout original. A idéia era de fato retratar o descuido com a forma física e, consequentemente, com a aparência.
    Mas (é, às vezes tem o mas) ao fazer um pequeno teste com o target, o cliente acreditou que seria melhor ir somente até certo ponto. E “limpamos” a barriga.

  10. Taina escreveu:

    Criativos,

    Material para ganhar prêmio? Pode ser, mas será que vende? Alguém conseguiu ver o nome do produto? Aonde vende? Será que não assusta, não inibi? Aonde será colado? será que não sai com o tempo de descola?
    Às vezes pensamos em criatividade, mas e o retorno? e a viabilidade?

  11. Taina escreveu:

    Manifesto criativo contra a crise

    Hoje fala-se muito sobre a crise e os abalos que possam atingir o Brasil, e o nosso mercado. Se pararmos para analisar, veremos que no Vale do Paraíba, de 2007 pra cá, houve um boom no ramo imobiliário e automotivo, foram mais de 7 mil lançamentos em 2008 (SJC), e mais de 11 mil carros emplacados no ano de 2007 e 2008. Lembrando que a crise atinge os segmentos que envolvem a utilização de crédito, fica claro que o impacto chegará até nós.
    É só prestarmos atenção: o número de feirões em SJC baixou, praticamente não vemos mais; o mercado imobiliário encontra-se estagnado, o que fez diminuir o número de lançamento. Há um efeito manada no varejo que afeta na compra de mídia, na produção de materiais gráficos e nos serviços de uma agência, que com certeza influencia em contratações.
    A Meio&Mensagem deste mês, apesar do tom otimista, mostra que grandes anunciantes estão cautelosos e brecando algumas ações, e grandes agências, como, DM9DDB, McCann Erickson, Hello e Eugênio (especialista em mercado imobiliário), apresentaram cortes no seu quadro de contratação.
    Mas você deve estar se perguntando, o que isso tem haver com um Clube de Criação?
    Inovar é preciso? Qual seria a postura de um criativo do Vale do Paraíba nessa hora? Ou será que somos alienados do mercado, não conseguimos entender o que está acontecendo, ou nos contentamos com pouco, divertindo-nos em analisar anúncios de padaria? Quais foram as grandes campanhas colocadas no clube nesses últimos dias? Uniodonto e Villa Real. Muitos post sobre o Recall, UTI da Propaganda, eventos do mercado. Mas se ficarmos atentos podemos ver que até no nosso CCVP já se reflete um pouco o congelamento do mercado.
    Porém, meu manifesto não é somente um alerta, e sim um desafio. Gostaria que o grupo de grandes publicitários com mente inovadora fizesse uma reflexão. Como a criação de uma agência pode contribuir para seu cliente e para o mercado, inovando nesse momento de crise e ainda evitar que, para sobreviver, uma comece a prospectar cliente da outra de maneira antiética e desesperada.
    É fato que as soluções digitais e o marketing de guerrilha são grandes aliados nos momentos de retenção. Gostaria de ver nesse site a criatividade concretizada em campanhas, não só em teoria. Já que ficamos indignados com a não conquista de prêmios no Recall, vamos mostrar que temos o mesmo potencial no gerenciamento de crises que profissionais das grandes capitais. E, quem sabe, quebrar o estereótipo de que o profissional de criação vive fechado em um mundo paralelo usando sua capacidade só para fazer piadas dos problemas. Vamos sim, buscar soluções para tais problemas, ou seja, resolve-los.

  12. Filipe Annechino escreveu:

    Tenho certeza de que a peça vende. É um material de PDV, certo? Se for (e está meio na cara), vai ficar meio difícil não saber onde comprar.

    Tô ligado, Raul… eu imaginei que o cliente tivesse algo a ver com isso mesmo. Não se pode ir com muita sede ao pote… Certíssimo.

    Mais uma vez, parabéns para a equipe!

  13. Gustavo Gobbato escreveu:

    Galera, adorei a peça. O panção é do caralho.
    Acho que a discussão da crise merece um post em separado.
    Abs.

  14. Eduardo Spinelli escreveu:

    Gostaria de começar este texto da mesma forma que a nossa colega Taina começou: “Hoje fala-se muito…”. Exatamente. Fala-se muito e se faz muito pouco. Concordo com tudo o que ela falou sobre a importância de discutirmos a crise financeira que assola o mundo todo e o impacto que isso tem sobre o negócio da propaganda. Assino embaixo. Mas o discurso dela perde a força quando ela questiona a relevância de assuntos igualmente importantes (sim, o Prêmio Recall é importante, pois está mais que provado que anunciantes também valorizam as agências premiadas; sim, UTI da Propaganda é importante, pois é uma oportunidade de aproximar os profissionais de amanhã dos que estão enfrentando a crise hoje). A melhor forma de combater a crise, a meu ver, é tirar a bunda da cadeira e trabalhar. Vamos discutir caminhos para enfrentar a crise, mas que isso realmente saia do papel. Precisamos de menos discurso e mais ação. Aqui, no CCVP, pelos posts que leio, fica nítida a existência de dois grupos distintos de participantes: os que só reclamam, só criticam, só falam mal da propaganda do Vale, acusando as boas peças publicadas de meras “chupinhadas” e que até agora não fizeram nada, absolutamente nada para mudar a situação; e os que realmente estão fazendo alguma coisa, que têm culhões para mostrar os trabalhos aqui no CCVP (seja para receber elogios ou não) e que estão realmente interessados em fazer a propaganda evoluir, tornando-a mais criativa, mais profissional e, principalmente, mais lucrativa. Tenho orgulho de dizer, meus amigos, que eu faço parte do segundo grupo.

  15. Josué Brazil escreveu:

    Aplausos, Spinelli…
    é só o que tenho a dizer: aplausos!

  16. Filipe Annechino escreveu:

    Bom… este espaço é aberto a críticas. Logo, quando alguém envia um trabalho, está dando a cara à tapa. Se nego vem falar sem argumentos de verdade, cabe ao “dono da peça” simplesmente ignorar, ué. Não podemos levar para o lado do “não gostou? Faça melhor”. Essa é uma postura que, pelo menos eu, não aprovo. Eu não sei jogar futebol, mas tenho o direito de dizer se um jogo foi bom ou se não passou de uma pelada.

    Calma, rapaziada. Vamos absorver só o que faz a coisa melhorar. Deixem falar à vontade… Assim a gente aprende a ter os pés no chão, evoluir e, num futuro próximo, calar a boca dessa gente.

  17. AMANDA SIMON escreveu:

    Mas…voltando ao assunto principal, esse panção me dá medo…rs…foi bem forte e cômica a peça.
    Ótema!
    (me faz até questionar sobre meus hábitos alimentares.Será que ando comendo hamburguer demais?)
    PARABÈNS

  18. Dani San Sebastian escreveu:

    Um comentário atrasado. Como essa peça num vende por que “não aparece o nome do cliente”???
    Cá entre nós, vc está andando e se depara com uma pança dessas pulando da parede pra cima de você.
    Ah!!! Vai dizer que vc não vai parar para ver do que se trata? Não sejamos hipócritas nem levemos nossas dores de cotovelo até esse ponto, minha gente. A peça, a idéia, a concepção é muito boa! Sem falsos elogios nem puxação de saco.


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