06 out
Caros, quem estiver em São Paulo no dia 11 de outubro, poderá conferir o lançamento do livro “O primeiro a gente nunca esquece”. O autor, Washington Olivetto estará presente na tarde de autógrafos. O livro narra da concepção do clássico comercial dos anos 80 até a transformação em dito popular.
Horário: das 14h às 18h;
Local: Devassa Cervejaria, Al. Lorena, 1040, Jardins, São Paulo.
Telefone: (11) 3083.4470




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Josué Brazil
É bom ver o CCVP de volta a ativa!!!Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e direto


outubro 7th, 2008 as 10:13 am
Para mim, este foi o melhor comercial de todos os tempos…
outubro 7th, 2008 as 11:37 am
Eduardo
Concordo com vc. Acho a peça primorosa em todos os sentidos. Escolha de casting, interpretação, ambientação, som, trilha sonora e roteiro perfeitos. É uma peça maravilhosamente bem acabada.Talvez, a obra prima do Olivetto, embora fique difícil escolher o melhor do melhor dele.
O livro deve valer, no mínimo, pela curiosidade em torno da criação e produção desse comercial inesquecível!
outubro 7th, 2008 as 6:48 pm
Discordo do Eduardo. Na minha opinião, o “Primeiro Sutiã” é uma das melhores propagandas brasileiras mas não é a melhor. Acho o comercial “Hitler”, criado pelo Nizan sob a direção de criação do Washington na época da W/GGK muito mais f***.
O “Primeiro Sutiã”, sem dúvida um obra prima também, é somente de co-autoria do Olivetto. Normalmente esquecidas, Camila Franco e Rose Ferraz são as redatoras por trás da idéia do Washington.
outubro 7th, 2008 as 9:37 pm
Christiano
Esquecidas acho que é exagero. Todas as vezes que fala desse comercial o Washington faz menção a elas.
Mas como eu disse, fica difícil dizer o que é melhor na fecunda carreira do Olivetto!
O fime “Hitler” é, sem dúvida, outra peça genial, mas talvez não tenha entrado tanto na cultura pop quanto “O primeiro sutiã”.
É complicado discutir a genialidade…
Sou da geração que se formou admirando Washington Olivetto e me lembro bastante bem quando estava no segundo ano da faculdade e tive a oportnidade de ouvi-lo em uma palestra proferida na Casper Lìbero, em São Paulo. O ano: 1983. SENSACIONAL!!!
outubro 8th, 2008 as 1:22 pm
Nunca fui fã do Washington. Vi uma palestra dele e ele fumava igual um louco. Portou-se do alto de um ego a se justificar a fama que recebemos de ‘reis da cocada preta’.
Eu me ‘reencontrei’ com ele numa palestra após o episódio do sequestro. Outra pessoa. Percebi não mais a ansiedade, a inquietude e o desespero, mas um apaixonado pela boa propaganda. Aí entendi pq Washington era Washington. E fiquei fã, como sempre deveria ter sido. Se existe alguém q colocou o publicitário como profissional respeitado (e cool também), q permitiu q qdo vc diga ’sou publicitário’ todo mundo saiba o q é isso e q influenciou gerações a fazerem propaganda, Washington é o cara.
outubro 8th, 2008 as 3:38 pm
O Washington é criativo, mas não tenho a impressão de que ele esteja sincronizado às tendências atuais. A impressão que eu tenho é que se você quer um comercial impactante, ele é o cara certo a ser chamado, mas se você quer uma verdadeira ação integrada, não.
É só a impressão que eu tenho.
outubro 8th, 2008 as 4:28 pm
Tenho essa impressão também.
A W/Brasil sempre esteve entre as principais agências do país. Não estou questionando a qualidade dela atualmente, mas perdeu muito mercado se considerarmos o que ela já representou para a propaganda brasileira.
Vide a sua colocação no último ranking das agências que mais investem em mídia no Brasil: apenas o 45° lugar, com “modestos” R$ 105 milhões (janeiro a julho 2008), bem longe dos mais de 2 bi da líder Y&R. Mas que o Olivetto é gênio, ah, isso não se pode negar!
outubro 8th, 2008 as 8:21 pm
Guilherme, talvez você tenha razão. Tive um curto (curtíssimo) período em São Paulo. Na época tinha um colega que eu ficava impressionado pelo fato dele ter passado por pela W. Certo dia eu perguntei por que ele saiu e ele falou que apesar de ser uma empresa legal, era como se fosse a “tia velha da propaganda”. Isto foi em 2003.
Por outro lado, infelizmente ou felizmente, ele elevou a profissão de publicitário a um “status” que não existe nem outros países.
outubro 9th, 2008 as 10:49 am
Como brasileiro vive apenas o momento…
Gente, mais respeito. Tudo bem, a W hoje não é mais aquela agência de ponta… talvez… tem um monte de agência vendendo um discurso lindo de integração de ferramentas, comunicação tota, 360° e caçamba a quatro, mas… quem tem o histórico criativo do Olivetto? Quem tem 07 leões de ouro em Cannes? Quem foi o filho mais brilhante da DPZ (e olha que de lá sairam caras fantásticos)? e o pior, todas que vendem esse discurso maravilhoso de novas fomas de entender e fazer a propaganda vivem é do velho e bom comissionamento de 20% e na hora de cantar de galo usam sua posição no ranking de agências do IBOPE/Monitor que mede o que? Investimento em mídia tradicional…
É, pode ser que a W/Brasil seja hoje a “velha senhora” da propaganda brasileira” (imagino então que a DPZ é a tataravó), mas temos que aprender a respeitar o passado das pessoas e suas efetivas realizações.
Tô parecendo chato? Antiquado? Sei não… olho para a propaganda hoje e continuo vendo o que via lá nos anos 1980: é tudo basicamente simples - atender bem, planejar com inteligência e compreensão e encontrar o melhor modo de falar com consumidor. O resto é douramento de pílula!!!
Pode parecer chato, mas defendo o Olivetto sim. E lho que não acho ele simpático pesoalmente. Até corintiano o cara é… Mas não teríamos a propaganda que temos hoje se não fosse ele e sua geração de caras brilhantes.
Será que exagerei??? Se sim , desculpa aí, heim!!!
outubro 9th, 2008 as 12:49 pm
Acredito que quando vc lança uma biografia ou um livro sobre seu maior trabalho, vc claramente dá um indício que o seu auge já passou. Que a sua história já foi escrita. Fica indicado pra mim no ‘Na toca dos Leões’ que o Washington está se encaminhando pra uma fase de viver a vida mais de boa, de rider (existe ainda?) e pendurar as chuteiras. E isso não é demérito nenhum. Washington já escreveu seu nome ao lado de Bill Bernbach e David Ogilvy como a trinca dos mais importantes nomes da história da propaganda mundial de todos os tempos. O que já é um baita feito. Todo mundo sabe que não dá mais pra fazer hoje a propaganda que Bill e David faziam e nem por isso se tornaram menos icônicos ou importantes. Ou alguém tem a pachorra de dizer que Schumacher, Michael Jordan, Oscar, Maradona, Pelé ou Hortência, por exemplo, se tornaram menos relevantes com a aposentadoria?
outubro 9th, 2008 as 1:18 pm
O Olivetto é sem dúvida um marco na história da publicidade brasileira. Existe o antes e depois dO Cara. Nunca, jamais, eu poderia desmerecer a genialidade de um dos responsáveis por tornar a minha profissão o que ela é hoje.
O que acontece é que muito se fala em Olivetto e acaba se esquecendo da equipe que deu o suporte necessário para que ele virasse o “Golden Boy” da propaganda.
outubro 9th, 2008 as 5:52 pm
Christiano, vc tem razão qdo fala da equipe. São geniais. Uma boa agência só existe com o equilíbrio junto às suas outras áreas. Washington mesmo dizia que os melhores briefings q já recebeu foram de Julio Ribeiro (logo quem, né?) e que escrevia pelo menos 10 títulos assim que lia o briefing. Mas a História sempre se lembra do capitão do barco e nunca da tripulação, bem ou mal. Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na Lua, mas sem Buzz Aldrin, Michael Collins e uma galera enorme que ficou na Terra, ele não chegava lá, mas quem leva os louros?
Eu mesmo, qdo era funcionário, me matei pra fazer um job um dia inteiro pra salvar a pele da agência. Qdo imprimi a arte e levei pra sala de reuniões, deixei na mesa e logo meu chefe ‘Fulano de tal’ mostrou a arte para o cliente que respondeu: “É, ‘Fulano de tal’ você continua bom mesmo.” Assim a vida é.
outubro 9th, 2008 as 8:15 pm
Equipe é fundamental. Todos os dias levanto aa mãos para o céu em louvor à minha.
Mas lembre-se que o capitão não faz o barco andar mas é quem o leva em direção do vento certo e do porto seguro.
Gustavo, se n~~ao fosse seu capitão da época, se´ja lá quem for ele, o cliente não estaria na sala re reunião esperando pelo seu trabalho.
O Washington Olivetto foi - e para mim continua sendo - o maior capitão que já vi.
E mesmo fora da publicidade. Quando foi VP de marketing do meu querido e amado Corinthians, foi fundada a Democracia Corinthiana - verdadeiro fenômeno social e esportivo que era uma verdadeira revolução em épocas de ditadura pré-diretas. Lembro-me de várias vezes os jogadores do Corinthians daquela época - Sócrates, Casagrande, Vladimir entre eles, entrarem em campo com uma faixa “Vencer ou perder , mas sempre com democracia”.
Numa época daquelas, isso era uma verdadeira afronta. O autor da frase e do movimento: Washington Olivetto
outubro 10th, 2008 as 10:31 am
Agora tô aqui só pra dizer que adoro essas discussões - no melhor sentido da palavra - que acontecem aqui no CCVP.
Adoro esse espaço. Democrático e interessante como o Corinthias da democracia.
Valeu, gente!
outubro 10th, 2008 as 6:24 pm
Cheguei tarde e especialmente encantado com a discussão. A única coisa que realmente tá fazendo uma falta enorme agora é um real encontro.
Abraços e viva ‘cumpadi’ Washington.
outubro 10th, 2008 as 7:00 pm
Concordo com o Matheus e o Josué. Tá faltando a gente marcar uma “mesa-redonda” para trocar idéias.
Abraço!
outubro 13th, 2008 as 9:11 am
O espaço físico e equipamentos do Depto. de Comunicação Social da Unitau estão (e sempre estiveram) a disposição do CCVP. Vamos marcar uma data! Discutir o formato do encontro e tocar pau. Que tal “Primeiro Encontro de Criação Publicitária do Cone Leste Paulista”?
Preciso de uma equipe para colaborar na organização, mas podemos entrar com o local e alguma infra de apoio.
outubro 13th, 2008 as 10:11 pm
E aí, alguém foi ao laçamento?
outubro 20th, 2008 as 7:31 pm
[...] Leia também o post sobre o novo livro do Washington Olivetto. [...]