02 jun
Fala pessoal! Está no ar, o primeiro podcast do CCVP. Isso mesmo, o primeiro de muitos. Demorou mas ficou pronto, agora só falta saber se ficou bom. Contamos com a ajuda de vocês pra descobrir. Comentem, critiquem e se possível, elogiem. Aproveitem e deixem sugestões de temas para os próximos CCVPods. Agora chega de papo e ouve aí.
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Abaixo estão alguns links citados no CCVPod ,
Cronópios - http://www.cronopios.com.br/podcasts/
Roda & Avisa - http://www.usina.com/rodaeavisa/
Podcrer | Viu Isso? - http://www.viuisso.com.br/category/podcrer/
Portal Exame - http://portalexame.abril.com.br/
Revista Época Negócios - http://epocanegocios.globo.com/
The Hook (Crispin Porter) - www.webmasterradio.fm/Advertising/The-Hook/
EdCorner (Stanford University) - http://edcorner.stanford.edu/podcasts.html
*O link do livro que citei a frase eu não encontrei, mas segue o arquivo em PDF.



Agências SJCampos Agências Taubaté Agências Taubaté anúncio atendimento cartoon ccvp concurso Criatividade criação Cultura design Emprego Empregos & Estágios Estágio Evento filme humor Ilustração internet Maurício Rett Mercado molotov propaganda Prêmio Recall Publicarte publicidade Página Comunicação quadrinhos redator redação revista site Social Media Supera Comunicação tira tiras TV Unitau vaga Vagas video vt Waigner: o designer web
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Josué Brazil
É bom ver o CCVP de volta a ativa!!!Michelli
cadê?André Leone
Gostaria muito de um desafio. Como não atuo ainda 24hs do meu dia trabalhando, acaba sobrando um tempinho para freelances. Grato pela atençãomarushio
A Globo pelo jeito gostou da ação criada pela Molotov. http://globoesporte.globo.com/lutas/noticia/2012/01/ring-girls-brasileiras-chamam-atencao-eMarcosTeles
Caros, Gostei muito do logo. simples e direto


junho 3rd, 2008 as 8:20 pm
Pessoal:
Ouvi e gostei! Legal mesmo!
A menos do som “cavernoso”.
Parece que foi gravado na cozinha da casa do Marcão! (kkkk).
Os assuntos discutidos dão “pano pra manga”, como se dizia antigamente.
Muito interessante o tema sobre gestão de agências, free-lancers e remuneração de profissionais. Podemos continuar discutindo isso.
Alguns desses assuntos eu abordei na entrevista que concedi ao nosso colega Alex (do Publiloucos) e que está sendo publicada em capítulos no blog.
Parabéns pela iniciativa!
Abraços - Nelson - BC&C
junho 4th, 2008 as 9:35 am
Grande Nélson, sempre participativo!
Valeu pelos comentários. Aliás, deveriámos nomear o podcast como BETA porque foi realmente um teste. Queríamos saber se os assuntos foram pertinentes e válidos para causar uma discussão. Valeu pela força e pela paciência! rs
Abraços.
junho 4th, 2008 as 10:16 am
Só tem um probleminha … muito gerundio. (risos)
junho 4th, 2008 as 1:07 pm
Achei do c******!!!
Gostei de tudo: das discussões, dos temas e, por incrível que pareça, até das piadas do Matheus, rs.
Concordo com o Nélson: dá para melhorar a produção.
Se quiserem, posso conversar com o pessoal da Digimax para ver se os caras abraçam a causa e aceitam participar deste projeto tão bacana.
Aí a gente profissionaliza de vez a bagaça.
Agora, para não perder o costume, um trocadilho: Queria participar do próximo. POD?
Abraços a todos.
junho 4th, 2008 as 1:13 pm
kkkkk! acho que só não PODCASTelar muito Edu.
junho 4th, 2008 as 1:16 pm
Apropósito, também adorei a iniciativa os temas o som de caverna e tudo mais. Parabéns a todos!
junho 4th, 2008 as 2:32 pm
A idéia é extender o bate papo para mais convidados. A produção foi feita no “Salão de Festas do Ed. Parma’s Studios”.
Demorou, mas saiu.
junho 5th, 2008 as 12:18 pm
Show de bola!
Se tivesse sido gravado em vídeo acho que veríamos as latinhas de cerveja por perto.
O intuíto de ter um conteúdo bacana e fazer com que o ouvinte se sinta motivado a escutar até o final, ficando com vontade de esperar o próximo, foi alcançado.
Sobre o som, achei até legal! Completamente “entendível”.
Mostra a todos que não é necessário uma super-produção para gerar conteúdo de boa qualidade. Bastam boas cabeças, muita força de vontade e a pauta muito bem definida.
junho 5th, 2008 as 8:13 pm
Baita iniciativa!!!
E, quanto ao papo, foi muito bom.
Gostaria muito que o CCVP se envolvesse mais em nossas atividades, tipo o Bate Boca de Criação. Seria uma grande honra contar com a presença de vcs por aqui.
Eu não preciso convidar: essa casa é de vcs!!!
Venham quando quiser.
E que a força esteja com vcs…
junho 6th, 2008 as 6:10 pm
Amigos, baita iniciativa de fazer o podcast. Não serei a Manú da vez, mas vou pedir licença pra discordar um pouco e colocar uma pimenta nesses assuntos do podcast. Se vc que tá lendo ainda não ouviu, ouça que a gente debate aqui. Meu comentário é longo então vou dividir em algumas opiniões, mas vamo lá…
- Primeiro, é preciso mudar nosso paradigma de que o mercado é ruim. Como diria D2, é preciso batalhar “Mas sem esse k.o de que ta ruim, não dá. Isso eu já vi, vivi, venci. Deixa pra lá.”. Se vc sabe que aqui é difícil e decide encarar, mete as caras, mas não dá pra achar que todo o cliente do vale vai ser a Skol. Até porque em São Paulo nem só de contas legais com muita grana é que se ganha o pão. Não dá mais pra gente achar que o mercado do vale é o primo pobre, ou que ele sofre de complexo de inferioridade e de que só nas grandes agências as coisas acontecem ou funcionam. Aqui a gente samba muito pra coisa acontecer. E acontece. Mais que os de fora, inclusive. Aqui tem gente boa. Tem dificuldades? Claro que tem. Tem erros? Claro que tem. Tem picareta por aí? Claro que tem, mas para ele não vai mais haver espaço. O mercado já evoluiu muito desde que nós começamos. Não consigo mais ouvir alguém criticá-lo sem me posicionar.
- Não é verdade que o cliente dita o plano de ações. A generalização é perigosa, dizer que nenhuma agência dá resultado é um exagero. Não acho que estejam falando de mim ou da Arriba! apenas não acredito que isso seja a ordem do dia. Tenho um cliente que reclama que não ouve o spot dele. Respondo: “Que bom! Sinal de que se vc estivesse ouvindo, teria usado o veículo errado.” E quer saber? Ele vende. Creio que estamos passando por um período como nunca antes na história (citando o presidente) de aquecimento econômico da nossa região. Para pegar essa onda de prosperidade, mais do que nunca, sinto que o mercado separa o joio do trigo. O próprio cliente procura uma agência de caráter mais consultivo e menos ‘tiradora de pedidos’. Isso acabou. Quem faz plano de comunicação que o cliente pede pode fechar as portas. Ou vc é competente e dá resultado ou vc tá fora. Essa é a regra do jogo. Quem não age assim será automaticamente colocado à parte. Cruel ou não é assim. Ninguém disse q ia ser fácil. Acho que aqui é um lugar de várias oportunidades para quem é realmente competente.
junho 6th, 2008 as 6:11 pm
Parte 2
Não há verba pra redator? Mas quem realmente gosta de escrever e domina razoavelmente a língua pra se arriscar a exercer a função? É raro esse tipo de profissional disponível no mercado. Qdo a gente encontra alguém que escreve bem, laça logo. É uma pérola. Aliás, conversava com um professor de faculdade que me dizia que estamos numa entressafra de profissionais de criação, seja de direção de arte, quanto de redação. Quais as razões disso?
- Pastelaria existe. Não é mito, a gente sabe, mas a gente dá muita bola dentro. Nossa realidade não é só fazer comerciais, anúncios de revista. Isso é o filé, mas o dia-a-dia é de roer o osso. A gente tem que fazer guias de feira atraentes, vídeos institucionais que tornem agradáveis temas complicados, impressos com recurso zero, fazer comunicação visual linda que custe pouco, a lista é longa… mas assim é que é. As agências de São Paulo penaram muito quando o mercado de propaganda passou a perder suas verbas para outras ações de marketing (PDV, Mkt Direto, Promoção…) já há alguns anos. A partir dali vimos agências passando a ter títulos como comunicação total, multidisciplinar, 360º, sendo que aqui já fazíamos isso. Foi uma crise pela qual não passamos, porque aqui sim, a gente já pensava a comunicação do cliente como um todo. Todo esse discurso não é novidade. Temos sim é que dominar os novos recursos e oferece-los de maneira inteligente e adequada aos clientes.
- Novas mídias são legais de usar. Ações diferenciadas, muito legais. Mas como todo amadurecimento do mercado, e o de São Paulo já bem adulto, ainda leva um tempo por aqui para se digerir tudo isso e podermos aplicar de maneira eficiente. Sinto vontade de ousar mais. E tento. Nem sempre acontece. Tenho um cliente que adora nossos trabalhos, funcionam, dão resultado, são bonitos, competentes, e são clássicos. Não há nada de errado em ser clássico, mas é preciso tentar coisas novas sempre, renovar e não parar no tempo. Isso é que me leva pra frente, mas creio que vai da cultura de cada cliente aceitar, e também estar preparado, para a ousadia.
junho 6th, 2008 as 6:13 pm
Parte 3
- Brinco aqui na agência que tenho ‘super poderes’ que geralmente funcionam. Eu adivinho o que cada cliente responde, falo quando um arquivo vai dar pau, percebo quando teve falta de briefing e, principalmente, pego no ar o ‘telefone sem fio’. A galera se impressiona. É divertido. Visão de raio-x? Audição além do alcance? Não, apenas um pouco de experiência e vivência de agência. Um dia, minha equipe tb vai ter esses super poderes, mas eles estão aprendendo todo dia. E também aprendo com eles. Peter Drucker dizia que na hora em que o barco vai afundar não espere que o capitão diga: “Por gentileza, queiram dirigir os baldes ao vazamento.” Não é assim. Ele vai gritar, berrar, mandar e passar da conta no calor do momento. E tem que se desdobrar mesmo, senão afunda. Delegar funções? É o que mais tenho feito por aqui. Delegar para que a agência dependa o menos possível de mim para poder andar bem, porque escolhi pessoas que julgo serem boas o bastante para que sonhem o mesmo sonho que eu. Nem sempre sou razoável, nem sempre tenho a paciência e o pavio necessários, mas não deixo de reconhecer quando estou errado. Mas eu tenho que resolver o que eles ainda não conseguem. Ser o goleiro quando a bola passa pela defesa. Tem hora q a gente pega a bola, tem hora q ela passa. Brinco também que minha agência é uma democracia. A gente sempre ouve nossa equipe, pondera, abre muitas coisas e deixa que cada um participe do nosso futuro, afinal estamos no mesmo barco. Mas no final das contas, quem bate o martelo sou eu e minha sócia. Acho que nem dava pra ser diferente.
- Quanto aos frilas… acho que se um cara trabalha em agência não deveria fazer frila. A grana extra não é motivo pra se matar de madrugada e arriscar o trampo que é seguro. Frila detona vc no dia seguinte. Acho tb que a criação é feita da vida. E que vida a gente tem se sai da agência e continua trabalhando? Tem que mudar de assunto, né? Ok, pode ser prazeroso, é o que a gente nasceu pra fazer, mas tudo tem seu preço. E quanto à remuneração, eu me miro no exemplo de meus funcionários Renzo e Jéssica. Já receberam cada um três aumentos em um ano e a efetivação de estagiários para profissionais. Sou bacana? Não. Eles mereceram. Acho que qdo vc entra num lugar em que vc ganha pouco, tem perspectiva de ir crescendo e isso rola, não vale a pena? Se eu me dedico, a empresa cresce e cresço junto, não é legal? Será q eu sou a exceção?
junho 7th, 2008 as 1:55 pm
Caramba, belo post Gustavo.
Acho que vou gravá-lo aí na arriba, aí a gente insere no pod original (risos).
Realmente, a economia brasileira nunca esteve tão aquecida. O que favorece o Brasil, favorece a região. Aumenta a demanda por produtos e serviços, consequentemente, aumenta a demanda por publicidade.
junho 9th, 2008 as 9:23 am
Genteeeeeee!
Sou obrigado a concordar com tudo que o Gustavo disse…
E posso dizer que o mercado, desde a época em que abri minha primeira agência até agora, mudou para melhor e muuuuuuito.
Vocês são uma geração melhor formada, melhor preparada e com outra visão de mercado! Outra visão de mundo.
Não dá mesmo para reclamar do mercado. Quando dei aulas na Cásper Líbero trabalhei na minha disciplina com uma profissional da Fischer e um da McCan. E em nossas conversas falava eu das mazelas de nosso mercado e eles diziam enfáticos: aqui não é diferente! Os problemas são os mesmos…
Uma vez cheguei pra moça da Fischer pra falar que havia lido na M&M que eles haviam perdido uma importante conta. Sabe o que ela me respondeu: essa conta já foi tarde… ainda bem que eles deixaram a agência… era um saco…
E a conta era enorme: PONTO FRIO.
Então, quanto a parte das “reclamações”(ai, meu Deus, tenho que tomar cuidado com as aspas aqui), concordo que todo mundo já sabe que nosso mercado é assim! E nossas agências apenas agora começam realmente a pensar e desenvolver sua gestão. Agora elas estão ficando com caras de empresa pra valer!
Gustavo, meu amigo, VOCÊ MATOU A PAU!!!!!
junho 9th, 2008 as 10:36 am
É isso aí, Gustavo. Concordo em gênero, número e grau. Assim como o mercado, você cresceu e muito!!!!
Nosso mercado também cresceu, apesar das mazelas e reclamações de muitos.
Com raríssimas exceções, todas empresas que temos contato estão dizendo que o mercado (e o faturamento) cresceu significativamente nestes últimos 2 anos .
Atenção para não ficar no “fatura como nunca” e “reclama como sempre”.
Maior demanda significa maior trabalho.
Precisamos tomar cuidado (falo por mim e pela Phocus) somente em planejar e planejar e planejar e porque não dizer…planejar.
Com o aumento do número de clientes e da demanda, não podemos esquecer da qualidade (que supõe-se, tenha sido um dos motivos dos clientes ao nos escolherem), já que os prazos e os cronogramas ficam cada vez mais justos e muitas vezes apertados ao extremo.
Mercado aquecido e aumento da demanda não pode virar diminuição da qualidade por falta de tempo.
Porque senão, voltaremos a reclamar do mercado e volta tudo a estaca zero.
Quando viramos as costas para a qualidade, o mercado vira as costas prá gente.
Portanto, cuidado…
junho 9th, 2008 as 11:23 am
Deixa eu colocar uma perguntinha em relação ao free lancer. Não seria mais interessante (para todos) que o profissional que tem o contato com um cliente ao invés de fazer o frila trouxesse esse cliente para a agência em que ele trabalha?
Para mim essa sempre foi uma questão complicada. Quando era domo de agência não gostava de saber que alguém que trabalhasse comigo estava frilando ao invés de trazer o trabalho pra nós? E quanto ao salário baixo fica a mesma dúvida: se vc raz mais trabalhos para sua agência não há a clara chance de vir a ganhar mais?
São apenas dúvidas… O que vcs acham???
junho 9th, 2008 as 2:40 pm
Gobbato, sua colocação foi ótima. Complementa e muito o que foi discutido. Não tem como ficar de fora da próxima edição, ok?
Falar de mercado sempre vai gerar bastante discussão, o que é muito bacana para que possamos enxergar novas possibilidades e tendências. Realmente muita coisa mudou. Falo com o conhecimento de quando comecei a faculdade, em 1998, e atuando em algumas agências da região. A transformação foi positiva. A concorrência entre as agências ajudou a profissionalizar ainda mais esse mercado. Os clientes também, passam a ter mais critério na seleção do melhor material (Não quero falar de preço, vixi, vai dar mais discussão! rs)
Coloco uma proposta aqui: Que tal fazermos um bate-boca e dele fazer uma edição do CCVPod?
Josué, você abre o espaço pra gente? (ops, com todo respeito!)
O espaço tá ficando pequeno por aqui! Que ótimo!
junho 9th, 2008 as 2:46 pm
A pessoa que busca um free-lance, creio eu, não quer bancar o custo de ter uma agência.
São necessidades diferentes e às vezes, muito especifícas (ex: fazer um brasão de família).
São clientes que não estão familiarizados com marketing e comunicação. Outras, são amigos, familiares, etc.
Isto não impede, a medida que ele amadurece, procure uma agência de publicidade, caso houver a necessidade.
junho 9th, 2008 as 3:33 pm
Em tempo, quanto ao freela, acredito ser uma questão mais complicada.
Quando somos o remunerado pela agência somos a favor porque nos consideramos merecedores de um extra. Quando somos o responsável ficamos contra pois consideramos justo, queremos exclusividade e produtividade.
Não é uma questão de contrato, transparência ou acertos? Dúvidas. Muitas dúvidas.
junho 10th, 2008 as 8:30 am
Matheus: A hora que vocês quiserem. Vamos agendar!
Coloco o depto. a disposição de vcs. E podemos até armar de gravar no estúdio de rádio. Quem sabe? Posso checar isso aqui.
Mas podemos marcar um Bate Boca Edição Especial, com a chancela do CCVP. Eu ia adorar!!!
junho 10th, 2008 as 8:34 am
Em relação ao freela acho mesmo a questão muito complicada… E acho que cada agência e cada profissional devem procurar o melhor caminho, sempre com diálogo franco e aberto. Se tudo ficar claro para todos, creio que o freela pode ser praticado sudavelmente para o mercado.
Mas, em tempo, Marcos, o que tenho visto de freela por aqui não é bem isso que vc diz. Tem muito serviço grande sendo feito por freela e, muitas vezes, cobrando o mesmo que uma agência com estrutura completa cobraria… Mas isso é só mais um dado pra reflexão.
Abraços e… tamos aí!!!
junho 12th, 2008 as 12:00 pm
Primeiro ponto: Ninguém morre se trabalhar um final de semana p/ pegar um freela. E muitas vezes, oq vc tira nesse freela de final de semana é quase o seu salário do mês inteiro.
Segundo ponto: O mercado está realmente com poucos criativos e mesmo assim os donos de agências não estão querendo colocar a mão no bolso. Exigem um profissional completo, que saiba fazer tudo, mas só pagam salário de estagiário.
Terceiro ponto: Muitas vezes, muitas mesmo, o cliente do freela não é interessante p/ a agência. Acabei de pegar um freela que é a divulgação de um Festival de Arrancada e tenho absoluta certeza de que a agência onde eu trabalho não ia nem cogitar a idéia de pegar esse trabalho.
Enfim, acho que o freela é um estilo de vida p/ quem tem pique de chegar do trabalho e freelar. E convenhamos, dinheiro é sempre bem vindo!
junho 12th, 2008 as 12:03 pm
Gustavo,
acho q o erro foi de interpretação. Qdo eu falei sobre superpoderes, queria dizer sobre chefes que querem a sua alma e que não lhe devem nada. Que consideram os funcionários sub-raça, que nem ao menos merecem explicação.
No caso de descobrir que um arquivo vai dar pau, como sou do Rio e meu sobrenome é Nascimento, brinco q sou descendente direto do Capitão Nascimento, qdo sinto q tem algo errado, repito a fala dele: “Eu falei q isso vai dar merda”.
Como vc disse, esses poderes vêm com a experiência. Os que eu me referia são diferentes. Por exemplo:
Para um cliente que é uma choperia, há um ano eu estava preparando um planejamento. Li no meio&mensagem sobre o uso de redes sociais na internet (Orkut). Nem ao menos abri a página do Orkut, eu estava na página do M&M, mas tinha a palavra ORKUT no título. Tomei um esporro de um dos sócios da agência como se eu fosse um moleque de 12 anos. Qdo ele terminou, tentei explicar a situação, que era pro planejamento, então ele me disse: “Fecha essa merda que eu não quero ficar nervoso”. No fim do dia pedi demissão e a única condição pra ficar é nunca mais ser tratado assim, até hj está funcionando.
Vc mesmo já me viu ser demitido por causa de um toque de celular. Q o dono da agência ordenou que eu trocasse. Era um toque polifônico, não tinha palavras ofensivas, nem música. Era uma campainha, dos modelos mais simples. Eu me recusei a trocar e fui demitido no fim do dia. Vc estava do meu lado, deve se lembrar.
Não me arrependi em momento algum de não trocar a campainha. E são esses superpoderes que eu sou contra. Pq hj é a campainha, amanhã é o título que ele quer no anúncio, depois a sua roupa, depois sua barba, e jamais você vai ser avaliado pelo seu trabalho, o motivo pelo qual foi contratado.
Talvez assuntos tão profundos devam ser melhor discutidos em podcast. Talvez limitar os tópicos e explicar tudo direitinho seja a melhor opção.
abs
junho 13th, 2008 as 11:59 am
E ai? Vamos agendar???
Edição Especial em Versão Super Limitadas Plus Special Premium do Bate Boca, com participação super especial do CCVP?
Tô no aguardo…
junho 15th, 2008 as 2:23 am
Passei um tempão sem olhar esse post. Tava ocupado com os outros lá de cima.
Quanto ao Felipe… Ok, não mata ninguém. Mas este é um tempo em q vc deveria ir à exposição do Star Wars em São Paulo. Ou à de cartazes do Instituto Tomie Ohtake. Ir ao cinema, ler um livro, ver um DVD bacana, ir a Campos do Jordão, enfim, mudar de ares. E não vivermos focados absolutamente no que fazemos a semana toda. Propaganda é feita da vida e não de mais propaganda, senão estamos apenas nos repetindo. Algo que acredito que está acontecendo hj na nossa área. Não há mais os `pipocas com guaraná` ou bichinhos da parmalat, garotos bombril. Saudosista ou não, acredito que essa era uma propaganda que bebia da fonte da vida, dos finais de semana bem aproveitados e não de todo o tempo em que estamos trabalhando e vendo mais propaganda e mais anuários. O resultado é mais do mesmo.
Ao Luiz, concordo plenamente, amigo. Não me lembro de qual campainha estamos falando, mas da cena. Percebi que como chefe sou mesmo exceção, então não vou nem entrar no mérito da procura do estagiário perfeito.
Quanto à convocação a minha pessoa, está aceita.
Ao Josué e ao Edu e a todos, fico feliz em ver este tipo de feedback e principalmente ver aqueles que me viram começando hoje terem respeito e orgulho de me verem colocar aqui minha opinião. E principlamente, percebo que pelas respostas, todos ouviram o Podcast.
Acho que além do CCVPod ser um bate-boca, podemos fazer uma série com sempre uma agência recebendo a galera do ccvp como `host` para a gravação. Assim, teríamos sempre uma opinião diferente e poderíamos conhecer o perfil de cada profissional convidado e do local em que trabalha.
julho 29th, 2008 as 12:00 pm
Bom dia,Tenho um Empresa em Sao Paulo,focada no ramo de materiais promocionais PDV,quanto aos cometarios no ccvp,excelentes,pessoas que estao alerta ao mundo da propaganda.