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O lingüista estadunidense Noam Chomsky [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ], que se define politicamente como “companheiro de viagem” da tradição anarquista, é considerado um dos maiores intelectuais da atualidade.
Entre outros estudos, ele elaborou excelentes livros e textos sobre o papel dos meios de comunicação no sistema capitalista. É dele a clássica frase de que “a propaganda representa para a democracia aquilo que o cassetete significa para o estado totalitário”. No didático artigo abaixo, Chomsky lista as “10 estratégias de manipulação” das elites. Vale a penar ler e reler:
1- A estratégica da distração.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
2- Criar problemas, depois oferecer soluções.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A estratégia da degradação.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, é suficiente aplicar progressivamente, em “degradado”, sobre uma duração de 10 anos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas têm sido impostas durante os anos de 1980 a 1990. Desemprego em massa, precariedade, flexibilidade, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haviam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de forma brusca.
4- A estratégica do deferido.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública no momento para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, por que o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, por que o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por que?
“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, uma resposta ou reação também desprovida de um sentido critico como a de uma pessoa de 12 anos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
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Tipo: internet
Título: Raio X
Agência: Molotov/FGS Propaganda - Taubaté
Produto: Institucional
Anunciante: Clínica Vida Diagnóstico por Imagem
Criação: Fabiano César e Eduardo Spinelli
Planejamento: Fernando Griskonis
Agência digital: Phocus Interact
Webdesigner: Luciano de Paula
Programador: Luciano de Paula
Coordenador de projeto: Bruno Tavares
Aprovação cliente: Dr. André Jannuzzi e Dr. Paulo de Sá Leite Martins
veiculação: 20/12/09
A Contém Glúten é uma revista online diferente, que a cada dois meses seleciona talentos do mundo das artes para ilustrar suas páginas virtuais e inspirar leitores. Lá você também encontra vídeos com entrevistas exclusivas e links com contatos dos artistas escolhidos. Você pode “folhear” livremente a revista ou escolher o artista que mais interessa no índice.
Confira a segunda edição recém-saída do forno aqui.
Agência: Página Comunicação
Título: Liquidação Oscar
Duração: 30″
Anunciante: Oscar Calçados
Criação: Christiano Vendramine e Matheus Gomes
Diretor de Criação: Thiago Kruschewsky e Raul Pacheco
Mídia: Helen Marcondes e Telma Souza
Atendimento: Rosany Souza e Raquel C. Botacci
Produtora/filme: GPM Imagens Especiais
Direção/filme: Leandro Pinna
Produção/filme: Maíra Goulart
Edição/Pós-produção: João Pinotti
Produtora/jingle: Digimax Estúdio
Produtor/jingle : Leandro Souza
Mixagem/jingle: Fábio Moog
Aprovação: Rosana Molina
Neste fim de ano foi ao ar o filme intitulado “Balanço”, criado pela Página Comunicação para a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
Além do filme, a campanha foi composta por anúncio de jornal, revista, spot, hotsite e teve a função de divulgar relevantes ações e resultados obtidos com a política ambiental do Governo do Estado.
O sucesso deste trabalho marca a chegada da agência em São Paulo, onde inaugurou sua sede em setembro do ano passado.
Tipo: Filme
Título: Balanço
Agência: Página Comunicação
Direção de Criação: Thiago Kruschewsky/ Raul Pacheco
Criação: Thiago Kruschewsky/ Raul Pacheco
Atendimento: Vito Delfino
Mídia: Helen Marcondes/ Telma Souza
Produtora de Vídeo: Black Maria
Direção: Afonso Poyart
Produtora de Áudio: Banda Sonora
Locução: Ferreira Martins
Veiculação: Dez./2009
Semana passada falamos sobre a hora de entrar numa empresa, agora falamos sobre a hora de sair.Quando sabemos que é a hora de virar a mesa e pedir as contas ou encontrar forças para virar o jogo diante de uma demissão. Já está em cartaz o filme (do diretor Jason Reitman, de Juno) ‘Amor sem escalas’, tradução muito ruim para ‘Up in the air’ e que não traduz o que é a história de verdade. George Clooney é um consultor contratado para demitir funcionários de empresas que não tem coragem para isso. Imagine o quanto as empresas americanas de todos os cantos não precisaram dos serviços dele durante a crise (e ainda hoje). Ele voa pelo país inteiro demitindo pessoas e tentando fazer isso da forma mais aceitável possível para elas. Num determinado momento, um demitido, que está nervoso por conta disso, pergunta o que irá dizer a seus filhos e que gostaria que se sentissem orgulhosos do pai. O personagem de Clooney o aconselha que mais do que ter um emprego, deveria fazer o que gostava, no caso, voltar a cozinhar. Uma pessoa que tinha um curso de refinada cozinha francesa certamente não deveria ter se sentido feliz por um minuto dentro daquela empresa. E que seus filhos iriam se orgulhar de vê-lo trabalhando com alegria. Por isso, se você decidir tomar a pílula vermelha de Matrix, e chegou a hora do adeus, você tem alguns cuidados aqui para esse momento profissional.
1 - Jogue limpo, seja sincero - Walter Longo tem uma frase que é “Você conhece as pessoas quando as demite e não quando as contrata.” Por isso, jogue limpo, não sacaneie a empresa nem cometa uma atitude que possa trazer prejuízos a você e a ela. Se você foi íntegro até aqui, por que iria se perder agora? Se você deseja sair por um motivo interno à empresa, tenha coragem, seja educado e diga o que é de verdade. Não invente uma historinha. Será um favor à empresa. Pode ser que seu chefe nunca tenha se tocado daquele ponto fraco e que agora pode ser consertado. Se você esconder o real motivo, as coisas continuarão como sempre foram e seus colegas é que irão continuar com aquele problema sem solução.
2 - Se seu problema é grana - Explique e peça um aumento. Ok, grana pesa. Claro que pesa. Se você precisa ganhar mais, exponha sua situação ao seu chefe. Você não precisa sair caçando um novo emprego antes de conversar com ele. Se você também receber uma proposta maior para sair da empresa, converse também antes de aceitar. Se você for uma pessoa fundamental, será reconhecido. Só saia se a situação não tiver mesmo conserto. Ainda que seja muita grana, dê a chance de seu chefe cobrir a oferta.
3 - Se seu problema é reconhecimento - De novo, troque uma idéia com seu chefe e fale como você está se sentindo. Primeiro, tente isso com bom humor, numa hora descontraída, por entre uma piada, disfarçada, e veja se surte efeito. Senão, abra o jogo e explique que você tinha expectativa de um feedback positivo quanto a uma peça que notadamente trouxe resultado. Aí avalie, se o cara reconhecer ou explicar seus motivos, tudo bem. Se não divide sucesso, não assume falhas e nem esboça reação, aí sim, procure outro trampo.
4 - Dê o sangue até o último minuto - Sua imagem profissional vale mais do que qualquer coisa. Não deixe a peteca cair só porque você está saindo. Deixe sua barra limpa ainda que você seja demitido e não você quem tenha pedido a conta. Lembre-se de que para conseguir seu próximo emprego, ou algum outro, perguntarão referências de você. Por isso, evite falar mal da empresa de que sair. O mercado é um ovo, não esqueça.
5 - Aviso prévio não rola - Se você decidiu ir, é como terminar um namoro ou um casamento. Já vi casais que se divorciaram e continuaram morando juntos, ou namorados que mesmo sabendo que não dava mais, insistiram. É péssimo, fala a verdade. Só se você percebe claramente que a empresa possui um projeto no qual você está muito envolvido, ou que ninguém mais vai segurar a onda, ou que alguém está com férias marcadas, ou que se você sair e vai ferrar um colega por tabela, aí sim, tope fazer um período de transição, mas fixe uma data-limite.
E como fazer para evitar uma surpresa e acabar sendo demitido?
1 - Preste atenção. Seu chefe dá sinais - Se você está sendo fritado, sente a chapa esquentando. Não tem jeito. Veja se seu chefe está dirigindo a palavra a você. Veja se ele aceita seu trabalho sem muito critério e o acaba refazendo. Até mesmo, por mais estranho que possa parecer, se ele parou de dar bronca. Um técnico a beira do campo só grita com um time se está querendo ganhar. Se ele sentou no banco e cruzou os braços, mau sinal.
2 - Demitir é tão difícil quanto ser demitido - se o seu chefe chegou ao ponto de dispensar você, é porque ele refletiu bastante sobre isso. Afinal, vocês dois são seres humanos, se seu chefe não pensar em fazer isso da maneira mais aceitável possível e partir pra guerra, ele não o merecia mesmo. No entanto, para ele são muitas as conseqüências, tanto financeiras quanto no ambiente interno. O que vão pensar os funcionários que ficam? Administrar conflitos da equipe são pepinos grandes e que precisam ser solucionados logo ou implodem a credibilidade do líder.
3 - Empresas que têm cortes devem fazê-los todos de uma vez - Um band-aid tem que ser arrancado logo. Se várias pessoas serão demitidas, que sejam de uma vez. Nada pior do que trabalhar em clima de terror sem saber se vai ou se fica.
4 - Observe a sua postura - Preste atenção se você ligou o botão ‘foda-se’. Por mais que você esteja de saco cheio, revoltado com aquela empresa ’sanguessuga’ e tudo mais, não assuma a postura do ‘já fiz minha parte’. Se chegou nesse ponto, siga o conselho do Capitão Nascimento, ‘pede pra sair’. Não se torne um profissional apático ou conformista. Não vai fazer bem pra você. Se não vibra mais no dia a dia, seu rendimento caiu e você assumiu uma postura indiferente, não adie a felicidade, peça demissão.
5 - Se você percebeu que o tempo fechou e quer ficar, reaja - Veja se você faz parte do problema “oh, vida, oh céus, oh azar” ou da solução. Veja se aprendeu com seus erros. Se você está tendo dificuldade, não se esconda, ‘ai meu deus, tomara que ele nem me veja, nem fale comigo hoje’, saia da toca e peça ajuda. Abra o jogo, diga que você quer melhorar e busque uma orientação. Você vai ganhar respeito quando passar ileso pelo mesmo problema novamente. É só procurar compreender e seguir os pontos que conversarem, assim você vira o jogo. Só não desista sem atingir os objetivos ali dentro que estejam a seu alcance.
6 - Sandálias da Humildade - Conhece o cara que tem na ponta da língua uma justificativa pra tudo? Nada é com ele, nunca? Não é possível. Empurrar para o outro seu próprio erro é erro crasso da vida profissional. Não existe profissional perfeito. Outro perfil é o ‘fodão’. Quem se acha a última bolacha do pacote um dia cai do cavalo. Demonstrações de afirmação, quedas de braço com o chefe, grosserias aos colegas e desleixo, como chegar atrasado ou atrasar um job porque se sente acima do bem e do mal são sinais amarelos. A demissão para esses dois perfis, mais cedo ou mais tarde, acaba sendo inevitável.
Chegar é uma experiência bem menos traumática do que sair, é claro. Uma empresa séria vai tratar o processo da melhor maneira possível e com transparência. A melhor palavra para lidar com isso é diplomacia, afinal, o que é combinado não sai caro. Mas nada melhor para a sua maturidade como profissional do que encarar isso de frente, de maneira natural para uma carreira. Parece fácil falar, eu sei, mas não é o fim do mundo. Só não entregue os pontos porque isto não é um termômetro sobre sua qualidade profissional. Avalie sendo honesto com você mesmo (mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira) suas fortalezas e fraquezas que pode contornar. Tenha garra que você dá a volta por cima, e rápido, basta apenas a boa e velha confiança. Quanto melhor você se conhecer, mais a terá.